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02 janeiro 2017

Mauritânia

الجمهورية الإسلامية الموريتانية
(al-Jumhūriyyah al-ʾIslāmiyyah al-Mūrītāniyyah)
République Islamique de Mauritanie
República Islâmica da Mauritânia


Bandeira
Brasão de Armas


















Localização:
África, África ocidental.
Magrebe árabe (conjunto dos países que constituem a parte mais ocidental do mundo árabe).


Origem / Pequeno resumo histórico:
Do Século V ao Século VII, a migração de tribos berberes do Norte da África expulsou da região os bafours, habitantes originais da actual Mauritânia, ancestrais dos soninquês. Os bafours eram primordialmente agricultores, e estavam entre os primeiros povos do Sahara a abandonar o seu estilo de vida tradicionalmente nómada.
A colonização francesa absorveu os territórios da actual Mauritânia e Senegal a partir do início do Século XIX. A dominação francesa trouxe proibições legais contra a escravidão e colocou um fim às guerras entre os diferentes clãs. Durante o período colonial a população continuou nómada. Diversos povos sedentários, cujos ancestrais haviam sido expulsos há séculos atrás, começaram a regressar aos poucos à Mauritânia. Quando o país obteve sua independência, em 1960, e a capital, Nouakchott, foi fundada no local duma pequena aldeia colonial chamada Ksar, 90% da população ainda era nómada.
Em 6 de Agosto de 2008 ocorreu um golpe militar que depôs o governo civil eleito democraticamente. Em 2007 o Presidente e o primeiro-ministro eleitos foram presos.
A tensão étnica e a questão delicada da escravidão - tanto no passado como no presente - ainda é um tema de muita força no debate político nacional. Um número significativo de pessoas de todos os grupos parece procurar uma sociedade mais diversa e pluralista. Foi também o último país a abolir a escravidão no mundo, em 9 de Novembro de 1981, pelo decreto n.º 81.234.
Embora ilegal, a escravidão é, até hoje, uma prática comum no país.



Montanhas da região de Adrar


Cultura:
A Mauritânia é um país de cultura tradicionalmente nómada. Toda a sua estrutura social é tribal. A maioria dos habitantes actuais do país eram antigos comerciantes e criadores de gado nómadas. Uma grande percentagem da população é analfabeta, especialmente as mulheres. A Mauritânia, juntamente com Madagáscar, é um dos únicos dois países do mundo que não utilizam o sistema decimal para a sua moeda, cuja unidade básica, o ouguiya, é composto por cinco khoums.



Cuscuz dos berberes, alimento básico na maior parte das regiões da Mauritânia.
É preparado com farinha de milho, sêmola de trigo duro e cevada.


Principais recursos naturais:
Ferro, petróleo e ouro.


Datas comemorativas:
Dia nacional – 28 de Novembro – Celebra a data da independência, da França, em 1960.



Símbolos nacionais:
Bandeira nacional;
Brasão de armas;
Hino nacional – “Nachid al-watani al-Mauritani” - (em árabe: نشيد وطني موريتاني)
Insígnia da Força Aérea da Mauritânia.

Insígnia da Força Aérea da Mauritânia


Lema:
شرف إخاء عدل
Francês: “Honneur, Fraternité, Justice” - Português: "Honra, Fraternidade, Justiça".


Capital:                                               Línguas oficiais:
Nouakchott                                        Árabe, francês e alguns idiomas nativos

Vista de Nouakchott, capital da Mauritânia



Moeda oficial:                                                 Tipo de Governo:
Ouguiya (MRO)                                               República islâmica


Data de admissão como membro da ONU (Organização das Nações Unidas):
27 de Outubro de 1961


Organizações / Relações internacionais:
  • ONU – Organização das Nações Unidas;
  • ANWFZ – Tratado Africano para a Formação de uma Zona Livre de Armas Nucleares;
  • BAFD – Banco Africano de Desenvolvimento;
  • BIRD – Banco Internacional para a Reconstrução e Desenvolvimento;
  • COI – Comité Olímpico Internacional;
  • ECOWAS –  Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (foi membro entre 1975 e 2000);
  • FMA – Fundo Monetário Árabe;
  • Grupo dos 77 – Nações em desenvolvimento;
  • ICDO – Organização Internacional de Protecção Civil;
  • INTERPOL – Organização Internacional de Polícia Criminal;
  • IPU – União Inter-Parlamentar;
  • IRENA – Agência Internacional para as Energias Renováveis;
  • LEA – Liga dos Estados Árabes;
  • MIGA – Agência Multilateral de Garantia de Investimentos;
  • OCI – Organização para a Cooperação Islâmica;
  • OIF – Organização Internacional da Francofonia;
  • OIM – Organização Internacional para as Migrações;
  • OMC – Organização Mundial do Comércio;
  • OPCW Organização para a Proibição de Armas Químicas;
  • RAMSAR Convenção sobre as Zonas Húmidas de Importância Internacional;
  • UA – União Africana;
  • UIC – União Internacional dos Caminhos-de-Ferro;
  • UMA – União do Magrebe Árabe;
  • WCO – Organização Mundial das Alfândegas;
  • WIPO – Organização Mundial da Propriedade Intelectual;
  • WH – Património Mundial (UNESCO);
  • WNBR – Rede Mundial de Reservas da Biosfera (UNESCO);
  • ICH – Património Cultural e Imaterial da Humanidade (UNESCO);
  • MWR – Registo da Memória do Mundo (UNESCO).


Missões diplomáticas da Mauritânia:
África do Sul - Arábia Saudita - Argélia - Alemanha - Bélgica - Brasil - Canadá - China - Costa do Marfim - Egipto - Emirados Árabes Unidos - Espanha - Estados Unidos - Iémen - Itália - Japão -Jordânia - Kuwait - Líbia - Mali - Marrocos - Qatar - Reino Unido - Rússia - Senegal - Síria - Suíça - Tunísia - União Europeia (Bruxelas).


Património Mundial (UNESCO):
  • Parque nacional Banc d’Arguin (1989) – Situado ao longo da costa do Atlântico, este parque abarca uma grande extensão de dunas, pântanos costeiros, ilhotas e águas pouco profundas ao longo do litoral. A aspereza do deserto e a biodiversidade da zona marítima criaram uma paisagem terrestre e marítima excepcionalmente contrastante. Este parque serve de refúgio de inverno a uma grande variedade de aves, sendo o habitat de várias espécies de tartarugas marinhas e golfinhos, que os pescadores utilizam para localizar os cardumes de peixes.
  • Antigos sítios das Ksour de Ouadane, Chinguetti, Tichitt e Oualata (1996) – As "Ksour" ("cidades fortificadas") fundadas nos Séculos XI e XII para responder às necessidades das caravanas que atravessavam o deserto do Sahara, foram centros comerciais e religiosos que se converteram em centros de difusão da cultura islâmica. O seu tecido urbano, formado entre os Séculos XII e XVI, foi preservado de forma admirável, com as suas casas providas de pátios apinhados ao longo de ruas estreitas, à volta de um quadrado em cujo centro se situa a mesquita com o seu minarete. Estes sítios são ilustrativos do modo de vida tradicional das populações do Sahara Ocidental, centrada no povo nómada.

Antiga Torre de Ouadane (UNESCO)



Património Cultural e Imaterial da Humanidade (UNESCO):
  • A epopeia mourisca de T’heydin (2011) – Requer medidas urgentes de salvaguarda. O T’heydin inclui dezenas de poemas épicos que exaltam os feitos gloriosos de emires e sultões mouros. Destaca os valores ancestrais subjacentes ao modo de vida da comunidade moura da Mauritânia e é um expoente literário e artístico da língua hasaniya. Os griots interpretam essa língua com o acompanhamento de tambores e instrumentos de cordas tradicionais, como o alaúde e a harpa. São eles que preservam a memória colectiva da sociedade, através dos poemas, transmitindo as suas habilidades e conhecimentos de pais para filhos, ao longo das gerações. Os griots jovens aprendem primeiro a tocar os instrumentos musicais antes de se iniciarem na tradição poética.


Rede Mundial de Reservas da Biosfera (UNESCO):
  • Reserva do delta do Rio Senegal (2005) – Partilhado com o Senegal. Situada no delta do Rio Senegal, esta reserva da biosfera transfronteiriça apresenta poucas variações de altitude, devendo a sua biodiversidade à sua vasta rede hidrográfica, que se divide em várias bacias. A paisagem é muito diversa e inclui planícies de inundação alimentadas por água de subida natural ou artificial do rio (através de obras hidráulicas), remansos, lagos e pelo mar. O ecossistema é constituído por zonas húmidas, savana tropical, mangueiras, sistemas marinhos e lagoas.

Mapa com a localização do Rio Senegal


Fonte:
Wikipedia, a enciclopédia livre

02 setembro 2016

Mali

République du Mali

Mali ka Fasojamana

República do Mali



Bandeira

Brasão de Armas























Localização:
África, África Ocidental.


Origem / Pequeno resumo histórico:
     Na Antiguidade, o território actual do Mali foi sede de três grandes impérios da África Ocidental, que controlavam o comércio de sal, ouro, matérias-primas e outros bens preciosos. Estes reinos careciam tanto de fronteiras geopolíticas quanto de identidades étnicas. O primeiro destes impérios foi o Império do Gana, fundado pelo povo soninquês, que falavam línguas mandês. O reino expandiu-se por toda a África Ocidental, desde o Século VIII até 1078, quando foi conquistado pelos povo almorávida.
     O Império do Mali formou-se na parte superior do Rio Níger e chegou à sua força máxima em meados do Século XIV.
     No fim do Século XIX, na Era Colonial, o Mali ficou sob controle francês. Em 1905 toda a sua área estava sob controle da França, fazendo parte do Sudão Francês. No início de 1959 o Mali e o Senegal foram unidos, formando a Federação do Mali, que conquistou a sua independência em 20 de Agosto de 1960.




Paisagem em Hombori, Mali


Cultura:
     As tradições musicais do Mali derivam de griots (ou Djeli), conhecidas como "Guardiões da Memória", que exercem a função de transmitir a história do seu país. A música do Mali é diversificada e possui diferentes géneros. Alguns músicos são influentes, como Toumani Diabaté e Mamadou Diabaté, intérpretes de um instrumento musical chamado kora; o guitarrista Ali Farka Touré, que combinava a música tradicional do Mali com um género vocal denominado blues; grupos musicais tuaregues, como Tinariwen e Tamikrest, e artistas como Salif Keita, Amadou & Mariam, Oumou Sangaré e Habib Koité, entre outros.
     A variada cultura do Mali reflecte a diversidade étnica e geográfica do país. A maioria dos seus habitantes usa trajes coloridos e fluídos chamados boubou, típicos da África Ocidental. Os malienses participam frequentemente em festas, bailes e celebrações tradicionais.

GastronomiaA cozinha do Mali varia de região para região. O arroz e o milho são importantes na cozinha do país, que se baseia principalmente em cereais, que são geralmente preparados com saladas feitas de folhas de espinafre ou baobab, com tomate ou com salsa de mani, podendo ser acompanhados por carne assada (típicamente, frango, cordeiro, vaca ou cabra).




Principais recursos naturais:
Ouro, urânio, diamantes, ferro, fosfato, bauxite, manganés, calcário, cobre, mármore, gesso, caulino e sal.


Datas comemorativas:
Dia da Independência – 22 de Setembro – Celebra a data da independência, da França, em 1960.



Monumento à Independência do Mali, celebrada em 22 de Setembro (Bamako)



Símbolos nacionais:
Bandeira nacional;
Brasão de Armas;
Hino NacionalLe Mali (“O Mali”);
Insígnia da Força Aérea de Defesa do Mali.


Insígnia da Força Aérea de Defesa do Mali



Lema:
"Un Peuple, Un But, Une Foi" - ("Um povo, uma meta, uma fé")


Capital:                                                           Língua oficial:
Bamako                                                          Francês


Vista parcial de Bamako, capital do Mali



Moeda oficial:                                                 Tipo de Governo:
Franco (CFA)                                                   República semi-presidencialista


Data de admissão como membro da ONU (Organização das Nações Unidas):
28 de Setembro de 1960


Organizações / Relações internacionais:
  • ONU – Organização das Nações Unidas;
  • ANWFZ – Tratado Africano para a Formação de uma Zona Livre de Armas Nucleares;
  • BAFD – Banco Africano de Desenvolvimento;
  • BIRD – Banco Internacional para a Reconstrução e Desenvolvimento;
  • CD – Comunidade das Democracias (suspenso);
  • CEDEAO – Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental;
  • CEN-SAD – Comunidade dos Estados Sahelo-Saharianos;
  • COI – Comité Olímpico Internacional;
  • ECOWAS –  Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental;
  • Grupo dos 77 – Nações em desenvolvimento;
  • ICDO – Organização Internacional de Protecção Civil;
  • INTERPOL – Organização Internacional de Polícia Criminal;
  • IPU – União Inter-Parlamentar;
  • IRENA – Agência Internacional para as Energias Renováveis;
  • IUCN – União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais;
  • MIGA – Agência Multilateral de Garantia de Investimentos;
  • MNA – Movimento dos Países Não-Alinhados;
  • OCI – Organização para a Cooperação Islâmica;
  • OIF – Organização Internacional da Francofonia;
  • OIM – Organização Internacional para as Migrações;
  • OMC – Organização Mundial do Comércio;
  • OPCW Organização para a Proibição de Armas Químicas;
  • RAMSAR Convenção sobre as Zonas Húmidas de Importância Internacional;
  • TPI – Tribunal Penal Internacional;
  • UA – União Africana (suspenso);
  • UEMOA – União Económica e Monetária do Oeste Africano;
  • WCO – Organização Mundial das Alfândegas;
  • WIPO – Organização Mundial da Propriedade Intelectual.


Património Mundial (UNESCO):

  • Cidade Histórica de Tombuktu (1988), património mundial em perigo desde 2012;
Mesquita de Sankore em Tombuktu (UNESCO)

  • Cidades antigas de Djenné (1988);

Grande mesquita de Djenné (UNESCO)

  • Falésias de Bandiagara, terra dos Dogons (1989);

Vista parcial das falésias de Bandiagara (UNESCO)

  • Túmulo de Ásquia (2004), património mundial em perigo desde 2012 - Situado em Gao, é o que se pensa ser o local onde repousa Ásquia Maomé I, primeiro imperador do Império Songai;

Túmulo de Ásquia (UNESCO)



Património Cultural e Imaterial da Humanidade (UNESCO):

  • Espaço cultural do Yaaral e do Degal (2008) – Este espaço cultural corresponde às imensas pastagens do povo peul, do delta do Níger. O yaaral e o degal são duas festas que marcam a passagem do rio (em Diafarabe e Dialloube, respectivamente) por manadas de gado que pastam durante parte do ano no Sahel árido e nas planícies inundadas do rio Níger. As festas têm lugar a um Sábado, dia auspicioso na crença peul, e dão lugar a expressões culturais extremamente variadas: concursos da manada mais bem decorada; música e dança; poesia pastoral; o uso das mais belas roupas e joias; e a decoração meticulosa das residências.

  • A reflexão septenal do telhado de Kamablon, casa sagrada de Kangaba (2009);
  • A Carta de Mandén, proclamada em Kurukan Fuga (2009) – A Carta de Kurukan Fuga, também chamada de Carta de Manden, é, segundo a tradição oral malinesa, a Constituiçãodo Império do Mali, estabelecida durante a Grande Assembléia (Gbara) que se seguiu à Batalha de Kirina (cerca de 1235). A Carta de Kurukan Fuga é apontada como um dos primeiros modelos de Constituição existentes no mundo. Prevê a defesa dos direitos humanos, determina a divisão de poderes, estabelece as liberdades cívicas, protege as actividades profissionais, a integridade física dos súbditos do império e dos seus bens, além de que proibia a escravidão e impunha a obrigação de indemnização por danos sofridos.

  • O Sanké Mon, rito de pesca colectiva da Lagoa de Sanké (2009) – Requer medidas urgentes de salvaguarda;
  • A Sociedade Secreta dos  Kôrêdugaw, ritual de sabedoria no Mali (2011) – Requer medidas urgentes de salvaguarda;
  • Práticas e expressões culturais ligadas ao Balafon, das comunidades Senufo (2011) – Partilhado com Burkina Faso e Costa do Marfim;
  • Conhecimentos e práticas ligados ao Imzad das comunidades Tuaregues (2013) – Partilhado com Argélia e Níger;
  • A aparência das máscaras e marionetas de Markala (2014).


Fonte:
Wikipedia, a enciclopédia livre.

20 dezembro 2015

Libéria

Republic of Liberia
República da Libéria






Bandeira
Brasão de Armas























Localização:
África, África Ocidental, África Subsariana.


Origem / Pequeno resumo histórico:
Etimologia - O nome Libéria significa "liberdade". Os colonos recém-chegados formaram um novo grupo étnico chamado de “américo-liberianos”. No entanto, a introdução de uma nova mistura étnica resultou em tensões étnicas com as outras dezasseis principais etnias que já residiam na Libéria. A partir do Século XVI e até 1822, exploradores e comerciantes europeus tinham vários nomes para a Libéria, variando consoante a linguagem.

História - A História da Libéria é única entre as nações africanas devido à sua relação com os Estados Unidos. É um dos dois únicos países da África Subsariana, juntamente com a Etiópia, sem raízes na disputa europeia por África. Foi fundada e colonizada por escravos americanos libertos com a ajuda de uma organização privada chamada “American Colonization Society”, entre 1821 e 1822, na premissa de que os ex-escravos americanos teriam maior liberdade e igualdade nesta nova nação.
     Escravos libertos dos navios negreiros também foram enviados para a Libéria, em vez de serem repatriados para seus países de origem. Estes colonos criaram um grupo de elite na sociedade da Libéria, fundando, em 1847, a República da Libéria, que instituiu um governo inspirado nos Estados Unidos, nomeando Monróvia como sua capital, em homenagem a James Monroe, o quinto presidente dos Estados Unidos e um proeminente defensor da colonização.
     Um golpe militar em 1980 derrubou o então presidente William Richard Tolbert, Jr., marcando o início de um período de instabilidade que levou a duas guerras civis no país, que deixaram centenas de milhares de mortos e devastou a economia.
     A Libéria está hoje a recuperar dos efeitos nefastos da guerra civil e das perturbações económicas que daí resultaram.



Cultura:
A Libéria sempre fui tradicionalmente célebre pela sua hospitalidade, instituições académicas, actividades culturais e trabalhos de arte e ofícios. No noroeste do país ainda são utilizados, embora pouco, duas escritas autóctones desenvolvidas no Século XIX, a fim de proteger as culturas e as línguas locais: O silabário Vai e a escrita Vah.
A Libéria possui uma vasta e rica história em artes têxteis e estofos, cuja tradição foi introduzida pelos escravos livres e ex-americanos que emigraram para este país. Nos tempos modernos, os presidentes da Libéria presenteiam colchas típicas como presentes oficiais do Governo.
A Libéria é um dos poucos países, juntamente com os Estados Unidos e a Birmânia, que não aceitam o sistema métrico. A religião principal é o cristianismo.

Edward Wilmot Blyden, o principal escritor liberiano
e o principal precursor do pan-africanismo.

Literatura - Houve uma rica tradição literária na Libéria há mais de um século. Embora os colonos e os historiadores europeus apontem para a Libéria como um país sem uma escrita tradicional até ao Século XIX, vários liberianos ao longo dos anos têm contribuído como autores literários em vários géneros, que escreveram sobre arte popular, provérbios antigos, a vida quotidiana no campo, a vida da cidade, religião e observando as suas próprias vidas. Cultura, tradição, identidade, sociedade, questões tabu, direitos humanos, igualdade e diversidade dentro de Libéria, o multi-culturalismo, o pan-africanismo e o colonialismo têm aparecido em romances, livros e revistas a partir do Século XIX.
     Edward Wilmot Blyden (1832-1912) foi o mais famoso autor da Libéria no Século XIX. Diplomata, professor, estadista e escritor, Blyden foi considerado o principal precursor do pan-africanismo, juntamente com WEB Du Bois e Marcus Garvey. Os seus escritos giravam em torno da necessidade dos africanos desenvolverem a sua própria identidade, estarem cientes, cultural, espiritual e politicamente do seu próprio potencial e presidir ao seu próprio governo, refutando a visão europeia dos africanos como "incultos". Esses escritos inspiraram vários autores liberianos até à actualidade. No final, ele é conhecido na história do mundo e do continente Africano como o cérebro por trás da frase, "África para os africanos!" e, em seguida, inspirado pelo “Back to África”, movimento de Marcus Garvey. Blyden é um herói nacional na Libéria.

Gastronomia - O arroz é de longe o mais importante prato da cozinha liberiana, embora a massa tenha vindo a ganhar importância devido ao alto custo do arroz. A Libéria também produz mandioca, banana, citrus e coco. A batata-doce também é uma parte importante da cozinha da Libéri, sendo acompanhada com taro, bananas, mangas, abacaxis e vários tipos de nozes e amendoins


Principais recursos naturais:
Borracha, ferro, madeira e diamantes.


Datas comemorativas:
Dia nacional - 26 de Julho - Celebra a data da independência, dos Estados Unidos, em 1847;
Dia da Bandeira - 24 de Agosto.
Símbolos nacionais:
Bandeira Nacional;
Brasão de Armas;
Hino Nacional - "All Hail, Liberia, Hail!".


Lema:
The love of liberty brought us here - (O amor pela liberdade trouxe-nos aqui).


Capital:                                               Língua oficial:
Monróvia                                            Inglês


Imagens de Monróvia, capital da Libéria.


Moeda oficial:                                          Tipo de Governo:
Dólar liberiano (LRD)                             República presidencialista


Data de admissão como membro da ONU (Organização das Nações Unidas):
2 de Novembro de 1945


Organizações / Relações internacionais:

  • ONU - Organização das Nações Unidas;
  • UA - União Africana;
  • BAD - Banco Africano de Desenvolvimento;
  • ECOWAS - Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental;
  • CEN-SAD - Comunidade dos Estados Sahelo-Saharianos;
  • COI - Comité Olímpico Internacional;
  • Grupo dos 77 – Nações em desenvolvimento;
  • ICDO - Organização Internacional de Protecção Civil;
  • ICO - Organização Internacional do Café;
  • INTERPOL - Organização Internacional de Polícia Criminal;
  • IRENA – Agência Internacional para as Energias Renováveis;
  • MIGA - Agência Multilateral de Garantia de Investimentos;
  • MNA - Movimento dos Países Não-Alinhados;
  • OIM - Organização Internacional para as Migrações;
  • OMC - Organização Mundial do Comércio (observador);
  • OPCW - Organização para a Proibição de Armas Químicas;
  • PSIWMD - Iniciativa de Segurança contra a Proliferação de Armas de Destruição Maciça;
  • RAMSAR - Convenção sobre as Zonas Húmidas de Importância Internacional;
  • TPI - Tribunal Penal Internacional;
  • WAMZ - Zona Monetária do Oeste Africano;
  • WIPO - Organização Mundial da Propriedade Intelectual;
  • ZPCAS - Zona de Paz e Cooperação do Atlântico Sul;
  • ANWFZ - Tratado Africano para a Formação de uma Zona Livre de Armas Nucleares.

Fonte:
Wikipedia, a enciclopédia livre

18 fevereiro 2015

Guiné Equatorial

República de Guinea Ecuatorial
République de Guinée Équatoriale
República da Guiné Equatorial



Bandeira

Brasão de Armas






















Localização:
África, África Ocidental, África Central, África Subasariana.


Origem / Pequeno resumo histórico:
     Foram navegantes portugueses os primeiros europeus que exploraram o golfo de Guiné em 1471. O navegador e explorador português Fernão Pó situou a ilha de Bioko nos mapas europeus nesse ano, procurando uma rota para a Índia, a qual baptizou de Formosa (no entanto, foi no início conhecida pelo nome de seu descobridor).
     Por volta de 1493, D. João II de Portugal proclamou-se como Senhor da Guiné e o primeiro Senhor de Corisco. Os portugueses colonizaram as ilhas de Bioko, Annobón e Corisco em 1494, e converteram-nas em postos para o tráfico de escravos.
     As ilhas permaneceram em mãos portuguesas até Março de 1778, depois dos tratados de San Ildefonso (1777) e do Pardo (1778), pelos quais as ilhas foram cedidas a Espanha, juntamente com os direitos de livre comércio num sector da costa do Golfo de Guiné entre os rios Níger e Ogooué.
     Os britânicos ocuparam a ilha de Bioko entre 1827 e 1832 para lutar contra o tráfico de escravos, fundando o estabelecimento de Port Clarence, posteriormente chamada Santa Isabel e, actualmente, Malabo.
     Em 1963 as províncias foram combinadas na região autónoma da Guinea Ecuatorial e, finalmente, em 12 de Outubro de 1968 tornaram-se num país independente, a Guiné Equatorial.


Cultura:
     A cultura da Guiné Equatorial está enraizada nas tradições dos povos que compõem este país. No entanto, a ilha Bioko, onde se encontra a capital, foi amplamente influenciada pelos costumes e tradições espanhóis durante o período colonial.
     As maiorias das pessoas no país são cristãs, enquanto predominantemente praticam uma combinação de catolicismo e animismo.
     O espanhol e o francês são as línguas oficiais do país enquanto o pidgin do inglês, o Fang, Bubi, Ibo, e Gumu também são comuns. Em 2010 a Guiné Equatorial adoptou o português como língua co-oficial.


Principais recursos naturais:
Petróleo, gás natural, madeira, ouro, bauxite, diamantes, tântalo e argila.


Datas comemorativas:
Dia da Independência - 12 de Outubro - Celebra a data da independência, de Espanha, em 1968.



Símbolos nacionais:
Bandeira Nacional;
Brasão de Armas;
Hino Nacional - Caminemos Pisando la Senda de Nuestra Inmensa Felicidad ("Caminhemos sob a Trilha de Nossa Imensa Felicidade");
Insígnia da Força Aérea da Guiné Equatorial.

Insígnia da Força Aérea da Guiné Equatorial


Lema:
"Unidad, Paz, Justicia" (es)
"Unité, Paix, Justice" (fr)
"Unidade, Paz, Justiça" (pt)


Malabo, capital da Guiné Equatorial



Capital:                                                                       Línguas oficiais:
Malabo                                                                       Espanhol, francês e português


Moeda oficial:                                                             Tipo de Governo:
Franco CFA                                                                  República presidencialista


Data de admissão como membro da ONU (Organização das Nações Unidas):
12 de Novembro de 1968


Organizações / Relações internacionais:
  • ONU - Organização das Nações Unidas;
  • CEEAC - Comunidade Económica dos Estados da África Central;
  • CEMAC - Comunidade Económica e Monetária da África Central;
  • COI - Comité Olímpico Internacional;
  • CPLP - Comunidade dos Países de Língua Portuguesa;
  • FMI - Fundo Monetário Internacional;
  • Grupo dos 77 - Nações em desenvolvimento;
  • INTERPOL - Organização Internacional de Polícia Criminal;
  • IPU - União Inter-Parlamentar;
  • IUCN - União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais;
  • MIGA - Agência Multilateral de Garantia de Investimentos;
  • MNA - Movimento dos Países Não-Alinhados;
  • OIF - Organização Internacional da Francofonia;
  • OMC - Organização Mundial do Comércio (observador);
  • OPCW - Organização para a Proibição de Armas Químicas;
  • UA - União Africana;
  • ZPCAS - Zona de Paz e Cooperação do Atlântico Sul;
  • ANWFZ - Tratado Africano para a Formação de uma Zona Livre de Armas Nucleares.

Fonte:
Wikipedia, a enciclopédia livre.

11 fevereiro 2015

Guiné-Bissau

República da Guiné-Bissau



Brasão de Armas


Bandeira


















Localização:
África, África Ocidental, África Subsariana


Origem / Pequeno resumo histórico:
     Antes da chegada dos Europeus e até o Século XVII, a quase totalidade do território da Guiné-Bissau integrava o Reino de Gabu, tributário do lendário Império Mali, dos mandingas, que florescera a partir de 1235 e subsistiu até ao Século XVIII. Os grupos étnicos eram os balantes, os fulanis, os mandayakos e os molinkes.
     O primeiro navegador e explorador europeu a chegar à costa da actual Guiné-Bissau foi o português Nuno Tristão, em 1446.
     Mais tarde, durante o Estado Novo de Salazar, a colónia passaria a ter o estatuto de província ultramarina, com o nome de Guiné Portuguesa.
     A vila de Bissau foi fundada em 1697, como fortificação militar e entreposto de tráfico de escravos. Posteriormente elevada a cidade, tornar-se-ia a capital colonial, estatuto que manteve após a independência da Guiné-Bissau.
     Em 1956, Amílcar Cabral liderou a fundação do PAIGC - Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde. No início da década de 1960, iniciou a luta armada contra o regime colonial. Amílcar Cabral foi assassinado em 1973, em Conacri, num atentado que o PAIGC atribuiu aos serviços secretos portugueses mas que, na verdade, fora perpetrado por um grupo de guineenses do próprio partido, que acusavam Cabral de estar dominado pela elite de origem cabo-verdiana. Apesar da morte do líder, a luta pela independência prosseguiu, e o PAIGC declarou unilateralmente a independência da Guiné-Bissau em 24 de Setembro de 1973.

Cultura:
     A Guiné-Bissau possui um património cultural bastante rico e diversificado. As diferenças étnicas e linguísticas produziram grande variedade a nível da dança, da expressão artística, das profissões, da tradição musical, das manifestações culturais.
A dança é, contudo, uma verdadeira expressão artística dos diversos grupos étnicos.
     Os povos animistas caracterizam-se pelas belas e coloridas coreografias, fantásticas manifestações culturais que podem ser observadas correntemente por ocasião das colheitas, dos casamentos, dos funerais, das cerimónias de iniciação.
     O estilo musical mais importante é o gumbé. O Carnaval guineense, completamente original, com características próprias, tem evoluído bastante, constituindo uma das maiores manifestações culturais do País.
     O músico José Carlos Schwarz é ainda hoje considerado um dos maiores nomes de sempre da música guineense.


Principais recursos naturais:
Madeira, bauxite, fosfato e petróleo.


Datas comemorativas:
Dia da Independência - 24 de Setembro - Celebra a data da declaração da independência, de Portugal, em 1973.



Símbolos nacionais:
Bandeira Nacional;
Brasão de Armas;
Hino Nacional - “Esta é a Nossa Pátria Bem Amada”;
Insígnia da Força Aérea da Guiné-Bissau.


Insígnia da Força Aérea da Guiné-Bissau


Lema:
Unidade, Luta, Progresso”.

Rua no centro de Bissau


Capital:                                                                       Língua oficial:
Bissau                                                                         Português


Moeda oficial:                                                             Tipo de Governo:
Franco CFA da África Ocidental                                 República parlamentarista


Data de admissão como membro da ONU (Organização das Nações Unidas):
17 de Setembro de 1974


Organizações / Relações internacionais:
  • ONU - Organização das Nações Unidas;
  • AOSIS - Aliança dos Pequenos Estados Insulares;
  • CEDEAO - Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental;
  • CEN-SAD - Comunidade dos Estados Sahelo-Saharianos;
  • ICDO - Organização Internacional de Protecção Civil;
  • COI - Comité Olímpico Internacional;
  • CPLP - Comunidade dos Países de Língua Portuguesa;
  • Grupo dos 77 - Nações em desenvolvimento;
  • INTERPOL - Organização Internacional de Polícia Criminal;
  • IPU - União Inter-Parlamentar;
  • IRENA - Agência Internacional para as Energias Renováveis;
  • IUCN - União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais;
  • MIGA - Agência Multilateral de Garantia de Investimentos;
  • MNA - Movimento dos Países Não-Alinhados;
  • OCI - Organização da Conferência Islâmica;
  • OIF - Organização Internacional da Francofonia;
  • OIM - Organização Internacional para as Migrações;
  • OMC - Organização Mundial do Comércio;
  • OPCW - Organização para a Proibição de Armas Químicas;
  • UA - União Africana;
  • UEMOA - União Económica e Monetária do Oeste Africano;
  • UL - União Latina;
  • WCO - Organização Mundial das Alfândegas;
  • ZPCAS - Zona de Paz e Cooperação do Atlântico Sul;
  • ANWFZ - Tratado Africano para a Formação de uma Zona Livre de Armas Nucleares.

Fonte:
Wikipedia, a enciclopédia livre

04 fevereiro 2015

Guiné

République de Guinée
República da Guiné



Bandeira
Brasão de Armas


















Localização:
África, África Ocidental, África Subsariana


Origem / Pequeno resumo histórico:
     A área ocupada hoje pela Guiné fez parte do território de diversos povos africanos, incluindo o império Songai, no período entre os Séculos X e XV, quando a região tomou contacto pela primeira vez com os comerciantes europeus.
     O período colonial da Guiné se iniciou quando tropas francesas penetraram na região em meados do Século XIX. A dominação francesa foi assegurada ao derrotarem as tropas de Samory Touré, guerreiro de etnia malinke, o que deu aos franceses o controle do que é hoje a Guiné e regiões adjacentes.
    A França definiu, em fins do Século XIX e início do XX, as fronteiras da actual Guiné com os territórios britânico e português que hoje formam, respectivamente, Serra Leoa e Guiné-Bissau.
     Liderados por Ahmed Sékou Touré, líder do Partido Democrático da Guiné (PDG), que ganhou 56 das 60 cadeiras nas eleições territoriais de 1957, o povo da Guiné decidiu em plebiscito, por esmagadora maioria, rejeitar a proposta de pertencer a uma Comunidade Francesa. Os franceses retiraram-se rapidamente, e em 2 de Outubro de 1958 a Guiné tornou-se um país independente, com Sékou Touré como presidente.
     Sob o governo de Touré a Guiné tornou-se numa ditadura de partido único, com uma economia fechada, de carácter socialista, e intolerante aos direitos humanos, liberdade de expressão ou oposição política, a qual foi brutalmente suprimida. Antes acreditado por sua defesa de um nacionalismo sem barreiras étnicas, Touré gradualmente passou a depender do seu próprio grupo étnico, os malinke, para preencher posições no seu governo. Alegando tentativas de golpe oriundas do exterior e do próprio país, o regime de Touré visou inimigos reais e imaginários, aprisionando milhares em prisões similares aos gulag soviéticos, onde centenas pereceram. A repressão do regime levou mais de 1 milhão de pessoas ao exílio, e a paranóia de Touré arruinou as relações com países estrangeiros, incluindo países africanos vizinhos, aumentando o isolamento económico da Guiné e, posteriormente, devastando a sua economia.
     Sékou Touré morreu a 26 de Março de 1984, e uma junta militar encabeçada pelo coronel Lansana Conte tomou o poder a 3 de Abril de 1984. O país continuou sem eleições democráticas até 1993, quando foram realizadas eleições e Lansana Conté ganhou-as numa disputa apertada. O presidente foi reeleito em 1998. O presidente foi severamente criticado ao prender, em 1999, um importante líder da oposição. As tensões com a vizinha Serra Leoa ainda persistem.
     Em 22 de Dezembro de 2008, o presidente Conté faleceu, tendo sido substituído por uma junta militar que, aproveitando-se da vaga no poder, anunciou através do capitão Musa Dadis Camara um golpe de estado, que suspendeu a constituição e as instituições republicanas do país.


Cultura:
     A cultura da Guiné estabeleceu-se no mundo através dos djembefolás (tocadores de djembê), como o Mamady Keita, que expandiu a cultura do país através do mundo. Não só Mamady como Adama Dramé, Famoudou Konatê e sua filha Fanta Konatê (cantora guineense conhecida), além de muitos outros, têm os seus nomes conhecidos no mundo. A cultura é chamada Mandingue.
Dentre os estilos musicais, podemos citar o Dununbá.


Principais recursos naturais:
Bauxita, ferro, diamantes, ouro e urânio.


Datas comemorativas:
Dia da Independência - 2 de Outubro - Celebra a data da independência, da França, em 1958.



Símbolos nacionais:
Bandeira Nacional;
Brasão de Armas;
Hino Nacional - “Liberté” (“Liberdade”);
Insígnia da Força Aérea da Guiné.


Insígnia da Força Aérea da Guiné


Lema:
"Travail, Justice, Solidarité" ("Trabalho, Justiça, Solidariedade")


Vista de Conacri, capital da Guiné


Capital:                                                                       Língua oficial:
Conacri                                                                      Francês


Moeda oficial:                                                             Tipo de Governo:
Franco guineense (GNF)                                             República semi-presidencialista


Data de admissão como membro da ONU (Organização das Nações Unidas):
12 de Dezembro de 1958


Organizações / Relações internacionais:
  • ONU - Organização das Nações Unidas;
  • CEDEAO - Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental;
  • COI - Comité Olímpico Internacional;
  • Grupo dos 77 - Nações em desenvolvimento;
  • ICDO - Organização Internacional de Protecção Civil;
  • INTERPOL - Organização Internacional de Polícia Criminal;
  • IRENA - Agência Internacional para as Energias Renováveis;
  • MIGA - Agência Multilateral de Garantia de Investimentos;
  • MNA - Movimento dos Países Não-Alinhados;
  • OCI - Organização da Conferência Islâmica;
  • OIF - Organização Internacional da Francofonia;
  • OIM - Organização Internacional para as Migrações;
  • OMC - Organização Mundial do Comércio;
  • OPCW - Organização para a Proibição de Armas Químicas;
  • TPI - Tribunal Penal Internacional;
  • WAMZ - Zona Monetária do Oeste Africano;
  • UIHJ - União Internacional dos Oficiais de Justiça;
  • WCO - Organização Mundial das Alfândegas;
  • ZPCAS - Zona de Paz e Cooperação do Atlântico Sul;
  • ANWFZ - Tratado Africano para a Formação de uma Zona Livre de Armas Nucleares.


Património Mundial (UNESCO):
  • Reserva Natural Integral do Monte Nimba (1981, 1982) (sítio transfronteiriço com a Costa do Marfim)


Património Oral e Imaterial da Humanidade (UNESCO):
  • Espaço Cultural de Sosso-Bala (2008) - O balafon sagrado, chamado Sosso-Bala, é considerado como o símbolo da liberdade e da coesão do povo mandinga, disperso por um território que pertencia ao Império do Mali. Este instrumento pertencia e foi tocado originariamente pelo rei Soumaoro Kanté, que subiu ao trono no Século XIII. Desde então tem acompanhado ao longo dos séculos a transmissão dos épicos, especialmente o épico Sunjata e os seus hinos à glória do fundador do império de Mali. O Sosso-Bala é uma espécie de xilofone com 1,5 m de comprimento, constituído por 20 lâminas cuidadosamente cortadas e talhadas em diferentes comprimentos. Cada uma das quais possui uma abóbora que serve como caixa de ressonância.

Fonte:
Wikipedia, a enciclopédia livre