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Brasil

República Federativa do Brasil


Bandeira

Brasão de Armas



















Localização:
América, América do Sul, América Latina.
País mega-diverso (faz parte do conjunto de países que albergam o maior índice de biodiversidade da Terra).


Origem / Pequeno resumo histórico:
     Em 22 de Abril de 1500, a frota comandada pelo navegador e explorador português Pedro Álvares Cabral (1467/68-1520), chega ao território onde hoje se localiza o Brasil (Porto Seguro), que já era habitado por vários povos indígenas, cerca de 2 milhões, do norte ao sul do território.


Desembarque de Pedro Álvares Cabral em Porto Seguro. Óleo sobre tela do pintor
Oscar Pereira da Silva, 1904. Acervo do Museu Histórico Nacional, Rio de Janeiro


     A população ameríndia era repartida em grandes nações indígenas compostas por vários grupos étnicos entre os quais se destacavam os grandes grupos Tupi-Guarani, Macro-Jê e Aruaque.
     A colonização foi efectivamente iniciada em 1534, quando o Rei D. João III dividiu o território em doze capitanias hereditárias.
     Em meados do Século XVI, quando o açúcar de cana se tornou o mais importante produto de exportação do Brasil, os portugueses deram início à importação de escravos africanos, comprados nos mercados de escravos da África ocidental. Assim, estes começaram a ser trazidos ao Brasil, inicialmente para lidar com a crescente demanda internacional do produto, naquele que foi chamado o ciclo da cana-de-açúcar.
     Ignorando o Tratado de Tordesilhas de 1494, os portugueses, através de expedições conhecidas como bandeiras, paulatinamente avançaram a sua fronteira colonial na América do Sul para onde se situa a maior parte das actuais fronteiras brasileiras, tendo passado os Séculos XVI e XVII defendendo tais conquistas contra potências rivais europeias. Desse período destacam-se os conflitos que derrotaram as incursões coloniais francesas (no Rio de Janeiro em 1567 e no Maranhão em 1615) e expulsaram os holandeses do nordeste (Nova Holanda), após o fim da União Ibérica (1580 a 1640). O conflito com os holandeses fez parte integrante da Guerra Luso-Holandesa (1595 a 1663).

     No final do século XVII, devido à concorrência colonial, as exportações de açúcar brasileiro começaram a declinar, mas a descoberta de ouro pelos bandeirantes na década de 1690, abriu um novo ciclo  com a chamada “febre do ouro” no Brasil, que atraiu milhares de novos colonos, vindos não só de Portugal, mas também de outras colónias portuguesas ao redor do mundo, o que por sua vez acabou gerando conflitos (como a Guerra dos Emboadas, entre 1707 e 1709), entre os antigos colonos e os recém-chegados.
     No final de 1807, forças espanholas e napoleónicas ameaçaram a segurança de Portugal Continental, fazendo com que o Príncipe Regente, D. João VI, em nome da Rainha D. Maria I, transferisse a Corte Real de Lisboa para o Brasil. Com o estabelecimento da corte portuguesa no Brasil surgiram algumas das primeiras instituições brasileiras, como Bolsas de Valores locais e um Banco Nacional, acabando com o monopólio comercial que Portugal mantinha sob o Brasil, libertando as trocas comerciais com outras nações. Em 1809, em retaliação por ter sido forçado a um "auto-exílio" no Brasil, o príncipe regente ordenou a conquista portuguesa da Guiana Francesa.
     Com o fim da Guerra Peninsular, em 1814, os tribunais europeus exigiram que a Rainha D. Maria I e o príncipe regente D. João regressassem a Portugal, já que consideravam impróprio que representantes de uma antiga monarquia europeia residissem numa colónia.
     Em 1815, para justificar a sua permanência no Brasil, onde a corte real tinha prosperado nos últimos seis anos, foi criado o Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, estabelecendo assim um Estado monárquico transatlântico e pluricontinental.
     No entanto, isso não foi suficiente para acalmar a demanda portuguesa pelo retorno da corte para Lisboa, como a Revolução Liberal do Porto exigiria em 1820, e nem o desejo de independência e pelo estabelecimento de uma república por grupos de brasileiros, como a Revolução Pernambucana de 1817 mostrou. Em 1821, com as exigências dos revolucionários que haviam tomado a cidade do Porto, D. João VI foi incapaz de resistir por mais tempo e partiu para Lisboa, onde foi obrigado a fazer um juramento à nova constituição, deixando seu filho, o príncipe Pedro de Alcântara como Regente do Reino do Brasil.
     Na consequência destes acontecimentos, a Coroa Portuguesa tentou, mais uma vez, transformar o Brasil numa colónia, privando o país do estatuto de Reino, adquirido em 1815. Os brasileiros recusaram-se a ceder e D. Pedro ficou com eles, declarando a independência do país do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, em 7 de Setembro de 1822. Em 12 de Outubro de 1822, Pedro foi declarado o primeiro Imperador do Brasil e coroado D. Pedro I em 1 de Dezembro do mesmo ano, fundando, assim, o Império do Brasil.


"Independência ou morte!" - conhecido também pelo "Grito do Ipiranga"
Declaração da Independência do Brasil pelo Imperador Pedro I em 7 de Setembro de 1822.
Óleo sobre tela do pintor brasileiro Pedro Américo, 1888. Museu do Ipiranga, São Paulo.


     A subsequente Guerra da Independência do Brasil propagou-se pelas regiões norte, nordeste e ao sul na província Cisplatina. Os últimos soldados portugueses renderam-se em 8 de Março de 1824, sendo a independência reconhecida por Portugal em 29 de Agosto de 1825, no Tratado do Rio de Janeiro.
     Em 15 de Novembro de 1889, desgastada por anos de estagnação económica, em atrito com a oficialidade do Exército e também com as elites rurais e financeira (embora por razões diferentes), a monarquia foi derrubada por um golpe militar.
     Com a promulgação da Lei da Amnistia de 1979, o Brasil iniciou lentamente a volta à democracia, que se completaria na década de 1980. Após o movimento popular das “Directas Já”, os civis voltaram ao poder em 1985, quando José Sarney assumiu a presidência, tornando-se impopular ao longo do seu mandato, devido à continuidade da crise económica e à hiper-inflacção herdadas do regime militar.
     O mal-sucedido governo de Sarney permitiu a eleição, em 1989, do quase desconhecido Fernando Collor, que posteriormente sofreu um processo de impeachment pelo Congresso Nacional Brasileiro em 1992, com seu vice-presidente, Itamar Franco a assumir o cargo. Do novo ministério nomeado por Itamar, destacou-se Fernando Henrique Cardoso como Ministro da Fazenda e coordenador do bem-sucedido Plano Real, que trouxe estabilidade para a economia brasileira, após décadas de inúmeros planos económicos de governos anteriores, que haviam fracassado na tentativa de controlar a hiper-inflacção.
     Em consequência, Fernando Henrique Cardoso foi eleito presidente em 1994 e novamente em 1998. A transição pacífica de poder para o seu principal opositor, Luiz Inácio Lula da Silva, eleito em 2002 e reeleito em 2006, mostrou que o Brasil finalmente conseguiu alcançar a sua muito procurada estabilidade política.
     Em 2010, Dilma Rousseff tornou-se a primeira mulher eleita presidente, e a segunda pessoa a chegar à presidência sem nunca antes ter disputado uma eleição. Com a sua eleição, Lula tornou-se o primeiro presidente a eleger o seu sucessor na plenitude democrática.
     A Constituição actual do Brasil, formulada em 1988, define o país como uma República Federativa Presidencialista formada pela união do Distrito Federal, dos 26 Estados e dos 5.570 municípios.
     A economia brasileira é a maior da América Latina e do Hemisfério Sul, a sétima maior do mundo por PIB nominal e a sétima maior do mundo por paridade do poder de compra (PPC). Reformas económicas deram ao país um novo reconhecimento internacional no âmbito regional e global.


Cultura:
     A cultura brasileira é uma síntese da influência dos vários povos e etnias que formaram o povo brasileiro. Não existe uma cultura brasileira perfeitamente homogénea, e sim um mosaico de diferentes vertentes culturais que formam, juntas, a cultura do Brasil.
     Naturalmente, após mais de três séculos de colonização portuguesa, a cultura do Brasil é, maioritariamente, de raiz lusitana. É justamente essa herança cultural lusa que compõe a unidade do país: apesar do povo brasileiro ser um mosaico étnico, todos falam a mesma língua (português) e quase todos são cristãos, com largo predomínio de católicos. Esta igualdade linguística e religiosa é um facto raro para um país de grande extensão como o Brasil, especialmente em comparação com os países do Velho Mundo.
     Embora seja um país de colonização portuguesa, outros grupos étnicos deixaram influências profundas na cultura nacional, destacando-se os povos indígenas, africanos, italianos e alemães.
     As influências indígenas e africanas deixaram marcas no âmbito da música, culinária, folclore, artesanato, dos caracteres emocionais e das festas populares do Brasil, assim como centenas de empréstimos à língua portuguesa. É evidente que algumas regiões receberam maior contribuição desses povos: os Estados do Norte têm forte influência das culturas indígenas, enquanto algumas regiões do Nordeste têm uma cultura bastante africanizada, sendo que, em outras, principalmente no sertão, existe uma intensa e antiga mescla de caracteres lusitanos e indígenas, com menor participação africana.
     No Sul do país as influências de imigrantes italianos e alemães são evidentes, seja na língua, culinária, música e outros aspectos. Outras etnias, como os árabes, espanhóis, polacos e japoneses contribuíram também para a cultura do Brasil, embora de forma mais limitada.

Música - A música do Brasil foi formada, principalmente, a partir da fusão de elementos europeus e africanos, trazidos por colonizadores portugueses e por escravos. Até ao século XIX, Portugal foi a porta de entrada para a maior parte das influências que construíram a música brasileira, clássica e popular, introduzindo a maioria doinstrumental, o sistema harmónico, a literatura musical e boa parcela das formas musicais cultivadas no país ao longo dos séculos, ainda que diversos destes elementos não fosse de origem portuguesa, mas genericamente europeia.
     O primeiro grande compositor brasileiro foi José Maurício Nunes Garcia (1767-1830), autor de peças sacras com notável influência do classicismo vienense. A maior contribuição do elemento africano foi a diversidade rítmica e algumas danças e instrumentos, que tiveram um papel fundamental no desenvolvimento da música popular e folclórica, florescendo especialmente a partir do Século XX. O indígena praticamente não deixou traços seus na corrente principal, salvo em alguns géneros de folclore.
     Com grande participação negra, a música popular desde fins do Século XVIII começou a dar sinais de formação de uma sonoridade caracteristicamente brasileira. Na música clássica, contudo, aquela diversidade de elementos apresentou-se tardiamente e numa feição bastante indiferenciada, acompanhando de perto - dentro das possibilidades técnicas locais, bastante modestas, se comparadas com os grandes centros europeus ou como os do México e do Peru - o que acontecia na Europa e em grau menor na América espanhola.
     Um carácter especificamente brasileiro na produção nacional só se tornaria nítido após a grande síntese realizada pelo maestro e compositor Heitor Villa-Lobos (1887-1959), já em meados do século XX.
     A música brasileira engloba vários estilos regionais influenciados por formas africanas, europeias e ameríndias. Ela se desenvolveu em estilos e géneros musicais diferentes, tais como música popular brasileira, música nativista, música sertaneja, samba, choro, axé, brega, forró, frevo, baião, lambada, maracatu, tropicalismo, bossa nova e rock brasileiro, entre outros.

Literatura – A literatura brasileira surgiu a partir da actividade literária incentivada pelos jesuítas, após o descobrimento do Brasil, durante o Século XVI.
     O barroco desenvolveu-se no nordeste do país nos séculos XVI e XVII e o arcadismo expandiu-se no Século XVIII na região das Minas Gerais.
     No Século XIX, o romantismo brasileiro afectou a literatura nacional, tendo como seu maior representante José de Alencar (1829-1877). Após esse período, o realismo brasileiro expandiu-se pelo país, principalmente pelas obras do poeta e romancista Machado de Assis (1839-1908), cujo trabalho se estende por quase todos os géneros literários, sendo amplamente considerado como o maior escritor brasileiro.
     Bastante ligada, de princípio, à literatura metropolitana, a literatura brasileira foi ganhando independência com o tempo, iniciando o processo durante o Século XIX com os movimentos romântico e realista, atingindo o apogeu com a Semana de Arte Moderna, em 1922, caracterizando-se pelo rompimento definitivo com as literaturas de outros países. Formou-se, portanto, a partir do Modernismo e das suas gerações as primeiras escolas de escritores verdadeiramente independentes. São dessa época os grandes nomes como Manuel Bandeira, Carlos Drummond de Andrade, João Guimarães Rosa, Clarice Lispector e Cecília Meireles.

Culinária - A cozinha brasileira varia muito de região para região, reflectindo a combinação de populações nativas e de imigrantes através do país. Criou-se assim uma cozinha nacional marcada pela preservação das diferenças regionais. Os exemplos são a feijoada, considerado o prato nacional do país, e os alimentos regionais, como vatapá, moqueca, polenta, pão de queijo e acarajé.
     O Brasil tem uma grande variedade de doces, como os brigadeiros e os beijinhos. A bebida nacional é o café. A cachaça é uma bebida nativa do Brasil, destilada a partir da cana-de-açúcar, sendo o ingrediente principal do coquetel nacional, a caipirinha.

Desporto - O futebol é o desporto mais popular no Brasil. A Selecção Brasileira de Futebol foi cinco vezes vitoriosa no Campeonato do Mundo da FIFA, em 1958, 1962, 1970, 1994 e 2002. O voleibol, futebol de salão (futsal), basquetebol, skate, automobilismo e artes marciais são desportos com grande popularidade no país.
     No automobilismo, pilotos brasileiros ganharam o campeonato mundial de Fórmula 1 oito vezes: Emerson Fittipaldi em 1972 e 1974; Nelson Piquet em 1981, 1983 e 1987 e Ayrton Senna em 1988, 1990 e 1991.
     O Brasil já organizou eventos desportivos de grande escala, como o Campeonato do Mundo da FIFA de 1950, na qual foi vice-campeão, sendo igualmente escolhido como a sede do Campeonato do Mundo da FIFA em 2014.
     O circuito localizado em São Paulo, Autódromo José Carlos Pace, organiza anualmente o Grande Prémio do Brasil de Fórmula 1.
     São Paulo organizou os Jogos Pan-americanos de 1963 e o Rio de Janeiro organizou os Jogos Pan-americanos de 2007 e a Universíada de Verão de 1963 em Porto Alegre.
     Além disso, o país vai ser a sede dos Jogos Olímpicos de Verão de 2016, que serão realizados na cidade do Rio de Janeiro. Será igualmente a sede da Universíada de Verão em 2019, em Brasília.


Principais recursos naturais:
Bauxita, nióbio, ouro, ferro, manganés, níquel, fosfatos, platina, madeira, urânio, petróleo, estanho, sal marinho e opala.


Datas comemorativas:
Dia da Independência – 7 de Setembro - Comemora a data da proclamação da independência, do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, em 1822.



Proclamação da República - 15 de Novembro - Celebra a data da proclamação da República, em 1889.

Ver



Símbolos nacionais:
Bandeira Nacional;
Brasão de Armas;
Hino Nacional Brasileiro;
Selo Nacional Brasileiro;
Insígnia da Força Aérea do Brasil;
Insígnia da Aviação Naval Brasileira;
Insígnia do Exército do Brasil.



Selo Nacional do Brasil


Insígnia de baixa visibilidade
da FAB

Insígnia da FAB


















Insígnia do Exército do Brasil
Insígnia da Aviação Naval Brasileira




















Lema:                                                                                                            Capital:
Ordem e Progresso                                                                                     Brasília


Imagens de Brasília, capital do Brasil



Língua oficial:                                                                    Moeda oficial:
Português                                                                          Real


Tipo de Governo:
República Federativa Presidencialista.


Data de admissão como membro da ONU (Organização das Nações Unidas):
24 de Outubro de 1945


Organizações / Relações internacionais:
  • ONU - Organização das Nações Unidas;
  • FMI - Fundo Monetário Internacional;
  • UL - União Latina;
  • OEA - Organização dos Estados Americanos;
  • OEI - Organização dos Estados Ibero-Americanos;
  • MERCOSUR - Mercado Comum do Sul;
  • UNASUL - União das Nações Sul-Americanas;
  • BRICS - (organização económica e grupo político de cooperação);
  • ALADI - Associação Latino-Americana de Desenvolvimento e Intercâmbio;
  • CLAD - Centro Latino-Americano de Administração para o Desenvolvimento;
  • OTCA - Organização do Tratado de Cooperação Amazónica;
  • CI-A - Conferência Ibero-Americana;
  • CPLP - Comunidade dos Países de Língua Portuguesa;
  • ZPCAS - Zona de Paz e Cooperação do Atlântico-Sul;
  • TA - Tratado da Antárctida;
  • CDS - Conselho de Defesa Sul-Americano;
  • OIV - Organização Internacional da Vinha e do Vinho;
  • MNA - Movimento dos Países Não-Alinhados (membro observador);
  • CELAC - Comunidade dos Estados Latino-Americanos e das Caraíbas;
  • COI - Comité Olímpico Internacional;
  • FPIA - Fórum Parlamentar Ibero Americano;
  • G5 - Grupo de cinco países em desenvolvimento;
  • ICO - Organização Internacional do Café;
  • G7+5 - Grupo dos sete países mais industrializados do mundo mais o grupo de cinco países mais desenvolvidos;
  • G20 (países industriais, maiores economias);
  • G20 (países em desenvolvimento);
  • Grupo dos 77 - Nações em desenvolvimento;
  • GR - Grupo do Rio;
  • IPU - União Inter-Parlamentar;
  • IRU - União Internacional de Transportes Rodoviários;
  • OLADE - Organização Latino-Americana de Energia;
  • UIC - União Internacional dos Caminhos-de-Ferro;
  • INTERPOL - Organização Internacional de Polícia Criminal;
  • GFN - Grupo de Fornecedores Nucleares;
  • IHO - Organização Hidrográfica Internacional;
  • RAMSAR - Convenção sobre as Zonas Húmidas de Importância Internacional;
  • MIGA - Agência Multilateral de Garantia de Investimentos;
  • OIM - Organização Internacional para as Migrações;
  • OMC - Organização Mundial do Comércio;
  • PCA - Tribunal Permanente de Arbitragem;
  • WCO - Organização Mundial das Alfândegas;
  • TACSA - Tratado de Amizade e Cooperação no Sudeste Asiático;
  • TPI - Tribunal Penal Internacional;
  • OEI - Organização dos Estados Ibero-Americanos para a Educação, Ciência e Cultura;
  • IUCN - União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais;
  • CIDH - Tribunal Inter-Americano de Direitos Humanos;
  • ACHR - Convenção Americana para os Direitos Humanos;
  • UIHJ - União Internacional dos Oficiais de Justiça;
  • UNIDROIT - Instituto Internacional para a Unificação do Direito Privado;
  • WIPO - Organização Mundial da Propriedade Intelectual.


Património Mundial (UNESCO):
  • Cidade histórica de Ouro Preto (1980);
  • Centro histórico de Olinda (1982);
  • Missões Jesuítas Guarani, Ruínas de São Miguel das Missões (1983, 1984) (locais partilhados com a Argentina);
  • Centro Histórico de Salvador (1985);
  • Santuário de Bom Jesus de Matosinhos, Congonhas do Campo (1985);
  • Parque Nacional do Iguaçu, Foz do Iguaçu (1986);
  • Plano Piloto de Brasília (1987);
  • Parque Nacional da Serra da Capivara (1991);
  • Centro Histórico de São Luís do Maranhão (1997);
  • Centro Histórico da Cidade de Diamantina (1999);
  • Reservas de Mata Atlântica do Sudeste (1999);
  • Reservas de Mata Atlântica da Costa do Descobrimento (1999);
  • Parque Nacional do Pantanal Matogrossense (2000);
  • Parque Nacional do Jaú, Amazonas (2000);
  • Ilhas atlânticas brasileiras: Reservas de Fernando de Noronha e Atol das Rocas (2001);
  • Zonas protegidas do Cerrado: Parques nacionais de Chapada dos Veadeiros e das Emas (2001);
  • Centro Histórico de Goiás (2001);
  • Praça de São Francisco, na Cidade de São Cristóvão (2010);
  • Paisagem cultural do Rio de Janeiro (2012).

Centro Histórico de Salvador (UNESCO)



Parque Nacional do Iguaçu (UNESCO)

Centro Histórico de Goiás (UNESCO)





Reservas de Mata Atlântica da Costa do Descobrimento
(UNESCO)




















Património Oral e Imaterial da Humanidade (UNESCO):
  • Expressões orais e gráficas do povo indígena Wajapi, Amazónia (2003, 2008);
  • Samba de Roda do Recôncavo Baiano, Baía (2005, 2008);
  • Museu vivo do Fandango (2011);
  • O Yaokwa, ritual do povo enawene nawe para manter a ordem social e cósmica, Amazónia (2011) - (necessita de medidas urgentes de salvaguarda);
  • Frevo – A arte do espectáculo do Carnaval no Recife (2012);
  • Círio da Nazaré: Procissão da imagem da Nossa Senhora da Nazaré na cidade de Belém, Pará (2013);
  • Círculo da Capoeira (2014).

Fonte:
Wikipedia, a enciclopédia livre.