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04 outubro 2014

Lockheed C-130H Hércules (terceira parte)

Ver  Lockheed C-130H Hércules (primeira parte)
Ver Lockheed C-130H Hércules (segunda parte)

(continuação)

Imagem 8

Percurso em Portugal (continuação):
     Entre as missões de rotina estão as de transporte aéreo geral, transporte aéreo táctico, largada de pára-quedistas e de carga e as espectaculares largadas de carga a baixa altitude, por meio de pára-quedas, com o avião a voar a menos de dois metros do solo. Executam igualmente missões de patrulhamento marítimo, busca e salvamento, combate a incêndios florestais e apoio logístico às Forças Armadas Portuguesas e Forças da NATO.

Imagem 10: Emblema da
Esquadra 501, definitivo.

Imagem 9: Emblema da
Esquadra 501, original.







     






     A participação dos aviões e tripulações da Esquadra 501 na competição internacional de transporte aéreo táctico organizada anualmente pela USAF, tem sido brilhante. Com efeito, no Volant Rodeo de 1986 conquistou os troféus de melhor equipa estrangeira, melhor aterragem de precisão e melhores lançamentos, vencendo 7 dos 8 troféus em disputa. Em 1992 e 1993, com a competição na nova designação, Airlift Rodeo, conquistou o troféu de melhor equipa estrangeira.
     O desempenho do C-130H no ataque a incêndios florestais teve início em 1982, após a aquisição de dois kits de lançamento de produto retardante – MAFFS (Modular Airborne Fire Fighting System). A partir de 1983 a Esquadra 501 passou a estar integrada no Sistema Nacional para Ataque a Incêndios, realizando um grande número de missões de combate a incêndios. Embora o nível de eficiência nestas operações tenha sido elevado, o seu número foi diminuindo a partir do fim da década, até cessar por completo, já em meados dos anos 90. Infelizmente, "a FAP foi forçada pelos governos corruptos a desistir de apoiar as populações...em detrimento de privados e outros interesses obscuros..." - Ler artigo sobre os incêndios em Portugal no Blog "O Adamastor", de um homem livre que ama a sua pátria, o Tenente-Coronel Piloto-Aviador na Reforma, João José Brandão Ferreira.
     Apesar do nível de eficiências destas operações ter sido elevado, o seu número foi diminuindo a partir do fim da década de oitenta, até à sua total desactivação, em meados da década de noventa.

Imagem 11

     Os Lockheed C-130 Hércules mantiveram a pintura com que chegaram a Portugal, usada pela USAF no Sudoeste Asiático, sobre a qual foram aplicadas as insígnias, marcas e numeração da FAP. Apresentam-se em camuflado de castanho (FS 30.219) e dois verdes (FS 34.079 e FS 34.102), com as superfícies inferiores numa pintura contínua em cinzento claro (FS 36.622), onde a delimitação entre as superfícies superiores e inferiores da fuselagem central, da fuselagem dos motores e dos tanques externos de combustível se faz de uma forma ondulada. O nariz do avião encontra-se pintado em preto anti-reflexo (FS 37.038).
     A Cruz de Cristo, sobre círculo branco com 37 cm de diâmetro, está colocada nos lados da fuselagem. A bandeira nacional, sem escudo, com 50 cm de comprimento, encontra-se em ambos os lados do estabilizador vertical. Os números de matrícula encontram-se sobre a bandeira nacional em algarismos pretos (FS 37.038) com 15 cm de altura. As marcas de visualização dos hélices estão pintadas em ambos os lados das pás, numa faixa amarela (FS 33.538) com 10 cm de largura.
     A partir de 1993 alteraram as matrículas iniciais para 16801 a 16806.


Imagem 12: Antigo emblema da
Manutenção conjunta do
C-130H e do Falcon 20 (BA6)
     
Imagem 13: Emblema da Manutenção do C-130,
anos 90, BA6


     A partir de 2011 (?), a frota de C-130H / C-130H-30 da FAP recebeu uma nova pintura, mais consentânea com as exigências das missões internacionais em que Portugal se integra, especialmente a nível da NATO, em cinza integral baixa-visibilidade, obedecendo a normas NATO.
     O nível de desempenho da Esquadra 501 valeu  a atribuição da Medalha de Ouro de Serviços Distintos em Fevereiro de 1991. Em 2013 completou o seu 36° aniversário.
     Fruto das suas valências, a Esquadra 501 está qualificada para executar missões nos mais diversificados, complexos e delicados cenários de empenhamento, independentemente da permissividade do teatro de operações.
     A Esquadra 501 Bisontes – é, pela natureza alargada das tarefas a seu cargo, uma das unidades que mais (e mais longe) se desloca para o desempenho das suas múltiplas funções além fronteiras.


Imagem 14: C-130H com a pintura mais recente.

     Em Dezembro de 2011, a frota Lockheed C-130H / H-30 Hércules completou 70.000 horas de voo. Uma média de mais de 11.600 horas de voo por cada aeronave, valores consideráveis para os quase 37 anos de serviço nas mais diversas missões, em Portugal e espalhadas pelo mundo.


Fontes (terceira parte):

27 setembro 2014

Lockheed C-130H Hércules (segunda parte)

Ver  Lockheed C-130H Hércules (primeira parte)

(continuação)

Imagem 4

Resumo histórico (continuação):
     A necessidade de encontrar um avião-cisterna e a versatilidade do Hércules conjugaram-se e as experiências de reabastecimento em voo começaram no Verão de 1957, utilizando dois C-130A. O primeiro voo do avião então desenvolvido, o  KC-130F, foi realizado em 22 de Janeiro de 1960, começando os aviões de série a ser entregues em Novembro de 1962.
     A US Navy adquiriu 46 aviões-cisterna KC-130F, que foram utilizados pelo Corpo de Fuzileiros dos Estados Unidos (USMC). Equipados para reabastecer aeronaves em voo, transportavam para este fim 13.620 litros de combustível no compartimento de carga, podendo reabastecer duas aeronaves em simultâneo. O equipamento de reabastecimento podia ser removido de forma fácil e rápida, ficando semelhantes aos C-130B, permitindo a utilização dos aviões em missões de transporte de assalto.
     Os C-130F destinaram-se também à US Navy, que inicialmente os designou por GV-IU. Equipados para missões de transporte, eram semelhantes aos KC-130F, sem os depósitos suspensos nas asas nem o equipamento interno para reabastecimento em voo. Foram construídos sete exemplares deste modelo.
     A US Navy recebeu também quatro aviões do modelo LC-130F, inicialmente designados C-130BL. Originalmente do modelo C-130B, foram transformados para operar no Antárctico, resultando num modelo “naval” muito semelhante ao C-130D.
     O modelo C-130H é, basicamente, o C-130E com fuselagem 3,10 m mais comprida, com motores Allison T-56-A-15 de 4.910 hp. Alguns Lockheed HC-130H foram especialmente construídos para missões de busca e salvamento, com maior autonomia, grande antena de radar colocada no dorso e dotados de dois mastros colocados horizontalmente na parte frontal da fuselagem, que permitiam “enganchar” e recuperar da superfície para bordo do avião pessoas ou objectos até 230 Kg de peso.

     A versão Lockheed C-130K ou C Mk I é praticamente o modelo C-130H destinado à Real Força Aérea Britânica (RAF), com equipamentos electrónicos de origem britânica, dos quais foram produzidos 100 exemplares.
     A Grã-Bretanha foi autorizada a construir estes aviões, que denominou de Hércules C-130 MK III.
O modelo L-382B/Lockheed 100 é a versão comercial do C-130 com algum equipamento militar retirado. Foram certificados para transporte comercial pela Federal Aviation Agency (FAA), dos Estados Unidos, em 16 de Fevereiro de 1965.
     Muitas versões e respectivas variantes continuaram a ser produzidas, tais como os EC-130 (guerra electrónica), os WC-130 (de reconhecimento meteorológico), os AC-130 (com postos de tiro lateral para missões anti-guerrilha), o AC-130, o KC-130 (reabastecimento em voo) e o MC-130 (tropas especiais norte-americanas).
     Sobrevivendo aos testes mais difíceis, às aterragens mais duras em pistas curtas e minimamente preparadas e ao constante esforço de cargas pesadas, muitos dos C-130 mais antigos ainda hoje se encontram ao serviço.
     O seu legado, iniciado a meio do Século XX, irá continuar em pleno pelo novo Século que agora se inicia, estando já atribuído à nova versão C-130J equipada com novos motores e novos hélices propulsores, que lhe permitem alcançar novas e melhores performances. De forma inquestionável, o símbolo de força e dureza, durabilidade e fiabilidade e de desempenho multifacetado de missões pertence ao C-130 Hércules.
Para missões civis, destaca-se o L-100 e a aplicação do C-130 a combate a incêndios.
     Depois da autêntica epopeia que protagonizaram na Guerra do Vietname, são agora uma presença assídua nas missões humanitárias de apoio a refugiados e vítimas de catástrofes, no âmbito da ONU ou outras organizações inter-governamentais.
     Em 13 de Março de 1978 saiu das linhas de produção o 1.500° C-130, um C-130H, que foi entregue ao Sudão.
     Passados mais de cinquenta anos desde o seu primeiro voo, o Lockheed C-130 Hércules consegue o “milagre” de continuar a ser um avião actualizado, operando em 69 países espalhados pelos cinco continentes.

Imagem 5

Percurso em Portugal:
     No estudo do re-apetrechamento que a Força Aérea Portuguesa (FAP) iniciou em 1976, ficou evidente que não dispunha de aviões de transporte de capacidade média. Para colmatar a falta, em 29 de Setembro de 1976 foram encomendados à Lockheed cinco aviões Lockheed C-130H Hércules. Mais tarde foi encomendado o sexto avião.
Imagem 6: Pormenor da cauda de um
C-130H, com o símbolo da Esquadra 501.
     Os dois primeiros chegaram a Portugal no dia 15 de Setembro de 1977. No dia 19 de Junho de 1978 chegaram mais três. O sexto chegou em finais de 1991 (versão C-130H-30).
  FAP e a correspondência com os números de construção, que se indica entre parêntesis, é a seguinte: 6801 (4749), 6802 (4753), 6803 (4772), 6804 (4777), 6805 (4778) e 6806 (5264).
   As matrículas atribuídas pela
     Os aviões números 6803, 6804 e 6805 são da versão C-130H e os 6801, 6802 e 6803 são da versão C-130H-30, “alongados” em 4,572 metros, transformação que foi efectuada aos 6801 e 6802 nas Oficinas Gerais de Material Aeronáutico (OGMA), em Alverca. O 6806 foi adquirido já na configuração de C-130H-30.
     Foram colocados na Esquadra 501 do Grupo Operacional 61 da Base Aérea N° 6 (BA6), Montijo (ver imagem 7).
Para operar estas aeronaves foi criada a 23 de Setembro de 1977 a Esquadra de Transporte e Patrulhamento Marítimo que viria a adoptar a designação de Esquadra de Transportes 501, em 1978.
A Esquadra 501, que adoptou o nome de “Bisontes”, é uma Unidade de Transporte Aéreo Táctico.

Imagem 7: Emblema do G.O.61,
BA6.
     


     Os Lockheed C-130H têm desenvolvido grande actividade, essencialmente em missões de transporte, não só militar, mas também civil, do âmbito governamental e também da Organização das Nações Unidas (ONU). Estiveram envolvidos no apoio às tropas portuguesas na ex-Jugoslávia, na evacuação de cidadãos portugueses na ex-República do Zaire, no apoio humanitário à população do Ruanda, na evacuação de refugiados da Guerra do Golfo (Operação “Desert Storm”) , no apoio ao Contingente Nacional empenhado na reconstrução de Timor Leste, no destacamento da FAP em Avianno, Itália, durante a Operação “Allied Force” e a participação na Operação “Fingal” de auxílio durante a crise no Afeganistão, no âmbito das operações da International Security Assistance Force (ISAF), patrocinada inicialmente pelas Nações Unidas (ONU) e, numa fase posterior, também pela NATO... e muitas, muitas outras missões espalhadas pelo mundo.

(continua)


Ver  Lockheed C-130H Hércules (terceira parte)


Fontes (segunda parte):
  • Imagens 4 a 6: © Carlos PedroBlog Altimagem;
  • Imagem 7: Colecção Altimagem;
  • Texto: "Aeronaves Militares Portuguesas no Século XX" - Adelino Cardoso - Edição ESSENCIAL, Lisboa, 2000.

20 setembro 2014

Lockheed C-130H Hércules (primeira parte)

Imagem 1: Lockheed C-130H Hércules

Lockheed C-130H Hércules
Lockheed C-130H-30 Hércules


Quantidades:
     (C-130H: 3
(C-130H-30: 3)
Utilizador: Força Aérea
Entrada ao serviço: 15 de Setembro de 1977
Data de abate: Em serviço


Dados técnicos:
a)       Tipo de Aeronave
Avião quadri-motor turbo-hélice terrestre, de trem de aterragem triciclo retráctil, mono-plano de asa alta, revestimento metálico, cabina integrada na fuselagem, concebido para missões de transporte militar a média e longa distância.
Tripulação: Transporte geral - 6 (2 pilotos, navegador, 2 mecânicos e 1 operador de carga);
                    Transporte táctico – 8 (2 pilotos, 2 navegadores, 2 mecânicos e 2 operadores de carga).
b)       Construtor
Lockheed Aircraft Comp. / USA.
c)       Motopropulsor
Motores: 4 motores Allison T-56-A-15, turbo-hélice, de 4.910 hp cada.
Hélices: Metálicos, de quatro pás, de passo variável, posição de bandeira e reversível.
d)       Dimensões                           C-130H                 C-130H-30
                Envergadura …………......40,41 m                        40,41 m
                Comprimento…..………...29,79 m                        34,16 m
                Diâmetro...............................4 m                                4 m
                Altura………….……….......11,65 m                        11,65 m
                Área alar ……….……......162,12 m²                      162,12 m²  
e)       Pesos
                Peso vazio……………..…..36.300 kg                  38.600 Kg
                Peso máximo Take-Off…...69.750 kg                  69.750 Kg
                P. máximo de carga............18.200 Kg                 15.900 Kg
f)        Performances
                Velocidade máxima ……..…589 Km/h                   589 Km/h
                Velocidade de cruzeiro …….547 Km/h                   547 Km/h
                Tecto de serviço ………..10.668 m                    10.668 m
                Raio de acção ……………6.480 Km                    6.480 km
                Autonomia máxima.................13 h                              13 h
                Distância de descolagem........457,2 m                  457,2 m
                Distância de aterragem...........716,28 m                716,28 m          
g)      Armamento
Sem armamento.
h)      Capacidade de transporte (C-130H / C-130H-30)
92/128 passageiros;
ou 64/92 pára-quedistas;
ou 78/114 infantaria;
ou 70/74 macas (mais 6/2 assistentes);
ou 93/97 feridos ou doentes (mais 8/4 assistentes);
ou 19.686 Kg de carga.


Imagem 2

Resumo histórico:
     O Governo Americano colocou a concurso o projecto Hércules em 2 de Fevereiro de 1951, fazendo entrar em concorrência a Fairchild, Douglas, Boeing e Lockheed. Esta última foi a mais rápida, concluindo o projecto exactamente cinco meses depois. O primeiro de dois protótipos – designado Lockheed YC-130 – pilotado por Stanley Beltz e Roy Wimmer, iniciou os voos em 23 de Agosto de 1954 nas instalações da Lockheed em Burbank, na Califórnia. Uma vez construídos os dois protótipos, a produção foi transferida para Marietta, Geórgia, onde foram construídas mais de 2.000 aeronaves.
     Quadri-motor turbo-hélice, é considerado um dos aviões mais seguros, rentáveis e versáteis construídos na segunda metade do Século XX. Foi o primeiro avião de transporte táctico a usar o conceito de trem de aterragem “multi-roda” o que, aliado à asa alta, à grande rampa de carga e potência dos motores, fazem dele um extraordinário avião de transporte táctico.
     Essencialmente um avião de militar de transporte médio, é usado por mais de 50 países do Mundo, muitos deles em versões e aplicações de carácter civil.

     A primeira série de produção foi a dos C-130A, com motores Allison de 3.750 hp. O primeiro voo de teste foi realizado em 7 de Abril de 1955. A produção iniciou-se em Dezembro de 1956 e terminou em Fevereiro de 1959. Foram construídos 231 exemplares, dos quais 12 para a Real Força Aérea Australiana (RAAF) e os restantes a Força Aérea dos Estados Unidos (USAF):
     Os Lockheed RC-130A eram a variante especialmente equipada para missões de fotografia aérea para diversos fins. Até 1959 foram construídos 16 destes aviões para a USAF.
Imagem 3
     A versão seguinte, os Lockheed C-130B, foram dotados de motores Allison de 4.050 hp, e tinham maior capacidade de carga e maior autonomia. O primeiro voo realizou-se em 20 de Novembro de 1958, tendo entrado ao serviço da USAF em 12 de Junho de 1959. Dos 230 construídos, 10 destinaram-se à Força Aérea da Indonésia, 4 à Real Força Aérea do Canadá (RCAF), 7 à Força Aérea da África do Sul (SAAF), 70 foram convertidos em diversas variantes e os restantes utilizados pela USAF.
     Os Lockheed HC-130B, designado inicialmente por Lockheed SC-130B, foram especialmenteGuarda Costeira dos Estados Unidos (US Coast Guard), adaptados para busca e salvamento (SAR). As modificações incluíam um posto de rádio-operador na cabina de pilotagem, acomodação para dois observadores e grandes painéis transparentes nas portas da retaguarda para observação visual.
construídos para a
     A designação Lockheed JC-130B foi aplicada a seis C-130B, equipados para recuperar o satélite “Discoverer”. Tornaram-se operacionais em meados de 1961.
O modelo C-130C não passou de projecto.
     Foi também construído um protótipo designado de NC-130B, com dois turbo-reactores suspensos nas asas, tendo em vista a redução das distâncias de descolagem, projecto que foi colocado de parte.
     Os Lockheed C-130D tiveram a sua origem em aviões C-130A modificados para operar no gelo, sendo usados pela USAF na Antárctida, com trem de aterragem de rodas e skis (com 6,22 m). Podiam utilizar foguetes auxiliares de descolagem (JATO – Jet Assisted Take-Off). Foram construídas 12 unidades.
     O modelo Lockheed C-130E foi designado pelo construtor de Lockheed Model 382-44A. Era basicamente igual ao modelo C-130B, mas com maior autonomia, graças à instalação de dois depósitos auxiliares de combustível com capacidade para 5.145 litros, suspensos nas asas. O C-130E de teste voou pela primeira vez em 25 de Agosto de 1961 e os aviões de produção começaram a ser entregues a partir de Abril de 1962.
     Dos 383 então encomendados, 323 destinaram-se à USAF, 4 à US Navy, 1 à US Coast Guard, 20 à RCAF, 8 à Força Aérea Iraniana, 5 à Força Aérea Turca, 5 à Força Aérea Brasileira, 1 à Força Aérea Sueca, 4 à Força Aérea da Arábia Saudita e 12 à Real Força Aérea Australiana.

(continua)

Ver  Lockheed C-130H Hércules (segunda parte)
Ver  Lockheed C-130H Hércules (terceira parte)

Fontes (primeira parte):