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31 dezembro 2016

Ano Novo

1 de Janeiro - Dia de Ano Novo


Ver Efemérides - 1 de Janeiro 

    




     
     Em todo o mundo, o Ano-Novo é um evento que acontece quando uma cultura ou religião celebra o fim de um ano e o início do próximo. Todas as culturas que têm calendários anuais celebram o Ano-Novo.
O Dia de Ano Novo é comemorado a 1 de Janeiro nos países que adoptaram o calendário gregoriano. Noutros países e/ou culturas, o dia de Ano Novo varia consoante o calendário adoptado ou consoante os costumes sociais ou religiosos desses países.

     A celebração do Ano Novo é também chamada de Réveillon, termo oriundo do verbo francês réveiller, que significa "acordar/despertar". Neste sentido significa "despertar do ano". Esta palavra surgiu no século XVII para identificar os eventos sofisticados entre os nobres franceses, onde se incluíam os faustosos jantares, que se prolongavam até depois da meia-noite, em vésperas de datas importantes. Com o passar do tempo, o Réveillon ficou restrito à passagem do Ano Novo.

Celebração do Ano Novo em Sidney, Austrália, uma das maiores celebrações do mundo.


História

     O Ano Novo foi consolidado na maioria dos países apenas há cerca de 500 anos. Desde o calendário Babilónico (2.800 a.C.) até à implementação do calendário Gregoriano pelo Papa Gregório XIII (1502-1585) em 24 de Fevereiro de 1582, o Reveillon mudou muitas vezes de data.


     A primeira comemoração ocorreu na Mesopotâmia por volta de 2.000 a.C. e era conhecida como "Festival de Ano Novo".
     Na Babilónia, a festa começava por ocasião do Equinócio da Primavera, entre 19 e 21 de Março, data em que os espiritualistas, ainda hoje, iniciam e comemoram o chamado "Ano Novo Esotérico".

     Os Assírios, Persas, Fenícios e Egípcios comemoravam o Ano Novo no mês de Setembro (dia 23). Os Gregos, celebravam o início de um novo ciclo entre os dias 21 e 22 do mês de Dezembro.

     Os Romanos foram os primeiros a estabelecerem um dia para a comemoração desta grande festa, em 753 a.C.. O Ano Novo começava em 1 de Março (que era o primeiro mês do ano), por ser a altura das festas romanas para celebrar a Estação mais florida do ano: A Primavera.

     No Ocidente, a comemoração do Ano Novo teve início num decreto do governador romano Júlio César, que fixou o dia 1 de Janeiro como o Dia do Ano Novo em 46 a.C., quando foi adoptado o calendário Juliano.

     Desde o início do século XVI (cerca de 1500) o Ano Novo passou a ser festejado em 25 de Março, data que marcava a chegada da Primavera. As festas duravam uma semana e terminavam em 1 de Abril.

     Em 1582, a Igreja Católica mudou o início do ano para 1 de Janeiro, quando adoptou o calendário Gregoriano. Mas alguns franceses conservadores quiseram resistir à mudança e mantiveram a tradição de festejar o Ano Novo em 25 de Março (até 1 de Abril). Muitas pessoas começaram ridicularizar e a pregar partidas aos conservadores, enviando presentes estranhos e convites para festas que não existiam. Em França, estas brincadeiras ficaram conhecidas como "plaisanteries".
     Nasceu assim o "Dia das Mentiras", que era a falsa comemoração do Ano Novo. Ainda hoje se mantém o dia 1 de Abril como o "Dia das Mentiras", embora seja mais para pregar mentiras sem maldade.


Origem

     O nome do mês de Janeiro deriva do nome de Jano, deus romano que tinha duas faces - uma voltada para a frente (visualizando o futuro) e outra voltada para trás (visualizando o passado).  Os romanos dedicavam a Jano, o «deus dos portais e dos princípios, das vindas e das idas», simbolizando o conhecimento do passado e do futuro. Era o protector dos assuntos concretos e abstractos: das portas (Janue) das casas, do começo do dia, do mês e do ano, daí que o primeiro mês se chame Janeiro (Januarius). Os romanos faziam sacrifícios a Jano no início de um novo ano, esperando que estes sacrifícios lhes trouxesse os favores do deus nos meses que se seguiam.

     Janeiro foi acrescentado ao calendário por Numa Pompílio (715-672 a.C.), sucessor de Rómulo, personagem histórica-mítica que, segundo Plutarco, teria fundado Roma em 21 de Março de 753 a.C. 


Celebração moderna

     A passagem do Ano Novo é hoje celebrada por todo o mundo e, normalmente, envolve queima de fogos de artifício em festas públicas, reuniões familiares ou com amigos, jantares ou ceias festivas e diferentes tipos de promessas e simpatias, onde se deseja Paz, Felicidade, Saúde, Amor e Prosperidade!.



A todos os leitores, um FELIZ e PRÓSPERO ANO NOVO!


19 dezembro 2016

Origem e significado do Natal





Etimologia:
     A palavra “natal” (em português) já foi nātālis no latim, derivada do verbo nāscor (nāsceris, nāscī, nātus sum) que tem sentido de nascer. De nātālis do latim, evoluíram também natale (italiano), noël (francês), nadal (catalão), natal (castelhano), sendo que a palavra natal do castelhano foi progressivamente substituída por navidad, como nome do dia religioso.

     Já a palavra Christmas, do inglês, evoluiu de Christes maesse ('Christ's mass') que quer dizer “missa de Cristo”.
     Como adjectivo, significa também o local onde ocorreu o nascimento de alguém ou de alguma coisa.
     Como festa religiosa, o Natal, que é comemorado desde o Século IV, no dia 25 de Dezembro, pela Igreja ocidental e desde o Século V pela Igreja oriental, celebra o nascimento de Jesus Cristo.
     Muitos historiadores localizam a primeira celebração em Roma, no ano 336 d.C. No entanto, parece que os primeiros registos da celebração do Natal têm origem anterior, na Turquia, a 25 de Dezembro, já em meados do Século II.
     A primeira evidência histórica para celebrar o nascimento de Cristo surgiu na primeira metade do século III, com Hipólito, bispo de Roma. Até ao ano 300 d.C. o nascimento de Jesus era comemorado pelos cristãos em diferentes datas.

Papa Libério


     A celebração do Natal foi instituída oficialmente pelo Papa Libério (36º Papa) em 354 d. C., ordenando que os cristãos celebrassem o nascimento de Jesus Cristo no dia 25 de Dezembro.
A Igreja entendeu que devia cristianizar as festividades pagãs que os vários povos celebravam por altura do solstício de Inverno.
     Assim, em vez de proibir as festividades pagãs, forneceu-lhes simbolismos cristãos e uma nova linguagem cristã. As alusões dos padres da igreja ao simbolismo de Cristo como "o sol de justiça" (Malaquias 4:2) e a "luz do mundo" (João 8:12) expressam o sincretismo religioso.
     Originalmente destinada a celebrar o nascimento anual do Deus Sol no solstício de Inverno (natalis invicti Solis), a festividade foi restaurada pela Igreja Católica no Século III para estimular a conversão dos povos pagãos sob o domínio do Império Romano, passando então a comemorar-se o nascimento de Jesus de Nazaré no dia 25 de Dezembro.
     Provavelmente, o Papa Libério escolheu esta data porque no mundo romano já se comemorava o “dia de Saturno”, festividade em honra do deus Saturno (festa chamada de Saturnália), e que era comemorada entre os dias 17 e 22 de Dezembro.
A religião mitraica dos persas (inimiga dos cristãos) comemorava no dia 25 de Dezembro o "natalis invicti solis" - (“nascimento do Sol invicto”).
Em 440 d.C., foi oficializado o 25 de Dezembro como o dia do nascimento de Cristo. Buscando cristianizar cultos pagãos, o clero corrupto da «era das trevas» (de Constantino até a Idade Média), tentou de todas as formas conciliar o paganismo com o cristianismo.


Ilustrações Victorianas do
Pai Natal, cerca de 1930.



O Pai Natal
O Pai Natal é uma figura lendária que em muitas culturas ocidentais traz presentes aos lares das crianças bem-comportadas na noite da Véspera de Natal, no dia 24 de Dezembro, ou no Dia de São Nicolau, 6 de Dezembro. A lenda terá sido baseada, em parte, em contos biográficos na vida da figura histórica de São Nicolau. Uma história quase idêntica é atribuída no folclore grego e bizantino, a Basílio de Cesareia. O Dia de São Basílio, 1 de Janeiro, é considerado o dia da troca de presentes na Grécia.
Também é conhecido como São Nicolau de Mira ou São Nicolau de Bari, referência à cidade de Bari, em Itália, para onde os seus restos mortais foram transladados.


Origem do Pai Natal
O Pai Natal foi inspirado no Bispo São Nicolau, que nasceu em Pátara (Ásia Menor, actual Turquia), cerca do ano de 270, na segunda metade do Século III. Era filho de pais ricos e cristãos. Em 313, quando o Imperador Constantino fez a paz com os cristãos, Nicolau decidiu fazer uma peregrinação aos lugares santos. No regresso, passou a viver na cidade de Mira, na Turquia, onde veio a falecer, entre 345 e 352. Depressa adquiriu a fama de ser um homem bom para com todos, especialmente para com os mais pobres. Foi bispo de Mira. Existem muitas lendas a respeito do bispo Nicolau. As mais conhecidas referem-se à bondade para com as crianças.
Uma vez, veio ao seu encontro uma mãe com um filho morto nos braços. Ajoelhou-se diante dele e, chorando, suplicou-lhe:
- O meu filho único, de apenas dois anos, morreu repentinamente. Peço-te que lhe devolvas a vida.
O povo estava na expectativa do que iria fazer o bispo Nicolau. Este rezou a Deus e depois tocou na criança e fez-lhe o sinal da cruz no lugar do coração. Nesse momento, a criança abriu os olhos e olhou para a mãe.

Ícone russo de São Nicolau com cenas da sua vida. Final de 1400 ou início de 1500.
Museu Nacional de Estocolmo, Suécia.

São Nicolau costumava ajudar, anonimamente, quem estivesse em dificuldades financeiras, colocando um saco com moedas de ouro na chaminé das casas das pessoas ou crianças necessitadas. Foi declarado santo depois de muitos milagres que lhe foram atribuídos.

Os povos nórdicos davam (e em alguns países ainda se cumpre esta tradição) presentes às crianças no dia 6 de Dezembro, festa de São Nicolau, dizendo-lhes que era este santo que passava e os distribuía. Com o tempo, foi substituído pelo Pai Natal.  A sua transformação em símbolo natalício teve início na Alemanha, percorrendo depois o mundo inteiro.
São Nicolau é venerado pelas Igrejas Ortodoxa, Copta Ortodoxa, Anglicana e Católica. O seu principal Santuário é a Basílica de São Nicolau, na cidade de Bari, em Itália.




O termo «Natal» em várias línguas europeias.



A data exacta do Nascimento de Jesus:
     Através da Bíblia Sagrada e outros documentos religiosos, os estudiosos geralmente estimam que Jesus Cristo nasceu entres os anos 7 e 2 a.C. e faleceu entre os anos 26 e 36 d.C..

Milão - Sarcófago de Stilicone, Século IV, uma das mais antigas
imagens da Natividade conhecidas.


     O dia 25 de Dezembro não é data real do nascimento de Jesus. Não existem documentos oficiais que comprovem o dia certo do nascimento nem existe evidência histórica contemporânea que demonstre a data do nascimento de Jesus.

     A data de nascimento de Jesus é muito discutida. Devido a falhas do calendário há quem diga que Jesus teria nascido por volta do ano 6 d.C.. Porém, considerando que Jesus nasceu pouco tempo antes da morte de Herodes, isto coloca-nos numa data anterior a 4 a.C..

     Outra ajuda que temos para facilitar a localização da data do nascimento de Jesus foi que este ocorreu a quando José foi a Belém com sua família para participar do recenseamento.
     Os romanos obrigaram o recenseamento de todos os povos que lhes eram sujeitos a fim de facilitar a cobrança de impostos, o que se tornou numa valiosa ajuda na localização temporal dos factos, uma vez que ocorreu exactamente 4 anos antes da morte de Herodes, no ano 8 a.C.
     Entretanto, os Judeus tomaram providência no sentido de dificultar qualquer tentativa por parte dos ocupantes em contar o seu povo, pelo que, segundo a história, nas terras judaicas este recenseamento ocorrera um ano depois do restante império romano, ou seja no ano 7 a.C.. Em Belém, o recenseamento ocorrera no oitavo mês, pelo que se concluiu que, Jesus nascera, provavelmente, no mês de Agosto do ano 7 a.C..

     Outros factos também ajudam a estimar a data exacta. Conforme é relatado pelos textos bíblicos, no dia seguinte ao nascimento de Jesus, José fez o recenseamento da sua família, e um dia depois Maria enviou uma mensagem a Isabel, relatando o acontecimento.
     A apresentação dos bebés no templo, bem como a purificação das mulheres teria de ocorrer até aos vinte e um dias após o parto. Jesus foi apresentado no templo de Zacarias, segundo os registos locais, no mês de Setembro, num Sábado. Sabe-se que Setembro do ano 7 a.C. teve quatro sábados: 4, 11, 18 e 25. Como os censos em Belém ocorreram entre 10 e 24 de Agosto, o sábado de apresentação seria o de 11. Logo, Jesus teria nascido algures depois de 21 de Agosto do ano 7 a.C..


A origem do Anno Domini:
     Anno Domini (termo em latim que significa: "Ano do Senhor"), também apresentado na sua forma abreviada A.D., é uma expressão utilizada para marcar os anos seguintes ao Ano 1 do calendário mais comum utilizado no Ocidente, designado como "Era Cristã" ou, ainda, como "Era Comum" (esta última designação é a preferida por quem tenta evitar referências religiosas).

Monge Dionísio, o Exíguo

O sistema do Anno Domini foi desenvolvido em 527, em Roma, por um monge cita - (Citas, antigo povo iraniano de pastores nómadas equestres), Dionísio, o Exíguo, (nascido na Cítia Menor, actualmente a região de Dobruja, Roménia). Membro da chamada comunidade dos monges da Cítia em Roma, versado em matemática e astronomia, que se celebrizou pela criação de um conjunto de tabelas para calcular a data da Páscoa, levando à introdução do conceito de Anno Domini, o Ano do Senhor, a contagem dos anos a partir do nascimento de Cristo.

     Vivendo em Roma desde cerca do ano 500, Dionísio era um dos sábios da Cúria Vaticana, na qual traduziu da língua grega para o latim 401 cânones eclesiásticos, incluindo os cânones apostólicos e os decretos do Concílio de Niceia, do Primeiro Concílio de Constantinopla, do Concílio de Calcedónia e do Concílio de Sardes.



Carlos Magno




Foi durante o reinado de Carlos Magno (Rei dos Francos, Rei dos Lombardos e Imperador Romano-Germânico), no Século VIII, que o ocidente adoptou o calendário baseado na data de nascimento de Jesus Cristo.

     O oriente europeu reconheceu este calendário muito mais tarde, já no século XVIII, quando a Rússia sentiu necessidade de se aproximar da cultura europeia ocidental. A partir daí, todos os países ortodoxos começaram a contar o seu tempo através do calendário do escrivão Dionísio. Este calendário ficou conhecido com o nome do Papa Gregório XIII e é aquele que se mantém até hoje.










A Missa do Galo
A Missa do Galo é uma tradição católica nos países latinos e deriva da lenda ancestral, segundo a qual, à meia-noite do dia 24 de Dezembro um galo teria cantado fortemente, como nunca ouvido de outro animal semelhante, anunciando a vinda do Messias, filho de Deus vivo, Jesus Cristo.
Uma outra lenda, de origem espanhola, conta que antes de baterem as 12 badaladas da meia noite de 24 de Dezembro, cada lavrador da província de Toledo, em Espanha, matava um galo, em memória daquele que cantou três vezes quando São Pedro negou Jesus, por ocasião da sua morte. A ave era depois levada para a Igreja, a fim de ser oferecida aos pobres, que tinham, assim, um melhor Natal.
Há muitos e muitos anos era costume, em algumas aldeias espanholas, levar o galo para a Igreja para este cantar durante a missa, significando isto um prenúncio de boas colheitas.
O galo também anuncia o nascer do Sol e o seu canto simboliza o amanhecer, comemorado pelos pagãos, como forma de agradecer ao Deus-Sol o surgimento do Sol após o longo período de inverno. A missa do galo é normalmente comemorada com muita alegria.

Imagem de uma Missa do Galo na Basílica de S. Pedro, no Vaticano. O Papa Francisco
 beija uma imagem do menino Jesus, como é tradição durante a Missa do Galo. 


Origem histórica da Missa do Galo
Para celebrar o nascimento de Jesus, a missa do galo foi instituída no Século V, após o Concílio de Éfeso (431 d.C.), começando a ser celebrada oficialmente na basílica erigida no Monte Esquilino (uma das sete colinas de Roma) pelo o Papa Sisto III, e era dedicada a Nossa Senhora - posteriormente denominada Basílica de Santa Maria Maior. É, até à actualidade, celebrada à meia noite do do dia 24 de Dezembro, tendo recebido tal nome por se acreditar que por volta deste horário, há cerca de 2000 anos atrás, um galo cantou fortemente, anunciando a vinda do Messias. O galo foi escolhido como símbolo desta celebração porque, historicamente e tradicionalmente, representa vigilância, fidelidade e testemunho cristão.
Nos primeiros séculos, as vigílias festivas eram dias de jejum. Os fiéis reuniam-se na Igreja e passavam a noite a rezar e a cantar. A Igreja era toda iluminada com lâmpadas de azeite e com tochas. A iluminar a Palavra de Deus havia círios e tochas junto do altar, enquanto que as paredes eram revestidas de panos e tapetes. O templo era perfumado com alecrim, rosmaninho e murta. Em alguns locais mais frios era costume deitar palha no chão para aquecer o ambiente. Muitas vezes, quando os fiéis terminavam esta celebração da Natividade já estava quase a amanhecer e os galos começavam a cantar.


A Consoada
O jejum da vigília conduzia ao desprendimento e contemplação do mistério religioso. Quando se aboliu o jejum, o povo continuou a chamar consoada à ceia de Natal, embora fosse mais abundante. Como era costume comer peixe, esta tradição continuou. O termo “consoada”, que significa "pequena refeição", surgiu no Século XVII, mas só se divulgou quando a classe mais rica começou a realizar uma pequena refeição após a missa da vigília do Natal.


O Natal nos vários grupos cristãos
     O Natal é celebrado pelas várias religiões de forma diferente, consoante as suas doutrinas ou tradições. Existem quatro datas diferentes usadas pelos diferentes grupos cristãos para marcar o nascimento de Cristo:
(Pela seguinte ordem: Grupo - data do Natal - calendário utilizado - data no calendário gregoriano)

  • Patriarcado Arménio de Jerusalém - 6 de Janeiro - Juliano - 19 de Janeiro;
  • Igreja Apostólica Arménia e Igreja Católica Arménia  - 6 de Janeiro - Gregoriano - 6 de Janeiro;
  • Igreja Ortodoxa Oriental (Rússia), incluindo as respectivas jurisdições na Bulgária, Constantinopla (Turquia), Antioquia (Grécia), Alexandria (Egipto), Albânia, Chipre e Igreja Ortodoxa na América - 25 de Dezembro - calendário Juliano revisto - 25 de Dezembro;
  • Outras Igrejas Ortodoxas da Rússia, Geórgia, Ucrânia, Macedónia, Moldávia, Montenegro, Sérvia, Israel e alguns Ritos Católicos Bizantinos - 25 de Dezembro - Juliano - 7 de Janeiro;
  • Igreja Copta Ortodoxa de Alexandria - Koiak 29 (corresponde, no calendário Juliano, a 25 ou 26 de Dezembro) - Copta - 7 ou 8 de Janeiro;
  • Igreja Ortodoxa Etíope - Tahasas, 28 ou 29 (correspondente ao 25 de Dezembro no calendário Juliano) - Etíope - 7 de Janeiro;
  • Igrejas Cristãs Ocidentais (Católicas, Protestantes e Anglicanas) e Igreja Ortodoxa da Finlândia - 25 de Dezembro - Gregoriano - 25 de Dezembro.


Pintura de 1842, representando um coro de crianças  transportando
 uma estrela com um ícone na festa de Natal em Bucareste, Roménia. 



O nascimento de Jesus Cristo na Arte:
      A Natividade de Cristo tem sido um tema maior na Arte Ocidental desde o século IV. As representações artísticas da Natividade, ou nascimento de Jesus, celebradas durante o Natal, são baseadas nas narrativas da Bíblia, sobretudo nos evangelhos de S. Mateus e S. Lucas, e mais tarde desenvolvidas pela tradição oral, escrita e artística.


São Mateus

São Lucas, numa imagem do "Livro
de Horas" do Duque de Berry


























     A Natividade tem sido representada em diferentes suportes, tanto na pintura como na escultura. Na pintura incluem-se murais, painéis, iluminuras, vitrais e pintura a óleo. O tema da Natividade é frequentemente usado em retábulos, conjugando elementos de pintura com escultura. Na escultura incluem-se miniaturas de marfim, arte tumulária e elementos arquitectónicos, como capitéis, entalhes de portas e estatuária.


A mais antiga “Madona com o Menino” ocidental conhecida, no Livro de Kells, no início do 
Evangelho Segundo Mateus, c. 800. (pintura ocidental da Alta Idade Média)


     A mais antiga representação existente da Virgem Maria com o Menino num manuscrito ocidental encontra-se no Livro de Kells (ver imagem), também conhecido como Grande Evangelho de São Columba (521-597, monge irlandês que introduziu o cristianismo na Escócia) é um manuscrito ilustrado com motivos ornamentais, feito por monges celtas por volta do ano 800 no estilo conhecido por arte insular.

     Peça principal do cristianismo irlandês e da arte hiberno-saxônica, constitui, apesar de não concluído, um dos mais sumptuosos manuscritos iluminados que restaram da Idade Média.
Em razão da sua grande beleza e da excelente técnica do seu acabamento, este manuscrito é considerado por muitos especialistas como um dos mais importantes vestígios da arte religiosa medieval. 
     Escrito em latim, o Livro de Kells contém os quatro Evangelhos do Novo Testamento, além de notas preliminares e explicativas e numerosas ilustrações e iluminuras coloridas. O manuscrito encontra-se exposto permanentemente na biblioteca do Trinity College de Dublin, na República da Irlanda.



Representações bizantinas e ortodoxas: (exemplos)


Cenas da vida de Jesus Cristo. Tríptico, Constantinopla, cerca de finais do
Século X, marfim. Museu do Louvre, Paris, França.


Natividade de Jesus, de Andrei Rublev, 1405.
Catedral da Anunciação, Kremlim, Moscovo




Mosaico bizantino, 1150.
Palermo, Itália.


























Representações ocidentais: (exemplos)



Capitel românico na Igreja de Saint Pierre, Século XII.
Chauvigny, França.


Iluminura alemã com duas cenas dos 
Reis Magos, Século XIII.


"Adoração dos Pastores", 1485. Pintura do Proto-Renascimento, de Domenico Ghirlandaio (1449-1494), 
pintor renascentista italiano. Basílica di Santa Trinita, Cappella Sassetti, Firenze, Itália.


"Adoração dos Pastores", 1450-1451. Pintura do Renascimento no norte de Itália. Andrea Mantegna (1431-1506).
Metropolitan Museum of Art, New York.


"Adoração dos Magos", 1564. Renascimento da Europa do Norte. 
Pieter Bruegel, o Velho (1525-1569), National Gallery, Londres.


Vitral dos finais do Século XIX. Adoração dos Pastores e dos Magos.
Catedral de Colónia, Alemanha.




Origem da Árvore de Natal:
     Nos dias que antecediam o dia do Solstício de Inverno, os povos pagãos da região dos países bálticos cortavam pinheiros, que levavam para os seus lares e enfeitavam de forma muito semelhante ao que se faz nas actuais árvores de Natal. Esta tradição passou para os povos Germânicos.

     Um inventor casual da Árvore de Natal parece ter sido São Bonifácio, o apóstolo dos germanos ou evangelizador da Alemanha. Nasceu em Inglaterra em 672 d.C. e faleceu, martirizado, em 05 de Junho de 754 d.C. Seu nome religioso em latim, Bonifacius, quer dizer  “aquele que faz o bem”, e retoma o
mesmo significado do seu nome saxão Wynfrith.

São Bonifácio

     Em 718 d.C. esteve em Roma e o Papa Gregório II enviou-o à Alemanha com a missão de reorganizar a Igreja. Durante cinco anos, São Bonifácio evangelizou territórios que hoje fazem parte dos estados de Hessen e Turíngia (2 dos 16 estados federais da Alemanha). Em 722 d.C. foi feito bispo dos territórios da Germânia.

     Em 723 d.C., São Bonifácio derrubou um enorme carvalho dedicado ao deus Thor (outras versões falam em Odim), perto da actual cidade de Fritzlar, na Alemanha, para convencer o povo e os druídas de que não era uma árvore sagrada. Esse acontecimento é considerado o início formal da cristianização da Alemanha.

     Na queda, o carvalho destruiu tudo que ali se encontrava, menos um pequeno pinheiro. Segundo a tradição, Bonifácio interpretou esse fato casual como um milagre. Era o período do Advento e, como ele pregava sobre o Natal, declarou: “Daqui em diante nós chamaremos a esta árvore de Árvore do Menino Jesus”.
     O costume de plantar pequenos pinheiros para celebrar o nascimento de Jesus começou, estendendo-se pela Alemanha e de lá para o mundo, dizem. O pinheiro simboliza o amor perene de Deus. São Bonifácio decorou-o com maçãs, que representavam as tentações, o pecado original e os pecados dos homens, e velas, que representavam Cristo, a luz do mundo e a graça que recebem os homens que aceitam Jesus como Salvador.
     Esta tradição espalhou-se na Idade Média por toda a Europa. Com as conquistas e migrações chegou à América. Pouco a pouco, a tradição foi evoluindo: trocaram as maçãs por bolas e as velas por luzes que representam a alegria e a luz que Jesus Cristo trouxe ao mundo.

     As bolas colocadas na árvore de Natal, actualmente, simbolizam as orações que fazemos durante o período do Advento:
  •  As bolas azuis são orações de arrependimento;
  • As bolas prateadas são orações de agradecimento;
  • As bolas douradas são orações de louvor; 
  • As bolas vermelhas são orações de petição.
     A estrela na ponta do pinheiro representa a Fé que deve guiar nossas vidas. Também se costuma colocar adornos de diversas figuras na árvore de Natal. Estes adornos representam as boas acções e sacrifícios, os “presentes” que daremos a Jesus no Natal.

     Outro nome citado é o do Papa São Gregório Magno (540-604), que impulsionou a cristianização das tribos germânicas no início da época medieval, que tribos tinham o costume de adorarem árvores e lhes oferecerem sacrifícios. Os missionários e monges aproveitaram então a forma triangular do pinheiro para explicar aos bárbaros o mistério da Santíssima Trindade.

     Outra história: No longínquo ano de 615 d.C. o monge irlandês São Columbano foi a França para abrir mosteiros, mas a indiferença dos habitantes era tal que ele estava quase a desanimar.
     Numa noite de Natal teve ele a ideia de cortar um pinheiro, única árvore verde nessa época do ano, e iluminá-lo com tochas. Toda a gente ficou intrigada. A aldeia correu em peso a ver a maravilha. Então o santo monge pregou o nascimento do Menino Jesus

     São muitas as cidades que disputam a autoria da encantadora árvore. Segundo muitos, ela nasceu na Alsácia, na cidade Sélestat, onde o Imperador Carlos Magno passou a Santa Noite do ano 775 d.C. Teria sido ele o inspirador da primeira Árvore de Natal. Posteriormente, os habitantes da cidade deram forma definitiva à Árvore de Natal católica. Porém, o documento mais antigo que há em Sélestat é de 1521 d.C., o que derruba a tese.
A cidade de Riga, na Letónia, diz ter sido a primeira em expor uma Árvore de Natal no ano do Senhor de 1510 d.C.
     É certo que no Século XVI a Árvore de Natal era montada no coro das igrejas da Alsácia representando a árvore do Paraíso. Era ornamentada com maçãs para lembrar o fruto da tentação dos primeiros pais. Mas tinha também representações de hóstias, que representavam os frutos da Redenção.

     Também eram decoradas com anjos, estrelas de papel e outros motivos. Escolhendo a Árvore do Paraíso como símbolo das festividades do Natal, a Igreja Católica estabeleceu, por um lado, uma ponte entre o pecado de Adão e Eva e, por outro, a vinda de Jesus, o novo Adão que veio regenerar a humanidade nascendo do seio virginal da nova Eva, Nossa Senhora.


Princesa Hélène de Mecklembourg
com o seu filho ao colo (1839)

     É um facto assente que o costume se generalizou em França quando a Princesa Hélène de Mecklembourg (1814-1858) o trouxe para Paris em 1837, após o seu casamento com o Duque d’Orléans.

     Em 1841, encantado com o costume católico, o Príncipe consorte Alberto, esposo da Rainha Vitória de Inglaterra, ergueu uma Árvore de Natal no castelo de Windsor.
A partir da corte inglesa, então a mais influente no mundo, o católico costume propagou-se a todo o povo inglês, e dali para o mundo inteiro.    


     Outra versão diz também que esta tradição começou em 1530, na Alemanha, com Martinho Lutero. Certa noite, enquanto caminhava pela floresta, Lutero ficou impressionado com a beleza dos pinheiros cobertos de neve. As estrelas do céu ajudaram a compor a imagem que Lutero reproduziu com galhos de árvore na sua casa. Além de algodão e outros enfeites, ele utilizou velas acesas para mostrar aos seus familiares a bela cena que havia presenciado na floresta.

     Existem outras versões, mas a moderna Árvore de Natal terá realmente surgido na Alemanha entre os Séculos XVI e XVIII, não se sabendo exactamente em que cidade. Durante o Século XIX a prática foi levada para outros países europeus e para os Estados Unidos. Apenas no Século XX esta tradição chegou à América Latina.

Árvore de Natal em Lisboa. Cortesia da Câmara Municipal de Lisboa



Curiosidades sobre o Natal:
  • Só a partir de 1882 é que surgiram as primeiras iluminações de Natal, apenas três anos depois de Thomas Edison ter feito a primeira demonstração da luz eléctrica, em 1879. A ideia foi do seu assistente, Edward Johnson, que decorou uma árvore em Nova Iorque com 80 pequenas lâmpadas. Ainda demorou algum tempo até as iluminações de Natal ficassem acessíveis ao público em geral;
  • Pensa-se que "White Christmas", escrita por Irving Berlin (1888-1989), compositor norte americano, seja o single mais vendido de sempre, com mais  de 100 milhões de cópias em todo o mundo;
  • De acordo com o Guiness Book, a Árvore de Natal natural mais alta do mundo tinha mais de 67 metros e foi colocada, em 1950, no Northgate Shopping Center, em Seattle, Washington;
  • As primeiras Árvores de Natal artificiais foram feitas em Londres em 1886, quando foram usadas fitas de ráfia verde para a sua execução. Os alemães inspiraram-se e usaram penas de ganso tingidas para fazer as suas árvores. Só mais tarde é que uma empresa de escovas sanitárias usou a tecnologia para imitar os ramos do pinheiro e iniciou a produção das verdadeiras Árvores de Natal artificiais;
  • Inicialmente, as primeiras Árvores de Natal eram decoradas com maçãs, nozes e tâmaras;
  • A província canadiana da Nova Escócia é líder mundial na exportação de lagostas, amoras silvestres...e Árvores de Natal!;
  • A música "Jingle Bells", escrita em 1857, foi a primeira a ser cantada no espaço. Foi em 16 de Dezembro de 1965, quando os astronautas norte-americanos Wally Schirra e Tom Stafford a entoaram, a bordo da nave Gemini 6;
  • Há muitos anos atrás era tradição em Inglaterra servir uma cabeça de porco com mostarda, na Consoada;
  • As cores tradicionais do Natal são o verde, o vermelho e o dourado. O verde representa a vida e o renascimento. O vermelho simboliza o sangue de Cristo e o dourado representa a luz, a riqueza e a realeza;
  • Na Polónia, as aranhas e teias de aranha são comuns na árvore de Natal. Segundo uma lenda, uma aranha teceu uma manta para o Menino Jesus, pelo que este animal é encarado como um símbolo de bondade e prosperidade quando aparece no Natal;
  • Os povos antigos, como os druídas, acreditavam que o visco era sagrado porque se mantinha verde e frutificava em pleno Inverno, enquanto todas as outras plantas murchavam. Cortavam a planta com foices de ouro e não a deixavam tocar no chão. Estavam convencidos que ela tinha o poder de curar a infertilidade, as doenças do sistema nervoso e de afastar o mal;
  • Na tradição cristã, a Árvore de Natal simboliza Vida, Paz, Esperança e Alegria!


A todos os leitores e amigos envio os meus sinceros desejos de um Santo e Feliz Natal  !!







Fonte:
Wikipédia, a enciclopédia livre.

01 janeiro 2014

100 anos da Aviação Comercial - Cronologia Ilustrada





Imagens e texto recolhidos de:
Wikipedia, a enciclopédia livre;
Cortesia de  The Aviation History Online Museum

100 anos da Aviação Comercial



     O ano de 2014 será marcado pelo centenário da aviação comercial. A Associação Internacional do Transporte Aéreo (IATA - International Air Transport Association) marcará o acontecimento com um conjunto de eventos ao longo dos 12 meses de 2014.


A aviação civil está de parabéns!


Foi a 1 de Janeiro de 1914 que a St. Petersburg-Tampa Air Boat Line, a primeira companhia aérea da história, realizou o seu primeiro voo comercial, ligando St. Petersburg a Tampa, na Flórida, Estados Unidos (Imagem 3). Realizou-se, assim, a primeira viagem comercial da História da Aviação.



     Thomas Wesley Benoist (1874 - 1917) (Imagem 1), foi um fabricante de aeronaves e aviador norte-americano. Com uma carreira em aviação de apenas dez anos, fundou a primeira empresa de distribuição de peças de aeronaves, estabeleceu uma das principais empresas fabricantes de aviões americanos e abriu uma escola de voo bem sucedida. Fabricou o hidroavião Benoist XIV (Imagem 2), que pertenceu à companhia aérea St. Petersburg-Tampa Air Boat Line, propriedade de  Percival Elliott Fansler (Imagem 3), um vendedor de motores diesel para barcos de pesca, na Florida, que ajudou Thomas Benoist a impulsionar o negócio da primeira linha da aviação comercial existente no mundo.


Imagem 1 - Thomas Wesley Benoist


Imagem 2 - Benoist XIV, a primeira aeronave a fazer
a primeira viagem comercial St. Petersburg-Tampa

















Imagem 3 - 1 de Janeiro de 1914. Da esquerda para a direita:  Percival Elliott Fansler, director-geral
da St. Petersburg-Tampa Air Boat Line; o Mayor de St. Petersburg, Abram.C. Phiel;  e Tony Jannus, piloto.


     O então Mayor de St. Petersburg, Abram C. Phiel, o primeiro passageiro comercial da história da aviação, pagou 400 dólares pelo leilão da viagem de 23 minutos entre St. Petersburg e Tampa.

     Estes pioneiros não poderiam imaginar, na altura, as transformações que se seguiriam. Hoje em dia, a indústria da aviação fornece ligações sem precedentes, com um impacto positivo directo e indirecto nas pessoas em todos os cantos do mundo.

Algumas estatísticas:
  • Em média, mais de 8 milhões de pessoas voam diariamente. Em 2013 o número total de passageiros foi de 3,1 biliões, superando a marca dos 3 biliões pela primeira vez na história. Este número deve crescer para 3,3 biliões durante o ano de 2014 (equivalente a 44% da população mundial);
  • Cerca de 50 milhões de toneladas de carga são transportadas por via aérea todos os anos (cerca de 140.000 toneladas por dia). O valor anual dos bens transportados é equivalente a 6,4 triliões de dólares ou 35% de todos os bens comercializados internacionalmente;
  • A indústria da Aviação suporta mais de 57 milhões de postos de trabalho e gera 2,2 triliões de dólares em actividade económica. A contribuição económica directa da indústria da aviação é de cerca de 540.000.000.000 dólares. Se este valor fizesse parte do ranking do PIB dos países, colocaria esta indústria na posição 19;
  • O volume de negócios global da indústria aeronáutica deverá ser de 743 biliões de dólares em 2014, com uma margem de lucro líquido médio de 2,6%.


     Neste dia, 1 de Janeiro de 2014, foi lançado pela IATA o site  http://www.flying100years.com/ , a fim de centralizar as comemorações do centenário da aviação comercial. Juntamente com materias de referência histórica e económica, o site terá igualmente um Centro de Informações Interactivo, mostrando o valor que a aviação comercial oferece a partir das perspectivas pessoais, económicas e outras.

     A IATA (International Air Transport Association) é um dos patrocinadores do Voo 2014, que está planeado para se realizar hoje, 1 de Janeiro de 2014, repetindo o primeiro voo comercial de passageiros, utilizando um Hoffman X-4 "Mullet Skiff", um barco voador anfíbio, semelhante em muitos aspectos ao barco voador Benoist original, que realizou o primeiro voo. O Hoffman vai descolar de St Petersburg, Florida e voar em toda a baía de Tampa, às 10h00 EUA Eastern Standard Time, repetindo o caminho exacto feito por Jannus e Pheil 100 anos atrás.


Imagem de  Flight 2014


Em  Flight 2014  pode ver a recriação deste voo histórico.


Em  Tamba Bay Times  pode ler toda a história do primeiro voo, integrada na celebração dos cem anos da aviação comercial.

Fontes: 
Imagens 1e 2: Wikipédia, a enciclopédia livre;
Texto: Cortesia de IATA -  Associação Internacional do Transporte Aéreo