Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
Mostrar mensagens com a etiqueta Dassault-Breguet / Dornier Alpha Jet. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Dassault-Breguet / Dornier Alpha Jet. Mostrar todas as mensagens

18 janeiro 2018

Dassault-Breguet / Dornier Alpha Jet (quarta parte)

Ver  Dassault-Breguet / Dornier Alpha Jet (primeira parte)



(continuação)

Imagem 16

A despedida do Alpha Jet português:
    No dia 13 de Janeiro de 2018 a Base Aérea nº 11, em Beja, foi o palco do último voo desta aeronave. O Dornier Alpha-Jet voou pela última vez, 25 anos depois da sua chegada a Portugal para a formação de jovens pilotos de caça. O evento da despedida contou com a presença de várias gerações de pilotos, técnicos de manutenção das várias especialidades e diversos outros militares e civis que, de alguma forma, contribuíram para o sucesso desta aeronave e que, durante vários anos, passaram pela Esquadra 103, "Caracóis", e não quiseram perder a oportunidade de ver esta magnífica aeronave em voo pela última vez.

Imagem 17: Emblema da
Base Aérea nº 11, Beja

Além de mais de meia centena de fotógrafos aficionados da aviação, convidados pela FAP para participar neste "Spotters Event", onde tiveram a oportunidade de captar as últimas imagens do Alpha-Jet em voo, estiveram igualmente presentes o Chefe do Estado-Maior da Força Aérea, General Manuel Teixeira Rolo, o Comandante Aéreo, Tenente-General Joaquim Borrego e várias altas entidades militares e civis.

Imagem 18: Emblema da Esquadra 103 "Caracóis"



Imagem 19


Imagem 20

    
Fontes (quarta parte):

10 janeiro 2015

Dassault-Breguet / Dornier Alpha Jet (terceira parte)

Ver  Dassault-Breguet / Dornier Alpha Jet (primeira parte)


(continuação)

Imagem 10

O renascimento dos “Asas de Portugal”:
     A antiga patrulha acrobática “Asas de Portugal”, formada pelos Cessna T-37 Tweety-Bird da Esquadra 102 da Base Aérea Nº 1 (BA1), Sintra, estava desactivada desde 1991. No dia 9 de Dezembro de 1990, quando se preparavam para aterrar, um dos membros da patrulha acrobática apercebeu-se que um dos seus companheiros estava sem a asa esquerda e a cauda. Mais tarde averiguou-se que, à excepção de 5 aviões, todos os T-37 estavam com várias fissuras nas longarinas das asas, pelo que esta foi imediatamente suspensa e a esquadrilha não voltou a voar.

Imagem 11: Emblema da
Base Aérea nº 11, Beja

Imagem 12: Emblema dos
"Asas de Portugal" - Alpha Jet.









   





     Em 1997, sensivelmente 20 anos após a primeira exibição oficial, a Esquadra 103 - «Caracóis» - foi convidada para fazer renascer novamente os Asas de Portugal, desta vez com os Alpha Jet da BA11. No entanto, foi logo desactivada no ano seguinte.
     A primeira aparição pública com o Alpha Jet aconteceu em 27 de Junho de 1997 nas comemorações do 45º Aniversário da Força Aérea, realizadas na BA1.
     No ano de 2001 ressurge a oportunidade de voltar a haver uma patrulha acrobática na Força Aérea Portuguesa e é dada à Esquadra 103 a responsabilidade de preparar uma demonstração de performance em Alpha Jet. O renascimento de uma patrulha acrobática, denominada “Parelha da Cruz de Cristo” restituiu à Força Aérea Portuguesa as antigas tradições em acrobacia, sendo que a partir de 2005 a patrulha passou a designar-se “Asas de Portugal”.

Imagem 13

     A 26 de Maio de 2006 teve lugar a celebração do 86º Aniversário da BA1, em Sintra. Integrada no programa das comemorações a Apresentação Oficial da nova época de exibições dos "Asas de Portugal" e do novo Esquema de Pintura dos Alpha Jet da Patrulha constituíram os pontos altos das cerimónias. A escolha da BA1 para a apresentação acabou por não ser uma coincidência. Esta Base é o verdadeiro "berço" dos "Asas de Portugal", local onde à cerca de trinta anos se presenciou o surgir da Patrulha no seio das fileiras da Esquadra EIBP2 então aí estacionada e a operar os T-37C, mas igualmente o local onde a mesma viria a ser extinta em 1990.

Imagem 14
     O esquema de pintura dos Alpha Jet dos “Asas de Portugal” caracteriza-se por um conjunto de formas geométricas na sua quase totalidade pintada em cores mate, mais resistentes ao desgaste, delimitadas por linhas rectas (Verde FS 34092; Vermelho FS 31350; Branco brilhante FS 17925; Preto semi-mate FS 27038; Preto mate FS 37038, aplicado junto às canopies e sobre o nariz).
     No plano vertical surgem em ambos os lados o número do aparelho a branco, com 15 cm de altura, o novo símbolo da Patrulha e as cores nacionais (FS 31350 e FS 34090), ambos com 75 cm de altura.
     A Cruz de Cristo, com 30 cm de diâmetro, surge em quatro posições nos planos da cauda e nas posições habituais da fuselagem. Volta a surgir atrás da canopy posterior, com 12.5 cm de diâmetro, acompanhada da expressão "Força Aérea Portuguesa", em letras com 6 cm de altura.
     O cone do nariz apresenta uma série de quadrículas de altura variável e com 20 cm de largura numa dimensão total de 180 cm e uma pequena porção na raiz do tubo de pitot a vermelho. As entradas de ar nos motores apresentam-se com listas pretas alternadas com brancas a um ângulo de ± 45º. Os quatro pilons das asas e tanques externos de combustível surgem pintados na sua totalidade a preto mate.
     As aeronaves que receberam a nova pintura dos “Asas de Portugal”, foram os Alpha Jet com as matrículas 15202, 15206, 15208 e 15250.

Imagem 15

     Os "Asas de Portugal" foram desactivados em Agosto de 2010, devido a um acidente ocorrido durante uma passagem a muito baixa altitude.

     Em 2014 a FAP comemorou o 61º Aniversário da Esquadra 103 - "Caracóis", o 20º Aniversário dos Alpha Jet e, ainda, o 50º Aniversário da Base Aérea Nº 11, em Beja.
     Na sua existência de 61 anos, a Esquadra 103 - "Caracóis" - totaliza mais de 100.000 horas de voo distribuídas por 65.000 horas em T-33, 11.500 horas em T-38 e 28.516 horas em Alpha Jet, aeronave que ainda hoje é operacional, tendo os seus 126 pilotos instrutores formado largas centenas de pilotos.

     De acordo com o Plano de Desenvolvimento Sustentado (Operacional) 2012-18, a sustentabilidade da frota Alpha-Jet está garantida até 2018.
Fontes (terceira parte):

04 janeiro 2015

Dassault-Breguet / Dornier Alpha Jet (segunda parte)

Ver  Dassault-Breguet / Dornier Alpha Jet (primeira parte)

(continuação)

Imagem 4


Percurso em Portugal:
     Os 50 Alpha Jet da Força Aérea Portuguesa (FAP) foram fornecidos pela Força Aérea Alemã, provenientes das Bases de Furstenfeldbruck e Oldenburg. Foram recebidos de uma forma faseada, processo que decorreu entre 13 de Setembro e 10 de Dezembro de 1993.
     Em 16 de Dezembro de 1993 realizou-se a entrega oficial dos Alpha Jet à FAP, com a presença dos Ministros da Defesa de Portugal e Alemanha, em cerimónia realizada na Base Aérea Nº 11 (BA11), Beja, em cuja placa de estacionamento se encontravam alinhados as 50 aeronaves. Desta frota, apenas 40 aviões foram definidos para voar, sendo os restantes 10 células para fornecer peças sobressalentes.
     Os Alpha Jet foram mantidos na BA11, onde constituíram duas esquadras: a Esquadra 103 (de instrução) e a Esquadra 301 (de ataque).

Imagem 5: Emblema da
Esquadra 103


     A Esquadra 103 foi transferida da Base Aérea Nº 5 (BA5), Monte Real, para a BA11 em Janeiro de 1987, então equipada com os Lockheed T-33 e os Northrop T-38, sendo os primeiros desactivados em 1990 e os segundos em Junho de 1993.
     A Esquadra 103 começou a operar com os Alpha Jet a partir de Outubro de 1993, passando a ter como missão a instrução complementar de pilotagem em aviões de combate e conversão operacional, que assentam essencialmente em cinco cursos:
- Curso de Instrução Complementar de Pilotagem em Aviões de Combate;
- Programa de Qualificação no Avião;
- Programa de Conversão Operacional;
- Programa de Adaptação ao Avião;
- Curso de Instrutores de Combate.
     A Esquadra 103 cultiva o espírito e a tradição da primeira esquadra a utilizar os T-33 T-Bird, a Esquadra de Instrução Complementar de Pilotagem em Aviões de Caça (EICPAC), formada na Base Aérea Nº 2 (BA2), Ota, em 1955. Mantém o distintivo da antecessora, um caracol usando um capacete de voo como casca, com o lema «…Se vai ao longe».
Imagem 6: Emblema da
Esquadra 301

     Quanto à Esquadra 301, esteve colocada na Base Aérea Nº 6 (BA6), Montijo, até Junho de 1993, operando os Fiat G-91. É a herdeira do espírito da Esquadra 502, do Aeródromo-Base Nº 5, Nacala, que operou os Fiat G-91 em Moçambique, da qual mantém o distintivo - a cabeça de um jaguar - com o lema «De nada a forte gente se temia» e o nome «Jaguares».
     A partir da sua transferência para a BA11, a Esquadra 301 empenhou-se na preparação para o cabal desempenho da missão atribuída, o apoio aéreo ofensivo.
     Foi no dia 6 de Outubro de 1993 que se realizou o primeiro voo de um Alpha Jet com a insígnia da Cruz de Cristo, pertencente à Esquadra 301, que é a representante portuguesa nos NATO Tiger Meet, a reunião anual das esquadras de apoio táctico atribuídas à NATO que têm o tigre como símbolo comum.

Imagem 7: Patch dos
Alpha Jet da Esquadra 301

     Desde a sua chegada a Portugal que os Alpha Jet têm sido sujeitos a diversos melhoramentos, no sentido de os dotar de equipamento electrónico moderno que lhes permita actuar com o máximo de eficiência.
     A FAP atribuiu-lhes as matrículas de 15201 a 15250, inaugurando o sistema de matrículas implementado em 1993. A correspondência entre as matrículas da FAP e os números de construção, que se indicam entre parêntesis, é a seguinte:
15201 (4-004), 15202 (4-006), 15203 (4-008), 15204 (4-015), 15205 (4-021), 15206 (4-025), 15207 (4-028), 15208 (4-030), 15209 (4-032), 15210 (4-033), 15211 (4-037), 15212 (4-039), 15213 (4-041), 15214 (4-045), 15215 (4-047), 15216 (4-048), 15217 (4-053), 15218 (4-060), 15219 (4-062), 15220 (4-064), 15221 (4-066), 15222 (4-067), 15223 (4-071), 15224 (4-073), 15225 (4-075), 15226 (4-080), 15227 (4-084), 15228 (4-086), 15229 (4-091), 15230 (4-092), 15231 (4-096), 15232 (4-097), 15233 (4-099), 15234 (4-100), 15235 (4-101), 15236 (4-103), 15237 (4-108), 15238 (4-110), 15239 (4-113), 15240 (4-117), 15241 (4-118), 15242 (4-122), 15243 (4-123), 15244 (4-127), 15245 (4-131), 15246 (4-133), 15247 (4-144), 15248 (4-146), 15249 (4-152) e 15250 (4-170).

Imagem 8

     Os Alpha Jet foram recebidos com dois tipos de pintura camuflada. Uns, com as superfícies superiores em verde-azeitona e cinzento escuro, separadas por rectas quebradas, e as superfícies inferiores em cinzento claro, e outros inteiramente em dois tons de verde-azeitona, com as linhas de contacto irregulares.
     Estas pinturas foram mantidas enquanto se procedeu à uniformização segundo o padrão da FAP, inteiramente camuflados (wrap-around) em castanho (FS 30.129) e dois tons de verde (FS 34.079 e FS 34.102).
     A Cruz de Cristo, em dimensões reduzidas, sobre círculo branco, está colocado nos lados da fuselagem. A bandeira nacional, sem escudo, colocada em ambos os lados do estabilizador vertical. Os números da matrícula encontram-se sobre a bandeira nacional, em algarismos pretos.

     Ao serviço da Esquadra 301 - “Jaguares” - os Alpha-Jet atingiram, em 5 de Setembro de 2005, a marca das 20.000 horas de voo. Em 20 Novembro de 2005 os "Jaguares" realizam o último voo operacional, com mais de 20.000 horas de voo em missões de apoio aéreo próximo, interdição do campo de batalha e reconhecimento aéreo táctico.

     No final de 2005 os Alpha-Jet foram substituídos na missão de apoio aéreo ofensivo pelos novos aviões General Dynamics F-16 que integraram a Esquadra 301, que foi transferida para a Base Aérea Nº 5 (BA5), em Monte Real.

Imagem 9

     Actualmente conta com seis aviões atribuídos à Esquadra 103, limitados às funções de instrução. Em 19 de Setembro de 2012, a frota de Alpha Jet operada pela Esquadra 103 atingiu a marca das 50.000 horas de voo ao serviço da FAP.

(continua)



Fontes (segunda parte):

27 dezembro 2014

Dassault-Breguet / Dornier Alpha Jet (primeira parte)

Imagem 1

DASSAULT-BREGUET  /  DORNIER ALPHA JET

Quantidade: 50
Utilizador: Força Aérea
Entrada ao serviço: 13 de Setembro de 1993
Data de abate: Em serviço


Dados técnicos:
a)       Tipo de Aeronave
Avião bi-reactor sub-sónico terrestre, de trem de aterragem triciclo retráctil, mono-plano de asa alta em flecha, revestimento totalmente metálico, bi-lugar em tandem com cabina coberta transparente, destinado a missões de apoio aéreo a forças de superfície e treino de pilotos.
Tripulação: 2 (pilotos).
b)       Construtor
Dassault-Breguet Aviation / França;
Dornier Gmbh / Alemanha.
c)       Motopropulsor
Motores: 2 Reactores SNECMA - Turbomeca Larzac 04-C20 de duplo fluxo, de 1.350 Kgf de impulsão cada.
d)       Dimensões
                Envergadura …………..............9,11 m
                Comprimento…..………….....12,91 m
                Altura………….………..…….....4,19 m
                Área alar ……….…….............17,50 m²
e)       Pesos
                Peso vazio……………..….......…..3.552 kg
                Peso máximo à descolagem…..7.500 kg
f)        Performances
                Velocidade máxima ……...1.160 Km/h
                Velocidade de cruzeiro ….…750 Km/h
                Tecto de serviço ………..15.240 m
                Raio de acção ………........1.230 Km
                Alcance máximo………….2.600 Km
                Autonomia máxima………..03H00
g)      Armamento
1 canhão Mauser BK de 27mm em posição ventral.
Possibilidade de utilização do Sistema de Contramedidas (ECM) “Elettronica Spa ACE 2000”, na posição posterior.
Capacidade até 2.200 Kg suspensos de 2 estações em cada asa, que podem suportar:
4 bombas de 500 Lbs Mk 82; ou
4 bombas de 500 Lbs Mk 82 e 2 depósitos de combustível; ou
6 bombas de 500 Lbs Mk 82; ou
4 bombas de 500 Lbs SNAKEYE com retardador; ou
2 bombas CLUSTER BL 755 e 2 depósitos de combustível; ou
4 bombas CLUSTER BL 755; ou
2 bombas CLUSTER Mk 20 e 2 depósitos de combustível; ou
4 bombas CLUSTER Mk 20 e 2 depósitos de combustível; ou
2 lançadores LAU 51A com 19 foguetes de 2,75 polegadas cada e 2 depósitos de combustível; ou
4 lançadores LAU 51A ou LAU 3 B/A com 19 foguetes de 2,75 polegadas cada.
h)      Capacidade de transporte
Nenhuma.



Imagem 2

Resumo histórico:
     O Alpha Jet é o resultado de um projecto franco-alemão iniciado em 1971, envolvendo as fábricas Dassault-Breguet (francesa) e a Dornier Gmbh (alemã).
     A necessidade sentida pelos alemães de substituírem os obsoletos Fiat G-91 e pelos franceses de substituírem os igualmente obsoletos Lockheed T-33, motivaram os responsáveis pelas Forças Aéreas destes países para o estudo conjunto de um avião birreactor ligeiro, sub-sónico, bilugar, particularmente adaptado para missões de apoio aéreo ofensivo e treino operacional. Desse estudo nasceu o Alpha Jet.
     O protótipo realizou o primeiro voo em Istres (França) no dia 26 de Outubro de 1973. Depois de mais de 4.000 voos de ensaio, o projecto foi coroado de êxito.
     A produção em série foi iniciada com duas versões: a versão "E" (École), destinada à formação de pilotos, e a versão "A" (Appui), para apoio táctico às tropas de superfície.
     A Força Aérea Francesa começou a receber os Alpha Jet E em  4 de Novembro de 1977, enquanto que a Força Aérea Alemã começou a dispor dos Alpha Jet A no ano seguinte.
     Objecto de aperfeiçoamentos constantes, o Alpha Jet evoluiu para um modelo mais moderno, preparado para cumprir simultaneamente missões de formação e treino de pilotos, bem como as de apoio táctico, com a optimização das capacidades de ataque ao solo. Esta versão foi designada de NGEA (Nouvelle Génération d’École et d’Attaque).
     Mantendo o esforço para o melhor aproveitamento do avião, foram introduzidos numerosas alterações, algumas delas separadamente, em conformidade com as necessidades de franceses e alemães, nem sempre coincidentes.
Que se tenha conhecimento, são cinco as últimas versões:
- Versão de Treino Avançado / Ataque Ligeiro, também designada por “E”;
- Versão Alternativa de Apoio Aéreo Próximo, desenvolvido pela Dassault. Face à versão germânica, distingue-se pelo equipamento autónomo de navegação e ataque;
- Versão de Apoio Aéreo Próximo, anteriormente designada por “A”, em serviço apenas na Força Aérea Alemã;
- Alpha Jet 2, anteriormente designado por “NGEA”. As suas principais modificações incluem a adopção de novos motores Larzac 04-C20 de maior potência, maior raio de acção e possibilidade de utilizar mísseis ar-ar;
- Alpha Jet 3, apropriada para treino de pilotos destinados a aviões de combate modernos, diferindo de outras versões de treino pelo nível de equipamento electrónico.

Imagem 3

     Em Maio de 1981, a Patrulha Acrobática de França, da Academia Aérea de Salon de Provence, que anteriormente utilizava os Fouga Magister, apresentou-se ao público equipada com Alpha Jet pintados com as cores nacionais francesas, em vermelho, branco e azul.
     O contrato inicial de co-produção estabelecia a construção de 400 Alpha Jet, 200 pela Alemanha e outros tantos pela França. Contudo, cada um destes países só construiu 175 unidades, tendo a Dornier encerrado a produção em Outubro de 1982 e a Dassault-Breguet em 1985.
     Os primeiros países a encomendar e a operar os Alpha Jet, para além da Alemanha e França, foram a Bélgica, Camarões, Costa do Marfim, Egipto, Marrocos e Nigéria. Outros países os utilizam actualmente, como acontece com Portugal, Qatar, Reino Unido, Tailândia e Togo.

(continua)



Fontes (primeira parte):