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10 dezembro 2015

Líbano

الجمهورية اللبناني
(Al-Jumhūrīyyah al-Lubnānīyyah)
República Libanesa




Bandeira
Brasão de Armas






















Localização:
Ásia, Sudoeste Asiático, Médio Oriente.


Origem / Pequeno resumo histórico:
Etimologia - O nome "Líbano" tem origem no semítico lbn (لبن), que significa "branco", provavelmente uma referência à neve que cobre as montanhas do Líbano.
     Referências a este nome foram encontradas em diferentes textos da biblioteca de Ebla (que data do terceiro milénio a.C.), em cerca de 70 vezes na Bíblia hebraica e em três das doze tábuas da Epopeia de Gilgamesh (escrito em 2.100 a.C.). O nome é registado no Antigo Egipto como “Rmnn”.

História - No cruzamento da bacia do Mediterrâneo, o Líbano é uma das regiões de antigas civilizações, como fenícios, assírios, persas, gregos, bizantinos e turcos otomanos, sendo que sua rica história formou a identidade cultural única em diversidade étnica e religiosa.
     Os primeiros indícios de civilização no Líbano remontam a mais de 7.000 anos de registo histórico. O Líbano foi o local de origem dos fenícios, uma cultura marítima que floresceu durante quase 2.500 anos (3.000-539 a.C.). Após o colapso do Império Otomano e depois da Primeira Guerra Mundial, as cinco províncias que compõem o Líbano moderno ficaram sob o mandato da França, estabelecendo um sistema político único em 1942, conhecido como "confessionalismo", um mecanismo de partilha de poder com base em comunidades religiosas. Foi criado quando os franceses expandiram as fronteiras do monte Líbano, que era maioritariamente habitado por católicos maronitas e drusos, para incluir mais elementos muçulmanos. O país ganhou a independência em 1943 e as tropas francesas retiraram-se em 1946.

Imagem do Templo de Baco, em Baalbek, construído cerca do ano 150 d. C..
É um dos templos romanos mais bem conservados do mundo (UNESCO).

     Antes da Guerra Civil Libanesa (1975-1990), o país vivia um período de relativa calma e prosperidade, impulsionada pelo turismo, agricultura e serviços bancários. Devido ao seu poder financeiro e diversidade, no seu auge o Líbano era conhecido como a "Suíça do Oriente". O país atraiu um grande número de turistas, de tal maneira que a capital, Beirute, era referida como "Paris do Médio Oriente". No final da guerra houve grandes esforços para reanimar a economia e reconstruir a infra-estrutura do país.
     Até Julho de 2006 o Líbano desfrutou de uma estabilidade considerável, a reconstrução de Beirute estava praticamente concluída e um número crescente de turistas hospedavam-se nos vários resorts do país. A guerra de 2006, entre Israel e o Hezbollah, causou a morte de civis e pesados danos na infraestrutura civil do Líbano. O conflito durou entre 12 de Julho de 2006 até um cessar-fogo patrocinado pela ONU em 14 de Agosto do mesmo ano.



Cultura:
     A cultura do Líbano é uma mistura de várias civilizações ao longo de milhares de anos. Originalmente a casa dos fenícios, e posteriormente conquistado e ocupado por assírios, persas, gregos, romanos, árabes, fatímidas, cruzados, turcos otomanos e, mais recentemente, franceses, o Líbano desenvolveu uma cultura que tem evoluído ao longo dos milénios por meio de empréstimos de todos esses grupos. A população diversificada do país, composta por diferentes grupos étnicos e religiosos, contribuiu ainda mais para os festivais, estilos musicais, literatura e culinária do país.
     Apesar da diversidade étnica, linguística, religiosa e confessional, os libaneses "partilham uma cultura quase comum". O árabe libanês é universalmente falado, enquanto a comida, a música e a literatura estão profundamente enraizadas "no Mediterrâneo e no Levante".

Artes - Na viragem do Século XX, Beirute disputava com o Cairo para ser o grande centro do moderno pensamento árabe, com muitos jornais, revistas e sociedades literárias. Além disso, Beirute tornou-se um próspero epicentro da cultura arménia com produções variadas que foi exportado para a diáspora arménia.

Artes visuais - Mustafa Farroukh foi um dos pintores mais importantes do Líbano do Século XIX. Formado em Roma e Paris, exibiu as suas pinturas em Paris e Nova Iorque.

Literatura - Khalil Gibran (1883-1931), que nasceu em Bsharri, é particularmente conhecido pelo seu livro "O Profeta" (1923), traduzido em mais de vinte idiomas. Vários escritores contemporâneos libaneses também alcançaram sucesso internacional, tais como Elias Khoury, Amin Maalouf, Hanan al-Shaykh e Georges Schehadé.

Gastronomia - A cozinha libanesa é extremamente diversificada e possui as suas especialidades, próprias ou adaptadas dos países vizinhos. Com alimentos frescos e saborosos, juntamente com algumas especiarias, os libaneses têm adaptado o melhor da cozinha turca e árabe, decorando-a com um ar de cozinha francesa.
O tradicional Baklava, em diversas variedades.
A cozinha tradicional do Líbano combina a abundância de frutas e vegetais frescos. A base dos pratos é geralmente feita com a utilização de cereais e legumes, podendo-se repetir em diversos pratos os mesmos ingredientes, mas com diferentes formas de preparação. Na cozinha libanesa empregam-se iogurtes, queijos, pepinos, berinjelas, ervilhas, nozes, tomates, sésamo e guisados em todas as suas formas, seja em forma de sementes, em forma de pastas ou utilizando azeites vegetais, entre os quais azeite de azeitonas, para fritar alguns alimentos, sendo frequente a utilização de manteigas.

     O tradicional bolo do Líbano (também feito de várias formas e ingredientes noutros países árabes), o baklava, baklawa ou baclava (baklava em turco) é um bolo feito com uma pasta de nozes trituradas, distribuídos em massa folhada e encharcado em calda ou xarope de mel. As variedades existentes, que incorporam avelãs e amêndoas e nozes, ou outros frutos secos, e kaymak, procedente da cozinha turca. Pode encontrar-se, com diferentes nomes, na gastronomia do Médio Oriente, do Sub-Continente indiano e na região dos Balcãs.

Imagem típica da comida tradicional libanesa



Principais recursos naturais:
Sem recursos naturais dignos de registo. A agricultura é um sector que tem sofrido uma drástica redução. Grande parte dos solos agrícolas encontram-se localizados na costa mediterrânica e produzem batatas, laranjas, tomates, pepinos, limões, limas, cebolas e azeitonas. Mesmo assim, o país não é auto-suficiente e importa grandes quantidades de bens alimentares, especialmente vegetais. Existem também várias plantações de papoila, que se destinam ao fabrico de ópio. A produção industrial é baixa, mas é a mais desenvolvida quando comparada com a dos outros países do Médio Oriente. São produzidos cimento, papel, cigarros e artigos de pele. Os principais parceiros comerciais do Líbano são os Emirados Árabes Unidos, a Arábia Saudita, a Itália e os Estados Unidos da América.


Datas comemorativas:
Dia nacional - 22 de Novembro - Celebra a data da independência, da França, em 1943.


Símbolos nacionais:
Bandeira Nacional;     
Brasão de Armas;
Hino Nacional -  النشيد الوطني اللبناني (Koullouna Lilouataan Lil Oula Lil Alam - "Todos pela Pátria, a Glória, a Bandeira");
Insígnia da Força Aérea Libanesa.

Insígnia da Força Aérea Libanesa


Lema:
"kullunā li-l-watan, li-l-ulà li-l-`alam" - (“Todos pela Pátria, a Glória e a Bandeira”)


Capital:                                                           Língua oficial:
Beirute                                                            Árabe libanês


Imagens de Beirute, capital do Líbano


Moeda oficial:                                                 Tipo de Governo:
Libra libanesa (LBP)                                      República parlamentar unitária multi-confessional


Data de admissão como membro da ONU (Organização das Nações Unidas):
24 de Outubro de 1945


Organizações / Relações internacionais:

  • ONU - Organização das Nações Unidas;
  • COI - Comité Olímpico Internacional;
  • FMA - Fundo Monetário Árabe;
  • Grupo dos 77 – Nações em desenvolvimento;
  • ICDO - Organização Internacional de Protecção Civil;
  • INTERPOL - Organização Internacional de Polícia Criminal;
  • IPU - União Inter-Parlamentar;
  • IRENA – Agência Internacional para as Energias Renováveis;
  • IRU - União Internacional de Transportes Rodoviários;
  • IUCN - União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais;
  • LEA - Liga dos Estados Árabes;
  • MIGA - Agência Multilateral de Garantia de Investimentos;
  • MNA - Movimento dos Países Não-Alinhados;
  • OCI - Organização para a  Cooperação Islâmica;
  • OIF - Organização Internacional da Francofonia;
  • OIV - Organização Internacional da Vinha e do Vinho;
  • OMC - Organização Mundial do Comércio (membro observador);
  • PCA - Tribunal Permanente de Arbitragem;
  • PEV - Política Europeia de Vizinhança;
  • RAMSAR - Convenção sobre as Zonas Húmidas de Importância Internacional;
  • UPM - União para o Mediterrâneo;
  • WCO - Organização Mundial das Alfândegas;
  • WIPO - Organização Mundial da Propriedade Intelectual.


Património Mundial (UNESCO):
- Ruínas da Cidade de Anjar (1984) - Cidade fundada pelo Califa Walid I, no início do Século VIII;

Vista parcial das ruínas da cidade de Anjar (UNESCO)

- Cidade Histórica de Baalbek (1984) - Na Antiguidade foi um santuário fenício dedicado ao deus Baal, deus da chuva, do trovão e da fertilidade. Foi também cidade grega e a partir da época dos selêucidas teve o nome de Heliópolis, sendo uma colónia romana desde o Imperador Augusto. É uma notável zona de templos, construídos entre os Séculos I e III d. C. em honra da Tríade Heliopolitana: Júpiter, Mercúrio e Vénus. As primeiras escavações tiveram início em 1900 e, segundo algumas versões, Santa Bárbara (mártir das igrejas católica e ortodoxa) viveu nesta cidade. 

Vista parcial do grande pátio do Templo de Júpiter, em Baalbek (UNESCO)

- Cidade Histórica de Biblos (1984) - Considerada a cidade mais antiga do mundo, habitada ininterruptamente desde a sua fundação, cerca de 5.000 anos a.C. (Isaac Asimov, "História de Canãa"). Foi a primeira cidade fenícia, sendo chamada de Gubla (em textos cuneiformes) e Gebal (na Bíblia Sagrada). Actualmente também é designada por Lubail ou Djebaíl.

Ruínas do Castelo dos Cruzados, em Biblos (UNESCO)

- Cidade de Tiro (1984) - Situada no sul do Líbano, foi uma das mais importantes cidades da Fenícia. Segundo a lenda, foi aqui que se descobriu a púrpura.

Arco do Triunfo de Tiro, construído cerca do Século II (UNESCO)

- Vale de Kadisha (ou Vale Santo) (1998) - Uadi Qadisha (Vale Santo) é abundante em mosteiros cristãos maronitas, únicos no Médio Oriente;

Vista parcial do Vale de Kadisha (UNESCO)


- Cedros do Líbano na Floresta de Cedros de Deus (1998).

Cedro do Líbano na floresta dos Cedros de Deus (UNESCO)


Património Cultural e Imaterial da Humanidade (UNESCO):

- O Zéjel  (ou Zajal), poesia recitada ou cantada (2014).


Fonte:
Wikipedia, a enciclopédia livre

10 novembro 2015

Kuwait

دولة الكويت
Dawlat al-Kuwait
Estado do Kuwait






Bandeira
Brasão de Armas






































Localização:
Ásia, Sudoeste Asiático, Península Arábica, Médio Oriente, Golfo Pérsico.


Origem / Pequeno resumo histórico:
EtimologiaKuwait, como topónimo, em árabe “al-Kuwayt”, alterna com a forma Koweit e com os aportuguesamentos Cuvaite, Kuaite e Cuaite. Trata-se do diminutivo kut, "forte", significando assim "fortezinho".

História – No Século III a.C. os gregos colonizaram a ilha Failaka, baptizando-a de "Ikarus". Acredita-se que o nome veio da semelhança do local a uma ilha grega, onde, de acordo com a mitologia, foi enterrado Ícaro. Outros crêem que o local ganhou este nome devido ao intenso calor, sendo portanto um lugar mais próximo do sol.
     Em 123 a.C., a região ficou sob a influência do Império Parta e estava intimamente associada com a cidade de Cárax Espasinu, no sul da Mesopotâmia. Em 224 d.C., a região caiu sob o controle do Império Sassânida e veio a ser conhecida como Hajar. Por volta do Século XIV, a área que compreende o moderno Kuwait tornou-se parte do califado islâmico.
     Os primeiros colonos permanentes na região vieram da tribo Bani Khalid, de Néjede, e estabeleceram o Estado do Kuwait. Em 1756, o povo elegeu Sabah l bin Jaber como o primeiro monarca do Kuwait. A actual família real do Kuwait, Al-Sabah, são descendentes de Sabah I. Durante o governo de Al-Sabah, o Kuwait tornou-se progressivamente um centro de comércio, tendo já servido como um centro de comércio entre a Índia, o chamado corno de África, o Néjede, a Mesopotâmia e o Levante.
     Até ao advento da cultura japonesa de ostras de pérolas, o Kuwait tinha uma das frotas de mar na região do Golfo Pérsico e uma indústria florescente de pérolas. O comércio, até então, consistia principalmente em pérolas, madeira, especiarias, tâmaras e cavalos.
     No final do Século XIX, a maior parte da Península Arábica ficou sob a influência do Império Otomano. Os otomanos reconheceram a autonomia da dinastia al-Sabah mas, mesmo assim, reivindicou a soberania sobre o Kuwait.
     Em 1899 o Kuwait fez um Tratado com o Reino Unido, dando o controle britânico sobre a política externa do Kuwait em troca de protecção e subsídios anuais.
     Em 2 de Agosto de 1990 as forças iraquianas invadiram e anexaram o Kuwait. Saddam Hussein, então presidente do Iraque, depôs o então Emir do Kuwait, Jaber Al-Sabah, e instalou Ali Hassan al-Majid como o novo governador do Kuwait. Durante a ocupação do Iraque, cerca de 1.000 civis do Kuwait foram mortos e mais 300 mil moradores fugiram do país.

Poços de petróleo incendiados no Kuwait, durante a Guerra do Golfo

     Após o falhanço de uma série de negociações diplomáticas, uma coligação de trinta e quatro nações, liderada pelos Estados Unidos, combateu na Guerra do Golfo Pérsico, a fim de expulsar as forças iraquianas do Kuwait. Em 26 de Fevereiro de 1991, a coligação conseguiu expulsar as forças iraquianas, restaurando o poder do Emir do Kuwait. O Kuwait pagou US$ 17 milhões às forças da coligação pelos seus esforços de guerra.
     Durante a acção da coligação, as forças armadas iraquianas realizaram uma política de terra arrasada, prejudicando 737 poços de petróleo no Kuwait dos quais, aproximadamente, 600 foram incendiados. Estima-se que naquela altura cerca de 5 a 6 milhões de barris (950 mil m³) de petróleo foram queimados num único dia por causa destes incêndios.



Al Hamra Tower, na Cidade do Kuweit,
é a torre esculpida mais alta do mundo


Cultura:
     Dentro dos estados árabes do Golfo, a cultura do Kuwait é a mais próxima da cultura do Bahrain; isso é evidente na estreita associação entre os dois Estados em termos de acentos, alimentos e roupas, além dos graus semelhantes de abertura nas duas sociedades. A cultura do Kuwait, como muitas outras culturas árabes, dá muita importância à hospitalidade.

     A saudação: os kuwaitianos, tradicionalmente, cumprimentam-se apertando as mãos e beijando as bochechas. Tradicionalmente, os homens e as mulheres não trocam mais do que algumas palavras e, ocasionalmente, apertam a mão em saudação, para respeitar a privacidade das mulheres. No entanto, é comum que as mulheres e os homens se cumprimentem dando um beijo na bochecha se existir relacionamento entre eles. Também é costume, em cumprimento, fazer uma longa série de perguntas sobre saúde, parentes, seus empregos, etc.

     Chá e café: a hospitalidade é frequentemente mostrada através da oferta de chá e café. É raro que um hóspede entre numa casa, escritório ou mesmo em algumas lojas, sem lhe ser oferecido chá ou café. Os beduínos do Kuwait interpretam habitualmente como um insulto, se o anfitrião rejeitar a oferta.

Gastronomia: a alimentação tem um papel importante na cultura do Kuwait. O prato tradicional do Kuwait é conhecido como Machboos e é composto por cordeiro, frango ou peixe, misturado com um monte de arroz cozido, semelhante ao indiano biryani. Molhos curry e pequenos pratos complementam o prato principal. É tradicionalmente comido com as mãos, mas actualmente muitos preferem comer com talheres, à moda ocidental. Normalmente, a comida é preparada e servida em grandes quantidades sendo muito comum convidar para partilhar a alimentação.

Diwaniah: O Diwaniah é uma instituição exclusiva da cultura do Kuwait que não é conhecida noutros países do Golfo. As reuniões Diwaniah de homens ocorrem geralmente à noite, uma, duas, três vezes por semana ou até mesmo todos os dias. Geralmente, os homens reúnem-se em poltronas confortáveis, discutindo qualquer assunto, seja de ordem política, social, económica, local ou internacional, sem medo de perseguição. Os diwanahs podem ser vistos como um símbolo e uma prova do espírito democrático e da liberdade de expressão no país. Normalmente, o anfitrião serve chá ou um lanche. Alguns comerciantes e membros do parlamento anunciam a sua Diwaniah nos jornais, a fim de que os membros do público possam visitar.
     As mulheres, às vezes, têm a sua Diwaniah, embora não tão frequente, nunca misturando com homens.




Principais recursos naturais:
Petróleo, peixe, camarão e gás natural.


Datas comemorativas:
Dia da Independência - 19 de Junho - Celebra a data da independência, do Reino Unido, em 1961.



Símbolos nacionais:
Bandeira nacional;
Brasão de Armas;
Hino Nacional - Al-Nasheed Al-Watani (em árabe: النشيد الوطني);
Insígnia da Força Aérea do Kuwait.


Insígnia da Força Aérea do Kuwait



Capital:                                                              Língua oficial:
Cidade do Kuwait                                           Árabe


Paisagem urbana nocturna da Cidade do Kuwait



Moeda oficial:                                                  Tipo de Governo:
Dinar kuwaitiano (KWD)                                Emirado constitucional


Data de admissão como membro da ONU (Organização das Nações Unidas):
14 de Maio de 1963.


Organizações / Relações internacionais:

  • ONU - Organização das Nações Unidas;
  • AALCO - Associação Jurídica Consultiva Afro-Asiática;
  • CCG - Conselho de Cooperação do Golfo;
  • COI - Comité Olímpico Internacional;
  • FMA - Fundo Monetário Árabe;
  • Grupo dos 77 - Nações em desenvolvimento;
  • IHO - Organização Hidrográfica Internacional;
  • INTERPOL - Organização Internacional de Polícia Criminal;
  • IPU - União Inter-Parlamentar;
  • IRENA – Agência Internacional para as Energias Renováveis;
  • IRU - União Internacional de Transportes Rodoviários;
  • IUCN - União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais;
  • LEA - Liga dos Estados Árabes;
  • MIGA - Agência Multilateral de Garantia de Investimentos;
  • MNA - Movimento dos Países Não-Alinhados;
  • OCI - Organização para a  Cooperação Islâmica;
  • OMC - Organização Mundial do Comércio;
  • OPAEP - Organização dos Países Árabes Exportadores de Petróleo;
  • OPEP - Organização dos Países Exportadores de Petróleo;
  • OPCW - Organização para a Proibição de Armas Químicas;
  • PCA - Tribunal Permanente de Arbitragem;
  • PSIWMD - Iniciativa de Segurança contra a Proliferação de Armas de Destruição Maciça;
  • WCO - Organização Mundial das Alfândegas;
  • WIPO - Organização Mundial da Propriedade Intelectual.

Fonte:
Wikipedia, a enciclopédia livre

22 outubro 2015

Jordânia

المملكة الأردنّيّة الهاشميّة
(Al-Mamlakah al-Urduniyah al-Hashimiyah)
Reino Hachemita da Jordânia



Brasão de Armas





Bandeira





















Localização:
Ásia, Médio Oriente, Sudoeste asiático.


Origem / Pequeno resumo histórico:
     O território que hoje é a Jordânia é parte de uma região historicamente rica, que tem início em 2.000 a.C., quando os Semitas formaram uma colónia à volta do Rio Jordão numa área chamada Canaã. Posteriormente, toda esta região, ao longo do tempo, foi invadida ou colonizada pelos egípcios, israelitas, assírios, babilónios, persas, gregos, romanos, muçulmanos árabes, cruzadas cristãs, turcos otomanos e, finalmente, britânicos.
Petra, uma das sete maravilhas do
mundo moderno (UNESCO)
     No fim da Primeira Guerra Mundial, o território que agora compreende Israel, a Jordânia, a Faixa de Gaza e Jerusalém foi concedido ao Reino Unido, assim como o controlo da Palestina e da Transjordânia (pertencente ao Mandato Britânico da Palestina). Em 1922 a Grã-Bretanha dividiu o controlo, estabelecendo o semi-autónomo Emirado da Transjordânia, regido pelo príncipe hachemita Abdullah, enquanto continuou a administração da Palestina sob um alto-comissário britânico. O domínio sob a Transjordânia terminou em 22 de Maio de 1946. Em 25 de Maio do mesmo ano o país tornou-se independente, como Reino Hachemita da Transjordânia. O tratado especial de defesa com o Reino Unido terminou em 1957.

     Em 1950 o país foi renomeado para “Reino Hachemita da Jordânia” para incluir as porções da Palestina anexadas pelo Rei Abdullah. Enquanto reconhecia a administração jordana sobre a Cisjordânia, os Estados Unidos mantiveram a posição de que a soberania definitiva era assunto para um futuro acordo.
     Em 1991 a Jordânia aceitou, juntamente com representantes da Síria, Líbano e Palestina, participar em negociações de paz directas com Israel, mediadas pelos Estados Unidos e Rússia. Foi negociado o fim das hostilidades com Israel e assinado um tratado de paz em 25 de Julho de 1994. Desde então, a Jordânia procura manter a paz com todos os seus vizinhos.



Cultura:
A religião e a tradição desempenham um papel importante na moderna sociedade jordana. A sociedade local é relativamente tradicional, mas cada vez mais aberta aos efeitos da globalização. A Jordânia é considerada um dos países mais cosmopolitas do mundo árabe.
De acordo com o Centro de Estudos Estratégicos, 90% dos jordanos muçulmanos descrevem-se como "religioso" ou "relativamente religioso", sendo que 52% dos jordanos afirmam que as práticas religiosas são "assuntos privados que devem ser diferenciadas da vida social e política"

Mansaf, o prato tradicional da Jordânia

Artes – A arte na Jordânia é representada através de muitas instituições com o objectivo de aumentar a consciência cultural em artes plásticas e visuais e para representar o movimento artístico na Jordânia e seu amplo espectro de criatividade em diversas áreas, tais como na pintura, escultura, arte em vídeo, fotografia, artes gráficas, cerâmica e arquitectura.
     A Jordan National Gallery of Fine Arts é um grande museu de arte contemporânea localizado em Amã, na capital jordana.



Principais recursos naturais:
Gás natural, fosfatos, potássio e xisto betuminoso.


Datas comemorativas:
Dia da Independência – 25 de Maio – Celebra a independência, da Liga das Nações, em 1946.



Símbolos nacionais:
Bandeira Nacional;
Brasão de Armas;
Hino Nacional - "As-Salam al-Malaki al-Urdoni" (em árabe لسلام الملكي الأرد, que significa "Longa vida ao Rei da Jordânia");
Insígnia da Força Aérea da Jordânia.

Insígnia da Força Aérea da Jordânia


Lema:
الله، الوطن، الملك - (Allāh, al-Waan, al-Malik) - (Deus, Pátria e Rei).


Capital:                                               Língua oficial:
Amã                                                    Árabe


Moeda oficial:                                     Tipo de Governo:
Dinar jordano (JOD)                           Monarquia constitucional


Data de admissão como membro da ONU (Organização das Nações Unidas):
14 de Dezembro de 1955.


Organizações / Relações internacionais:
  • ONU - Organização das Nações Unidas;
  • COI - Comité Olímpico Internacional;
  • FMA - Fundo Monetário Árabe;
  • Grupo dos 77 - Nações em desenvolvimento;
  • ICDO - Organização Internacional de Protecção Civil;
  • INTERPOL - Organização Internacional de Polícia Criminal;
  • IPU - União Inter-Parlamentar;
  • IRENA – Agência Internacional para as Energias Renováveis;
  • IRU - União Internacional de Transportes Rodoviários;
  • IUCN - União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais;
  • LEA - Liga dos Estados Árabes;
  • MIGA - Agência Multilateral de Garantia de Investimentos;
  • MNA - Movimento dos Países Não-Alinhados;
  • OCI - Organização para a  Cooperação Islâmica;
  • OIM - Organização Internacional para as Migrações;
  • OMC - Organização Mundial do Comércio;
  • OPCW - Organização para a Proibição de Armas Químicas;
  • PCA - Tribunal Permanente de Arbitragem;
  • PEV - Política Europeia de Vizinhança;
  • PSIWMD - Iniciativa de Segurança contra a Proliferação de Armas de Destruição Maciça;
  • RAMSAR - Convenção sobre as Zonas Húmidas de Importância Internacional;
  • TPI - Tribunal Penal Internacional;
  • UIC - União Internacional dos Caminhos-de-Ferro;
  • UPM - União para o Mediterrâneo;
  • WCO - Organização Mundial das Alfândegas;
  • WIPO - Organização Mundial da Propriedade Intelectual;


Património Mundial (UNESCO):
  • Cidade do Reino Nabateu de Petra (1985);
  • Palácio de Qusair Amra (1985);
Palácio de Qusair Amra (UNESCO)

  • Sítio arqueológico de Um er-Rasas (Kastrom Mefa'a) (2004);
Sítio arqueológico de Um er-Rasas (UNESCO)

  • Área Protegida de Wadi Rum (2011);
Área protegida de Wadi Rum (UNESCO)

  • Sítio baptismal de Betânia do Além-Jordão (Al-Maghtas) (2015).
Sítio baptismal de Betânia do Além-Jordão (UNESCO)


Património Cultural e Imaterial da Humanidade (UNESCO):
  • Espaço Cultural dos Bedu de Petra e Wadi Rum (2008) – Os beduínos (Bedu) são um povo pastoral semi-nómada que habita no sul da Jordânia, particularmente perto de Petra e de Wadi Rum, uma região de deserto e de planaltos semi-áridos. Estas condições têm possibilitado a co-existência de comunidades nómadas e sedentárias, que mantém um relacionamento complementar, e permitiram aos Bedu preservar conhecimentos específicos sobre a flora e a fauna da região, medicinas tradicionais, criação de camelos, fabrico de tendas, rastreio de animais e escalada, e rituais relacionados com a arte de fazer café e com a hospitalidade. Os Bedu desenvolveram um profundo conhecimento do seu ambiente, grande criatividade cultural, e um código social e moral complexo – tudo isso transmitido oralmente.

Fonte:
Wikipedia, a enciclopédia livre

06 maio 2015

Israel

מְדִינַת יִשְׂרָאֵל
دَوْلَةُ إِسْرَائِيلَ
Estado de Israel


Bandeira


Brasão




















Localização:
Ásia, Sudoeste Asiático, Médio Oriente


Origem / Pequeno resumo histórico:
Etimologia - O nome Israel é o único precedido pelo determinativo para povo, assinalando a sua distinção em relação às populações de cidades-Estado presentes na mesma inscrição, o que sugere uma identidade contrastante com a dos seus vizinhos.
     É consensual entre os académicos a derivação de Israel a partir de uma forma verbal semita ocidental como śārâ (lutar, prevalecer, reinar [com]), e do elemento teofórico El ("Deus"), o que indicia que a designação poderá ter partido do próprio povo que a usou, podendo-se supor que partilharia uma identidade cultural e uma noção comum de religiosidade (culto a El), assim como, talvez, uma propensão para a guerra.

Réplica do segundo Templo, no Museu de Israel, em Jerusalém,
destruído no ano 70 pelo Império Romano.

História - O moderno Estado de Israel tem as suas raízes históricas e religiosas na Terra de Israel (Eretz Israel), um conceito central para o judaísmo desde os tempos antigos, e no coração dos antigos reinos de Israel e Judá. Após o nascimento do sionismo político, em 1897, e da Declaração de Balfour, a Liga das Nações concedeu ao Reino Unido o Mandato Britânico da Palestina após a Primeira Guerra Mundial, com a responsabilidade para o estabelecimento de "…tais condições políticas, administrativas e económicas para garantir o estabelecimento do lar nacional judaico, tal como previsto no preâmbulo e no desenvolvimento de instituições autónomas, e também para a salvaguarda dos direitos civis e religiosos de todos os habitantes da Palestina, sem distinção de raça e religião… ".
     Em Novembro de 1947 as Nações Unidas recomendaram a divisão da Palestina num Estado judeu, um Estado árabe e uma administração directa das Nações Unidas sob Jerusalém. A divisão foi aceite pelos líderes sionistas, mas rejeitada pelos líderes árabes, o que conduziu à Guerra Civil de 1947-1948. 
     Israel declarou sua independência em 14 de Maio de 1948 e Estados árabes vizinhos atacaram o país no dia seguinte. Desde então, Israel travou uma série de guerras com os Estados árabes vizinhos e, como consequência, controla territórios para além dos delineados no Armistício israelo-árabe de 1949. Algumas das fronteiras internacionais do país continuam em disputa, mas Israel assinou tratados de paz com o Egipto e com a Jordânia e, apesar de esforços para resolver o conflito com os palestinianos, até agora só se encontrou sucesso limitado.
     O centro financeiro de Israel é Tel Aviv, enquanto Jerusalém é a cidade mais populosa do país e sua capital (embora não seja reconhecida como tal pela comunidade internacional). A população israelita, conforme definido pelo Escritório Central de Estatísticas de Israel, foi estimada em 2012 em 7.879.500 pessoas, das quais 5.930.000 eram judias. Os árabes formam a segunda maior etnia do país, com 1.622.500 de pessoas. A grande maioria dos árabes israelitas são muçulmanos, além de uma população menor, mas significativa de beduínos do Negev e árabes cristãos. Outras minorias incluem várias denominações étnicas e etno-religiosas, como os drusos, circassianos, samaritanos e maronitas, entre outros.

Vista parcial do Mar da Galileia, o maior lago de água doce de Israel.

Cultura:
     Israel possui uma cultura diversificada, devido à diversidade de sua população: os judeus de todo o mundo trouxeram as suas tradições culturais e religiosas, criando uma grande mistura de crenças e costumes judaicos. Foram quatro mil anos de tradição, um século de sionismo e quase cinquenta anos como estado moderno, que também contribuíram para sua notável mescla cultural das mais de setenta comunidades que a compõem. A sua população nacional, no que respeita à cultura, tem à sua disposição a revista “Ariel”, publicada desde 1962, cobre toda a produção artística, desde a poesia à arquitectura, passando pela pintura, escultura e arqueologia.
     Israel é o único país no mundo onde a vida gira em torno do calendário hebraico. Férias de trabalho e escolares são determinadas pelas festas judaicas, e o dia oficial de descanso é o sábado, o shabat. A subtancial minoria árabe também deixou a sua impressão sobre a cultura israelita, em áreas como arquitectura, música e culinária, que tem entre seus principais pratos tradicionais, o Pessach, o Chanuká, o Charosset, o Farfel e o Kamish Broit.
     No cinema, a produção não é tão mesclada: conta desde o seu início, em 1950, a experiência e a realidade israelita.

Literatura - A literatura israelita é composta, principalmente, por poesia e prosa escrita em hebraico, como parte do renascimento do hebraico como uma língua falada desde meados do Século XIX, embora um pequeno corpo de literatura seja publicada noutras línguas, como o árabe e inglês. Por lei, duas cópias de todos os impressos publicados em Israel deve ser depositada na Biblioteca Nacional, na Universidade Hebraica de Jerusalém. Em 2001, a lei foi alterada para incluir gravações áudio e vídeo, e outros tipos de mídia não-impressa.
     Em 2006, 85% dos 8000 livros da biblioteca nacional foi ttraduzido para o hebraico. A Semana do Livro Hebraico (He: שבוע הספר) é realizada uma vez por ano, em junho, com feiras, leituras públicas e visitas de autores israelitas. Durante essa semana, o maior prémio literário de Israel, o Prémio Sapir, é apresentado. Em 1966, Shmuel Yosef Agnon partilhou o Prémio Nobel de Literatura com a autora alemã-judia Nelly Sachs.

Museus - O Museu de Israel, em Jerusalém, é uma das mais importantes instituições culturais da nação. Abriga os Pergaminhos do Mar Morto, juntamente com uma extensa colecção de arte europeia e judaica. O Museu Nacional do Holocausto de Israel, o Yad Vashem, abriga o maior arquivo do mundo de informações relacionadas com o holocausto. O Beth Hatefutsoth (Museu da Diáspora), na Universidade de Tel Aviv, é um museu interactivo dedicado à história das comunidades judaicas de todo o mundo.

Culinária - Israel dispõe de pratos da cozinha local e pratos trazidos para o país por imigrantes judeus de todo o mundo. Desde a criação do Estado, em 1948, e particularmente desde a década de 1970, uma cozinha especificamente israelita teve o deu desenvolvimento.
     A cozinha israelita adquiriu elementos de vários estilos da culinária judaica, em particular os estilos da culinária mizrahi, sefardita e ashkenazi, juntamente com as influência culinárias de judeus marroquinos, iraquianos, etíopes, indianos, iranianos e iemenitas. Incorpora também muitos alimentos tradicionalmente consumidos nas cozinhas dos estados árabes, Médio Oriente e Mar Mediterrâneo, como falafel, homus, xacxuca, cuscuz e za'atar, que se tornaram pratos essenciais em Israel.

Exemplo de um pequeno-almoço israelita

Música e dança - A música de Israel contém influências adquiridas através de imigrantes de todo o mundo. Música iemenita, melodias árabes e europeias, jazz, pop, rock, reggae, rap e hip-hop são as mais presentes e influentes na produção musical contemporânea.
     As canções folclóricas nacionais, conhecidas como "Sons da Terra de Israel", lidam com as experiências dos pioneiros na construção da pátria judaica. Umas das orquestras de maior renome do mundo é a Filarmónica de Israel, fundada há mais de sete décadas, que realiza mais de duzentos concertos por ano em todo o mundo.
     Israel produziu também muitos músicos de qualidade, alguns de fama internacional e na categoria de virtuosos: Itzhak Perlman, Pinchas Zukerman e Ofra Haza, Arik Einstein, Yardena Arazi, Ishtar, Idan Raichel e Naomi Shemer.
     Acompanhando a produção musical, está a dança, que se divide entre a artística e a folclórica. Considerada uma expressão de alegria, a dança faz parte das celebrações religiosas, nacionais, comunitárias e familiares. A ramificação folclórica é um misto de tradição judaica e não judaica, cultivada desde os idos de 1940, e apresenta-se em constante desenvolvimento, entre as fontes históricas e as modernas, misturando estilos bíblicos e contemporâneos, não servindo apenas para manter as tradições. Já a artística, foi introduzia na década de 1920, por professores e praticantes fiéis vindos da Europa.

Desporto - A Macabíada Mundial, um evento no estilo olímpico para atletas judeus, teve a sua primeira edição na década de 1930 e, desde 1957, é realizada a cada quatro anos. Os desportos mais populares em Israel são o futebol e o basquetebol. Em 1964, Israel foi a sede e venceu o Campeonato da Ásia de Futebol.
     Na década de 1970, Israel foi excluído dos Jogos Asiáticos de 1978 como resultado da pressão exercida pelos países participantes do Médio Oriente. A exclusão levou Israel a mudar da Ásia para a Europa, deixando de participar das competições asiáticas.
     Em 1994, a UEFA concordou em reconhecer Israel e todas as organizações de futebol do país como competidores na Europa. A Ligat ha'Al é a liga de futebol do país e a Ligat HaAl é a liga de basquetebol. O clube Maccabi Tel Aviv BC ganhou o campeonato europeu de basquetebol cinco vezes.      Bersebá tornou-se um centro nacional de xadrez e lar de muitos campeões deste desporto da antiga União Soviética, sendo a cidade com mais grandes mestres de xadrez em todo o mundo. A cidade foi a sede do Campeonato Mundial de Xadrez por Equipas em 2005, e este desporto é ensinado nas creches da cidade. Em 2007, o israelita Boris Gelfand empatou em segundo lugar no Campeonato Mundial de Xadrez.


Principais recursos naturais:
Gás natural, madeira, cobre e argila.


Datas comemorativas:
Dia da Independência – quinto dia do mês judaico de Iyar (entre 16 de Abril e 15 de Maio) – Dia em que David Ben-Gurion, o primeiro Ministro de Estado, declarou a independência do Estado, em 1948.


Símbolos nacionais:
Bandeira Nacional;
Brasão de Armas;
Hino Nacional - Hatiḳṿa (no alfabeto hebraico התקוה; em português "A Esperança"), também chamado Hatikvah, Hatikva ou ha-Tikvá(h);
Insígnia da Força Aérea de Israel.

Insígnia da Força Aérea de Israel


Capital:                                                                   Línguas oficiais:
Jerusalém (disputada)                                      Hebraico, árabe e inglês


Imagens de Jerusalém

Moeda oficial:                                                 Tipo de Governo:
Novo Shekel (NIS)                                          República parlamentarista


Data de admissão como membro da ONU (Organização das Nações Unidas):
11 de Maio de 1949.


Organizações / Relações internacionais:
  • ONU - Organização das Nações Unidas;
  • APCE - Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa (observador);
  • CERN - Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear (estatuto especial);
  • COI - Comité Olímpico Internacional;
  • INTERPOL - Organização Internacional de Polícia Criminal;
  • IPU - União Inter-Parlamentar;
  • IRENA – Agência Internacional para as Energias Renováveis;
  • IRU - União Internacional de Transportes Rodoviários;
  • IUCN - União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais;
  • MIGA - Agência Multilateral de Garantia de Investimentos;
  • OCDE - Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico;
  • OCEMN - Organização de Cooperação Económica do Mar Negro (observador);
  • OIM - Organização Internacional para as Migrações;
  • OIV - Organização Internacional da Vinha e do Vinho;
  • OMC - Organização Mundial do Comércio;
  • OPCW - Organização para a Proibição de Armas Químicas (tratado assinado mas não ratificado);
  • PCA - Tribunal Permanente de Arbitragem;
  • PEV - Política Europeia de Vizinhança;
  • PSIWMD - Iniciativa de Segurança contra a Proliferação de Armas de Destruição Maciça;
  • RAMSAR - Convenção sobre as Zonas Húmidas de Importância Internacional;
  • UIC - União Internacional dos Caminhos-de-Ferro;
  • UNIDROIT - Instituto Internacional para a Unificação do Direito Privado;
  • UPM - União para o Mediterrâneo;
  • WCO - Organização Mundial das Alfândegas.


Património Mundial (UNESCO):
  • Cidade antiga de Jerusalém e seus muros (1981) - A Cidade Antiga e as suas muralhas foram nomeadas pela UNESCO Património Mundial da Humanidade em 1981, por indicação da Jordânia. Devido à história conflitual da cidade e sua soberania indefinida, o país de localização do sítio não está especificado na lista da UNESCO. Em perigo desde 1982;
Cidade antiga de Jerusalém (UNESCO)
  • Massada (2001);

Massada (UNESCO)

  • Cidade Antiga de Acre (2001);

Cidade antiga de Acre (UNESCO)
  • Cidade Branca de Tel Aviv - o Movimento Moderno (2003);
  • Rota do Incenso - Cidades do Deserto do Neguev (2005);
  • Tels Bíblicas - Megiddo, Hazor, Beer-Sheba (2005);
  • Lugares Santos Bahá’is em Haifa e Galileia Ocidental (2008);

Sede mundial Bahá'í, em Haifa (UNESCO)
  • Sítios de evolução humana no Monte Carmelo: as grutas de Nahal Me’arot / Wadi el-Mughara (2012);
Sítios de evolução humana no Monte Carmelo (UNESCO)
  • Parque nacional Beit Guvrin-Maresha: Cavernas de Maressa e Bet-Guvrin na Baixa Judeia (2014).

Fonte:
Wikipedia, a enciclopédia livre.