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Bandeira |
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Brasão de Armas |
Localização:
Europa, Europa Central, Europa Ocidental, Nação transcontinental.
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França e os seus territórios ultramarinos |
Divisão administrativa:
A República Francesa é dividida administrativamente em 101 departamentos: 96 departamentos metropolitanos e 5 departamentos ultramarinos (DOM - Départements d'outre-mer), colectividades territoriais integradas na República Francesa, ao mesmo nível dos departamentos metropolitanos. São os seguintes:
(Apresentam-se as bandeiras e os brasões de armas. Quando a bandeira não é apresentada, a bandeira oficial é a bandeira da França)
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Brasão de Armas de Martinica |
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Brasão de Armas de Guadalupe |
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Brasão de Armas do Departamento
da Guiana Francesa |
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Bandeira do Departamento da Guiana Francesa |
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Brasão de Armas da
Ilha de Reunião |
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Brasão de Armas da Ilha de Mayotte |
A República Francesa possui ainda 5 colectividades ultramarinas (COM - Collectivité d'outre-mer), tipo de divisão administrativa definida na última reforma constitucional francesa, em 2003. São as seguintes:
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Brasão de Armas da Polinésia Francesa |
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Bandeira da Polinésia Francesa |
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Brasão de Armas de
Saint-Pierre et Miquelon |
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Brasão de Armas de Wallis-et-Futuna |
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Brasão de Armas de Saint-Martin |
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Brasão de Armas de
S. Bartolomeu |
Com estatuto de colectividade «sui generis», anexado à França:
Nova Caledónia
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Brasão de Armas da
Nova Caledónia |
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Bandeira independentista não oficial da Nova Caledónia |
Como território ultramarino francês - Terras Austrais e Antárcticas Francesas (TAAF - Terres Australes et Antarctiques Françaises), constituídas por 5 distritos:
- Ilhas de São Paulo e Amsterdam;
- Ilhas Crozet;
- Ilhas Kerguelen;
- Ilhas Dispersas do Oceano Índico (5 grupos de pequenas ilhas: Bassas da Índia, Europa, Gloriosas, João da Nova e Tromelin);
- Terra Adélia.
Terras Austrais e Antárcticas Francesas
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Brasão de Armas |
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Bandeira |
Origem / Pequeno resumo histórico:
Etimologia – O
nome Francia refere-se à área original do norte da Europa, que era habitada, ou
melhor, dominada por guerreiros germânicos que se chamavam a si próprios de francos.
Francia é uma adaptação latina do Século III do termo Franko(n), nome que os
francos deram à região quando estavam sob o seu domínio, actualmente localizada
provavelmente no que hoje corresponde à região de Flandres, na Bélgica.
Realmente,
a partir dos Séculos III e IV, os romanos já tinham tido contacto com os
francos. Os romanos vieram a contratá-los como mercenários para o seu exército, e
bem antes das invasões germânicas leva o nome dos francos uma tribo
germânica, cujo nome significa "homens livres", tendo sido formada
tardiamente e instalada numa parte do terreno do Império Romano.
História – As
culturas mais antigas são as do paleolítico (50000-8000 a.C.), que deixaram
rica herança artística de pinturas rupestres, como as pinturas das Grutas de Lascaux.
No Século
VII a.C. os gregos estabeleceram uma colónia em Marselha e negociaram com o interior
através do vale do Ródano. No Século V a.C. a cultura de La Tène estendeu-se do
leste da Gália até ao resto do mundo celta.
As fronteiras da
França moderna são muito semelhantes às fronteiras da antiga
Gália, território
habitado pelos gauleses, de origem celta. A
Gália foi conquistada pelos romanos
no Século I a.C., e os gauleses acabaram por adoptar a cultura e a língua
latinas. Em 121 a.C., os romanos ocuparam
Marselha, a que chamaram
Massilia, e
fundaram outros assentamentos no interior, que constituíram a base territorial
da província romana da
Gália Narbonense. Júlio César conquistou o resto da
Gália entre 58 e 51 a.C., consolidando o poder romano.
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Maison Carrée, templo da cidade galo-romana de Nemauso
(actual Nímes), um dos mais bem conservados vestígios
do Império Romano. |
Apesar da monarquia
francesa ser muitas vezes datada do Século V, a existência da França como país
costuma ser fixada no Século IX com o Tratado de Verdun, que definiu a partilha
do Império Franco de Carlos Magno nas porções ocidental, central e oriental (a
central foi absorvida pelas outras duas). A parte oriental pode ser considerada
a origem histórica da Alemanha; já a parte ocidental formou o país que viria a
ser conhecido como França.
Durante cerca de meio
milénio a França tem sido uma grande potência, com forte influência económica,
cultural, militar e política no âmbito europeu e global. Durante muito tempo o
país exerceu um papel de liderança e hegemonia na Europa (principalmente a
partir da segunda metade do Século XVII e parte do XVIII). Ao longo daqueles
dois séculos, a França iniciou a colonização de várias áreas do planeta e,
durante o Século XIX e início do Século XX, chegou a constituir o segundo maior
império da história, o que incluía grande parte da América do Norte, África
Central e Ocidental, Sudeste Asiático e muitas ilhas do Pacífico.
A nação francesa
tem seus principais ideais expressos na Declaração dos Direitos do Homem e do
Cidadão. A República Francesa é definida como indivisível, laica, democrática e
social pela sua constituição.
A França é um dos países mais desenvolvidos do
mundo, possui a quinta maior economia do mundo por PIB nominal, a nona maior por
paridade do poder de compra e a segunda maior de toda a Europa. O país goza de
um alto padrão de vida, bem como um elevado nível de escolaridade pública, além
de ter uma das mais altas expectativas de vida do mundo. A França foi
classificada como o melhor provedor de saúde pública do mundo pela Organização
Mundial de Saúde (OMS). É o país mais visitado do mundo, recebendo 82 milhões
de turistas estrangeiros por ano.
A França tem o terceiro
maior orçamento militar do mundo, a terceira maior força militar da OTAN e o
maior exército da União Europeia, além de ser um dos cinco membros permanentes
do Conselho de Segurança das Nações Unidas e possuir o terceiro maior número de
armas nucleares do mundo.
O país é um dos membros fundadores da União Europeia
e possui a maior área e a segunda maior economia do bloco. É também membro
fundador da Organização das Nações Unidas, além de ser membro da Francofonia,
do G8, do G20, da OTAN, da OCDE, da OMC e da União Latina.
Cultura:
A França tem
sido, desde há séculos, um centro de criação cultural. Muitos artistas franceses
estiveram entre os mais famosos de seu tempo e a França é ainda reconhecida no
mundo pela sua rica tradição cultural.
Os sucessivos
regimes políticos sempre promoveram a criação artística. A criação do
Ministério da Cultura, em 1959, ajudou a preservar o património cultural do
país e a torná-lo disponível ao público. O Ministério da Cultura tem sido muito activo
desde a sua criação na concessão de subsídios aos artistas, promovendo a cultura
francesa no mundo, apoiando festivais e eventos culturais, além de proteger
monumentos históricos. O governo francês também conseguiu manter uma lei de excepção
cultural, a fim de defender produtos audiovisuais feitos no país.
A França recebe
o maior número de turistas por ano, em grande parte graças aos inúmeros
estabelecimentos culturais e edifícios históricos implantados em todo o seu
território. Dispõe de 1.200 museus que recebem mais de 50 milhões de pessoas
anualmente. Os locais culturais mais importantes são mantidos pelo governo, por
exemplo, através da agência pública do Centro Nacional de Monumentos, que tem
cerca de uma centena de monumentos históricos nacionais sob seu cuidado.
Os 43.180
edifícios protegidos como monumentos históricos incluem principalmente
residências (muitos castelos) e edifícios religiosos (catedrais, basílicas,
igrejas, etc), mas também estátuas, memoriais e jardins. A UNESCO inscreveu 39 locais na França como Património Mundial.
Belas artes e
arquitectura - As primeiras manifestações artísticas vêm do período
pré-histórico, em estilo franco-cantábrico. A época carolíngia marca o
nascimento de uma escola de iluminadores que se prolongará ao longo de toda a
Idade Média, culminando nas ilustrações do livro As Riquíssimas Horas do de João de Valois, Duque
de Berry.
Os pintores clássicos do Século XVII francês são Poussin e Lorrain.
No Século XVIII predomina o estilo rococó, com Watteau, Boucher e Fragonard. Nos
finais do século começa o classicismo de Jacques-Louis David. O romantismo está
dominado pelas figuras de Géricault e Delacroix.
A escultura evoluiu por
diversos estilos, sobressaindo em todos eles o pré-histórico, romano,
cristão, românico, gótico, renascentista, barroco e rococó, neoclássico (Frédéric
Auguste Bartholdi: Estátua da Liberdade), romântico (Auguste Rodin: O pensador),
e os contemporâneos.
Em relação à arquitectura, os celtas deixaram seus rastros também na construção de grandes monólitos
ou megalitos, e a presença grega desde o Século VI a. C. que hoje é recordada
na herança clássica de Marselha. O estilo românico tem exemplos na Maison
Carrée, templo romano edificado entre 138-161 a. C., ou no Pont du Gard construído
entre os anos 1940 e 60 d. C., em Nimese, declarado património universal em 1985.
Em França foi inventado o estilo gótico, plasmado em Catedrais como as de Chartres,
Amiens, Notre Dame ou Estrasburgo. O renascimento surgido na Itália, tem o seu
estilo arquitectónico representado magistralmente no Castelo de Blois ou no Palácio
de Fontainebleau, entre outros.
A arte barroca (também de origem italiana), e o rococó
(invenção francesa) têm obras extraordinárias em França, tais como o Palácio do Louvre e o Panthéon de Paris, entre tantos outros. O modernismo ou
arte moderna na arquitectura engloba todo o Século XIX e a primeira metade do
XX, e Gustave Eiffel revolucionou a teoria e prática arquitectónica de seu
tempo na construção de gigantescas pontes e no emprego de materiais como o aço. A sua obra mais famosa é a Torre Eiffel. Outro grande ícone da
arquitectura universal é Le Corbusier, um inovador celebrado
especialmente pelos seus aportes urbanísticos nas edificações de vivendas e
conjuntos habitacionais.
Literatura – A
França é o país com o maior número de Prémios Nobel de Literatura. Tanto os
cidadãos franceses, como os francófonos de outros países (como o belga Maurice
Maeterlinck, o senegalês Léopold Sédar Senghor ou o luxemburguês Daniel
Herrendorf), compõem o que se denomina como literatura francesa, uma das mais influentes em todo o mundo, marcando a
literatura de importantes autores, países e línguas. Tal é o caso do cubano Alejo
Carpentier ou do denominado "boom latino-americano". Entre dezenas de autores franceses famosos em todo o mundo, destaca-se Victor Hugo, uma das figuras emblemáticas de França, cuja competência é comparável a Luís de Camões ou a Shakespeare.
Música – Na
música francesa destaca-se o canto gregoriano, com origem antes do ano 1.000, empregado
nas liturgias. A Polifonia teve a sua origem em França. Na denominada Ars Antiqua, atribui-se a Carlos Magno o Scholae Cantorum (783).
Os Juramentos de Estrasburgo é a obra lírica francesa mais importante da Idade Média, período no que se
desenvolvem as Canções de Gesto como a Canção de Roland. A França foi o berço
dos trovadores no Século XII. Durante o Romantismo Paris converte-se no centro musical do mundo. Na actualidade a França mantém um lugar privilegiado na criação musical, graças a novas
gerações de compositores. Dentro dos expoentes da música popular francesa encontram-se cantores e músicos como Edith Piaf, Mireille Mathieu, Dalida, Charles Aznavour, Vanessa
Paradis, Serge Gainsbourg e Gilbert Becaud.
Desporto – A
França foi, por duas vezes, a sede dos Jogos Olímpicos de Verão: a segunda edição, em 1900, e a oitava edição em 1924. Também foi a sede dos Jogos Olímpicos de Inverno por três vezes: a primeira edição, em 1924, a décima edição em 1968, e a
décima-sexta edição em 1992
A França é
tradicionalmente forte no futebol. Foi a sede da Copa do Mundo FIFA por duas vezes.
A primeira em 1938, quando a Itália conquistou o título. A
segunda em 1998, quando a Selecção Francesa de Futebol, após duas tentativas
frustradas de chegar à fase final nas Copas de 1958 e 1986, pôde finalmente
chegar à final da competição. Durante o mundial, os jogos foram realizados nas
cidades de Saint-Denis, Marselha, Paris, Lens, Lyon, Nantes, Toulouse, Saint-Étienne,
Bordeaux, e Montpellier. O Mundial foi conquistado pela própria França, selecção
anfitriã, sagrando-se pela primeira vez campeã na história, ao vencer a Selecção
Brasileira de Futebol por 3 a 0 na final.
Nos Jogos Olímpicos de Verão, a
França já foi medalha de ouro na modalidade masculina, em 1984. No futebol
feminino, a melhor posição da Selecção Francesa foi o 4º lugar na Copa do Mundo
de Futebol Feminino de 2011 e nos Jogos Olímpicos de Verão de 2012.
A França também
tem forte tradição no ténis. Foi a sede do Grand Slam de Roland Garros e já foi 9
vezes campeã da Copa Davis. René Lacoste, no entanto, foi o único tenista
francês a ser nº 1 do mundo.
Um dos maiores desportistas
da história da França foi Alain Prost, quatro vezes campeão do Mundial de Pilotos
da Fórmula 1, considerado um dos mais bem sucedidos pilotos da categoria de
todos os tempos.
A França vem
tendo resultados expressivos na natação mundial com nomes como Alain Bernard, Frédérick
Bousquet, Laure Manaudou e Camille Muffat (todos ex-recordistas mundiais e
medalhistas olímpicos). O destaque histórico é Jean Boiteux, o primeiro francês
campeão olímpico na natação.
No atletismo, a
França tem como destaques históricos Alain Mimoun, Marie-José Perec e Renaud
Lavillenie.
Outro destaque
francês é o judoca Teddy Riner, tido como praticamente imbatível em sua
categoria. Entre 2007 e 2012 ele foi penta-campeão mundial na categoria de +100kg e
em 2012 foi campeão olímpico.
A destacar, igualmente, a culinária e o cinema franceses, mundialmente famosos.
Principais recursos naturais:
Carvão, ferro, bauxita, zinco, urânio, antimónio, arsénio,
potássio, feldspato, fluorita, gesso e madeira.
Datas comemorativas:
Dia Nacional - 14 de Julho - Celebra a Tomada da Bastilha,
durante a Revolução Francesa, em 1789, e a Fête de la Fédération, em 1790.
Símbolos nacionais:
Bandeira Nacional;
Brasão de Armas;
Hino Nacional - La Marseillaise - ("A Marselhesa");
Insígnia da Força Aérea Francesa;
Insígnia da Aviação Naval Francesa.
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Insígnia da Força Aérea Francesa |
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Insígnia da Aviação Naval Francesa |
Lema:
Liberté, Égalité, Fraternité ("Liberdade, Igualdade,
Fraternidade").
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Imagens de Paris, capital de França |
Capital: Língua
oficial:
Paris Francês
Moeda oficial: Tipo
de Governo:
Euro (adoptado em 1 de Janeiro de 2002) República unitária
presidencialista
Data de admissão como membro da ONU (Organização das Nações
Unidas):
24 de Outubro de 1945
Data de entrada na UE (União Europeia):
25 de Março de 1957 (membro fundador)
Organizações / Relações internacionais:
Património Mundial (UNESCO):
- Basílica e Colina de Vézelay (1979);
- Catedral de Chartres (1979);
- Grutas Decoradas do Vale do Vézère (1979);
- Mont-Saint-Michel
e a sua Baía (1979);
- Palácio e Parque de Versailles (1979);
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Catedral de Chartres (1145), símbolo
máximo da Arte Gótica em França (UNESCO) |
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Monte de Saint-Michel, Século XI (UNESCO) |
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Palácio e Parque de Versalhes (UNESCO), uma das atracções turísticas
mais populares de França. |
- Abadia Cisterciense de Fontenay (1981);
- Catedral de Amiens (1981);
- Monumentos Romanos e Românicos de Arles (1981);
- Palácio e Parque de Fontainebleau (1981);
- Teatro Antigo e seus arredores e Arco do Triunfo de Orange (1981);
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Catedral de Amiens (UNESCO) |
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Teatro antigo de Orange, um dos teatros Romanos
mais bem preservados do mundo (Século I) (UNESCO) |
- Salina Real de Arc-et-Senans (1982); extensão às Grandes
Salinas de Salins-les-Bains (2009);
- Golfo de Porto: Golfo Girolata, Reserva Natural de Scandola e
Calanches de Piana na Córsega (1983);
- Abadia de
Saint-Savin-sur-Gartempe (1983) ;
- Place Stanislas, Place
de la Carrière e Place d'Alliance em Nancy (1983);
- Pont du Gard, Nimese (1985);
- Grande Île,
Estrasburgo (1988);
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Pont du Gard, aqueduto romano
(UNESCO) |
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Vista parcial de Grand Île, Estrasburgo (UNESCO) |
- Catedral de Notre-Dame de Reims, Antiga Abadia de Saint-Remi
e Palácio de Tau, Reims (1991);
- Paris, Margens do Sena (1991);
- Catedral de Bourges (1992);
- Centro Histórico de Avinhão (1995);
- Canal do Midi (1996);
- Monte Perdido, Pirenéus (1997, 1999) (sítio transfronteiriço partilhado com Espanha);
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Palácio dos Papas, Avinhão
(UNESCO) |
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Catedral de Notre-Dame de Reims
(UNESCO) |
- Cidade Histórica Fortificada de Carcassonne (1997);
- Caminhos de Santiago de Compostela em França (1998);
- Sítio Histórico de Lyon (1998);
- Campanários da Bélgica e da França (1999, 2005) (sítio
transfronteiriço com a Bélgica);
- Jurisdição de Saint-Émilion
(1999);
- Vale do Loire entre
Sully-sur-Loire e Chalonnes-sur-Loire (2000);
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Cidade Histórica fortificada de Carcassonne (UNESCO) |
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Castelo de Azay-le-Rideau, Vale do Loire (UNESCO) |
- Provins, Vila Franca Medieval (2001);
- Le Havre, a Cidade Reconstruída por Auguste Perret (2005);
- Bordéus, Porto da lua (2007);
- Fortificações de Vauban (2008);
- Lagoas da Nova Caledónia (2008) Nota: na Nova Caledónia,
Oceânia;
- Cidade Episcopal de Albi (2010);
- Picos, circos e escarpas da Ilha da Reunião (2010);
- Causses e Cevenas, Paisagem Cultural Agro-pastorícia
Mediterrânica (2011);
- Sítios palafíticos pré-históricos em redor dos Alpes (2011) (sítio
internacional em 6 países);
- Bacia mineira de Nord-Pas de Calais (2012);
- Caverna decorada de Pont d'Arc, conhecida como Chauvet-Pont
d'Arc, Ardèche (2014).
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Sítios palafíticos pré-históricos ao redor dos Alpes
(UNESCO) |
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Cidadela de Beçanson, incluída nas
Fortificações de Vauban (UNESCO) |
Património Cultural Imaterial da Humanidade (UNESCO):
- As procissões dos Gigantes e dos Dragões em Cassel, Douai,
Pézenas et Tarascon (2008) (partilhado com a Bélgica);
- Traçado tradicional das estruturas de casas francesas
(2009);
- Tapeçaria de Aubosson (2009);
- Maloya, música, canto e dança da ilha nativa de Reunião
(2009);
- Paghjella, o canto tradicional masculino oral, secular e litúrgico
da Córsega (2009);
- Tradição da renda de agulhas de Alençon (2010);
- A refeição gastronómica dos franceses (2010);
- A tradição do companheirismo, modo de transmissão de
conhecimentos e identidade de ofícios (2010);
- Equitação tradicional francesa (2011);
- Fest-noz, encontro festivo com base na prática colectiva de
danças tradicionais da Bretanha (2012);
- Falcoaria, um património humano vivo (2012) (partilhado com
mais 12 países);
- Ostensions septenal Limousin (2013) - São grandes cerimónias e
procissões organizadas a cada sete anos para a exposição e adoração de
relíquias de santos católicos mantidos nas igrejas da província francesa de Limousin.
Fonte:
Wikipedia, a enciclopédia livre.