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24 janeiro 2016

Liechtenstein

Fürstentum Liechtenstein
Principado de Liechtenstein





Bandeira
Brasão de Armas





















Localização:
Europa, Europa Central, Europa Ocidental.


Origem / Pequeno resumo histórico:
Etimologia - Listenstaine (em alemão: Liechtenstein) significa literalmente, na língua local, "pedra clara" (liechten stein). A sua associação com o principado deve-se a ter sido a família Liechtenstein a comprar e unir os condados de Schellenberg e Vaduz, dando origem ao actual território do país. O Sacro Imperador Romano-Germânico permitiu à dinastia o renomeação da sua nova propriedade com o próprio apelido de família. Tal sobrenome, por sua vez, vem do Castelo de Liechtenstein, na Áustria, habitado pela família séculos antes.
História - O Principado do Liechtenstein é um micro-estado (país com menos de 1.000 Km2 ) com 160,4 Km2, que desfrutou de um território incorruptível ao longo da História. As suas fronteiras permaneceram quase imutáveis desde 1434, quando o Reno estabelecia a fronteira entre o Sacro Império Romano Germânico e os cantões da Suíça.
Uma estrada romana atravessa a região de sul para norte, atravessando os Alpes pelo desfiladeiro de Splügen até às margens do Reno, num terreno cujas custosas e frequentes inundações impediam a sua habitação.
A dinastia de Liechtenstein, cujo principado tomou por seu o nome do Castelo de Liechtenstein, na Áustria e onde vivia a família aristocrata. A Johann-Adam Liechtenstein, um príncipe de Viena, com possessões na Boémia, na Baixa Áustria, na Styria e na Morávia, foi barrada a entrada para o Conselho de Príncipes, que rodeava e influenciava directamente os Habsbugos. Então comprou Schellenberg em 1699 e Vaduz em 1712. Tudo isto devido à corrida desenfreada dos nobres e Senhores às terras circundantes da Família Habsburgo. É elevado, então, a Principado Imperial de Liechtenstein, como um feudo do Sacro Império Romano-Germânico
O Liechtenstein tornou-se um estado soberano em 1806, quando ratifica a Confederação do Reno junto a Napoleão I, após a dissolução do Sacro Império. O condado foi ocupado pelas tropas francesas durante alguns anos, mas recupera a sua independência em 1815 com a Confederação Germânica. 



Castelo de Vaduz, a residência oficial do Príncipe do Liechtenstein.

Cultura:
A cultura de Liechtenstein, embora seja um micro-estado, e portanto um país aparentemente sem espaço territorial para se tornar um símbolo cultural, desenvolveu-se a partir da cultura de outros países, como a Alemanha, a França e a Suíça. Sendo assim, a cultura é muito semelhante à da Suíça e à da Alemanha.
Artes - Nas artes, o Liechtenstein surge num plano recuado na Europa, sendo que a maioria do seu património mais notável foi construído durante a Idade Média. A arquitectura é efectivamente apropriada ao local montanhoso, encravado nos alpes.
Na pintura e na escultura, e outras artes decorativas, não é um país de referência. Porém, estas artes cresceram fielmente durante o período do barroco e prosperaram durante o neoclassicismo. Mas só no panorama nacional, não se podendo apontar grandes artistas no país.
Porém, o país tem alguns museus de referência como a Colecção dos Príncipes, que inclui obras de Pieter Paul Rúbens, o Museu Nacional de Arte, o Museu de Belas Artes do Liechtenstein (o Kunstmuseum que alberga obras de Jan Steen, Anthony van Dyck, Umberto Boccioni, Fernando Botero, Paul Klee, Dalí, John Constable, Sol LeWitt, Millet, Picasso e Francis Picabia e outros) e poucos outros. Curiosamente, a Escola de Barbizon é a mais popular nas colecções dos museus de arte do estado, com largas representações deste movimento artístico.
No âmbito da música e do teatro, pode dizer-se que estes constituem uma importante parte da cultura do país. Existem várias organizações como a Companhia Musical do Liechtenstein, entre outras fundações de renome internacional.



Edifício do Parlamento e sede do Governo, em Vaduz

Principais recursos naturais:
Não possui recursos naturais de valor.

Datas comemorativas:
Dia Nacional - 15 de Agosto - Comemorado no dia anterior ao aniversário do Príncipe Franz Joseph II (1906-1989), o primeiro soberano a viver no país.


Símbolos nacionais:
Bandeira nacional;
Brasão de Armas;
Hino nacional - Oben am jungen Rhein - ("Acima pelo jovem Reno")


Lema:
"Für Gott, Fürst und Vaterland" - ("Por Deus,o Príncipe e a Pátria")


Vista parcial de Vaduz, capital do Liechtenstein


Capital:                                                           Língua oficial:
Vaduz                                                             Alemão


Algumas ruas de Vaduz


Moeda oficial:                                                 Tipo de Governo:
Franco Suíço (CHF)                                       Monarquia constitucional


Data de admissão como membro da ONU (Organização das Nações Unidas):
18 de Setembro de 1990


Organizações / Relações internacionais:
  • ONU – Organização das Nações Unidas;
  • OMC – Organização Mundial do Comércio;
  • APCE – Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa;
  • CoE – Conselho da Europa;
  • COI – Comité Olímpico Internacional;
  • EFTA – Associação Europeia de Livre Comércio;
  • INTERPOL – Organização Internacional de Polícia Criminal;
  • IPU – União Inter-Parlamentar;
  • IRENA – Agência Internacional para as Energias Renováveis;
  • IUCN – União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais;
  • OPCW – Organização para a Proibição de Armas Químicas;
  • OSCE – Organização para a Segurança e Cooperação na Europa;
  • PCA – Tribunal Permanente de Arbitragem;
  • PSIWMD – Iniciativa de Segurança contra a Proliferação de Armas de Destruição Maciça;
  • RAMSAR – Convenção sobre as Zonas Húmidas de Importância Internacional;
  • TPI – Tribunal Penal Internacional;
  • WIPO – Organização Mundial da Propriedade Intelectual.


Fonte:
Wikipedia, a enciclopédia livre.

11 março 2015

Hungria

Magyarország
Hungria


Brasão de Armas
 


Bandeira

















Localização:
Europa, Europa Central, Europa de Leste.


Origem / Pequeno resumo histórico:
     Segundo a historiografia húngara, a história da Hungria estende-se desde a travessia dos Cárpatos pelas tribos magiares até à actualidade. No Século IX os magiares (conhecidos como húngaros na maioria das línguas ocidentais) eram um povo nómada com origem nas planícies euro-asiáticas. Formavam uma confederação de sete tribos magiares e três tribos cabares aliadas; o nome "Hungria" / "húngaros" provavelmente procede do termo turco Onogur, que significa "dez flechas", indicando força militar unificada no simbolismo nómada.

Chegada dos húngaros às Planícies da Panónia em 895.
Pintura do final do Século XIX, Árpád Feszty.
     
     Em 896 fixaram-se temporariamente na bacia do alto rio Tisza, e por volta de 911 em torno do lago Balaton. Mais tarde, viriam a ocupar parcialmente o que é hoje o leste da Áustria e o sul da Eslováquia. Após a sua derrota na batalha de Lechfeld em 955, fixaram-se definitivamente na bacia dos Cárpatos.
     Segundo relatos posteriores redigidos por ordem dos Árpáds, era o chefe tribal magiar de nome Árpád que liderava as tribos húngaras na conquista da bacia dos Cárpatos, no Século IX. Governante tribal do que é hoje o oeste da Hungria, mas também o soberano nominal das sete tribos magiares, o príncipe Géza, da casa de Árpád, empreendeu um plano de integração da Hungria à Europa cristã (ocidental), adoptando um modelo ocidental de Estado. Indicou como seu sucessor o seu filho Vajk (mais tarde conhecido como Estêvão).
     A Hungria foi estabelecida como um reino cristão sob o reinado de Estêvão I, coroado rei em Dezembro de 1000 d.C. (ou Janeiro de 1001). Em 1006 Estevão já havia firmado o seu controle do reino, eliminando os rivais que haviam tentado apoiar as tradições pagãs ou buscar uma aliança com o Império Bizantino. Deu início a extensas reformas para converter a Hungria num estado feudal europeu, inclusive com conversões forçadas ao Cristianismo.
     A invasão mongol de 1241 e 1242 foi um golpe severo para a Hungria. Depois da destruição do exército húngaro na batalha de Muhi e a fuga do Rei Bela IV, o país foi devastado, com a morte de um terço da população. Somente cidades e mosteiros fortificados lograram repelir o assalto. Após o refluxo dos mongóis, o rei Bela ordenou a construção de castelos de fronteira (végvár), os quais se revelaram particularmente importantes durante o avanço do Império Otomano, a partir do Século XIV.
     O último rei forte foi Matias Corvino. Filho do senhor feudal João Hunyadi, que chefiou as tropas húngaras no cerco de Nándorfehérvár (Belgrado), Matias herdou a visão de seu pai no sentido de constituir um império suficientemente poderoso na Europa Central, de maneira a fazer frente aos otomanos. Expandiu as fronteiras da Hungria para o sul e noroeste, promovendo importantes reformas internas.
     Após a morte de Matias, o fraco rei Vladislau II, da linhagem polaco-lituana dos Jagelões, não conseguiu evitar que o poder efectivo passasse para as mãos da nobreza, apesar de governar, em tese, todas as áreas conquistadas por Matias, com excepção da Áustria.
     Em 1514, teve início a rebelião camponesa de György Dózsa, na Grande Planície (Alföld) e na Transilvânia, esmagada impiedosamente pela nobreza. Com o progressivo enfraquecimento do poder central, a Hungria viu-se incapaz de resistir às investidas do Império Otomano – em 1521, Nándorfehérvár caiu e, em 1526, o exército húngaro foi aniquilado na batalha de Mohács.
     Após um período conturbado politicamente na década de 1920, e após o suicídio de Teleki Pál, primeiro-ministro húngaro que não concordava com uma Hungria nazi e não via saída frente ao domínio alemão, assumiu István Bethlen, a Hungria aliou-se aos nazis alemães a partir de 1930, durante a Grande Depressão, na expectativa, conforme explicações de seus líderes da época, de obter de volta os territórios perdidos. E foi o que aconteceu: entre 1938 e 1941 a Hungria retomou territórios como a Eslováquia, a Rutênia, a Transilvânia e parte da Jugoslávia. Em 1941 declarou guerra à União Soviética, mesmo enfraquecida, pois até então seguia as intenções alemãs. Houve sucessivas derrotas, milhares de soldados húngaros foram enviados a campos de guerra em situações precárias onde foram aniquilados cerca de 40 000 homens, após a mudança de lado de vários países e principalmente da Romênia, a Hungria tentou um acordo com os Aliados, mas não foi aceite. Em Março de 1944 Hitler ordenou a invasão da Hungria. Depois de diversas batalhas por toda a Hungria, os alemães foram derrotados em 4 de Abril de 1944.
     Como consequência, no fim da Segunda Guerra Mundial tornou-se um Estado comunista sob a influência de Moscovo. A Revolução de 1956 foi a oportunidade para que os húngaros se manifestassem contra o regime soviético instalado no país. Após o primeiro-ministro Imre Nagy implantar reformas democráticas, apoiado pela população, a União Soviética invadiu a Hungria e, pela força das armas, acabou com a revolução, prendeu Nagy e executou-o pouco tempo depois.
     No final da década de 1980, a Hungria foi um dos primeiros países da órbita soviética a procurar dissolver o Pacto de Varsóvia e a evoluir para uma democracia pluri-partidária e para uma economia de mercado.
     As primeiras eleições livres nessa nova fase da história da Hungria foram realizadas em 1990, onde, com poucos votos, os socialistas foram rechaçados. Mas, em 1994, voltaram ao poder, apoiados pela queda do padrão de vida e da economia húngara. Desde então, socialistas e centro-direitistas disputam o poder político na Hungria. Seguiu-se uma aproximação com o Ocidente que levou o país a aderir à OTAN em 1999 e à União Europeia em 2004.


Cultura:
     Muitos matemáticos importantes, tais como János Bolyai, Paul Erdös e John von Neumann eram húngaros.

Literatura -Os poetas mais importantes da Hungria são Sándor Petőfi, János Arany, Endre Ady e Attila József. Autores importantes na prosa são Mór Jókai e Imre Kertész, que recebeu o Prémio Nobel da Literatura em 2002. No drama húngaro, o autor mais importante é József Katona.
     Nos tempos antigos, a língua húngara era escrita com um alfabeto rúnico. O país mudou para o alfabeto latino após ser cristianizado sob o reino de Estevão I (1000-1038). Não existem documentos anteriores ao Século XI, sendo o mais antigo relato em húngaro um fragmento do documento de fundação da Abadia de Tihany (1055), na qual contém muitos termos húngaros, entre elas as palavras “feheruuaru rea meneh hodu utu rea”, "até a estrada militar de Fehérvár". O resto do documento está em latim. O mais antigo texto completo é o "Sermão e Oração para Funeral" (Halotti beszéd és könyörgés) (1192–1195), a tradução de um sermão em Latim.
     O mais antigo poema é o "Lamentos de Maria", tradução do Latim do Século XIII. É também o mais antigo poema Fino-Úgrico.
     Entre as primeiras crónicas sobre a história húngara está o Gesta Hungarorum ("Feitos dos Húngaros") e o Gesta Hunnorum et Hungarorum ("Feitos dos Hunos e dos Húngaros") por Simon Kézai, ambos em latim. Outra crónica conhecida é a Képes krónika ("Crónica Ilustrada"), que foi escrita por Luis, o Grande.

Ciência e tecnologia - A Hungria é famosa pelo seu excelente ensino na matemática, que produziu diversos cientistas de sucesso, tais como Paul Erdös, famoso por ter seus trabalhos produzidos em 40 línguas na qual os números de Erdõs ainda são procurados; János Bolyai, que desenvolveu a geometria não euclidiana em 183, e John Von Neumann, um pioneiro da computação digital, que leva o seu nome numa das arquitecturas de processadores para computadores. Muitos dos cientistas judeus, como Erdõs e Von Neumann, sofreram perseguições durante a época do anti-semitismo na Europa e fizeram as suas contribuições nos Estados Unidos.
     Muitas invenções são atribuídas a inventores húngaros. Algumas delas são os fósforos sem barulho de János Irinyi, o Cubo de Rubik de Ernő Rubik, e a lâmpada de criptónio de Imre Bródy. Ainda mais invenções são de húngaros, como a holografia (Dennis Gabor), a caneta esferográfica (László Bíró), a teoria da Bomba de hidrogénio (Edward Teller) e a linguagem de programação BASIC (John Kemeny, com Thomas E. Kurtz). Estes últimos inventores registraram seus produtos nos Estados Unidos devido à  Segunda Guerra Mundial.

Goulash, um dos pratos típicos
Gastronomia - A cozinha húngara tem uma posição de destaque na cultura da Hungria, com tradicionais pratos como o goulash, difundido por todo o mundo e uma das bases da culinária húngara. A batata é usada em diversos pratos, e as sopas e os guisados são componentes da culinária dos húngaros.
     Os pratos são geralmente temperados com páprica, cebola e pimenta preta. Os guisados são geralmente encontrados com elementos tradicionais, como carne de porco e de gado, como usado no pörkölt. Existe ainda, diversas sobremesas tais como o somlói galuska, que é um doce coberto de creme de laranja ou rum.


Desporto - No desporto colectivo destaca-se o pólo aquático, bem como o lançamento de martelo. Também possui muita tradição a natação, pela qual a Hungria conseguiu muitos sucessos internacionais, com nadadores como Tamás Darnyi, László Cseh, Krisztina Egerszegi e Katinka Hosszú.
     A figura máxima no desporto de todos os tempos foi o futebolista Ferenc Puskás, que realizou uma majestosa carreira no clube de futebol espanhol Real Madrid e na Selecção húngara de futebol,        Até meados do Século XX a Hungria também foi considerada como uma potência no futebol. Possui dois vice-campeonatos do mundo, em 1938 e em 1954. A selecção húngara de futebol também é a maior vencedora de olimpíadas com três títulos olímpicos conquistados nos jogos olímpicos de verão de 1952, 1964 e 1968, e até hoje possui o recorde das duas maiores goleadas aplicadas em campeonatos do mundo, com um 10 x 1 sobre a selecção salvadorenha no campeonato de 1982 e 9 x 0 sobre a selecção sul-coreana no campeonato de 1954, e foi a primeira selecção não britânica a derrotar em solo inglês a selecção inglesa, e em pleno estádio de Wembley, em 1953.
     A Hungria tem, ainda, a grande jogadora de ténis Zsofia Jakab que está jogando pela Longwood University actualmente, além da maior jogadora de xadrez de todos os tempos, Judit Polgar.
     Também se destaca, desde 1986, a realização do Grande Prémio de F-1, no autódromo da capital. Uma pista onde, segundo os críticos especializados no automobilismo, foi realizado o GP de F1 mais emocionante da era moderna do desporto, em 1990, com a vitória de Therry Boutsen na Williams-Renault.
     A melhor participação da Hungria nos Jogos Olímpicos foi em 1952, quando obteve um terceiro lugar no quadro geral de medalhas.


Principais recursos naturais:
Fontes de bauxite, carvão e gás natural (limitados).


Datas comemorativas:
Festa Nacional - 15 de Março - Data comemorativa da Revolução de 1848 e da luta que se seguiu pela independência, nascimento da Hungria parlamentar moderna;


Dia da Libertação da Hungria - 4 de Abril - Celebra a data em que as forças alemãs foram expulsas do país pelo Exército Vermelho, na II Guerra Mundial;


Dia Nacional - 20 de Agosto - Celebra-se o maior feriado na Hungria, data nacional oficial e festa litúrgica em memória de Santo Estêvão ou Estêvão I da Hungria, fundador do Reino da Hungria e primeiro Rei da Hungria. Santo Estêvão foi canonizado em 1083 e, desde então, os húngaros prestam homenagem ao grande monarca;


Dia da República - 23 de Outubro - Comemoração do início da Revolução e luta pela independência, em 1956. Comemora igualmente o Dia da Proclamação da Independência da República da Hungria, da União Soviética, em 1989.



Símbolos nacionais:
Bandeira Nacional;
Brasão de Armas;
Hino Nacional - "Himnusz" ("Isten, áldd meg a magyart") - Hino ("Deus, abençoe os húngaros")
Insígnia da Força Aérea da Hungria.

Insígnia da Força Aérea da Hungria (FAH)
Insígnia de baixa visibilidade da FAH










Capital:                                                              Língua oficial:
Budapeste                                                        Húngaro


Imagens de Budapeste, capital da Hungria


Moeda oficial:                                                  Tipo de Governo:
Florim húngaro (HUF)                                     República Parlamentarista


Parlamento de Budapeste, nas margens do Rio Danúbio

Data de admissão como membro da ONU (Organização das Nações Unidas):
14 de Dezembro de 1955.


Data de entrada na União Europeia:
1 de Maio de 2004.


Organizações / Relações internacionais:
  • ONU - Organização das Nações Unidas;
  • EU - União Europeia;
  • AG - Grupo Austrália;
  • AIE - Agência Internacional de Energia;
  • APCE - Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa;
  • BERD - Banco Europeu para a Reconstrução e o Desenvolvimento;
  • CD - Comunidade das Democracias;
  • CERN - Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear;
  • CLIMS - Comité de Ligação Internacional dos Organismos Militares Sociais;
  • COI - Comité Olímpico Internacional;
  • G-20 - (países em desenvolvimento);
  • GFN - Grupo de Fornecedores Nucleares;
  • INTERPOL - Organização Internacional de Polícia Criminal;
  • IPU - União Inter-Parlamentar;
  • ICO - Organização Internacional do Café;
  • IRU - União Internacional de Transportes Rodoviários;
  • IUCN - União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais;
  • MIGA - Agência Multilateral de Garantia de Investimentos;
  • NATO / OTAN - Organização do Tratado do Atlântico Norte;
  • OCDE - Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico;
  • OIM - Organização Internacional para as Migrações;
  • OIV - Organização Internacional da Vinha e do Vinho;
  • OMC - Organização Mundial do Comércio;
  • OPCW - Organização para a Proibição de Armas Químicas;
  • OSCE - Organização para a Segurança e Cooperação na Europa;
  • PCA - Tribunal Permanente de Arbitragem;
  • PSIWMD - Iniciativa de Segurança contra a Proliferação de Armas de Destruição Maciça;
  • CONVENÇÃO DE RAMSAR - Convenção sobre as Zonas Húmidas de Importância Internacional;
  • TEDH - Tribunal Europeu dos Direitos Humanos;
  • TPI - Tribunal Penal Internacional;
  • UIC - União Internacional dos Caminhos-de-Ferro;
  • UIHJ - União Internacional dos Oficiais de Justiça;
  • UPM - União para o Mediterrâneo;
  • WCO - Organização Mundial das Alfândegas;
  • V4 - Grupo de Visegrád.


Património Mundial (UNESCO):
  • Budapeste, com as Margens do Danúbio, o Bairro do Castelo de Buda e a Avenida Andrássy (1987, 2002);
  • Antiga Vila de Hollókő e o seu Ambiente (1987);
  • Grutas Cársicas de Aggtelek e da Eslováquia (1995, 2000) (sítio transfronteiriço com a Eslováquia);
  • Abadia Beneditina Milenar de Pannonhalma e o seu Ambiente Natural (1996);
  • Parque Nacional de Hortobágy - a Puszta (1999);
  • Necrópole Paleocristã de Pécs (2000);
  • Paisagem Cultural de Fertö / Neusiedlersee (2001) (sítio transfronteiriço com a Áustria);
  • Paisagem Cultural Histórica da Região Vinícola de Tokaj (2002).
Vista geral do castelo de Buda (UNESCO)

Paisagem Cultural Histórica da região Vinícola de Tokaj (UNESCO)

Fonte:
Wikipedia, a enciclopédia livre

03 dezembro 2014

França

République française
República Francesa


Bandeira
Brasão de Armas





















Localização:
Europa, Europa Central, Europa Ocidental, Nação transcontinental.


França e os seus territórios ultramarinos


Divisão administrativa:
A República Francesa é dividida administrativamente em 101 departamentos: 96 departamentos metropolitanos e 5 departamentos ultramarinos (DOM - Départements d'outre-mer), colectividades territoriais integradas na República Francesa, ao mesmo nível dos departamentos metropolitanos. São os seguintes:
(Apresentam-se as bandeiras e os brasões de armas. Quando a bandeira não é apresentada, a bandeira oficial é a bandeira da França)


Brasão de Armas de Martinica
Brasão de Armas de Guadalupe

















Brasão de Armas do Departamento
da Guiana Francesa



Bandeira do Departamento da
Guiana Francesa















Brasão de Armas da
Ilha de Reunião




Brasão de Armas da Ilha de Mayotte














A República Francesa possui ainda 5 colectividades ultramarinas (COM - Collectivité d'outre-mer), tipo de divisão administrativa definida na última reforma constitucional francesa, em 2003. São as seguintes:


Brasão de Armas da Polinésia Francesa



Bandeira da Polinésia Francesa















Brasão de Armas de
Saint-Pierre et Miquelon

Brasão de Armas de Wallis-et-Futuna


















Brasão de Armas de Saint-Martin

Brasão de Armas de
S. Bartolomeu

















Com estatuto de colectividade «sui generis», anexado à França:
Nova Caledónia




Brasão de Armas da
Nova Caledónia


Bandeira independentista não oficial da Nova Caledónia

















Como território ultramarino francês - Terras Austrais e Antárcticas Francesas (TAAF - Terres Australes et Antarctiques Françaises), constituídas por 5 distritos:

  • Ilhas de São Paulo e Amsterdam;
  • Ilhas Crozet;
  • Ilhas Kerguelen;
  • Ilhas Dispersas do Oceano Índico (5 grupos de pequenas ilhas: Bassas da Índia, Europa, Gloriosas, João da Nova e Tromelin);
  • Terra Adélia.



Terras Austrais e Antárcticas Francesas 

Brasão de Armas



Bandeira















Origem / Pequeno resumo histórico:
Etimologia – O nome Francia refere-se à área original do norte da Europa, que era habitada, ou melhor, dominada por guerreiros germânicos que se chamavam a si próprios de francos. Francia é uma adaptação latina do Século III do termo Franko(n), nome que os francos deram à região quando estavam sob o seu domínio, actualmente localizada provavelmente no que hoje corresponde à região de Flandres, na Bélgica.
     Realmente, a partir dos Séculos III e IV, os romanos já tinham tido contacto com os francos. Os romanos vieram a contratá-los como mercenários para o seu exército, e bem antes das invasões germânicas leva o nome dos francos uma tribo germânica, cujo nome significa "homens livres", tendo sido formada tardiamente e instalada numa parte do terreno do Império Romano.

História – As culturas mais antigas são as do paleolítico (50000-8000 a.C.), que deixaram rica herança artística de pinturas rupestres, como as pinturas das Grutas de Lascaux.
     No Século VII a.C. os gregos estabeleceram uma colónia em Marselha e negociaram com o interior através do vale do Ródano. No Século V a.C. a cultura de La Tène estendeu-se do leste da Gália até ao resto do mundo celta.
     As fronteiras da França moderna são muito semelhantes às fronteiras da antiga Gália, território habitado pelos gauleses, de origem celta. A Gália foi conquistada pelos romanos no Século I a.C., e os gauleses acabaram por adoptar a cultura e a língua latinas. Em 121 a.C., os romanos ocuparam Marselha, a que chamaram Massilia, e fundaram outros assentamentos no interior, que constituíram a base territorial da província romana da Gália Narbonense. Júlio César conquistou o resto da Gália entre 58 e 51 a.C., consolidando o poder romano.

Maison Carrée, templo da cidade galo-romana de Nemauso
(actual Nímes), um dos mais bem conservados vestígios
do Império Romano.

     Apesar da monarquia francesa ser muitas vezes datada do Século V, a existência da França como país costuma ser fixada no Século IX com o Tratado de Verdun, que definiu a partilha do Império Franco de Carlos Magno nas porções ocidental, central e oriental (a central foi absorvida pelas outras duas). A parte oriental pode ser considerada a origem histórica da Alemanha; já a parte ocidental formou o país que viria a ser conhecido como França.
     Durante cerca de meio milénio a França tem sido uma grande potência, com forte influência económica, cultural, militar e política no âmbito europeu e global. Durante muito tempo o país exerceu um papel de liderança e hegemonia na Europa (principalmente a partir da segunda metade do Século XVII e parte do XVIII). Ao longo daqueles dois séculos, a França iniciou a colonização de várias áreas do planeta e, durante o Século XIX e início do Século XX, chegou a constituir o segundo maior império da história, o que incluía grande parte da América do Norte, África Central e Ocidental, Sudeste Asiático e muitas ilhas do Pacífico.
     A nação francesa tem seus principais ideais expressos na Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão. A República Francesa é definida como indivisível, laica, democrática e social pela sua constituição.
     A França é um dos países mais desenvolvidos do mundo, possui a quinta maior economia do mundo por PIB nominal, a nona maior por paridade do poder de compra e a segunda maior de toda a Europa. O país goza de um alto padrão de vida, bem como um elevado nível de escolaridade pública, além de ter uma das mais altas expectativas de vida do mundo. A França foi classificada como o melhor provedor de saúde pública do mundo pela Organização Mundial de Saúde (OMS). É o país mais visitado do mundo, recebendo 82 milhões de turistas estrangeiros por ano.
     A França tem o terceiro maior orçamento militar do mundo, a terceira maior força militar da OTAN e o maior exército da União Europeia, além de ser um dos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança das Nações Unidas e possuir o terceiro maior número de armas nucleares do mundo.
     O país é um dos membros fundadores da União Europeia e possui a maior área e a segunda maior economia do bloco. É também membro fundador da Organização das Nações Unidas, além de ser membro da Francofonia, do G8, do G20, da OTAN, da OCDE, da OMC e da União Latina.

Cultura:
    A França tem sido, desde há séculos, um centro de criação cultural. Muitos artistas franceses estiveram entre os mais famosos de seu tempo e a França é ainda reconhecida no mundo pela sua rica tradição cultural.
     Os sucessivos regimes políticos sempre promoveram a criação artística. A criação do Ministério da Cultura, em 1959, ajudou a preservar o património cultural do país e a torná-lo disponível ao público. O Ministério da Cultura tem sido muito activo desde a sua criação na concessão de subsídios aos artistas, promovendo a cultura francesa no mundo, apoiando festivais e eventos culturais, além de proteger monumentos históricos. O governo francês também conseguiu manter uma lei de excepção cultural, a fim de defender produtos audiovisuais feitos no país.
     A França recebe o maior número de turistas por ano, em grande parte graças aos inúmeros estabelecimentos culturais e edifícios históricos implantados em todo o seu território. Dispõe de 1.200 museus que recebem mais de 50 milhões de pessoas anualmente. Os locais culturais mais importantes são mantidos pelo governo, por exemplo, através da agência pública do Centro Nacional de Monumentos, que tem cerca de uma centena de monumentos históricos nacionais sob seu cuidado.
     Os 43.180 edifícios protegidos como monumentos históricos incluem principalmente residências (muitos castelos) e edifícios religiosos (catedrais, basílicas, igrejas, etc), mas também estátuas, memoriais e jardins. A UNESCO inscreveu 39 locais na França como Património Mundial.

Belas artes e arquitectura - As primeiras manifestações artísticas vêm do período pré-histórico, em estilo franco-cantábrico. A época carolíngia marca o nascimento de uma escola de iluminadores que se prolongará ao longo de toda a Idade Média, culminando nas ilustrações do livro As Riquíssimas Horas do de João de Valois, Duque de Berry.
     Os pintores clássicos do Século XVII francês são Poussin e Lorrain. No Século XVIII predomina o estilo rococó, com Watteau, Boucher e Fragonard. Nos finais do século começa o classicismo de Jacques-Louis David. O romantismo está dominado pelas figuras de Géricault e Delacroix.
     A escultura evoluiu por diversos estilos, sobressaindo em todos eles o pré-histórico, romano, cristão, românico, gótico, renascentista, barroco e rococó, neoclássico (Frédéric Auguste Bartholdi: Estátua da Liberdade), romântico (Auguste Rodin: O pensador), e os contemporâneos.
Em relação à arquitectura, os celtas deixaram seus rastros também na construção de grandes monólitos ou megalitos, e a presença grega desde o Século VI a. C. que hoje é recordada na herança clássica de Marselha. O estilo românico tem exemplos na Maison Carrée, templo romano edificado entre 138-161 a. C., ou no Pont du Gard construído entre os anos 1940 e 60 d. C., em Nimese, declarado património universal em 1985.
     Em França foi inventado o estilo gótico, plasmado em Catedrais como as de Chartres, Amiens, Notre Dame ou Estrasburgo. O renascimento surgido na Itália, tem o seu estilo arquitectónico representado magistralmente no Castelo de Blois ou no Palácio de Fontainebleau, entre outros.
     A arte barroca (também de origem italiana), e o rococó (invenção francesa) têm obras extraordinárias em França, tais como o Palácio do Louvre e o Panthéon de Paris, entre tantos outros. O modernismo ou arte moderna na arquitectura engloba todo o Século XIX e a primeira metade do XX, e Gustave Eiffel revolucionou a teoria e prática arquitectónica de seu tempo na construção de gigantescas pontes e no emprego de materiais como o aço. A sua obra mais famosa é a Torre Eiffel. Outro grande ícone da arquitectura universal é Le Corbusier, um inovador celebrado especialmente pelos seus aportes urbanísticos nas edificações de vivendas e conjuntos habitacionais.

Literatura – A França é o país com o maior número de Prémios Nobel de Literatura. Tanto os cidadãos franceses, como os francófonos de outros países (como o belga Maurice Maeterlinck, o senegalês Léopold Sédar Senghor ou o luxemburguês Daniel Herrendorf), compõem o que se denomina como literatura francesa, uma das mais influentes em todo o mundo, marcando a literatura de importantes autores, países e línguas. Tal é o caso do cubano Alejo Carpentier ou do denominado "boom latino-americano". Entre dezenas de autores franceses famosos em todo o mundo, destaca-se Victor Hugo, uma das figuras emblemáticas de França, cuja competência é comparável a Luís de Camões ou a Shakespeare.

Música – Na música francesa destaca-se o canto gregoriano, com origem antes do ano 1.000, empregado nas liturgias. A Polifonia teve a sua origem em França. Na denominada Ars Antiqua, atribui-se a Carlos Magno o Scholae Cantorum (783).
     Os Juramentos de Estrasburgo é a obra lírica francesa mais importante da Idade Média, período no que se desenvolvem as Canções de Gesto como a Canção de Roland. A França foi o berço dos trovadores no Século XII. Durante o Romantismo Paris converte-se no centro musical do mundo. Na actualidade a França mantém um lugar privilegiado na criação musical, graças a novas gerações de compositores. Dentro dos expoentes da música popular francesa encontram-se cantores e músicos como Edith Piaf, Mireille Mathieu, Dalida, Charles Aznavour, Vanessa Paradis, Serge Gainsbourg e Gilbert Becaud.

Desporto – A França foi, por duas vezes, a sede dos Jogos Olímpicos de Verão: a segunda edição, em 1900, e a oitava edição em 1924. Também foi a sede dos Jogos Olímpicos de Inverno por três vezes: a primeira edição, em 1924, a décima edição em 1968, e a décima-sexta edição em 1992
     A França é tradicionalmente forte no futebol. Foi a sede da Copa do Mundo FIFA por duas vezes. A primeira em 1938, quando a Itália conquistou o título. A segunda em 1998, quando a Selecção Francesa de Futebol, após duas tentativas frustradas de chegar à fase final nas Copas de 1958 e 1986, pôde finalmente chegar à final da competição. Durante o mundial, os jogos foram realizados nas cidades de Saint-Denis, Marselha, Paris, Lens, Lyon, Nantes, Toulouse, Saint-Étienne, Bordeaux, e Montpellier. O Mundial foi conquistado pela própria França, selecção anfitriã, sagrando-se pela primeira vez campeã na história, ao vencer a Selecção Brasileira de Futebol por 3 a 0 na final.
     Nos Jogos Olímpicos de Verão, a França já foi medalha de ouro na modalidade masculina, em 1984. No futebol feminino, a melhor posição da Selecção Francesa foi o 4º lugar na Copa do Mundo de Futebol Feminino de 2011 e nos Jogos Olímpicos de Verão de 2012.
     A França também tem forte tradição no ténis. Foi a sede do Grand Slam de Roland Garros e já foi 9 vezes campeã da Copa Davis. René Lacoste, no entanto, foi o único tenista francês a ser nº 1 do mundo.
     Um dos maiores desportistas da história da França foi Alain Prost, quatro vezes campeão do Mundial de Pilotos da Fórmula 1, considerado um dos mais bem sucedidos pilotos da categoria de todos os tempos.
     A França vem tendo resultados expressivos na natação mundial com nomes como Alain Bernard, Frédérick Bousquet, Laure Manaudou e Camille Muffat (todos ex-recordistas mundiais e medalhistas olímpicos). O destaque histórico é Jean Boiteux, o primeiro francês campeão olímpico na natação.
     No atletismo, a França tem como destaques históricos Alain Mimoun, Marie-José Perec e Renaud Lavillenie.
     Outro destaque francês é o judoca Teddy Riner, tido como praticamente imbatível em sua categoria. Entre 2007 e 2012 ele foi penta-campeão mundial na categoria de +100kg e em 2012 foi campeão olímpico.
A destacar, igualmente, a culinária e o cinema franceses, mundialmente famosos.


Principais recursos naturais:
Carvão, ferro, bauxita, zinco, urânio, antimónio, arsénio, potássio, feldspato, fluorita, gesso e madeira.


Datas comemorativas:
Dia Nacional - 14 de Julho - Celebra a Tomada da Bastilha, durante a Revolução Francesa, em 1789, e a Fête de la Fédération, em 1790.



Símbolos nacionais:
Bandeira Nacional;
Brasão de Armas;
Hino Nacional - La Marseillaise - ("A Marselhesa");
Insígnia da Força Aérea Francesa;
Insígnia da Aviação Naval Francesa.


Insígnia da Força Aérea Francesa
Insígnia da Aviação Naval Francesa
















Lema:
Liberté, Égalité, Fraternité ("Liberdade, Igualdade, Fraternidade").


Imagens de Paris, capital de França


Capital:                                                                                             Língua oficial:
Paris                                                                                                 Francês


Moeda oficial:                                                                        Tipo de Governo:
Euro (adoptado em 1 de Janeiro de 2002)                              República unitária presidencialista


Data de admissão como membro da ONU (Organização das Nações Unidas):
24 de Outubro de 1945


Data de entrada na UE (União Europeia):
25 de Março de 1957 (membro fundador)


Organizações / Relações internacionais:
  • ONU - Organização das Nações Unidas;
  • UE - União Europeia;
  • AEC - Associação dos Estados das Caraíbas;
  • AG - Grupo Austrália;
  • AIE - Agência Internacional de Energia;
  • APCE - Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa;
  • CERN - Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear;
  • CLIMS - Comité de Ligação Internacional dos Organismos Militares Sociais;
  • COI - Comité Olímpico Internacional;
  • FMI - Fundo Monetário Internacional;
  • G7 - Grupo dos sete Países mais industrializados e desenvolvidos do mundo;
  • G7+5 - Grupo dos sete países mais industrializados do mundo mais o grupo de cinco países mais desenvolvidos;
  • G10 - Grupo de onze economias mais desenvolvidas;
  • GFN - Grupo de Fornecedores Nucleares;
  • ICO - Organização Internacional do Café;
  • IHO - Organização Hidrográfica Internacional;
  • INTERPOL - Organização Internacional de Polícia Criminal;
  • IPU - União Inter-Parlamentar;
  • IRENA - Agência Internacional para as Energias Renováveis;
  • IRU - União Internacional de Transportes Rodoviários;
  • IUCN - União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais;
  • ICDO - Organização Internacional de Protecção Civil (observador);
  • MIGA - Agência Multilateral de Garantia de Investimentos;
  • NATO / OTAN - Organização do Tratado do Atlântico Norte;
  • OCDE - Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico;
  • OCEMN - Organização de Cooperação Económica do Mar Negro (observador);
  • OIF - Organização Internacional da Francofonia;
  • OIM - Organização Internacional para as Migrações;
  • OIV - Organização Internacional da Vinha e do Vinho;
  • OMC - Organização Mundial do Comércio;
  • OPCW - Organização para a Proibição de Armas Químicas;
  • OSCE - Organização para a Segurança e Cooperação na Europa;
  • PCA - Tribunal Permanente de Arbitragem;
  • PIFS - Pacific Islands Fórum Secretariat (Fórum do Pacífico);
  • PSIWMD - Iniciativa de Segurança contra a Proliferação de Armas de Destruição Maciça;
  • TA - Tratado da Antárctida;
  • TACSA - Tratado de Amizade e Cooperação no Sudeste Asiático;
  • TEDH - Tribunal Europeu dos Direitos Humanos;
  • TPI - Tribunal Penal Internacional;
  • UIC - União Internacional dos Caminhos-de-Ferro;
  • UIHJ - União Internacional dos Oficiais de Justiça;
  • UL - União Latina;
  • UME - União Monetária Europeia;
  • UPM - União para o Mediterrâneo;
  • WCO - Organização Mundial das Alfândegas.


Património Mundial (UNESCO):
  • Basílica e Colina de Vézelay (1979);
  • Catedral de Chartres (1979);
  • Grutas Decoradas do Vale do Vézère (1979);
  • Mont-Saint-Michel e a sua Baía (1979);
  • Palácio e Parque de Versailles (1979);



Catedral de Chartres (1145), símbolo
máximo da Arte Gótica em França (UNESCO)



Monte de Saint-Michel, Século XI (UNESCO)














Palácio e Parque de Versalhes (UNESCO), uma das atracções turísticas
mais populares de França.


  • Abadia Cisterciense de Fontenay (1981);
  • Catedral de Amiens (1981);
  • Monumentos Romanos e Românicos de Arles (1981);
  • Palácio e Parque de Fontainebleau (1981);
  • Teatro Antigo e seus arredores e Arco do Triunfo de Orange (1981);


Catedral de Amiens (UNESCO)






Teatro antigo de Orange, um dos teatros Romanos
mais bem preservados do mundo (Século I) (UNESCO)



















  • Salina Real de Arc-et-Senans (1982); extensão às Grandes Salinas de Salins-les-Bains (2009);
  • Golfo de Porto: Golfo Girolata, Reserva Natural de Scandola e Calanches de Piana na Córsega (1983);
  • Abadia de Saint-Savin-sur-Gartempe (1983) ;
  • Place Stanislas, Place de la Carrière e Place d'Alliance em Nancy (1983);
  • Pont du Gard, Nimese (1985);
  • Grande Île, Estrasburgo (1988);







Pont du Gard, aqueduto romano
(UNESCO)
Vista parcial de Grand Île, Estrasburgo (UNESCO)





















  • Catedral de Notre-Dame de Reims, Antiga Abadia de Saint-Remi e Palácio de Tau, Reims (1991);
  • Paris, Margens do Sena (1991);
  • Catedral de Bourges (1992);
  • Centro Histórico de Avinhão (1995);
  • Canal do Midi (1996);
  • Monte Perdido, Pirenéus (1997, 1999) (sítio transfronteiriço partilhado com Espanha);


Palácio dos Papas, Avinhão
(UNESCO)

Catedral de Notre-Dame de Reims
(UNESCO)


























  • Cidade Histórica Fortificada de Carcassonne (1997);
  • Caminhos de Santiago de Compostela em França (1998);
  • Sítio Histórico de Lyon (1998);
  • Campanários da Bélgica e da França (1999, 2005) (sítio transfronteiriço com a Bélgica);
  • Jurisdição de Saint-Émilion (1999);
  • Vale do Loire entre Sully-sur-Loire e Chalonnes-sur-Loire (2000);



Cidade Histórica fortificada de Carcassonne
(UNESCO)


Castelo de Azay-le-Rideau, Vale do Loire
(UNESCO)


  • Provins, Vila Franca Medieval (2001);
  • Le Havre, a Cidade Reconstruída por Auguste Perret (2005);
  • Bordéus, Porto da lua (2007);
  • Fortificações de Vauban (2008);
  • Lagoas da Nova Caledónia (2008) Nota: na Nova Caledónia, Oceânia;
  • Cidade Episcopal de Albi (2010);
  • Picos, circos e escarpas da Ilha da Reunião (2010);
  • Causses e Cevenas, Paisagem Cultural Agro-pastorícia Mediterrânica (2011);
  • Sítios palafíticos pré-históricos em redor dos Alpes (2011) (sítio internacional em 6 países);
  • Bacia mineira de Nord-Pas de Calais (2012);
  • Caverna decorada de Pont d'Arc, conhecida como Chauvet-Pont d'Arc, Ardèche (2014).


Sítios palafíticos pré-históricos ao redor dos Alpes
(UNESCO)



Cidadela de Beçanson, incluída nas
Fortificações de Vauban (UNESCO)















Património Cultural Imaterial da Humanidade (UNESCO):
  • As procissões dos Gigantes e dos Dragões em Cassel, Douai, Pézenas et Tarascon (2008) (partilhado com a Bélgica);
  • Traçado tradicional das estruturas de casas francesas (2009);
  • Tapeçaria de Aubosson (2009);
  • Maloya, música, canto e dança da ilha nativa de Reunião (2009);
  • Paghjella, o canto tradicional masculino oral, secular e litúrgico da Córsega (2009);
  • Tradição da renda de agulhas de Alençon (2010);
  • A refeição gastronómica dos franceses (2010);
  • A tradição do companheirismo, modo de transmissão de conhecimentos e identidade de ofícios (2010);
  • Equitação tradicional francesa (2011);
  • Fest-noz, encontro festivo com base na prática colectiva de danças tradicionais da Bretanha (2012);
  • Falcoaria, um património humano vivo (2012) (partilhado com mais 12 países);
  • Ostensions septenal Limousin (2013) - São grandes cerimónias e procissões organizadas a cada sete anos para a exposição e adoração de relíquias de santos católicos mantidos nas igrejas da província francesa de Limousin.

Fonte:
Wikipedia, a enciclopédia livre.