Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
Mostrar mensagens com a etiqueta Micro-estado. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Micro-estado. Mostrar todas as mensagens

02 outubro 2016

Malta

Repubblika ta' Malta
Republic of Malta
República de Malta


Bandeira
Brasão de Armas









































Localização:
Europa, Europa Ocidental, Europa Meridional.
Micro-estado, Nação Transcontinental.



Origem / Pequeno resumo histórico:
Etimologia - A origem do termo "Malta" é incerta, e a variação moderna deriva do próprio maltês. A razão etimológica mais comum deriva da palavra grega μέλι (meli). Os gregos chamavam a de ilha Μελίτη (Melitē), que significa "mel doce", possivelmente devido à produção exclusiva de mel em Malta, por uma espécie endémica de abelha que vive na ilha, dando-lhe o apelido popular de "terra do mel". Os romanos chamaram-lhe ilha Melita. Outra etimologia é que a palavra venha do fenício Maleth, que significa "paraíso", em referência às muitas baías enseadas de Malta.

A Ilha de Cominotto e a sua Lagoa Azul


História - Malta é habitada, aproximadamente, desde 5200 a.C.. O país é composto por 11 ilhas e ilhotas, algumas sem população. Os primeiros achados arqueológicos datam aproximadamente de 3800 a.C. Existiu nas ilhas uma civilização pré-histórica significativa antes da chegada dos fenícios, que baptizaram a ilha principal de Malat, que significa "refúgio seguro". 
A ilha de Malta, assim como outras ilhas do Mediterrâneo, possui uma história rica, passando por muitas invasões e domínios desde a pré-história até à idade contemporânea.
Ao longo da sua história, a localização de Malta proporcionou grande importância estratégica a uma sucessão de potências, incluindo fenícios, gregos, romanos, árabes, normandos, aragoneses, Espanha dos Habsburgos, Cavaleiros de São João, franceses e britânicos. Malta ganhou a sua independência do Reino Unido em 1964 e tornou-se uma república em 1974, mantendo a sua associação na Commonwealth.



Ilhota de Filfla

Cultura:
A cultura de Malta reflecte as influências variadas das várias culturas que a dominaram até 1964, particularmente da Itália e do Reino Unido.
Na catedral de São João, construída em 1577, pode apreciar-se a tela "A Decapitação de São João", de Caravaggio, que viveu alguns meses na ilha, sendo expulso sob a acusação de homicídio.
Na sede do Governo, localizado no antigo Palácio do Grão-Mestre do Armoria, podem-se apreciar mais de 5 mil quadros da Ordem Soberana e Militar de Malta. Na capital, Valeta, localiza-se o Museu de Belas Artes, o Museu de Arqueologia, o Forte de Santo Elmo e o Museu da Inquisição.
O Museu Marítimo e o Museu do Grande Sítio, de 1565, revelam o passado turbulento das pequenas ilhas. O Museu Nacional da Guerra e do Refúgio apresenta passagens e recordações da Segunda Guerra Mundial.
Literatura - Calcula-se que a literatura maltesa tenha quase dois séculos de existência. Durante um longo período a literatura maltesa teve grande tradição, atingindo o seu apogeu com os trabalhos do sacerdote Dun Karm Psaila, um artista com grande domínio na sua arte, que mais tarde foi declarado poeta nacional.
Gastronomia - A cozinha maltesa nasceu da relação de longo prazo entre malteses e espanhóis, que governaram o arquipélago. A fusão de sabores deu à cozinha de Malta um sabor distinto dentro da cozinha mediterrânica. Embora tenha muitos pratos originais, muitas receitas também possuem uma forte influência da culinária italiana (especialmente da Sicília) e turca. Alguns pratos típicamete malteses são o biz-fiir zejt, gbejniet pastizzi e Ross il-Forn.



Praia na Ilha de Gozo


Principais recursos naturais:
Calcário e sal.


Datas comemorativas:
Dia da Liberdade31 de Março – Celebra-se o aniversário da retirada do Exército e da Marinha Real britânica de Malta, em 1979;



Dia Nacional 21 de Setembro – Celebra a data da independência, do Reino Unido, em 1964;



Dia da República13 de Dezembro – Celebra a data em que a Constituição de Malta foi alterada, transformando a antiga colónia britânica numa república dentro da Commonwealth.

Símbolos nacionais:
Bandeira Nacional;
Brasão de Armas;
Hino NacionalL-Innu Malti;
Insígnia da Força Aérea de Malta.

Insígnia da Força Aérea de Malta


Capital:                                                           Língua oficial:
Valeta                                                              Maltês e Inglês


Imagens de Valeta, capital de Malta


Moeda oficial:                                                 Tipo de Governo:
Euro (EUR)                                                       República parlamentarista


Data de admissão como membro da ONU (Organização das Nações Unidas):
1 de Dezembro de 1964


Data de admissão como membro da União Europeia (EU):
1 de Maio de 2004


Data de admissão na União Monetária Europeia (Zona Euro):
1 de Janeiro de 2008


Organizações / Relações internacionais:
  • ONU – Organização das Nações Unidas;
  • EU – União Europeia;
  • AG – Grupo Austrália;
  • AOSIS – Aliança dos Pequenos Estados Insulares;
  • APCE – Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa;
  • CoE – Conselho da Europa;
  • COI – Comité Olímpico Internacional;
  • Commonwealth of Nations – Comunidade de Nações;
  • ICDO – Organização Internacional de Protecção Civil (membro observador);
  • ICO – Organização Internacional do Café;
  • INTERPOL – Organização Internacional de Polícia Criminal;
  • IPU – União Inter-Parlamentar;
  • IRENA – Agência Internacional para as Energias Renováveis;
  • IRU – União Internacional de Transportes Rodoviários;
  • MIGA – Agência Multilateral de Garantia de Investimentos;
  • MNA – Movimento dos Países Não-Alinhados;
  • OIM – Organização Internacional para as Migrações;
  • OIV – Organização Internacional da Vinha e do Vinho;
  • OMC – Organização Mundial do Comércio;
  • OPCW – Organização para a Proibição de Armas Químicas;
  • OSCE – Organização para a Segurança e Cooperação na Europa;
  • PCA – Tribunal Permanente de Arbitragem;
  • PSIWMD – Iniciativa de Segurança contra a Proliferação de Armas de Destruição Maciça;
  • RAMSAR – Convenção sobre as Zonas Húmidas de Importância Internacional;
  • TPI – Tribunal Penal Internacional;
  • UME – União Monetária Europeia;
  • UPM – União para o Mediterrâneo;
  • WCO – Organização Mundial das Alfândegas;
  • WIPO – Organização Mundial da Propriedade Intelectual.


Património Mundial (UNESCO):
  • Hipogeu de Hal Saflieni (1980) - É o único templo subterrâneo pré-histórico conhecido. Foi escavado cerca de 2500 a.C., tendo como primeira finalidade a de servir de santuário. Mais tarde serviu como necrópole.

Câmara do santuário do Hipogeu de Hal Saflieni (UNESCO)


  • Templos Megalíticos de Malta (1980, 1992) - Os Templos Megalíticos de Malta são um vasto conjunto de templos espalhados por todo o país num total de 23, construídos em distintos períodos de tempo, entre 3600 a.C. e 700 a.C.


Templo megalítico de Buġibba (UNESCO)


  • Cidade antiga de Valeta (1980).

Cidade antiga de Valeta (UNESCO)


Fonte:
Wikipedia, a enciclopédia livre

02 agosto 2016

Maldivas

Dhivehi Raa'jeyge Jumhooriyya
República das Maldivas




Bandeira
Brasão de Armas




























Localização:
Ásia, Sul da Ásia, Ásia Meridional, Subcontinente indiano.
Micro-estado.


Origem / Pequeno resumo histórico:
     Segundo uma lenda das Maldivas, um príncipe cingalês (Sri Lanka) chamado Koimale e sua esposa, filha do rei do Sri Lanka, encalharam numa lagoa das Maldivas. Koimale dominou a região como o primeiro sultão. Com o passar dos séculos as ilhas foram visitadas por marinheiros dos países do Mar Arábico e dos litorais do Oceano Índico, que deixaram a sua marca. Os piratas de MPLA, procedentes da costa do Malabar, actualmente o Estado Indiano de Kerala, arrasaram as ilhas.
     Entre 1558 e 1573 os portugueses estabeleceram uma pequena feitoria nas Maldivas, que administraram a partir da colónia portuguesa de Goa. Por quinze anos dominaram as ilhas, mas a actuação do feitor foi muito impopular. Quinze anos depois, um líder local chamado Muhammad Thakurufaanu Al-Azam e seu irmão organizaram uma revolta popular e expulsaram os portugueses das Maldivas. Este acontecimento ainda hoje é celebrado como dia nacional das Maldivas e num pequeno museu e memorial em honra do herói nacional.
     O país foi governado como um sultanato islâmico independente na maior parte de sua história, entre 1153 e 1968. Foi um protectorado britânico, desde 1887 até 25 de Julho de 1965. Em 1953, por um breve período, implantou-se uma república, mas o sultanato foi restabelecido.
     Os maldívios seguiam o budismo antes de se converterem ao islamismo, conversão esta explicada através uma história mitológica acerca de um demónio chamado Rannamaari. A independência do Reino Unido foi obtida em 1965, tendo o sultanato permanecido ainda durante três anos. Em 11 de Novembro de 1968 o sultanato foi abolido, sendo substituído por uma república.
     Em 26 de Dezembro de 2004, as ilhas foram devastadas por um tsunami, a que se seguiu um forte terramoto, produzindo ondas de 1,2 a 1,5 metros de altura, inundando o país quase por completo. As Maldivas são constituídas por 1190 ilhas, agrupadas em 26 atóis. Cerca de 200 ilhas são habitadas.



Pôr do Sol nas Maldivas


Cultura:
     A cultura das Maldivas foi influenciada por diversos factores e fontes. Estes incluem sua proximidade com o Sri Lanka, o sul da Índia, o leste da África, a Insulíndia e o Oriente Médio. São notados na cultura do pequeno país características oriundas da Arábia e da Indonésia. A cultura das Maldivas ainda partilha semelhanças, em muitos aspectos, com as culturas do Sri Lanka e e Kerala.
Religião – O islamismo é a religião oficial das Maldivas desde há mais de 800 anos. 100% da população é muçulmana e a prática aberta de qualquer outra religião é proibida. A constituição das Maldivas segue os preceitos do islamismo. Um dos artigos diz, por exemplo, que "um não-muçulmano não se pode tornar um cidadão". As exigências necessárias para aderir a outra religião e a proibição do culto público de outras religiões são contrárias às normas do Artigo 18º da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Recentemente foi abordado nas Maldivas a aceitação das leis internacionais, visto que "A aplicação dos princípios estabelecidos no artigo 18º do Pacto será sem prejuízo da Constituição da República das Maldivas". Conforme a Classificação de Países por Perseguição a Cristãos de 2014, elaborada pela Open Doors Internacional, Maldivas é o sétimo país que mais persegue cristãos no mundo.



Doni, o barco tradicional de pesca das Maldivas



Principais recursos naturais:
Coral, areia e recursos pesqueiros.


Datas comemorativas:
Dia nacional – 26 de Julho – Celebra a data da independência, do Reino Unido, em 1965.



Símbolos nacionais:
Bandeira Nacional;
Brasão de Armas;
Hino Nacional - Gaumii salaam - (“Saudação Nacional”);
Insígnia das aeronaves da Força Nacional de Defesa das Maldivas (MNDF).


Insígnia das aeronaves da Força Nacional de Defesa das Maldivas (MNDF).



Capital:                                                            Língua oficial:
Malé                                                                 Divehi (Maldivense)


Malé, capital das Maldivas



Moeda oficial:                                                      Tipo de Governo:
Rupia das Maldivas (MVR)                                 República presidencialista


Data de admissão como membro da ONU (Organização das Nações Unidas):
21 de Setembro de 1965



Organizações / Relações internacionais:
  • ONU Organização das Nações Unidas;
  • AOSIS Aliança dos Pequenos Estados Insulares;
  • BIRD – Banco Internacional para a Reconstrução e Desenvolvimento;
  • BasD – Banco Asiático de Desenvolvimento;
  • COI – Comité Olímpico Internacional;
  • Commonwealth of Nations – Comunidade de Nações;
  • Grupo dos 77 – Nações em desenvolvimento;
  • INTERPOL – Organização Internacional de Polícia Criminal;
  • IPU – União Inter-Parlamentar;
  • IRENA – Agência Internacional para as Energias Renováveis;
  • MIGA – Agência Multilateral de Garantia de Investimentos;
  • MNA – Movimento dos Países Não-Alinhados;
  • OCI – Organização para a Cooperação Islâmica;
  • OIM – Organização Internacional para as Migrações;
  • OMC – Organização Mundial do Comércio;
  • OPCW Organização para a Proibição de Armas Químicas;
  • SAARC Associação Sul-Asiática para a Cooperação Regional;
  • SAFTA Acordo de Livre Comércio do Sul da Ásia;
  • TPI – Tribunal Penal Internacional;
  • WCO – Organização Mundial das Alfândegas;
  • WIPO – Organização Mundial da Propriedade Intelectual.


Fonte:
Wikipedia, a enciclopédia livre.

24 janeiro 2016

Liechtenstein

Fürstentum Liechtenstein
Principado de Liechtenstein





Bandeira
Brasão de Armas





















Localização:
Europa, Europa Central, Europa Ocidental.


Origem / Pequeno resumo histórico:
Etimologia - Listenstaine (em alemão: Liechtenstein) significa literalmente, na língua local, "pedra clara" (liechten stein). A sua associação com o principado deve-se a ter sido a família Liechtenstein a comprar e unir os condados de Schellenberg e Vaduz, dando origem ao actual território do país. O Sacro Imperador Romano-Germânico permitiu à dinastia o renomeação da sua nova propriedade com o próprio apelido de família. Tal sobrenome, por sua vez, vem do Castelo de Liechtenstein, na Áustria, habitado pela família séculos antes.
História - O Principado do Liechtenstein é um micro-estado (país com menos de 1.000 Km2 ) com 160,4 Km2, que desfrutou de um território incorruptível ao longo da História. As suas fronteiras permaneceram quase imutáveis desde 1434, quando o Reno estabelecia a fronteira entre o Sacro Império Romano Germânico e os cantões da Suíça.
Uma estrada romana atravessa a região de sul para norte, atravessando os Alpes pelo desfiladeiro de Splügen até às margens do Reno, num terreno cujas custosas e frequentes inundações impediam a sua habitação.
A dinastia de Liechtenstein, cujo principado tomou por seu o nome do Castelo de Liechtenstein, na Áustria e onde vivia a família aristocrata. A Johann-Adam Liechtenstein, um príncipe de Viena, com possessões na Boémia, na Baixa Áustria, na Styria e na Morávia, foi barrada a entrada para o Conselho de Príncipes, que rodeava e influenciava directamente os Habsbugos. Então comprou Schellenberg em 1699 e Vaduz em 1712. Tudo isto devido à corrida desenfreada dos nobres e Senhores às terras circundantes da Família Habsburgo. É elevado, então, a Principado Imperial de Liechtenstein, como um feudo do Sacro Império Romano-Germânico
O Liechtenstein tornou-se um estado soberano em 1806, quando ratifica a Confederação do Reno junto a Napoleão I, após a dissolução do Sacro Império. O condado foi ocupado pelas tropas francesas durante alguns anos, mas recupera a sua independência em 1815 com a Confederação Germânica. 



Castelo de Vaduz, a residência oficial do Príncipe do Liechtenstein.

Cultura:
A cultura de Liechtenstein, embora seja um micro-estado, e portanto um país aparentemente sem espaço territorial para se tornar um símbolo cultural, desenvolveu-se a partir da cultura de outros países, como a Alemanha, a França e a Suíça. Sendo assim, a cultura é muito semelhante à da Suíça e à da Alemanha.
Artes - Nas artes, o Liechtenstein surge num plano recuado na Europa, sendo que a maioria do seu património mais notável foi construído durante a Idade Média. A arquitectura é efectivamente apropriada ao local montanhoso, encravado nos alpes.
Na pintura e na escultura, e outras artes decorativas, não é um país de referência. Porém, estas artes cresceram fielmente durante o período do barroco e prosperaram durante o neoclassicismo. Mas só no panorama nacional, não se podendo apontar grandes artistas no país.
Porém, o país tem alguns museus de referência como a Colecção dos Príncipes, que inclui obras de Pieter Paul Rúbens, o Museu Nacional de Arte, o Museu de Belas Artes do Liechtenstein (o Kunstmuseum que alberga obras de Jan Steen, Anthony van Dyck, Umberto Boccioni, Fernando Botero, Paul Klee, Dalí, John Constable, Sol LeWitt, Millet, Picasso e Francis Picabia e outros) e poucos outros. Curiosamente, a Escola de Barbizon é a mais popular nas colecções dos museus de arte do estado, com largas representações deste movimento artístico.
No âmbito da música e do teatro, pode dizer-se que estes constituem uma importante parte da cultura do país. Existem várias organizações como a Companhia Musical do Liechtenstein, entre outras fundações de renome internacional.



Edifício do Parlamento e sede do Governo, em Vaduz

Principais recursos naturais:
Não possui recursos naturais de valor.

Datas comemorativas:
Dia Nacional - 15 de Agosto - Comemorado no dia anterior ao aniversário do Príncipe Franz Joseph II (1906-1989), o primeiro soberano a viver no país.


Símbolos nacionais:
Bandeira nacional;
Brasão de Armas;
Hino nacional - Oben am jungen Rhein - ("Acima pelo jovem Reno")


Lema:
"Für Gott, Fürst und Vaterland" - ("Por Deus,o Príncipe e a Pátria")


Vista parcial de Vaduz, capital do Liechtenstein


Capital:                                                           Língua oficial:
Vaduz                                                             Alemão


Algumas ruas de Vaduz


Moeda oficial:                                                 Tipo de Governo:
Franco Suíço (CHF)                                       Monarquia constitucional


Data de admissão como membro da ONU (Organização das Nações Unidas):
18 de Setembro de 1990


Organizações / Relações internacionais:
  • ONU – Organização das Nações Unidas;
  • OMC – Organização Mundial do Comércio;
  • APCE – Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa;
  • CoE – Conselho da Europa;
  • COI – Comité Olímpico Internacional;
  • EFTA – Associação Europeia de Livre Comércio;
  • INTERPOL – Organização Internacional de Polícia Criminal;
  • IPU – União Inter-Parlamentar;
  • IRENA – Agência Internacional para as Energias Renováveis;
  • IUCN – União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais;
  • OPCW – Organização para a Proibição de Armas Químicas;
  • OSCE – Organização para a Segurança e Cooperação na Europa;
  • PCA – Tribunal Permanente de Arbitragem;
  • PSIWMD – Iniciativa de Segurança contra a Proliferação de Armas de Destruição Maciça;
  • RAMSAR – Convenção sobre as Zonas Húmidas de Importância Internacional;
  • TPI – Tribunal Penal Internacional;
  • WIPO – Organização Mundial da Propriedade Intelectual.


Fonte:
Wikipedia, a enciclopédia livre.

26 outubro 2015

Kiribati

Republic of Kiribati
Ribaberikin Kiribati
República do Kiribati






Bandeira
Brasão de Armas







































Localização:
Oceânia, Micronésia (único país do mundo com territórios nos quatro hemisférios da Terra).
(Micro-Estado)



Origem / Pequeno resumo histórico:
     As Ilhas Gilbert, como era antigamente conhecido o actual Kiribati, eram habitadas há, pelo menos, 4.000 ou 5.000 anos por alguns habitantes da Ásia que falavam uma das línguas oceânicas, antes de terem qualquer contacto com europeus, mais provavelmente os espanhóis, no Século XVI. As ilhas foram "baptizadas" em 1820 por um almirante da Estónia, Adam von Krusenstern e pelo seu capitão francês, Louis Duperrey, em homenagem ao capitão britânico Thomas Gilbert, que tinha "descoberto" o arquipélago em 1788.
     Pescadores de baleias e mercadores de escravos começaram a visitar as ilhas em grande número no Século XIX e a confusão resultante fomentou vários conflitos e a introdução de doenças. Num esforço para restaurar a ordem, em 1892 as ilhas tornaram-se um protectorado britânico, juntamente com as ilhas Ellice, e passaram a ser uma colónia a partir de 1916. Nos anos que se seguiram, os britânicos incorporaram as ilhas da Linha (as ilhas que atravessam a Linha do Equador) e as ilhas Fénix à colónia, à qual deram estatuto autónomo em 1971. Em 1978, as Ellice Islands tornaram-se o estado independente de Tuvalu. A independência de Kiribati seguiu-se a 12 de Julho de 1979. Com a independência, os Estados Unidos entregaram à nova república a ilha Phoenix e quase todas as ilhas da Linha.
     Kiribati é um arquipélago formado por 33 ilhas de coral e vários atóis e era dividida pela Linha Internacional de Data. Quando em Bairiki (capital) era manhã de domingo, no leste do país era manhã de sábado. Esta situação alterou-se em 1995, pelo realinhamento da Linha Internacional de Mudança de Data, fazendo com que Kiribati seja o país mais oriental do Mundo. Assim, a ilha Carolina, que foi o primeiro território do Mundo a entrar no terceiro milénio, foi renomeada para Ilha do Milénio.
     Em Março de 2008 o país criou o terceiro maior parque marinho do mundo. Menos de três meses depois, em 5 de Junho, no Dia Mundial do Meio Ambiente, o seu presidente, Anote Tong, pediu ajuda à comunidade internacional para evacuar o país antes que ele desapareça, devido aos efeitos do aquecimento global.

Imagem aérea de Onotoa, distrito das Ilhas Gilbert, Kiribati


Cultura:
     Os quiribatianos recebem influência da cultura ocidental, com próprias danças e artes marciais. O estilo único da cultura de Kiribati mostra crenças sobre fantasmas e criaturas mágicas.

Música - É comum, em Kiribati, a música folclórica, baseada em torno do canto ou em outras formas de vocalização, acompanhado de percussão corporal. No país são conhecidas canções sobre a paixão, o patriotismo e a religião. Os instrumentos musicais mais utilizados em Kiribati são a guitarra e o tambor.

Buki, dança regional de Kiribati

Dança - Kiribati possui estilos únicos de dança, caracterizados por oito tipos principais, entre os quais, o Ruoia (dividido em três formas subtis: Te Kemai - para homens; Te Kabuti - para mulheres e Te wa ni Banga - para povos do atol de Abemama), o Bino, o Kaimatoa (conhecida como "a dança da força", pois exige resistência física), o Buki (dança caracterizada para mulheres, que vestem saias de dez quilos durante o espectáculo), o Tirere (realizado com uma vara) e o Te Rebwe (para base ao batimento de temporização).


Principais recursos naturais:
Sem recursos naturais dignos de registo. Economia baseada na agricultura e na pesca.


Datas comemorativas:
Dia da Independência - 12 de Julho - Celebra a data da independência, do Reino Umido, em 1979.



Símbolos nacionais:
Bandeira nacional;
Brasão de Armas;
Hino Nacional - Teirake Kaini Kiribati ("Levante-se Kiribati").


Lema:
Te mauri, te raoi ao te tabomoa - ("Saúde, paz e prosperidade")


Capital:                                                                            Línguas oficiais:
Tarawa                                                                            Inglês e Gilbertês (ou Quiribati)


Casa do Parlamento de Kiribati, em Tarawa.


Moedas oficiais:                                                                         Tipo de Governo:
Dólar de Kiribati e Dólar Australiano (AUT)                          República presidencialista


Data de admissão como membro da ONU (Organização das Nações Unidas):
14 de Setembro de 1999


Organizações / Relações internacionais:
  • ONU - Organização das Nações Unidas;
  • Commonwealth of Nations - Comunidade das Nações;
  • AOSIS - Aliança dos Pequenos Estados Insulares;
  • COI - Comité Olímpico Internacional;
  • IRENA – Agência Internacional para as Energias Renováveis;
  • OPCW - Organização para a Proibição de Armas Químicas;
  • PIFS - Pacific Islands Fórum Secretariat (Fórum do Pacífico);
  • WIPO - Organização Mundial da Propriedade Intelectual.


Património Mundial (UNESCO):
Área protegida das Ilhas Fénix (Phoenix) (2010)


Área protegida das Ilhas Fénix (UNESCO)


Fonte:
Wikipedia, a enciclopédia livre

20 agosto 2014

Dominica

Commonwealth of Dominica
Comunidade da Dominica


Bandeira
Brasão de Armas


































Localização:
América, América Central, Caraíbas.
(Micro-Estado)



Origem / Pequeno resumo histórico:
     A Dominica possui a alcunha de "Ilha Natureza das Caraíbas" devido à sua beleza natural não alterada. É a ilha mais recente das Pequenas Antilhas, apresentando ainda actividade geotérmica vulcânica, evidenciada pela fonte termal Boiling Lake. A ilha apresenta áreas luxuriantes de floresta tropical montanhosa, habitat de variadas espécies raras de fauna e flora.
     O papagaio-imperial, a ave nacional, está representado na bandeira. A economia de Dominica depende fortemente do turismo, da agricultura e de impostos elevados.
     Cristóvão Colombo baptizou a ilha com o nome do dia da semana em que esta foi avistada, 3 de Novembro de 1492, um Domingo (Dominica em latim). No século subsequente à descoberta da ilha, Dominica permaneceu isolada, servindo como abrigo para muitos nativos das caraíbas fugidos de outras ilhas vizinhas, à medida que as potências europeias colonizavam a região. França cedeu formalmente a possessão de Dominica à Grã-Bretanha em 1763. Esta estabeleceu uma pequena colónia no território em 1805.
     A emancipação dos escravos africanos por todo o Império Britânico em 1834 permitiu que em 1838 Dominica fosse a primeira colónia britânica das Caraíbas a ter uma legislatura controlada por uma maioria negra.
     Em 1896, o Reino Unido reassumiu o controlo directo da ilha, transformando-a numa colónia da coroa. Meio século depois, de 1958 a 1962, Dominica fez parte integrante da Federação das Índias Ocidentais, constituindo-se como uma das suas províncias.
     A 3 de Novembro de 1978 tornou-se independente.


Cultura:
     Em Roseau, capital de Dominica, celebram-se vários festivais, alguns deles partilhados com o resto do país, outros exclusivos da cidade. Entre eles destaca-se o Festival Mundial de Música Crioula de Dominica (Dominica's World Creole Music Festival), celebrado anualmente no país.
     O Museu de Dominica (Dominica Museum), situado na antiga oficina de correios e junto ao Old Market, o antigo mercado de escravos, onde se mostra história e a vida na ilha desde o período colonial até a actualidade, assim como a história geológica da ilha, e o Victoria Memorial Museum, são as principais ofertas culturais da cidade.
     A população de Roseau é maioritariamente cristã e na cidade convivem tanto católicos, como anglicanos e metodistas. Roseau é a sede da Diocese de Roseau, que engloba todo o país, mais as ilhas de Montserrat, Antígua, Ilha de São Cristóvão, entre outras.


Principais recursos naturais:
Madeira, hidrografia e terra arável


Datas comemorativas:
Dia da Independência - 3 de Novembro - Celebra a data da sua descoberta por Cristóvão Colombo, em 1492, e a data da sua independência, do Reino Unido, em 1978.


Símbolos nacionais:
Bandeira Nacional;
Brasão de Armas;
Hino Nacional - Isle of Beauty, Isle of Splendour ("Ilha de Beleza, Ilha de Esplendor")


Lema:
"Après Bondie, C'est La Ter" (crioulo);
"Après le Bon Dieu, c'est la Terre" (francês)
"After God is the Earth" (inglês)
"Depois do Bom Deus, é a Terra"


Vista panorâmica de Roseau, capital de Dominica


Capital:                                                                                          Língua oficial:
Roseau                                                                                          Inglês


Moeda oficial:                                                                              Tipo de Governo:
Dólar das Caraíbas Orientais                                                  República parlamentarista


Data de admissão como membro da ONU (Organização das Nações Unidas):
18 de Dezembro de 1978


Organizações / Relações internacionais:
  • ONU - Organização das Nações Unidas;
  • Commonwealth of Nations - Comunidade das Nações;
  • AEC - Associação dos Estados das Caraíbas;
  • ACHR - Convenção Americana para os Direitos Humanos;
  • AOSIS - Aliança dos Pequenos Estados Insulares;
  • CARICAD - Centro para o Desenvolvimento e Administração das Caraíbas;
  • CARICOM - Comunidade das Caraíbas;
  • CELAC - Comunidade dos Estados Latino-Americanos e das Caraíbas;
  • CIDH - Tribunal Inter-Americano de Direitos Humanos;
  • COI - Comité Olímpico Internacional;
  • CRNM - Mecanismo Regional de Negociações das Caraíbas;
  • Grupo dos 77 - Nações em desenvolvimento;
  • INTERPOL - Organização Internacional de Polícia Criminal;
  • MIGA - Agência Multilateral de Garantia de Investimentos;
  • MNA - Movimento dos Países Não-Alinhados (observador);
  • OEA - Organização dos Estados Americanos;
  • OECO - Organização dos Estados das Caraíbas Orientais;
  • OIF - Organização Internacional da Francofonia;
  • OMC - Organização Mundial do Comércio;
  • OPCW - Organização para a Proibição de Armas Químicas;
  • PSIWMD - Iniciativa de Segurança contra a Proliferação de Armas de Destruição Maciça;
  • TPI - Tribunal Penal Internacional;
  • PETROCARIBE - União do Petróleo do Caribe;
  • WIPO - Organização Mundial da Propriedade Intelectual.


Património Mundial (UNESCO):
  • Parque Nacional de Morne Trois Pitons (1997).

Fonte:
Wikipedia, a enciclopédia livre.

27 janeiro 2014

Barbados

Barbados


Bandeira

Brasão de Armas






































Localização:
América, América Central, Caraíbas.
(Micro-Estado)




Origem / Pequeno resumo histórico:
     A ilha de Barbados foi descoberta na primeira expedição de Cristóvão Colombo em 1492, mas não chegou a ser colonizada pelos espanhóis.
     Entre 1536 e 1627 foi visitada por Portugueses, que a denominaram "Os Barbados" ou "O Barbudo", devido ao aspecto das figueiras nativas da ilha. Estes, de passagem para o Brasil, foram os responsáveis pela introdução dos porcos encontrados posteriormente no estado selvagem, pelos colonizadores ingleses.

     Os primeiros britânicos encontraram a ilha desabitada em 14 de Maio de 1625, e o seu capitão, John Powell, reclamou a posse da ilha em nome de Jaime I de Inglaterra.
     Os primeiros colonos desembarcaram em 17 de Fevereiro de 1627, na área da actual Holetown (anteriormente Jamestown) - um grupo de 80 pessoas e dez escravos africanos sob o comando do mesmo capitão Powell. Esse estabelecimento foi financiado por Sir William Courteen, um rico comerciante de Londres, que arrematara à Coroa os direitos de exploração sobre Barbados e várias outras ilhas não reclamadas na região. Desse modo, os primeiros colonos eram arrendatários, e os lucros do empreendimento destinavam-se a William Courteen e à sua empresa.

     Barbados obteve a independência em 1966. Desde então, tem vivido conforme uma orientação socialista moderada, mantendo sempre uma grande estabilidade política. Membro da Comunidade Britânica, o país é governado por um primeiro-ministro apoiado pelo Senado e pela Assembleia.


Cultura:
     A clara influência inglesa converte Barbados num núcleo da Inglaterra. Ali encontra-se o mais puro estilo inglês nos seus edifícios e igrejas, que parecem cópias exactas dos campos ingleses.
     Durante os séculos XVII e XVIII, o tráfico de escravos significou a chegada de milhões de africanos às ilhas das Caraíbas, muitas das quais são hoje países negros ou mulatos que conservaram muitos elementos culturais originários do seu continente de procedência.
     Quanto às manifestações artísticas, a maior parte das ilhas das Caraíbas têm conservado as técnicas do artesanato tradicional. Destacam-se a metalúrgica em chapa, a cestaria (fundamentalmente com folhas de coqueiro e bananeiras) e a elaboração de potes de barro pintados à mão. Também o couro, o âmbar e a madeira são trabalhados, resultando em belas peças de artesanato.


Principais recursos naturais:
Petróleo e gás natural (em pequenas quantidades)


Datas comemorativas:
Dia da Independência – 30 de Novembro (Comemora a data da independência, do Reino Unido, em 1966).



Símbolos nacionais:
Bandeira Nacional;
Brasão de Armas;

Vista de Bridgetown, capital da Barbados


Lema:                                                                                          Capital:
Pride and Industry ("Orgulho e Indústria")                               Bridgetown


Língua oficial:                                                                            Moeda oficial:
Inglês                                                                                          Dólar de Barbados


Tipo de Governo:
Monarquia Parlamentarista - Democracia Parlamentar


Data de admissão como membro da ONU (Organização das Nações Unidas):
9 de Dezembro de 1966.


Organizações / Relações internacionais:
  • ONU - Organização das Nações Unidas;
  • Commonwealth of Nations - Comunidade das Nações;
  • CARICOM - Comunidade das Caraíbas;
  • CELAC - Comunidade dos Estados Latino-Americanos e das Caraíbas;
  • CRNM - Mecanismo Regional de Negociações das Caraíbas;
  • OEA - Organização dos Estados Americanos;
  • CARICAD - Centro para o Desenvolvimento e Administração das Caraíbas;
  • CLAD - Centro Latino-Americano de Administração para o Desenvolvimento;
  • MNA - Movimento dos Países Não-Alinhados;
  • AEC - Associação dos Estados das Caraíbas;
  • AOSIS - Aliança dos Pequenos Estados Insulares;
  • COI - Comité Olímpico Internacional;
  • Grupo dos 77 - Nações em desenvolvimento;
  • OLADE - Organização Latino-Americana de Energia;
  • INTERPOL - Organização Internacional de Polícia Criminal;
  • MIGA - Agência Multilateral de Garantia de Investimentos;
  • OMC - Organização Mundial do Comércio;
  • OPCW - Organização para a Proibição de Armas Químicas;
  • RAMSAR - Convenção sobre as Zonas Húmidas de Importância Internacional;
  • WCO - Organização Mundial das Alfândegas;
  • TPI - Tribunal Penal Internacional;
  • CIDH - Tribunal Inter-Americano de Direitos Humanos;
  • ACHR - Convenção Americana para os Direitos Humanos;
  • WIPO - Organização Mundial da Propriedade Intelectual.


Património Mundial (UNESCO):
  • Centro Histórico de Bridgetown e sua guarnição (2011).
Edifício do Parlamento em Bridgetown (UNESCO)

Fonte:
Wikipédia, a enciclopédia livre.