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02 outubro 2016

Malta

Repubblika ta' Malta
Republic of Malta
República de Malta


Bandeira
Brasão de Armas









































Localização:
Europa, Europa Ocidental, Europa Meridional.
Micro-estado, Nação Transcontinental.



Origem / Pequeno resumo histórico:
Etimologia - A origem do termo "Malta" é incerta, e a variação moderna deriva do próprio maltês. A razão etimológica mais comum deriva da palavra grega μέλι (meli). Os gregos chamavam a de ilha Μελίτη (Melitē), que significa "mel doce", possivelmente devido à produção exclusiva de mel em Malta, por uma espécie endémica de abelha que vive na ilha, dando-lhe o apelido popular de "terra do mel". Os romanos chamaram-lhe ilha Melita. Outra etimologia é que a palavra venha do fenício Maleth, que significa "paraíso", em referência às muitas baías enseadas de Malta.

A Ilha de Cominotto e a sua Lagoa Azul


História - Malta é habitada, aproximadamente, desde 5200 a.C.. O país é composto por 11 ilhas e ilhotas, algumas sem população. Os primeiros achados arqueológicos datam aproximadamente de 3800 a.C. Existiu nas ilhas uma civilização pré-histórica significativa antes da chegada dos fenícios, que baptizaram a ilha principal de Malat, que significa "refúgio seguro". 
A ilha de Malta, assim como outras ilhas do Mediterrâneo, possui uma história rica, passando por muitas invasões e domínios desde a pré-história até à idade contemporânea.
Ao longo da sua história, a localização de Malta proporcionou grande importância estratégica a uma sucessão de potências, incluindo fenícios, gregos, romanos, árabes, normandos, aragoneses, Espanha dos Habsburgos, Cavaleiros de São João, franceses e britânicos. Malta ganhou a sua independência do Reino Unido em 1964 e tornou-se uma república em 1974, mantendo a sua associação na Commonwealth.



Ilhota de Filfla

Cultura:
A cultura de Malta reflecte as influências variadas das várias culturas que a dominaram até 1964, particularmente da Itália e do Reino Unido.
Na catedral de São João, construída em 1577, pode apreciar-se a tela "A Decapitação de São João", de Caravaggio, que viveu alguns meses na ilha, sendo expulso sob a acusação de homicídio.
Na sede do Governo, localizado no antigo Palácio do Grão-Mestre do Armoria, podem-se apreciar mais de 5 mil quadros da Ordem Soberana e Militar de Malta. Na capital, Valeta, localiza-se o Museu de Belas Artes, o Museu de Arqueologia, o Forte de Santo Elmo e o Museu da Inquisição.
O Museu Marítimo e o Museu do Grande Sítio, de 1565, revelam o passado turbulento das pequenas ilhas. O Museu Nacional da Guerra e do Refúgio apresenta passagens e recordações da Segunda Guerra Mundial.
Literatura - Calcula-se que a literatura maltesa tenha quase dois séculos de existência. Durante um longo período a literatura maltesa teve grande tradição, atingindo o seu apogeu com os trabalhos do sacerdote Dun Karm Psaila, um artista com grande domínio na sua arte, que mais tarde foi declarado poeta nacional.
Gastronomia - A cozinha maltesa nasceu da relação de longo prazo entre malteses e espanhóis, que governaram o arquipélago. A fusão de sabores deu à cozinha de Malta um sabor distinto dentro da cozinha mediterrânica. Embora tenha muitos pratos originais, muitas receitas também possuem uma forte influência da culinária italiana (especialmente da Sicília) e turca. Alguns pratos típicamete malteses são o biz-fiir zejt, gbejniet pastizzi e Ross il-Forn.



Praia na Ilha de Gozo


Principais recursos naturais:
Calcário e sal.


Datas comemorativas:
Dia da Liberdade31 de Março – Celebra-se o aniversário da retirada do Exército e da Marinha Real britânica de Malta, em 1979;



Dia Nacional 21 de Setembro – Celebra a data da independência, do Reino Unido, em 1964;



Dia da República13 de Dezembro – Celebra a data em que a Constituição de Malta foi alterada, transformando a antiga colónia britânica numa república dentro da Commonwealth.

Símbolos nacionais:
Bandeira Nacional;
Brasão de Armas;
Hino NacionalL-Innu Malti;
Insígnia da Força Aérea de Malta.

Insígnia da Força Aérea de Malta


Capital:                                                           Língua oficial:
Valeta                                                              Maltês e Inglês


Imagens de Valeta, capital de Malta


Moeda oficial:                                                 Tipo de Governo:
Euro (EUR)                                                       República parlamentarista


Data de admissão como membro da ONU (Organização das Nações Unidas):
1 de Dezembro de 1964


Data de admissão como membro da União Europeia (EU):
1 de Maio de 2004


Data de admissão na União Monetária Europeia (Zona Euro):
1 de Janeiro de 2008


Organizações / Relações internacionais:
  • ONU – Organização das Nações Unidas;
  • EU – União Europeia;
  • AG – Grupo Austrália;
  • AOSIS – Aliança dos Pequenos Estados Insulares;
  • APCE – Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa;
  • CoE – Conselho da Europa;
  • COI – Comité Olímpico Internacional;
  • Commonwealth of Nations – Comunidade de Nações;
  • ICDO – Organização Internacional de Protecção Civil (membro observador);
  • ICO – Organização Internacional do Café;
  • INTERPOL – Organização Internacional de Polícia Criminal;
  • IPU – União Inter-Parlamentar;
  • IRENA – Agência Internacional para as Energias Renováveis;
  • IRU – União Internacional de Transportes Rodoviários;
  • MIGA – Agência Multilateral de Garantia de Investimentos;
  • MNA – Movimento dos Países Não-Alinhados;
  • OIM – Organização Internacional para as Migrações;
  • OIV – Organização Internacional da Vinha e do Vinho;
  • OMC – Organização Mundial do Comércio;
  • OPCW – Organização para a Proibição de Armas Químicas;
  • OSCE – Organização para a Segurança e Cooperação na Europa;
  • PCA – Tribunal Permanente de Arbitragem;
  • PSIWMD – Iniciativa de Segurança contra a Proliferação de Armas de Destruição Maciça;
  • RAMSAR – Convenção sobre as Zonas Húmidas de Importância Internacional;
  • TPI – Tribunal Penal Internacional;
  • UME – União Monetária Europeia;
  • UPM – União para o Mediterrâneo;
  • WCO – Organização Mundial das Alfândegas;
  • WIPO – Organização Mundial da Propriedade Intelectual.


Património Mundial (UNESCO):
  • Hipogeu de Hal Saflieni (1980) - É o único templo subterrâneo pré-histórico conhecido. Foi escavado cerca de 2500 a.C., tendo como primeira finalidade a de servir de santuário. Mais tarde serviu como necrópole.

Câmara do santuário do Hipogeu de Hal Saflieni (UNESCO)


  • Templos Megalíticos de Malta (1980, 1992) - Os Templos Megalíticos de Malta são um vasto conjunto de templos espalhados por todo o país num total de 23, construídos em distintos períodos de tempo, entre 3600 a.C. e 700 a.C.


Templo megalítico de Buġibba (UNESCO)


  • Cidade antiga de Valeta (1980).

Cidade antiga de Valeta (UNESCO)


Fonte:
Wikipedia, a enciclopédia livre

20 abril 2016

Macedónia

Република Македонија
Republika Makedonija
República da Macedónia





Bandeira
Brasão de Armas






















Localização:
Europa, Europa de Leste, Europa Meridional, Península Balcânica



Origem / Pequeno resumo histórico:
     A República da Macedónia foi colonizada pela primeira vez pelos eslavos no Século VI, passando por uma série de conquistas. No Século VII foi conquistada pelos búlgaros, em 1014 pelos bizantinos e no Século XIV pela Sérvia. Passou a fazer parte do Império Otomano em 1355 e ficou dividida entre a Sérvia, a Bulgária e a Grécia, depois da guerra dos Balcãs, já em 1912-1913. Após a Primeira Guerra Mundial os sérvios da (Vardar)-Macedónia passaram a fazer parte do Estado Federal da Jugoslávia.
     Após a morte do presidente jugoslavo, marechal Tito, em 1980, tornou-se claro que a estrutura da República Socialista Federal da Jugoslávia não se iria manter unida, e cada uma das seis repúblicas que a compunham (Sérvia, Croácia, Eslovénia, Bósnia e Herzegovina, Montenegro e Macedónia) começou a buscar seu próprio caminho. A República Socialista da Macedónia tentou obter a independência, mas a presença de uma larga minoria albanesa e as objecções impostas pelo governo grego sobre a ideia de nascer um Estado com o mesmo nome de uma região do norte da Grécia tornou a transição difícil.

     Depois da Croácia e da Eslovénia se terem separado da Jugoslávia, a República Socialista da Macedónia, por recear o domínio sérvio, foi conduzida a declarar a independência da Jugoslávia em 1991, ano em que foi adoptada uma nova constituição que consagrou o multi-partidarismo no novo país.



Cultura:
     A cultura da República da Macedónia é muito rica em expressões artísticas, arquitectura, poesia  e música, possuindo também numerosos sítios religiosos antigos.
     Existem vários festivais de poesia, cinema e música que são celebrados anualmente. Os estilos musicais tradicionais da Macedónia desenvolvem-se sobre uma forte influência da música sacra bizantina.
     A Macedónia possui uma rica colecção de pinturas e frescos bizantinos, que remontam ao período entre os Séculos XI e XVI. Existem vários milhares de metros quadrados de frescos, a maioria dos quais se encontram em bom estado de conservação, representando obras de arte da Escola Macedónia da pintura eclesiástica.
     O Prémio Mundial de Humanismo é um galardão atribuído pela Academia do Humanismo da República da Macedónia. Homenageia personalidades que tenham contribuído para a defesa dos ideais do humanismo e da paz.



Principais recursos naturais:
Carvão, grafite e madeira.


Datas comemorativas:
Dia da República – 2 de Agosto – Dia da fundação da República, em 1944. Celebra também a data do início da revolta de Ilinden-Preobrazhenie, em 2 de Agosto de 1903.


Dia da Independência – 8 de Setembro – Celebra a data da independência, da Jugoslávia, em 1991.




Símbolos nacionais:
Bandeira Nacional;
Brasão de Armas;
Hino Nacional - Денес над Македониjа (Denes Nad Makedonija, "Hoje sobre a Macedónia")
Insígnia da Força Aérea da Macedónia.



Insígnia da Força Aérea da Macedónia



Lema:
Слобода или смрт - ("Liberdade ou morte")


Capital:                                                                             Língua oficial:
Escópia (Skopje)                                                           Macedónio


Vistas parciais de Skopje, capital da República da Macedónia




Moeda oficial:                                                  Tipo de Governo:
Dinar macedónio (MKD)                                República parlamentarista


Data de admissão como membro da ONU (Organização das Nações Unidas):
8 de Abril de 1993


Organizações / Relações internacionais:
  • ONU - Organização das Nações Unidas;
  • APCE - Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa;
  • BIRD – Banco Internacional para a Reconstrução e o Desenvolvimento;
  • BERD – Banco Europeu para a Reconstrução e o Desenvolvimento;
  • CEFTA – Acordo Centro-Europeu de Livre Comércio;
  • CoE – Conselho da Europa;
  • COI – Comité Olímpico Internacional;
  • INTERPOL – Organização Internacional de Polícia Criminal;
  • IRENA – Agência Internacional para as Energias Renováveis;
  • IRU – União Internacional de Transportes Rodoviários;
  • MIGA – Agência Multilateral de Garantia de Investimentos;
  • OIV – Organização Internacional da Vinha e do Vinho;
  • OPCW Organização para a Proibição de Armas Químicas;
  • OSCE Organização para a Segurança e Cooperação na Europa;
  • PSIWMD Iniciativa de Segurança contra a Proliferação de Armas de Destruição Maciça;
  • RAMSAR Convenção sobre as Zonas Húmidas de Importância Internacional;
  • TPI – Tribunal Penal Internacional;
  • UIC – União Internacional dos Caminhos-de-Ferro;
  • WCO – Organização Mundial das Alfândegas.


Património Mundial (UNESCO):
  • Património natural e cultural da região de Ohrid (1979, 1980, 2009).


Vista de Ohrid e do lago Ohrid (UNESCO)
(foto de Diego Delso)


Património Cultural e Imaterial da Humanidade (UNESCO):
  • Festa dos Quarenta Santos Mártires de Štip (2013);
  • A Kopatchkata, dança comunitária da aldeia de Dramtche (2014);
  • O Glasoechko, canto masculino a duas vozes do Baixo Polog (2015) – Património que requer medidas urgentes de salvaguarda.

Fonte:
Wikipedia, a enciclopédia livre.

30 março 2016

Luxemburgo

Grand-Duché de Luxembourg
Großherzogtum Luxemburg
Groussherzogtum Lëtzebuerg
Grão-Ducado do Luxemburgo



Bandeira
Brasão de Armas






















Localização:
Europa, Europa Ocidental.


Origem / Pequeno resumo histórico:
     A história do Grão-Ducado do Luxemburgo tem início com a construção do Castelo do Luxemburgo, durante a Idade Média. Sigfried I (c.922-998), Conde de Ardennes, primeiro Conde do Luxemburgo entre 963 e 998, construiu um pequeno forte nas redondezas de uma antiga fortaleza romana, chamado "Castellum Lucilinburhuc", num terreno que lhe fora dado por monges da Abadia de São Máximo, no ano de 963. Sigfried I foi o fundador da Casa do Luxemburgo.
Representação de Sigfried I do
Luxemburgo
     À volta do forte cresceu uma vila, que se tornou um centro estratégico para a França, Alemanha e Países Baixos. O Forte do Luxemburgo, encravado numa grande pedra, foi sendo constantemente aumentado e fortalecido ao longo dos anos, por meio de sucessivos donos, entre eles os Bourbons, os Habsburgos e os Hohenzollernes, que o transformaram numa das maiores fortalezas da Europa. As suas formidáveis muralhas e localização estratégica fizeram o forte ficar conhecido como “Gibraltar do norte”.
     A dinastia luxemburguesa forneceu vários imperadores ao Império Romano, Reis da Boémia, além de arcebispos de Trier e Mogúncia. Desde a Baixa Idade Média até ao Renascimento, o Luxemburgo carregou diversos nomes, dependendo do autor que o cita, como Lucilinburhuc, Lutzburg, Lützelburg, Luccelemburc Lichtburg, entre outros.
Grã-Duquesa Charlotte do
Luxemburgo (1896-1985)
     O Luxemburgo foi cedido à Casa da Borgonha em 1441. Seis anos mais tarde passou a ser administrado pelos Habsburgos. Em meados do Século XVI, foi dominado pela Espanha. A seguir à Guerra da Sucessão de Espanha, entre 1701 e 1714, o Luxemburgo voltou a ser dominado pela Áustria. Em 1815, o Congresso de Viena tornou o país num Grão-Ducado, concedendo-o a Guilherme I, príncipe de Nassau e de Orange e Rei da Holanda. Em 1830, quando os belgas se revoltaram contra Guilherme I, foram seguidos pelos luxemburgueses. Depois da revolta, a zona de expressão francesa foi separada e tornou-se parte da Bélgica.
      Em 1867, as potências europeias fizeram do ducado um Estado independente, para além de garantirem a neutralidade perpétua nas políticas europeias. Em 1914 a neutralidade luxemburguesa foi violada pela Alemanha, que invadiu e ocupou o grão-ducado até ao final da Primeira Guerra Mundial, em 1918. Em 1921, o Luxemburgo firmou uma união económica com a Bélgica.

     Durante a Segunda Guerra Mundial o país foi novamente ocupado pelas tropas alemãs e a família real fugiu para a Inglaterra. O território foi libertado em 1944 e abandonou a neutralidade, aderindo à União do Tratado do Atlântico Norte (NATO / OTAN), em 1949. Desde então tem vivido numa grande estabilidade política, social e económica. Em 1952 aderiu à Comunidade Europeia do Carvão e do Aço (CECA) e, cinco anos mais tarde, passou a ser membro da União Europeia (UE).



Henri do Luxemburgo,
actual Grão-Duque, desde 2000
Brasão de Armas do Grão-Duque do Luxemburgo





Palácio do Grão-Duque do Luxemburgo, residência oficial.
 Em primeiro plano, a Câmara dos Deputados.

Cultura:
     A produção cultural de Luxemburgo foi ensombrada pela dos seus vizinhos, mas continua viva e vibrante, sobretudo por ter sido durante a maior parte de sua história um país profundamente rural e, portanto, capaz de manter uma série de tradições populares que deram origem à produção actual. Existem vários museus notáveis localizados principalmente na capital, entre eles o Museu Nacional de História e Arte, o Museu Nacional de História Natural, o Museu Histórico da Cidade de Luxemburgo e o Museu de Arte Moderna Grão-Duque Jean (MUDAM). O Museu Nacional de História Militar (MNHM), em Diekirch, é especialmente conhecido por suas representações da Batalha do Bulge. A própria cidade do Luxemburgo é um bem a ser preservado: está na Lista do Património Mundial da UNESCO devido à importância histórica das suas fortificações.

Museu de Arte Moderna Grão-Duque Jean (MUDAM)

Artes - O país tem dado ao mundo alguns artistas de renome internacional, incluindo os pintores Jean-Baptiste Fresez (1800-1867), Nicolas Liez (1809-1892), Jean JacobyJoseph Kutter (1894-1941)Michel Majerus, Jean-Pierre Lamboray (1882-1962), Sosthène Weis (1872-1941), Gust Graas (n. 1924), Emile Kirscht (1913-1994) e Fony Thissen. Os escultores Claus Cito (1882-1965), Nicolas Liez (1809-1892) e Lucien Wercollier (1908-2002), e o artista Su-Mei Tse (n. 1973).


"Vista do Luxemburgo desde Fetschenhof", Pintura de Nicolas Liez, 1870

Fotografia - Na fotografia destacam-se os fotógrafos Edward Steichen (1879-1973), com dupla nacionalidade (luxemburguesa e norte-americana), Édouard Kutter (1887-1978), Charles Bernhoeft (1859-1933) e o foto-jornalista Thierry Frisch. A exposição de Steichen, “The Family of Man” (A Família do Homem) está agora instalada com carácter permanente em Clervaux e foi registada no Programa Memória do Mundo da UNESCO.


Gëlle Fra (Dama Dourada),
escultura de Claus Cito
Monumento memorial "Gëlle Fra", em memória
dos mortos na I Guerra Mundial, na cidade
do Luxemburgo























Literatura e Poesia - Na literatura ou poesia destacam-se Michel Lentz (1820-1893), Michel Rodange (1827-1876), Auguste Liesch (1874-1949) e Roger Manderscheid (1933-2010). Actualmente destacam-se  Anise Koltz (n.1928), que em 2008 recebeu o Prémio Hans Arp de Literatura Francófona, e Jean Portante (n.1950), 
     Luxemburgo foi a primeira cidade a ser designada como Capital Europeia da Cultura duas vezes. A primeira foi em 1995. Em 2007, a Capital Europeia da Cultura foi estabelecida numa imensa zona transfronteiriça, constituída pelo Grão-Ducado de Luxemburgo; o Sarre e a Renânia-Palatinado, na Alemanha; a região da Valónia e da parte de língua alemã da Bélgica; e a região de Lorena, na França. O evento foi uma tentativa de promover a mobilidade e o intercâmbio de ideias atravessando fronteiras em todos os domínios: físico, psicológico, artístico e emocional.

"Bouneschlupp", prato tradicional
luxemburguês
Gastronomia - A gastronomia luxemburguesa reflecte a posição geográfica do Luxemburgo, entre os mundos latino e germânico, tendo por base a culinária dos vizinhos da Bélgica, França e Alemanha. Possui igualmente muita influência dos emigrantes, especialmente portugueses e italianos. A culinária tradicional luxemburguesa possui uma forte base rural e camponesa, com destaque para os produtos de charcutaria, vinhos, queijos e especialidades festivas. Um dos pratos tradicionais da cozinha luxemburguesa é a Bouneschlupp (sopa de feijão verde).







Catedral de Notre Dame do Luxemburgo



Principais recursos naturais:
Sem recursos naturais dignos de registo.


Datas comemorativas:
Dia Nacional – 23 de Junho – A Festa nacional luxemburguesa celebra o aniversário do soberano. Em 1961, um decreto grão-ducal fixa o dia da festa nacional a 23 de Junho, independentemente do dia-aniversário do soberano. Embora a soberana da altura, a grã-duquesa Charlotte, festejasse o seu aniversário a 23 de Janeiro, foi decidido celebrar o aniversário a 23 de Junho, quando a meteorologia mais se apropria às festividades nacionais. O seus sucessores, os grão-duques Jean (aniversário a 5 de Janeiro, reinou entre 1964 e 2000) e Henri (aniversário a 16 de Abril), não alteraram a data, que já entrou nos costumes da população.



Símbolos nacionais:
Bandeira Nacional;
Brasão de Armas;
Hino Nacional  -  Ons Hemecht, ou D'Uelzecht é o nome do hino nacional do Luxemburgo, que data do Século XIX. A letra é de Michel Lentz (1820-1893) e a música de Jean Antoine Zinnen (1827-1898);
Insígnia do Luxemburgo.

Insígnia do Luxemburgo



Lema:
Mir wëlle bleiwe wat mir sin” - ("Queremos permanecer o que somos")


Edifício da Câmara Municipal da capital, Luxemburgo. Em segundo plano,
a Catedral de Notre Dame.


Capital:                                                              Línguas oficiais:
Luxemburgo                                                    Luxemburguês, francês e alemão.


Estação de comboios da cidade do Luxemburgo


Moeda oficial:                                                  Tipo de Governo:
Euro (EUR)                                                       Monarquia constitucional


Data de admissão como membro da ONU (Organização das Nações Unidas):
24 de Outubro de 1945


Data de admissão como membro da União Europeia (EU):
25 de Março de 1957


Data de admissão na União Monetária Europeia (Zona Euro):
1 de Janeiro de 1999


Castelo de Larochette, no cantão de Mersch, no centro do Luxemburgo


Organizações / Relações internacionais:
  • ONU – Organização das Nações Unidas;
  • EU – União Europeia;
  • UME – União Monetária Europeia;
  • AG – Grupo Austrália;
  • AIE – Agência Internacional de Energia;
  • APCE – Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa;
  • BIRD – Banco Internacional para a Reconstrução e o Desenvolvimento;
  • BENELUX – Bloco Económico entre a Bélgica, Países Baixos e Luxemburgo;
  • CoE – Conselho da Europa;
  • COI – Comité Olímpico Internacional;
  • ICO – Organização Internacional do Café;
  • INTERPOL – Organização Internacional de Polícia Criminal;
  • IPU – União Inter-Parlamentar;
  • IRENA – Agência Internacional para as Energias Renováveis;
  • IRU – União Internacional de Transportes Rodoviários;
  • IUCN – União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais;
  • NATO /OTAN – Organização do Tratado do Atlântico Norte;
  • OCDE – Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico;
  • OIF – Organização Internacional da Francofonia;
  • OIM – Organização Internacional para as Migrações;
  • OIV – Organização Internacional da Vinha e do Vinho;
  • OMC – Organização Mundial do Comércio;
  • OPCW Organização para a Proibição de Armas Químicas;
  • OSCE Organização para a Segurança e Cooperação na Europa;
  • PCA Tribunal Permanente de Arbitragem;
  • PSIWMD Iniciativa de Segurança contra a Proliferação de Armas de Destruição Maciça;
  • RAMSAR Convenção sobre as Zonas Húmidas de Importância Internacional;
  • TPI – Tribunal Penal Internacional;
  • UIC – União Internacional dos Caminhos-de-Ferro;
  • WCO – Organização Mundial das Alfândegas;
  • WIPO – Organização Mundial da Propriedade Intelectual.


Património Mundial (UNESCO):
  • Bairros antigos e fortificações da cidade do Luxemburgo (1994).

Bairros antigos e fortificações da cidade do Luxemburgo (UNESCO)


Património Cultural e Imaterial da Humanidade (UNESCO):
  • Procissão dançante de Echternach (2008).


Procissão dançante de Echternach (UNESCO)



Património Documental inscrito no Registo da Memória do Mundo (UNESCO):
  • Family of Man (A Família do Homem), de Edward Steichen (2003).


Fonte:
Wikipedia, a enciclopédia livre

16 fevereiro 2016

Lituânia

Lietuvos Respublika
República da Lituânia



Bandeira
Brasão de Armas





















Localização:
Europa, Europa Setentrional, País do Báltico.


Origem / Pequeno resumo histórico:
     Os registos mais antigos de pessoas vivendo no moderno território da Lituânia remontam a 10.000 a.C. quando as calotes de gelo recuaram e o último período glacial chegou ao fim. 
     A história da Lituânia remonta, pelo menos, a 1009, ano do primeiro registo escrito do uso do termo “Lituânia”. Os lituanos, um ramo dos povos bálticos, conquistaram terras vizinhas, estabelecendo o Grão-Ducado da Lituânia e, no Século XIII, o breve Reino da Lituânia.
     O Grão-Ducado da Lituânia foi um estado guerreiro estável e bem sucedido que permaneceu independente. Foi uma das últimas regiões da Europa a adoptar o Cristianismo. No Século XV, a Lituânia tornou-se o maior estado europeu, através da conquista da maior parte da Ruténia, habitada pelos Eslavos do Leste. Em 1385 o Grão-Ducado formou uma união dinástica com a Polónia e cristianizou-se, fundindo-se na República das Duas Nações, em 1569.
     Em 1795 o Grão-Ducado da Lituânia foi apagado do mapa político da Europa, devido às Partições da Polónia. Após isso, os lituanos viveram principalmente sob o domínio do Império Russo até ao Século XX.
     Em 16 de Fevereiro de 1918, a Lituânia foi restabelecida como um estado democrático, permanecendo independente até ao início da Segunda Guerra Mundial, quando foi ocupada pela União Soviética, sob os termos do Pacto Molotov-Ribbentrop. Após uma breve ocupação pela Alemanha Nazi, quando os nazis declararam guerra aos soviéticos, a Lituânia foi novamente absorvida pela União Soviética durante quase 50 anos. No início da década de 1990 a Lituânia restaurou sua soberania. Posteriormente integrou-se nas estruturas políticas europeias.
Palácio dos Grã-Duques da Lituânia, no centro histórico de Vilnius (UNESCO)


Cultura:
     A cultura da Lituânia combina a herança nativa, representada pelo idioma lituano, com aspectos culturais nórdicos e tradições cristãs resultantes dos seus vínculos históricos com a Polónia. Embora existindo semelhanças linguísticas e fortes vínculos culturais com a Letónia, em vários períodos da sua história a Lituânia recebeu influência das culturas nórdica, germânica e eslava. Várias mudanças culturais tiveram lugar neste país báltico, depois de ter sido ocupado e anexado em 1940 pela ex-União Soviética.
     Os escritores lituanos que mais se destacaram foram: foram Vincas Krèvè-Mickevicius, novelista e dramaturgo; Alfonsas Nyka-Nilliunas, poeta e romancista, e o narrador Marius Katiliskis. Destaca-se igualmente o linguista Algirdas Julius Greimas e o compositor e pintor Mikalojus Konstantinas Ciurlionis.
     A primeira universidade da Lituânia foi fundada em 1556, em Vilnius, pelo Rei da Polónia e Grão-Duque da Lituânia Estêvão Báthory (1533-1586).
     O primeiro livro em idioma lituano foi impresso em 1562 em Königsberg (Kaliningrado, actual Rússia).
Principais recursos naturais:
Calcário, areia, cascalho, argila, turfa, âmbar e petróleo.


Datas comemorativas:
Dia Nacional – 16 de Fevereiro – Celebra a data em que foi declarada a independência, do Império Russo, em 1918.


Símbolos nacionais:
Bandeira Nacional;
Brasão de Armas;
Hino Nacional Tautiška Giesmė - ("Canção nacional");
Insígnia da Força Aérea Lituana.

Insígnia da Força Aérea Lituana


Lema:
"Tautos jėga vienybėje" – "A força da nação está na união"


Capital:                                                           Língua oficial:
Vilnius                                                            Lituano

Vista parcial de Vilnius, capital da Lituânia


Moeda oficial:                                                 Tipo de Governo:
Euro (EUR)                                                      República parlamentarista


Data de admissão como membro da ONU (Organização das Nações Unidas):
17 de Setembro de 1991.


Data de admissão como membro da União Europeia (EU):
1 de Maio de 2004.


Data de admissão na União Monetária Europeia (Zona Euro):
1 de Janeiro de 2015.


Organizações / Relações internacionais:
  • ONU – Organização das Nações Unidas;
  • EU – União Europeia;
  • AG – Grupo Austrália;
  • APCE – Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa;
  • BIRD – Banco Internacional para a Reconstrução e o Desenvolvimento;
  • BERD – Banco Europeu para a Reconstrução e o Desenvolvimento;
  • CD – Comunidade das Democracias;
  • CoE – Conselho da Europa;
  • COI – Comité Olímpico Internacional;
  • ICO – Organização Internacional do Café;
  • INTERPOL – Organização Internacional de Polícia Criminal;
  • IPU – União Inter-Parlamentar;
  • IRENA – Agência Internacional para as Energias Renováveis;
  • IRU – União Internacional de Transportes Rodoviários;
  • MIGA – Agência Multilateral de Garantia de Investimentos;
  • NATO /OTAN – Organização do Tratado do Atlântico Norte;
  • OIM – Organização Internacional para as Migrações;
  • OMC – Organização Mundial do Comércio;
  • OPCW Organização para a Proibição de Armas Químicas;
  • OSCE Organização para a Segurança e Cooperação na Europa;
  • PCA Tribunal Permanente de Arbitragem;
  • PSIWMD Iniciativa de Segurança contra a Proliferação de Armas de Destruição Maciça;
  • RAMSAR Convenção sobre as Zonas Húmidas de Importância Internacional;
  • TPI – Tribunal Penal Internacional;
  • UIC – União Internacional dos Caminhos-de-Ferro;
  • UME – União Monetária Europeia;
  • WCO – Organização Mundial das Alfândegas;
  • WIPO – Organização Mundial da Propriedade Intelectual.


Património Mundial (UNESCO):
  • Centro Histórico de Vilnius (1994, 2012);

Centro histórico de Vilnius (UNESCO)


  • Istmo da Curlândia (2000) (partilhado com a Rússia);

Istmo da Curlândia (UNESCO)


  • Sítio arqueológico de Kernavé (Reserva Natural de Kernavé) (2004);

Reserva Natural de Kernavé (UNESCO)


  • Arco Geodésico de Struve (2005) (partilhado com mais 9 países).




Marco do Arco Geodésico de Struve, em Meškonys, distrito de Vilnius (UNESCO)


Património Cultural e Imaterial da Humanidade (UNESCO):
  • Celebrações dos cantos e danças bálticas (2008) (partilhado com Estónia e Letónia);
  • Kryždirbystė, o fabrico e o simbolismo lituano das cruzes (2008);
  • Sutartinés, cantos lituanos a várias vozes (2010).

Património documental inscrito no Registo da Memória do Mundo (UNESCO):
  • Arquivos dos Radziwill e Colecção da Biblioteca de Niasvizh (2009);
  • Caminho Báltico - Cadeia humana entre três Estados no seu caminho para a Liberdade (2009).



Rede de Cidades Criativas da UNESCO:
2015 - Kaunas (na área do design).

Fonte:
Wikipedia, a enciclopédia livre

24 janeiro 2016

Liechtenstein

Fürstentum Liechtenstein
Principado de Liechtenstein





Bandeira
Brasão de Armas





















Localização:
Europa, Europa Central, Europa Ocidental.


Origem / Pequeno resumo histórico:
Etimologia - Listenstaine (em alemão: Liechtenstein) significa literalmente, na língua local, "pedra clara" (liechten stein). A sua associação com o principado deve-se a ter sido a família Liechtenstein a comprar e unir os condados de Schellenberg e Vaduz, dando origem ao actual território do país. O Sacro Imperador Romano-Germânico permitiu à dinastia o renomeação da sua nova propriedade com o próprio apelido de família. Tal sobrenome, por sua vez, vem do Castelo de Liechtenstein, na Áustria, habitado pela família séculos antes.
História - O Principado do Liechtenstein é um micro-estado (país com menos de 1.000 Km2 ) com 160,4 Km2, que desfrutou de um território incorruptível ao longo da História. As suas fronteiras permaneceram quase imutáveis desde 1434, quando o Reno estabelecia a fronteira entre o Sacro Império Romano Germânico e os cantões da Suíça.
Uma estrada romana atravessa a região de sul para norte, atravessando os Alpes pelo desfiladeiro de Splügen até às margens do Reno, num terreno cujas custosas e frequentes inundações impediam a sua habitação.
A dinastia de Liechtenstein, cujo principado tomou por seu o nome do Castelo de Liechtenstein, na Áustria e onde vivia a família aristocrata. A Johann-Adam Liechtenstein, um príncipe de Viena, com possessões na Boémia, na Baixa Áustria, na Styria e na Morávia, foi barrada a entrada para o Conselho de Príncipes, que rodeava e influenciava directamente os Habsbugos. Então comprou Schellenberg em 1699 e Vaduz em 1712. Tudo isto devido à corrida desenfreada dos nobres e Senhores às terras circundantes da Família Habsburgo. É elevado, então, a Principado Imperial de Liechtenstein, como um feudo do Sacro Império Romano-Germânico
O Liechtenstein tornou-se um estado soberano em 1806, quando ratifica a Confederação do Reno junto a Napoleão I, após a dissolução do Sacro Império. O condado foi ocupado pelas tropas francesas durante alguns anos, mas recupera a sua independência em 1815 com a Confederação Germânica. 



Castelo de Vaduz, a residência oficial do Príncipe do Liechtenstein.

Cultura:
A cultura de Liechtenstein, embora seja um micro-estado, e portanto um país aparentemente sem espaço territorial para se tornar um símbolo cultural, desenvolveu-se a partir da cultura de outros países, como a Alemanha, a França e a Suíça. Sendo assim, a cultura é muito semelhante à da Suíça e à da Alemanha.
Artes - Nas artes, o Liechtenstein surge num plano recuado na Europa, sendo que a maioria do seu património mais notável foi construído durante a Idade Média. A arquitectura é efectivamente apropriada ao local montanhoso, encravado nos alpes.
Na pintura e na escultura, e outras artes decorativas, não é um país de referência. Porém, estas artes cresceram fielmente durante o período do barroco e prosperaram durante o neoclassicismo. Mas só no panorama nacional, não se podendo apontar grandes artistas no país.
Porém, o país tem alguns museus de referência como a Colecção dos Príncipes, que inclui obras de Pieter Paul Rúbens, o Museu Nacional de Arte, o Museu de Belas Artes do Liechtenstein (o Kunstmuseum que alberga obras de Jan Steen, Anthony van Dyck, Umberto Boccioni, Fernando Botero, Paul Klee, Dalí, John Constable, Sol LeWitt, Millet, Picasso e Francis Picabia e outros) e poucos outros. Curiosamente, a Escola de Barbizon é a mais popular nas colecções dos museus de arte do estado, com largas representações deste movimento artístico.
No âmbito da música e do teatro, pode dizer-se que estes constituem uma importante parte da cultura do país. Existem várias organizações como a Companhia Musical do Liechtenstein, entre outras fundações de renome internacional.



Edifício do Parlamento e sede do Governo, em Vaduz

Principais recursos naturais:
Não possui recursos naturais de valor.

Datas comemorativas:
Dia Nacional - 15 de Agosto - Comemorado no dia anterior ao aniversário do Príncipe Franz Joseph II (1906-1989), o primeiro soberano a viver no país.


Símbolos nacionais:
Bandeira nacional;
Brasão de Armas;
Hino nacional - Oben am jungen Rhein - ("Acima pelo jovem Reno")


Lema:
"Für Gott, Fürst und Vaterland" - ("Por Deus,o Príncipe e a Pátria")


Vista parcial de Vaduz, capital do Liechtenstein


Capital:                                                           Língua oficial:
Vaduz                                                             Alemão


Algumas ruas de Vaduz


Moeda oficial:                                                 Tipo de Governo:
Franco Suíço (CHF)                                       Monarquia constitucional


Data de admissão como membro da ONU (Organização das Nações Unidas):
18 de Setembro de 1990


Organizações / Relações internacionais:
  • ONU – Organização das Nações Unidas;
  • OMC – Organização Mundial do Comércio;
  • APCE – Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa;
  • CoE – Conselho da Europa;
  • COI – Comité Olímpico Internacional;
  • EFTA – Associação Europeia de Livre Comércio;
  • INTERPOL – Organização Internacional de Polícia Criminal;
  • IPU – União Inter-Parlamentar;
  • IRENA – Agência Internacional para as Energias Renováveis;
  • IUCN – União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais;
  • OPCW – Organização para a Proibição de Armas Químicas;
  • OSCE – Organização para a Segurança e Cooperação na Europa;
  • PCA – Tribunal Permanente de Arbitragem;
  • PSIWMD – Iniciativa de Segurança contra a Proliferação de Armas de Destruição Maciça;
  • RAMSAR – Convenção sobre as Zonas Húmidas de Importância Internacional;
  • TPI – Tribunal Penal Internacional;
  • WIPO – Organização Mundial da Propriedade Intelectual.


Fonte:
Wikipedia, a enciclopédia livre.