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29 abril 2015

Islândia

Ísland

Islândia


Bandeira


Brasão de Armas

























Localização da Islândia na Europa
















Localização:
Europa, Europa Setentrional, Europa Ocidental, Escandinávia, Nação transcontinental.


Origem / Pequeno resumo histórico:
     Uma das teorias sobre a origem do actual povoamento do território islandês afirma que os primeiros habitantes desta ilha chegaram por volta do Século IX d.C., eram membros de uma missão de monges eremitas, também conhecidos como papar, provenientes da Escócia e da República da Irlanda, embora não existam sítios arqueológicos que comprovem essas hipóteses.
     Presume-se que os monges abandonaram a ilha com a chegada dos escandinavos, que se fixaram no período compreendido entre os anos 870 e 930. Um artigo da publicação Skirnir, onde são mostrados os resultados de investigações realizadas com radio-carbono, afirma que o país foi habitado desde a segunda metade do Século VII d.C..

Pintura representando Ingólfur Arnarson quando estabeleceu
a cidade de Reiquiavique (870). (Pintura de Johan Peter Raadsig, 1850)

     O primeiro colono nórdico permanente foi Ingólfur Arnarson, que construiu uma granja na zona da actual capital, Reiquiavique, no ano 870. Ingólfur foi seguido por muitos outros colonos imigrantes, a maior parte deles nórdicos, com escravos vindos da Irlanda. Em 930, a maior parte do terreno islandês cultivável já tinha sido ocupado. Com isso, foi fundado o Althing, um parlamento legislativo e judicial, como centro político da Comunidade Islandesa. Por volta do ano 1000, o cristianismo foi adoptado na Islândia. A comunidade islandesa permaneceu até 1262, quando o sistema político idealizado pelos colonos originais se tornou incapaz de enfrentar o poder crescente dos caciques islandeses.
     As lutas internas e civis da Era de Sturlungaöld levaram o país a assinar o Pacto Antigo em 1262, tratado que colocou a Islândia sob o domínio da Coroa Norueguesa. A posse da Islândia passou para o Reino da Dinamarca e Noruega até finais do Século XIV, quando os reinos da Noruega, Dinamarca e Suécia se uniram, formando a União de Kalmar. Nos séculos posteriores, a Islândia passou a ser um dos países mais pobres da Europa. Os solos estéreis, as erupções vulcânicas e o tipo de clima tornaram a vida da sociedade mais difícil, cuja subsistência era quase totalmente dependente da agricultura. A peste negra afectou quase toda a população entre 1402 e 1404 e novamente entre 1494 e 1495, matando cerca de metade dos habitantes.
     Em meados do Século XVI, Cristiano III da Dinamarca e Noruega começou a impor o luteranismo a todos os seus súbditos. O último bispo católico do país (antes de 1968) foi Jon Arason, decapitado em 1550 juntamente com seus filhos. Posteriormente, quase toda a população islandesa aderiu ao luteranismo, que desde então é a religião predominante.
     Nos Séculos XVII e XVIII, a Dinamarca impôs à Islândia uma série de restrições ao comércio, enquanto piratas ingleses, espanhóis e argelinos invadiam a sua costa. Uma epidemia de varíola registada no Século XVIII causou a morte de, aproximadamente, um terço da população. Em 1783, a erupção do vulcão Laki teve efeitos devastadores. Nos anos seguintes à erupção, época conhecida como Aflição na névoa (em islandês: Móðuharðindin), mais da metade das espécies de animais no país morreram e mais de um quarto da população morreu de fome.
     Em 1874, a Dinamarca concedeu à Islândia uma constituição e um governo limitado, expandido em 1904.
     O Acto de União, acordo firmado com a Dinamarca em 1 de Dezembro de 1918 e válido durante 25 anos, concedeu à Islândia o total reconhecimento como um Estado soberano, numa união pessoal com o Rei da Dinamarca. Isso significava que o rei exercia a mesma função tratando-se de assuntos internacionais, mas essa união terminaria após 25 anos.
     Durante a Segunda Guerra Mundial, a Islândia uniu-se à Dinamarca mantendo a sua postura neutra. Entretanto, após a ocupação alemã da Dinamarca em 9 de Abril de 1940, o parlamento decidiu que a Islândia deveria assumir os poderes do rei dinamarquês e substituí-lo por um regente. Declarou que que seria feita a implantação da política externa independente, além de outras questões previamente agendadas pela Dinamarca à petição islandesa. Um mês mais tarde as Forças Armadas do Reino Unido invadiram a Islândia, violando sua neutralidade. Em 1941, o país passou a ser dominado pelos Estados Unidos, para que o Reino Unido pudesse implantar as suas tropas noutros locais.
     Em 31 de Dezembro de 1943 o Acto de União expirou, após 25 anos. A partir de 20 de Maio de 1944, os islandeses votaram num referendo de quatro dias para determinar o futuro da união pessoal com o Rei da Dinamarca e a possível implantação de uma república. No resultado, 97% dos votos puseram fim a essa união e 95% votaram a favor de uma nova constituição republicana.
     Finalmente, a Islândia converteu-se numa República em 20 de Junho de 1944, tendo Sveinn Björnsson como primeiro presidente.

Típicos telhados coloridos de Reiquiavique

Cultura:
     A cultura da Islândia possui as suas raízes nas tradições nórdicas e a sua literatura é reconhecida principalmente por suas sagas e eddas, que foram escritas durante a Idade Média.

Arquitectura - A arquitectura islandesa foi historicamente influenciada pela cultura escandinava e pela falta de árvores no território. Por isso, as primeiras casas feitas no país eram cobertas externamente com erva ou turfa. Influenciadas pela cultura viking, as casas de turfa islandesas tinham um formato alongado, feitas com estrutura de madeira e depois cobertas com material vegetal. Com o tempo, novos modelos desse tipo de construção foram surgindo, como a introdução de gabletes na frente das casas, graças à influência dinamarquesa, além da construção de alpendres na frente das construções. Hoje em dia esse tipo de construção já não é executada, e as casas que ainda existem são, na maioria das vezes, abertas ao público como se fossem museus.

Tradicionais casas de turfa islandesas (foto de Stefan Schafft)

     A partir do Século XX, o estilo dos chalés suíços chegou indirectamente ao país, por meio da influência norueguesa, trazendo um modelo diferente, com janelas mais largas e construções maiores. Nesse período ainda foi proibido o uso de madeira nas construções das cidades, por causas dos grandes incêndios que atingiram a capital do país nessa época. Então, com os movimentos de independência, a chegada da utilização de concreto e a crescente urbanização, houve uma mudança significativa no rumo da arquitectura do país, com a construção de prédios maiores e mais elaborados, como a Igreja de Hallgrímskirkja.
     Nos anos recentes, muitos projectos em grande escala surgiram por todo o país, com a construção de grandes arranha-céus, que contrastam com as construções antigas que ainda existem, além de outros projectos como a Sala de Concertos de Reiquiavique.

Literatura – A literatura islandesa começou a ser criada pelos habitantes a partir do Século IX, com as primeiras povoações. Como a língua islandesa e a norueguesa nos tempos medievais eram a mesma, as obras produzidas no país são incluídas na literatura medieval da Escandinávia. As obras mais famosas neste período são as sagas medievais, escritas entre os Séculos XII e XIV, cujos autores são, na maioria das vezes, desconhecidos.
     Durante o Século XX muitas obras de poesias e novelas foram produzidas, destacando-se vários autores:  Johann Sigurdsson, Indridi G. Thorsteinsson, Gudbergur Bergsson, David Stefansson  e Halldór Laxnes, Prémio Nobel de Literatura em 1955.

Desporto – Na Islândia são vários os desportos praticados pela população. Os mais comuns são o futebol, handebol e golfe. O futebol é o mais popular do país, graças ao desempenho da selecção islandesa nas competições internacionais.
     Outro desporto popular no país é o esqui, praticado nas áreas em redor da capital durante o inverno, quando as colinas ficam cobertas de neve. O snowboarding, um desporto relativamente novo, está a tornar-se um desporto popular entre os islandeses. Noutras actividades desportivas incluem-se a equitação, principalmente com o cavalo islandês, adaptado às condições climáticas do país, e a natação, realizada nas piscinas aquecidas pela energia geotérmica.

Culinária – A culinária islandesa é conhecida pela utilização de produtos frescos, livres de agro-tóxicos e de outras substâncias químicas. Seus peixes são famosos pela pesca responsável e pelos elevados padrões de qualidade.
     Entre alguns produtos populares no país, destacam-se a carne de cordeiro, famosa por ser macia e saborosa, e o Skyr, um lacticínio parecido com o iogurte. Como em diversos outros países, lanches rápidos tornaram-se populares na Islândia. Um dos pratos mais populares e baratos é o pylsa, uma espécie de cachorro quente.
     Alguns alimentos peculiares islandeses incluem salsichas feitas com fígado e sangue de carneiro e peixes desidratados que são usados em refeições leves.

Þorramatur (thorramatur). (foto de The blanz)
     Num certo período do ano, denominado Þorrablót (lê-se thorrablot) entre Janeiro e Fevereiro, é de tradição o consumo de alimentos que os antigos islandeses comiam. Esse tipo de comida, denominada Þorramatur (thorramatur), possui diversos ingredientes de origem animal, como cabeça de ovelha chamuscada, cordeiro defumado, chouriço de fígado e várias carnes curadas, como testículos de carneiro, peito de cordeiro e nadadeiras de focas.

Música – Historicamente, a música islandesa esteve sempre associada com a religião. Por isso era muito comum a apresentação de corais em escolas, igrejas e reuniões da comunidade. Essa tradição ainda hoje existe, mesmo sem estar tão ligada às crenças religiosas como no passado.
     As canções cantadas por corais têm origem nas obras produzidas nos Séculos XIII e XIV, com os tradicionais poemas rimados, conhecidos como rímur. Essa relação com o passado representa uma importância cultural simbólica para os islandeses até à actualidade. Até ao início do Século XX praticamente não existiam instrumentos musicais no país, por isso a história musical do país é tão diferente e peculiar em relação a outros países, com as canções folclóricas e religiosas originadas de outros países nórdicos sendo cantadas à capella.
     O mundo começou a conhecer a nova música vibrante que começava a surgir no Século XX com a banda de rock alternativo Sugarcubes, liderada pela cantora Björk, que viria a tornar-se a cantora mais famosa do país com reconhecimento internacional.
     Um dos festivais de músicas mais importantes da Islândia é o Iceland Airwaves, criado em 1999, com edições anuais em Outubro.


Principais recursos naturais:
Alumínio, ferro, silício, diatomite, energia geotérmica.


Datas comemorativas:
Dia da Independência – 17 de Junho – Celebra a data da Independência, da Dinamarca, em 1944.

Símbolos nacionais:
Bandeira Nacional;
Brasão de Armas;
Hino Nacional; Lofsöngur ("Canção de Louvor"), também conhecido como Ó Guð vors lands ("Ó Deus da nossa terra");
Insígnia da Guarda Costeira da Islândia.

Insígnia da Guarda Costeira da Islândia


Capital:                                                             Língua oficial:
Reiquiavique                                                   Islandês


Vista parcial de Reiquiavique, capital da Islândia


Moeda oficial:                                                   Tipo de Governo:
Coroa islandesa (ISK)                                     República parlamentarista


Alþingi, o Parlamento da Islândia, o mais
antigo do mundo (ano de 930)


Data de admissão como membro da ONU (Organização das Nações Unidas):
19 de Novembro de 1946.


Organizações / Relações internacionais:
  • ONU - Organização das Nações Unidas;
  • AG - Grupo Austrália;
  • APCE - Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa;
  • COI - Comité Olímpico Internacional;
  • EFTA - Associação Europeia de Livre Comércio;
  • GFN - Grupo de Fornecedores Nucleares;
  • IHO - Organização Hidrográfica Internacional;
  • INTERPOL - Organização Internacional de Polícia Criminal;
  • IPU - União Inter-Parlamentar;
  • IRENA - Agência Internacional para as Energias Renováveis;
  • IUCN - União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais;
  • MIGA - Agência Multilateral de Garantia de Investimentos;
  • NATO / OTAN - Organização do Tratado do Atlântico Norte;
  • OCDE - Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico;
  • OIM - Organização Internacional para as Migrações;
  • OMC - Organização Mundial do Comércio;
  • OPCW - Organização para a Proibição de Armas Químicas;
  • OSCE - Organização para a Segurança e Cooperação na Europa;
  • PCA - Tribunal Permanente de Arbitragem;
  • PSIWMD - Iniciativa de Segurança contra a Proliferação de Armas de Destruição Maciça;
  • RAMSAR - Convenção sobre as Zonas Húmidas de Importância Internacional;
  • TEDH - Tribunal Europeu dos Direitos Humanos;
  • TPI - Tribunal Penal Internacional;
  • WCO - Organização Mundial das Alfândegas.



Património Mundial (UNESCO):

  • Parque Nacional Þingvellir (2004);
  • Ilha Vulcânica de Surtsey (2008).


Parque Nacional Þingvellir, onde, em 930, foi
fundado o Parlamento da Islândia (UNESCO)

Ilha vulcânica de Surtsey (UNESCO)


Fonte:
Wikipedia, a enciclopédia livre

26 novembro 2014

Finlândia

Suomen tasavalta
Republiken Finland
República da Finlândia


Bandeira
Brasão de Armas




















Localização:
Europa, Europa Setentrional, Escandinávia


Origem / Pequeno resumo histórico:
     De acordo com evidências arqueológicas, a área geográfica onde é a Finlândia foi estabelecida primeiramente em torno de 8.500 a.C. durante a idade da pedra enquanto a última Era do Gelo retrocedia.      Os povos mais adiantados provavelmente eram caçadores e camponeses, vivendo na tundra e com o que o mar poderia oferecer. A cerâmica é conhecida desde 5.300 a.C..
     Até o início do Século XIX a Finlândia pertencia ao Reino da Suécia. Durante todo o período de dominação, pouca foi a evolução da cultura e identidade nacionais que eram então dominadas por uma pequena elite sueca.
     Em 1808 o território finlandês é invadido e subjugado pela Rússia, representando um novo momento para a consolidação de uma cultura finlandesa. A capital muda-se em1812 de Turku para Helsínquia. Desde a sua fundação, Helsínquia está ligada por intenso comércio com a Rússia. O arquitecto alemão que trabalhava em São Petersburgo, Johann Engel (1778-1840) é contratado para o projecto e construção dos edifícios governamentais em estilo imperial neo-clássico. Na altura era crescente um movimento, da maioria da população, de patriotismo e formação de uma identidade nacional com a promoção da língua finlandesa e a exaltação das paisagens locais.
  Nos finais do Século XIX a Rússia impôs o russo como língua oficial e extinguiu o exército finlandês, minando cada vez mais as possibilidades de construção de uma nação independente. Mas, em 1919, com a turbulência política e económica russa, o país finalmente consegue a sua independência.
     Durante os Séculos IX e X, a cultura Viking, com o comércio, prosperou na Suécia, a qual iniciou a conquista de novas terras. A invasão dirigiu-se em primeiro lugar para oriente, na direcção da Finlândia, dos Estados Bálticos, Rússia e Mar Negro.
     Apesar da estreita relação com a URSS, a Finlândia manteve a sua economia activa no Mercado Ocidental. O crescimento económico do país foi rápido. Após a morte do ditador soviético Josef Stalin, o domínio sobre a Finlândia começou a enfraquecer: os soviéticos evacuaram uma das suas principais bases no país, em Porkkala, em 1956.
     Tida como uma ponte entre os blocos capitalista e comunista, a Finlândia participou da Conferência de Segurança e Cooperação Europeia, em 1973, cuja acta final foi assinada em 31 de Julho de 1975.
     Em Fevereiro de 1993 a Finlândia começou a negociar a sua entrada na União Europeia, que ocorreu em 1994 e, oficialmente, em 1995.
     Tal como todos os países nórdicos, a Finlândia tem a sua economia liberalizada desde os anos 80. A desregulamentação do mercado foi forte, algumas empresas estatais foram privatizadas e houve modestos cortes fiscais, o país entrou para a zona euro em 1999. O país foi um dos primeiros a adoptar o euro como moeda oficial logo após seu lançamento, em 1 de Janeiro de 2002.

Parque Nacional de Repovesi

Cultura:
     A Finlândia, no idioma finlandês, é Suomi, que significa "a terra dos mil lagos", por causa da grande quantidade deles na região. O nome do país também pode ser entendido como "Terra dos Pântanos" (Süomi). A mulher finlandesa foi a primeira no mundo a obter em 1906 a elegibilidade nas eleições parlamentares. É o país com a melhor educação do mundo, possuindo uma cultura totalmente diversificada, que se apoia numa base emocional desde muito cedo, ligada à emancipação nacional e ganhando a sua força e voz através da literatura.
     Distinguiram-se vários escritores que não só relataram a vida da sociedade nos seus livros, como também se esforçaram para desenvolver a educação do povo - em finlandês.
     Os telemóveis "Nokia" tiveram origem na Finlândia. 
     Geralmente, os finlandeses são pessoas reservadas e gostam da natureza, apesar da maioria da população viver em cidades urbanas.
Segundo a lenda, o Pai Natal viveria na parte finlandesa da Lapónia.
     Apesar do inverno rigoroso, que às vezes pode chegar aos -35ºC, os finlandeses sabem fazer um óptimo aproveitamento do frio e estão sempre praticando todos os tipos de desportos na neve, como snowboarder, esqui (com pistas prontas espalhadas por todas as cidades) onde podem ser vistos idosos, jovens e crianças praticando.

Literatura - Mika Waltari (1908-1979) é, provavelmente, o escritor finlandês com maior popularidade a nível mundial. O seu romance histórico mais conhecido é "Sinuhé, o egípcio" (Sinuhe egyptiläinen), publicado em 1945. O escritor finlandês Frans Eemil Sillanpää foi o vencedor do Prémio Nobel da Literatura em 1939.

Música - A música da Finlândia tem influências nitidamente escandinavas, e o symphonic metal é muito popular, assim como o piano, que é igualmente um instrumento muito popular.
O compositor erudito finlandês mais conhecido mundialmente é Jean Sibelius, que escreveu a música "Poema Finlândia" ou conhecida apenas como "Finlândia", quando o país se tornou independente.
     Algumas bandas Finlandesas de sucesso são HIM, Apocalyptica, Sonata Arctica, Children of Bodom, Nightwish, Korpiklaani, Stratovarius, The Rasmus, Poets of the Fall e Lordi, entre outras.
     Na Finlândia também é comum a existência de estilos como o Techno e o Trance, que fazem bastante sucesso.

GastronomiaA culinária da Finlândia é notável pela sua combinação de cozinha tradicional, cozinha gourmet  e estilos gastronómicos continentais contemporâneos. O peixe e a carne desempenham um papel importante em pratos tradicionais finlandeses em algumas partes do país, enquanto que em outras regiões, as receitas tradicionais incluem diversos vegetais e cogumelos.
     A comida finlandesa usa frequentemente produtos de grãos integrais (como centeio, cevada e aveia) e bagas de frutas, como mirtilos, amoras, arando vermelho e espinheiro amarelo.
     O leite e produtos lácteos, como a manteiga, são frequentemente usados como bebidas ou ingredientes em várias receitas.
     Anteriormente, a cozinha tradicional, utilizava várias espécies de nabos, mas eles foram substituídos pela batata, depois da sua introdução, no Século XVIII.

Desporto - A Finlândia tem na actualidade vários nomes conhecidos do desporto internacional, onde se destaca o multi-campeão olímpico Paavo Nurmi, o maior dos Finlandeses Voadores; o nadador Jani Sievinen; o futebolista Jari Litmanen; nos desportos motorizados, os campeões de Fórmula 1: Keke Rosberg, Mika HakkinenKimi Räikkönen e Heikki Kovalainen; e o bi-campeão mundial de Snowboard Peetu Piiroinen, medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Inverno em 2010.
     A Finlândia é um país tradicionalmente forte no lançamento do dardo, sendo titular de 14 das 39 medalhas de ouro já disputadas nas olimpíadas. O desportos mais popular do país é o hóquei no gelo. A selecção nacional possui uma medalha de ouro no campeonato mundial, além de diversas medalhas de prata e bronze.
     O Pesäpallo (também conhecido como "basebol Finlandês") é habitualmente mencionado como o desporto nacional da Finlândia.


Principais recursos naturais:
Ouro, prata, urânio, madeira, ferro, cobre, zinco, níquel e calcário.


Datas comemorativas:
Dia da Independência - 6 de Dezembro - Celebra a data da declaração da independência, da Rússia, em 1917.



Símbolos nacionais:
Bandeira Nacional;
Brasão de Armas;
Hino Nacional - Maamme (em finlandês) ou Vårt land (em sueco), que significa (“Nossa terra”);
Insígnia da Força Aérea da Finlândia.


Insígnia da Força Aérea da Finlândia


Capital:                                                                         Línguas oficiais:
Helsínquia                                                                   Finlandês e sueco



Vista parcial de Helsínquia, capital da Finlândia


Moeda oficial:                                                                      Tipo de Governo:
Euro (adesão em 1 de Janeiro de 2002)                        República parlamentarista


Data de admissão como membro da ONU (Organização das Nações Unidas):
14 de Dezembro de 1955


Data de adesão à UE (União Europeia):
1 de Janeiro de 1995


Organizações / Relações internacionais:

  • ONU - Organização das Nações Unidas;
  • UE - União Europeia;
  • AG - Grupo Austrália;
  • AIE - Agência Internacional de Energia;
  • APCE - Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa;
  • CD - Comunidade das Democracias;
  • COI - Comité Olímpico Internacional;
  • FMI - Fundo Monetário Internacional;
  • GFN - Grupo de Fornecedores Nucleares;
  • IHO - Organização Hidrográfica Internacional;
  • INTERPOL - Organização Internacional de Polícia Criminal;
  • IPU - União Inter-Parlamentar;
  • IRENA - Agência Internacional para as Energias Renováveis;
  • IRU - União Internacional de Transportes Rodoviários;
  • IUCN - União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais;
  • MIGA - Agência Multilateral de Garantia de Investimentos;
  • OCDE - Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico;
  • ICO - Organização Internacional do Café;
  • OIM - Organização Internacional para as Migrações;
  • OIV - Organização Internacional da Vinha e do Vinho;
  • OMC - Organização Mundial do Comércio;
  • OPCW - Organização para a Proibição de Armas Químicas;
  • OSCE - Organização para a Segurança e Cooperação na Europa;
  • PCA - Tribunal Permanente de Arbitragem;
  • PSIWMD - Iniciativa de Segurança contra a Proliferação de Armas de Destruição Maciça;
  • TA - Tratado da Antárctida;
  • TEDH - Tribunal Europeu dos Direitos Humanos;
  • TPI - Tribunal Penal Internacional;
  • UIC - União Internacional dos Caminhos-de-Ferro;
  • UIHJ - União Internacional dos Oficiais de Justiça;
  • UME - União Monetária Europeia;
  • UPM - União para o Mediterrâneo;
  • WCO - Organização Mundial das Alfândegas.


Património Mundial (UNESCO):
  • Cidade Velha de Rauma (1991);
  • Fortaleza de Suomenlinna (1991);
  • Igreja Antiga de Petäjävesi (1994);
  • Fábrica de Madeira e Cartão de Verla (1996);
  • Sitío Funerário da Idade do Bronze de Sammallahdenmäki (1999);
  • Arco Geodésico de Struve (clicar para ver) (2005) (sítio partilhado com mais nove países);
  • Costa Alta e Arquipélago Kvarken (2000, 2006) (sítio transfronteiriço com a Suécia).

Igreja antiga de Petäjävesi (UNESCO)

Uma rua da Cidade Velha de Rauma (UNESCO)
















Fonte:
Wikipedia, a enciclopédia livre

06 agosto 2014

Dinamarca

Kongeriget Danmark

Reino da Dinamarca



Bandeira


Brasão de Armas





















Localização:
Europa, Europa Setentrional, Escandinávia, Nação transcontinental.


Geografia:
     A Dinamarca consiste da península da Jutlândia (Jylland) e de 405 ilhas com nome, das quais 82 são habitadas, e entre as quais as mais importantes são a Fiônia e a Zelândia (Sjælland).
     A ilha de Bornholm localiza-se um pouco para leste do resto do país, no mar Báltico. Muitas das ilhas estão ligadas por pontes. A Ponte do Øresund liga a Zelândia à Suécia e a Ponte do Grande Belt liga Fyn à Zelândia.
     Além da parte europeia, o Reino da Dinamarca inclui as Ilhas Faroé, a ilha da Gronelândia e vários arquipélagos no Atlântico Norte.


Føroyar
Færøerne
Ilhas Faroé

Região Autónoma da Dinamarca desde 1948 - Democracia Parlamentar no contexto de uma Monarquia Constitucional  (Sem adesão à União Europeia).



Bandeira das Ilhas Faroé
Brasão de Armas das Ilhas Faroé














Grønland
Gronelândia

Região Autónoma da Dinamarca desde 1979 - Democracia Parlamentar integrada numa Monarquia Constitucional 

Bandeira da Gronelândia
Brasão de Armas da
Gronelândia














Localização da Dinamarca, Ilhas Faroé e Gronelândia



Gronelândia, Ilhas Faroé e Dinamarca


Origem / Pequeno resumo histórico:
Etimologia - A etimologia da palavra Dinamarca e, especialmente, a relação entre os dinamarqueses e a Dinamarca e a unificação do país como um único reino, ainda são assuntos que atraem debate. Esta discussão é centrada principalmente no prefixo "Dan" e se refere aos danos ou uma pessoa histórica chamada Dan. A questão é ainda mais complicada por uma série de referências a vários danos na Escandinávia ou em outros lugares na Europa, em contos gregos e romanos (como Ptolomeu, Jordanes e Gregório de Tours), bem como na literatura medieval (como Adão de Bremen, Beowulf, Widsith e Edda, em verso).
     A maioria dos manuais consideram a origem da primeira parte da palavra, bem como o nome das pessoas, de uma palavra que significa "terra plana" , relacionada com as palavras em alemão tenne e em sânscrito dhanus ("deserto"). O sufixo provavelmente significa "floresta" ou "fronteira", com referências prováveis para as florestas de fronteira no sul do Schleswig.

História - A origem da Dinamarca está perdida na pré-história. A sua fortaleza mais velha data do Século VII, ao mesmo tempo que o novo alfabeto rúnico. A Dinamarca foi unida por Haroldo I (Dente-Azul) por volta 456.
     Após o Século XI, a Dinamarca e a península Escandinava são o ponto de partida dos vikings, navegadores germânicos que conquistaram várias partes da Europa.
     Entre os Séculos IX e XI, os Vikings dominam a região do mar Báltico ao mar do Norte. No Século X a Dinamarca é cristianizada por missionários ingleses e saxões.
     Em 1397, Dinamarca, Suécia, Noruega, Islândia, parte das Ilhas Virgens, partes da costa Báltica e o que é agora o norte da Alemanha, juntam-se na União de Kalmar.
     A intervenção dinamarquesa na Guerra dos Trinta Anos (1618-1648), a favor dos protestantes, e as guerras contra a Suécia, no Século XVII, reduzem a sua influência no mar Báltico. Scania era parte da Dinamarca na maior parte de sua história, mas foi perdida para a Suécia em 1658.
O apoio à França napoleónica, em 1814, tem como resultado a perda da Noruega para a Suécia.
     Em 1849, uma nova Constituição estabelece um ponto final no Absolutismo e institui a Monarquia constitucional.
     Na guerra contra a Prússia e a Áustria, em 1864, a Dinamarca perde a região de Schleswig-Holstein, que corresponde a um terço do país.
     Na I Guerra Mundial o país permanece neutro. O Tratado de Versalhes restitui-lhe o norte de Schleswig-Holstein, em posse da Alemanha. Entre 1929 e 1940, governos de esquerda ampliam os direitos sociais.
     Na II Guerra Mundial os alemães ocupam a Dinamarca, que resiste à anexação pretendida por Hitler.
A partir da libertação, em 1945, o país tem uma sucessão de governos social-democratas que, nas décadas seguintes, ampliam a sua já poderosa estrutura de previdência. Em 1949, a Dinamarca participa da formação da aliança militar ocidental, a Otan.
     Com a morte do Rei Frederik, em 1972, sua filha Margrethe ocupa o trono. Em 1973, um plebiscito aprova o ingresso na Comunidade Económica Europeia (actual União Europeia).
     Nos anos 70 o país enfrenta a inflacção e o desemprego, provocando forte crítica ao estado de bem-estar social. Em 1982, uma coligação de partidos não-socialistas (entre eles, o Conservador e o Liberal) vence o partido Social-Democrata. O conservador Poul Schlüter torna-se primeiro-ministro.

     Durante a guerra, a Islândia rompeu seus laços com a Dinamarca e tornou-se uma república independente; em 1948, as Ilhas Feroé ganharam o direito ao auto-governo. Após a guerra, a Dinamarca foi um dos membros fundadores da ONU e da OTAN e, em 1973, aderiu à Comunidade Económica Europeia (antecessora daUnião Europeia). A Gronelândia ganhou o direito ao auto-governo em 1979.
     A Dinamarca é, actualmente, o único país do mundo a cumprir com a recomendação das Nações Unidas de destinar, pelo menos, um por cento do produto interno bruto ao Terceiro Mundo (na Espanha esta cifra não chega ao 0, 3%). Além disso, os dinamarqueses estão fazendo um esforço suplementar para ajudar a modernizar as nações que antes pertenciam à Europa do Leste.


Cultura:
     A Dinamarca, como seus vizinhos escandinavos, tem sido historicamente uma das culturas mais socialmente progressistas do mundo. Em 1969 o país foi o primeiro a legalizar a pornografia. Em 2012 a Dinamarca substituiu as suas leis de "parceria registada", que tinham permitido que fosse o primeiro país a introduzir, em 1989, o casamento entre homossexuais. A modéstia, a pontualidade, mas acima de tudo, a igualdade, são aspectos importantes da maneira de viver dos dinamarqueses.
     Entre as ofertas culturais que a Dinamarca oferece, cabe destacar o Ballet Real Dinamarquês, cujas actuações no Teatro Real de Copenhaga, entre o Outono e a Primavera são consideradas como as mais maravilhosas do norte da Europa.

Literatura - Entre os escritores dinamarqueses o mais conhecido dentro e fora das fronteiras é sem dúvida Hans Christian Andersen, cujos contos de fadas têm sido traduzidos a inumeráveis línguas. Criador de um maravilhoso mundo de fantasias, é considerado um dos principais autores de contos infantis do mundo. Nasceu em 1805 na cidade de Odense, era filho de um sapateiro e deixou muito jovem sua cidade natal para ir para Copenhaga, com a esperança de triunfar no mundo do teatro. Porém, a fama não chegaria com este género, mas com a literatura, e mais concretamente com a destinada ao público infantil.
     Contemporâneo de Andersen foi Sörem Kirkegaard, teólogo e filósofo que vivia torturado pelo irremediável sentimento de contraste entre a verdade e a beleza, a religiosidade mística e a alegria de viver. Kirkegaard foi em vida pouco considerado, mas posteriormente, e com a paulatina tradução da sua obra, o mais destacado "O Diário de um Sedutor" e "O Conceito da Angustia", tem sido qualificado como um dos percursores do existencialismo.
     De fama internacional são também Kaj Munck, dramaturgo anti nazista, que pagou com sua morte prematura a coerência existente entre o seu pensamento e sua obra; e a escritora Karem Blixen, cujas obras têm sido difundidas, sobretudo a raiz do filme "Memórias da África", baseada num livro seu.

Cinema - O cinema dinamarquês era conhecido sobretudo no início do Século XX. Entre 1910 e 1920 a Dinamarca criou o que poderia considerar-se a primeira vampira do cinema. Chamava-se Asta Nielsen, filha do cinema mudo.
     A Dinamarca destaca-se principalmente na sétima arte pelo trabalho de seus realizadores. Um dos primeiros foi Theodor Dreyer, autor de obras consideradas hoje clássicas. Cultivava a temática nórdica centrada na luta entre o bem e o mal, alheio sempre a questões comerciais. Dreyer deixou para a posteridade títulos como "A Paixão de Joana d' Arc" ou "Vampir e Ordet" (A Palavra).
     Outros grandes directores do cinema dinamarquês são Gabriel Axel autor de "A Festa de Babet", vencedor de um Oscar de Hollywood e o filme "Pelle, o Conquistador" de Martim Andersen Nexö, Palma de Ouro no Festival de Cannes.

Arquitectura - A Dinamarca é líder em desenho industrial, reconhecido mundialmente, com um estilo marcado por linhas limpas, que se estende desde a arquitectura, móveis, ao trabalho da prata, porcelana e cristal. Na Dinamarca encontram-se os melhores arquitectos do mundo, entre eles Jorm Utzon, desenhador do Palácio da Ópera de Sydney, na Austrália.

Música - Relativamente à música, o jazz é algo especial, para os dinamarqueses. Escuta-se jazz ao vivo em numerosos lugares, sobretudo na capital.

Gastronomia - Em Copenhaga existem mais de dois mil restaurantes, o que dá uma ideia da variedade gastronómica do país. Os imigrantes têm trazido as suas próprias especialidades, sendo assim fácil encontrar comida italiana ou grega, embora os dinamarqueses se entreguem aos seus próprios costumes. Sendo como é, um país sobre água, destaca-se o peixe, que é servido de todas as formas imagináveis: cru, defumado, fervido, assado, ou grelhado.
     O mais popular da gastronomia dinamarquesa é conhecido pelo nome de Det store Kolde Bord (a grande mesa fria), um buffet com uma variedade quase ilimitada de pratos frios e quentes: Peixes, carnes, verduras, legumes, pão e uma grande variedade de alimentos compõem esta mesa.
     Outra especialidade é o "smorebrod", a sanduíche aberta. Trata-se de uma fatia de pão branco ou integral untada com manteiga dinamarquesa e adornada com carne defumada, peixe (arenque sobretudo), verdura, queijo e acompanhada de uma boa garrafa da genuína cerveja dinamarquesa e, se o estômago o permitir, também com um drinque de "snaps", a tradicional cachaça.
     A pastelaria dinamarquesa oferece também especialidades a levar em conta. A amêndoa, o folhado e os cremes são os ingredientes fundamentais. Sobressai o "wienerbrod" e as pastas dinamarquesas. Os produtos lácteos são também imprescindíveis na gastronomia local, a manteiga com um pouco de sal e os queijos, entre eles o Danablu e o Esrom.


Principais recursos naturais:
Petróleo, gás natural, cascalho, areia, pedra calcária, giz, argila e sal.
Na região norte da ilha da Gronelândia existe uma grande riqueza mineral, principalmente zinco, chumbo, minério de ferro, carvão, molibdénio, ouro, platina e urânio.


Datas comemorativas:
Aniversário da Rainha - 16 de Abril - Neste dia realiza-se a mudança da Guarda Real, com uniforme de gala, sendo especialmente pitoresco. A Família Real vem à varanda do Palácio de Amalienborg, em Copenhague, para saudar o seu povo.



Dia Nacional - 5 de Junho - O movimento liberal e nacional dinamarquês ganhou impulso no anos 1830 e, após as revoluções europeias de 1848, a Dinamarca tornou-se uma monarquia constitucional, em 5 de Junho de 1849, data em que foi aprovada a Constituição.



Símbolos nacionais:
Bandeira nacional;
Brasão de Armas;
Hino Nacional - Der er et yndigt land (em português: "Há uma bela terra");
Hino Real - Kong Kristian ("Rei Christian") - (Adoptado em 1780, é um dos hinos mais antigos do mundo);
Insígnia da Força Aérea Real Dinamarquesa.

Insígnia da Força Aérea Real Dinamarquesa


Lema:
Guds hjælp, folkets kærlighed, Danmarks styrke
("A ajuda de Deus, o amor do povo, a força da Dinamarca")



Imagens de Copenhaga, capital do Reino da Dinamarca


Capital:                                                                                    Língua oficial:
Copenhaga                                                                             Dinamarquês


Moeda oficial:                                                                       Tipo de Governo:
Coroa dinamarquesa                                                          Monarquia constitucional
(indexada ao Euro)


Data de admissão como membro da ONU (Organização das Nações Unidas):
24 de Outubro de 1945


Data de adesão à UE (União Europeia):
1 de Janeiro de 1973


Organizações / Relações internacionais:
  • ONU - Organização das Nações Unidas;
  • UE - União Europeia;
  • AG - Grupo Austrália;
  • AIE - Agência Internacional de Energia;
  • APCE - Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa;
  • CERN - Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear;
  • COI - Comité Olímpico Internacional;
  • GFN - Grupo de Fornecedores Nucleares;
  • ICO - Organização Internacional do Café;
  • IHO - Organização Hidrográfica Internacional;
  • INTERPOL - Organização Internacional de Polícia Criminal;
  • IPU - União Inter-Parlamentar;
  • IRENA - Agência Internacional para as Energias Renováveis;
  • IRU - União Internacional de Transportes Rodoviários;
  • IUCN - União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais;
  • MIGA - Agência Multilateral de Garantia de Investimentos;
  • NATO / OTAN - Organização do Tratado do Atlântico Norte;
  • OCDE - Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico;
  • OIM - Organização Internacional para as Migrações;
  • OMC - Organização Mundial do Comércio;
  • OPCW - Organização para a Proibição de Armas Químicas;
  • OSCE - Organização para a Segurança e Cooperação na Europa;
  • PCA - Tribunal Permanente de Arbitragem;
  • PSIWMD - Iniciativa de Segurança contra a Proliferação de Armas de Destruição Maciça;
  • TEDH - Tribunal Europeu dos Direitos Humanos;
  • TPI - Tribunal Penal Internacional;
  • UIC - União Internacional dos Caminhos-de-Ferro;
  • UPM - União para o Mediterrâneo;
  • UIHJ - União Internacional dos Oficiais de Justiça;
  • WCO - Organização Mundial das Alfândegas;
  • RAMSAR - Convenção sobre as Zonas Húmidas de Importância Internacional;
  • UNIDROIT - Instituto Internacional para a Unificação do Direito Privado.


Património Mundial (UNESCO):
  • Túmulos, Pedras Rúnicas e Igreja de Jelling (1994);
  • Catedral de Roskilde (1995);
  • Castelo de Kronborg (2000);
  • Fiorde de Ilulissat (2004).

Catedral de Roskilde (UNESCO)


Castelo de Kronborg (UNESCO)



Fonte:
Wikipedia, a enciclopédia livre