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Estados Unidos da América

United States of América
Estados Unidos da América


Grande Selo


Bandeira



















Localização:
América, América do Norte, Nação transcontinental.
País mega-diverso (faz parte do conjunto de países que albergam o maior índice de biodiversidade da Terra).


Origem / Pequeno resumo histórico:
Etimologia - Em 1510 o cartógrafo alemão Martin Waldseemüller (1475-1522) elaborou um planisfério, onde denominou as terras do hemisfério ocidental de "América", em honra do cartógrafo italiano Américo Vespúcio (1454-1512). As antigas colónias britânicas usaram pela primeira vez o nome do país moderno na Declaração de Independência —"unânime declaração de independência dos Estados Unidos da América", adoptada pelos "representantes dos Estados Unidos da América", em 4 de Julho de 1776.
     O nome actual foi formalmente adoptado em 15 de Novembro de 1777, quando o Segundo Congresso Continental aprovou os Artigos da Confederação, que estipulavam "O nome desta confederação será Estados Unidos da América". A forma "Estados Unidos" também é padronizada; outra forma comum é EUA. "Colúmbia", derivado do nome de Cristóvão Colombo, em tempos um nome popular para os Estados Unidos, ainda permanece no nome Distrito de Colúmbia.
História - Acredita-se que os povos indígenas dos Estados Unidos continentais, incluindo os nativos do Alasca, emigraram da Ásia, de onde começaram a chegar entre os 12 e os 40.000 anos atrás, ou mesmo antes. Alguns, como a cultura mississippiana pré-colombiana, desenvolveram a agricultura avançada, arquitectura grandiosa e sociedades estaduais. Mais tarde, os europeus começaram a colonização das Américas, muitos milhões de indígenas americanos morreram de epidemias de doenças importadas, como a varíola.

Antigo palácio construído pelo Povo Anasazi, no Parque Nacional de
Mesa Verde, Colorado, considerado Património Mundial (UNESCO)

     Em 12 de Outubro de 1492 o explorador genovês Cristóvão Colombo, ao serviço da coroa espanhola, chegou a várias ilhas das Caraíbas, fazendo o primeiro contacto com os povos indígenas.
     Em 2 de Abril de 1513 o conquistador espanhol Juan Ponce de León desembarcou no lugar a que chamou de "La Florida" — a primeira visita europeia documentada no que viria a ser os Estados Unidos Continentais. Às colónias espanholas na Flórida seguiram-se outras no que é hoje o sudoeste dos Estados Unidos, que atraíram milhares de colonos através do México.
     Os comerciantes de peles franceses estabeleceram postos da Nova França à volta dos Grandes Lagos. A França acabou por reivindicar a maior parte do interior da América do Norte, até ao Golfo do México.         A primeira colónia inglesa bem sucedida foi a Colónia da Virgínia, em Jamestown, em 1607, e a Colónia de Plymouth, dos chamados Peregrinos (em inglês: Pilgrim Fathers - “pais peregrinos” ou simplesmente Pilgrims), em 1620.

     A Inglaterra foi a responsável pela colonização e manteve os Estados Unidos formados por treze colónias, que foram divididas e colonizadas de duas formas:
  • Colónias do Norte: colonizadas por protestantes europeus fugidos de perseguições religiosas. Foi chamada de Nova Inglaterra e era uma colónia de povoamento (mão-de-obra livre, economia baseada no comércio, pequenas propriedades e produção para o mercado interno).
  • Colónias do Sul: colonizadas apenas por ingleses e deveriam seguir o Pacto Colonial, eram uma colónia de exploração (latifúndio, mão-de-obra escrava, produção para exportação e monocultura).
     Entre 1756 e 1763 ocorreu a chamada “Guerra dos 7 Anos”, onde a Inglaterra e a França lutaram pela posse dos territórios da América do Norte e onde a Inglaterra venceu. Mas as consequências do território devastado pelas batalhas caíram sobre os colonos que o habitavam, principalmente os que moravam no norte: os colonos que ajudaram na guerra, reivindicaram algo em troca por terem arriscado suas vidas e as de suas famílias. Contudo, a Inglaterra não só os ignorou como aumentou os impostos para se recuperarem mais rapidamente da guerra, já que o território havia sido afectado. E também criou novas leis que tiravam a liberdade dos norte-americanos, cheias de restrições que desagradaram aos colonos.
     O regime, de relativa autonomia, das 13 colónias britânicas existentes, muda entre 1764 e 1775, quando a Inglaterra aumenta taxas e limita as actividades económicas. Em resposta, os colonos fizeram um congresso (Primeiro Congresso da Filadélfia) em 1774, exigindo o fim das leis e medidas restritivas. Mas o rei inglês George III não só recusou as propostas do congresso, como adoptou ainda mais medidas controladoras e restritivas.
     Já o Segundo Congresso da Filadélfia, que ocorreu em 1776, tinha como objectivo maior a independência dos Estados Unidos, que já não aguentava a repressão da Inglaterra. Foi durante este congresso que o famoso Thomas Jefferson escreveu a Declaração de Independência dos Estados Unidos da América, que é lida em Filadélfia em 4 de Julho de 1776, e somente reconhecida pelos ingleses em 1783.
Declaração da Independência - Pintura de John Trumbull, 1817-1819.

     Mais uma vez a Inglaterra não aceitou, só que os colonos continuaram com seus objectivos e declararam a independência, o que resultou na chamada Guerra da Independência das Treze Colónias. Os Estados Unidos, apoiados pela França (inimiga da Inglaterra) e Espanha, venceram esta guerra, que ocorreu entre 1776 e 1783.
     No final da II Guerra Mundial, o mundo foi dividido em dois blocos, o capitalista, liderado pelos EUA, e o comunista, liderado pela URSS, era o início do período da Guerra-fria, entre 1945 e 1991.
     No final da década de 1970, a URSS não conseguia mais acompanhar o desenvolvimento económico do bloco capitalista e entra em crise, enfraquecendo o bloco comunista. Em 1991, o símbolo da guerra-fria, o Muro de Berlim, que dividia a Alemanha entre os dois regimes políticos, é derrubado, marcando o fim da Guerra-fria e a definição dos EUA como super-potência mundial.
     Em 2008, uma grande crise económica abala a maior potência económica e militar do mundo, no mesmo ano em que o primeiro presidente afro-americano, Barack Obama, é eleito. A crise, considera a mais séria desde a Grande Depressão de 1929, provoca recessão no país.
     Embora os últimos dados de 2011 indiquem expansão de 3% na economia, no último trimestre, o desemprego mantém-se elevado. A percentagem de norte-americanos vivendo na pobreza alcança 15,1% em 2010, um total de 46,2 milhões de pessoas – o maior índice dos últimos 52 anos.
     Em 2010, grandes reformas nos sistemas de saúde e financeiro do país foram decretadas. O Presidente Barack Obama apresenta uma nova doutrina de segurança nacional, valorizando a busca de colaboração dos países aliados em favor dos interesses norte-americanos.
     A nova política, que se distancia daquela de George W. Bush aplicou, tem destaque para quatro pilares: o desarmamento nuclear, a promoção da paz e da segurança, a preservação do planeta e a economia global.
     Em 2011, um ataque de SEAL’S da marinha norte-americana matou o líder da rede terrorista Al-Qaeda, Osama bin Laden, na cidade de Abbottabad, no Paquistão. A Guerra do Iraque acabou oficialmente com a retirada das tropas norte-americanas restantes do país em Dezembro de 2011, no 11º aniversário dos ataques de 11 de Setembro. Menos de um ano após os Estados Unidos colaborarem com a queda do ditador líbio Muammar Gaddafi, duas instalações norte-americanas foram atacadas na Líbia, de que resultou na primeira morte de um embaixador norte americano desde 1979.
     Em Outubro de 2012 o furacão Sandy causou vasta destruição no litoral das regiões Nordeste e do Médio Atlântico dos Estados Unidos.
     Em Abril de 2013 um ataque terrorista aconteceu durante a Maratona de Boston. Foi o primeiro atentado terrorista reconhecido no país desde o 11 de Setembro de 2001.


Cultura:
     Os Estados Unidos são uma nação multi-cultural, lar de uma grande variedade de grupos étnicos, tradições e valores. Além das já pequenas populações nativas americanas e nativas do Havai, quase todos os americanos ou os seus antepassados emigraram nos últimos cinco séculos. A cultura em comum pela maioria dos americanos é a cultura ocidental, em grande parte derivada das tradições de imigrantes europeus, com influências de muitas outras fontes, tais como as tradições trazidas pelos escravos de África.        A imigração mais recente, da Ásia e da América Latina, adicionou uma mistura cultural que tem sido descrita tanto como homogeneizada quanto heterogénea, já que os imigrantes e seus descendentes mantêm especificidades culturais.
     De acordo com a análise de dimensões culturais de Geert Hofstede, os Estados Unidos possuem a maior pontuação de individualismo do que qualquer país estudado. Apesar da cultura dominante de que os Estados Unidos sejam uma sociedade sem classes, estudiosos identificam diferenças significativas entre as classes sociais do país, que afectam a socialização, linguagem e valores. A classe média e profissional americana iniciou muitas tendências sociais contemporâneas, como o feminismo moderno, o ambientalismo e o multi-culturalismo. A auto-imagem dos americanos, do ponto de vista social e de expectativas culturais, é relacionada com as suas profissões, num grau de proximidade incomum.
     Embora os americanos tendam a valorizar muito a realização sócio-económica, ser parte da classe média ou normal é geralmente visto como um atributo positivo. Embora o “sonho americano”, ou a percepção de que os americanos gozam de uma elevada mobilidade social, desempenhe um papel fundamental na atracção de imigrantes, alguns analistas acreditam que os Estados Unidos têm menos mobilidade social que a Europa Ocidental e o Canadá.

Literatura, filosofia e artes - No Século XVIII e início do Século XIX, a arte e a literatura americana tinham a maioria das suas influências da Europa. Escritores como Nathaniel Hawthorne, Edgar Allan Poe e Henry David Thoreau estabeleceram uma voz literária americana distinta em meados do Século XIX. Mark Twain e o poeta Walt Whitman foram figuras importantes na segunda metade do Século XIX. Emily Dickinson, praticamente desconhecida durante sua vida, é agora reconhecida como uma poetisa americana fundamental.

Edgar Allan Poe (1848)
Emily Dickinson entre 1846/47
















     Algumas obras são consideradas sínteses dos aspectos fundamentais da experiência e carácter nacionais, como Moby Dick (1851) de Herman Melville, As Aventuras de Huckleberry Finn (1885) de Mark Twain e The Great Gatsby (1925) de F. Scott Fitzgerald, obra apelidada de "Great American Novel".
     Onze cidadãos americanos ganharam o Prémio Nobel de Literatura, mais recentemente, Toni Morrison, em 1993. Ernest Hemingway, Prémio Nobel de 1954, é muitas vezes apontado como um dos escritores mais influentes do Século XX.
     Géneros literários populares, como a ficção ocidental e a Hard Boiled foram desenvolvidas nos Estados Unidos. Os escritores da Geração Beat abriram novas abordagens literárias, assim como os autores pós-modernos, como John Barth, Thomas Pynchon e Don DeLillo.
     Os transcendentalistas, liderados por Thoreau e Ralph Waldo Emerson, estabeleceram o primeiro grande movimento filosófico americano. Após a Guerra Civil, Charles Sanders Peirce e William James e John Dewey foram os líderes no desenvolvimento do pragmatismo.
     No Século XX, o trabalho de W. V. O. Quine e Richard Rorty, construído em cima de Noam Chomsky, trouxe a filosofia analítica à frente dos académicos americanos. John Rawls e Robert Nozick levaram o renascimento da filosofia política.
     Nas artes visuais, a Escola do Rio Hudson foi um movimento de meados do Século XIX, na tradição do naturalismo europeu. O Armory Show de 1913, em Nova York, uma exposição de arte moderna europeia, chocou o público e transformou a cena artística americana.
     Georgia O'Keeffe, Marsden Hartley e outras experiências com novos estilos, exibindo uma sensibilidade muito individualista. Importantes movimentos artísticos como o expressionismo abstracto de Jackson Pollock e Willem de Kooning e da arte pop de Andy Warhol e Roy Lichtenstein foram desenvolvidos em grande parte nos Estados Unidos.

Superman
     A maré do modernismo e pós-modernismo trouxe fama para arquitectos norte-americanos, como Frank Lloyd Wright, Philip Johnson e Frank Gehry.
     Apesar de largamente ignorado na época, o trabalho de Charles Ives na década de 1910 estabeleceu-o como o primeiro grande compositor americano na tradição clássica; outros experimentalistas, tais como Henry Cowell e John Cage, criaram uma abordagem americana de composição clássica.
     Aaron Copland e George Gershwin desenvolveram uma síntese única de música popular e clássica.
     As coreógrafas Isadora Duncan e Martha Graham ajudaram a criar a dança moderna, enquanto George Balanchine e Jerome Robbins eram líderes no ballet do Século XX.
     Os americanos têm sido importantes no meio artístico da fotografia moderna, com grandes fotógrafos, como Alfred Stieglitz, Edward Steichen e Ansel Adams. As tiras de jornais e os comics são inovações americanas. Superman, o super-herói dos quadradinhos por excelência, tornou-se um ícone americano.


Culinária - As principais artes culinárias americanas são semelhantes às de outros países ocidentais. O trigo é o principal cereal. A cozinha tradicional americana utiliza ingredientes como peru, veado, carne de cervo de rabo-branco, batata, batata-doce, milho, abóbora e xarope de bordo, alimentos utilizados pelos povos nativos americanos e pelos colonizadores europeus.
A torta de maçã, o basebol e a bandeira nacional são
ícones culturais nos Estados Unidos

     Carne de porco lentamente cozida e churrasco de carne, crabcakes, batata frita e cookies de chocolate são pratos distintamente americanos. A soul food, desenvolvida por escravos africanos, é popular em todo o Sul e entre muitos afro-americanos em todo o país.
     Pratos característicos como a torta de maçã, frango frito, pizza, hambúrgueres e cachorros-quentes decorrem das receitas de diversos imigrantes. Batatas fritas, pratos mexicanos como tacos e burritos e pratos de massas livremente adoptados a partir de fontes italianas são amplamente consumidos.
     Os americanos geralmente preferem o café ao chá. O marketing feito por indústrias do país é largamente responsável pela grande presença do sumo de laranja e do leite ao pequeno-almoço.

Cinema, televisão e música - A primeira exposição comercial de filme do mundo foi feita em Nova Iorque em 1894, usando o cinemascópio, de Thomas Edison. No ano seguinte foi feita a primeira exibição comercial de um filme projectado, também em Nova York, e os Estados Unidos estavam na vanguarda do desenvolvimento do cinema sonoro nas décadas seguintes.
     Desde o início do Século XX, a indústria cinematográfica americana tem sido largamente sediada nos arredores de Hollywood, na Califórnia. O director D. W. Griffith foi central para o desenvolvimento da gramática cinematográfica, e o filme Cidadão Kane (1941) de Orson Welles, é frequentemente citado como o melhor filme de todos os tempos.
"Hollywood", em Los Angeles, é o símbolo do
cinema americano.

     Actores cinematográficos americanos como John Wayne e Marilyn Monroe tornaram-se figuras icónicas, enquanto o produtor / empresário Walt Disney foi um líder em filmes de animação.
     Os grandes estúdios cinematográficos de Hollywood têm produzido os filmes de maior sucesso comercial da história, como Star Wars (1977) e Titanic (1997), e os produtos de Hollywood dominam hoje a indústria cinematográfica mundial.
     Os americanos são os maiores espectadores de televisão do mundo, e o tempo médio de visualização continua a aumentar, chegando a cinco horas por dia em 2006. As quatro grandes redes de televisão do país são todas entidades comerciais.
     Os americanos ouvem programas de rádio, também largamente comercializado, em média, pouco mais de duas horas e meia por dia. Além de portais e motores de busca, os sites mais populares no país são o Facebook, YouTube, Wikipédia, Blogger, eBay, Google e Craigslist
     Os estilos rítmicos e vocais da música negra americana influenciaram profundamente a música americana em geral, distinguindo-a das tradições europeias. Elementos da música folclórica, como o blues e o que é agora conhecido como old-time music, foram aprovadas e transformadas em géneros populares com público global.

Times Square, em Nova York, parte do conjunto de "espectáculos da Broadway",
onde se apresentam as mais famosas peças teatrais, outro símbolo cultural americano.

     O jazz foi desenvolvido por artistas inovadores, tais como Louis Armstrong e Duke Ellington, no início do Século XX. A música country foi desenvolvida na década de 1920, e o rhythm and blues na década de 1940. Elvis Presley e Chuck Berry foram dos pioneiros do rock and roll em meados dos anos 1950. Em 1960, Bob Dylan surgiu a partir do american folk music revival para se tornar um dos compositores mais célebres do país, e James Brown liderou o desenvolvimento do funk.
     As mais recentes criações musicais americanas incluem o rap e a house music. Estrelas  pop americanas, como Elvis Presley, Michael Jackson e Madonna, tornaram-se celebridades globais.

DesportoDesde finais do Século XIX, o basebol é considerado como o desporto nacional, enquanto o futebol americano, o hóquei no gelo e o basquetebol são outros três grandes desportos profissionais. As ligas universitárias também atraem grandes audiências. O futebol americano é o desporto mais popular no país. O boxe e a corrida de cavalos já foram os desportos individuais mais vistos, mas entretanto foram substituídos pelo golfe e o automobilismo. O futebol vem crescendo de popularidade desde a criação da MLS (Major League Soccer).

O futebol americano é o desporto mais popular nos EUA

     A maioria dos desportos mais importantes do país evoluíram de práticas europeias, como o basquetebol, o voleibol, a animação e os nowboarding são desportos criados dentro do território nacional. O lacrosse e o surfe surgiram de povos ameríndios e nativos doHavaí. O Comité Olímpico dos Estados Unidos organizou, em 1904, os Jogos Olímpicos de Verão, em St. Louis, Missouri; os Jogos de Los Angeles em 1932 e 1984 e os Jogos de Atlanta em 1996. Em 2004, os Estados Unidos conseguiram um total de 103 medalhas, das quais 35 eram de ouro. O país conquistou, ao total, 2.301 medalhas em Jogos Olímpicos de Verão, onde é o país que mais venceu, e 216 nos Jogos Olímpicos de Inverno, onde é o segundo país no ranking total, atrás apenas da Noruega.


Principais recursos naturais:
Petróleo, gás natural, carvão, fosfato, molibdénio, chumbo, cobre, enxofre, ouro e prata.


Datas comemorativas:
Dia da Independência - 4 de Julho - Celebra a Declaração da Independência dos Estados Unidos, em 1776.



Símbolos nacionais:
Bandeira Nacional;
Brasão de Armas;
Hino Nacional - The Star-Spangled Banner  ("A Bandeira Estrelada");
Insígnia da Força Aérea dos Estados Unidos (USAF), entre outras;
Águia de cabeça branca ou águia americana;
Estátua da Liberdade em Nova York.


Insígnia da USAF
Insígnia de baixa visibilidade
alternativa
Insígnia de baixa visibilidade
da USAF


Águia americana, símbolo nacional dos Estados Unidos


Lemas:
  • E pluribus unum - (do latim; “De muitos, um”) - Lema nacional dos Estados Unidos: Refere-se à integração das treze colónias independentes num único país unido, e foi escolhido pelo primeiro Comité do Grande Selo, em 1776;
  • In God We Trust ("Em Deus Confiamos") é o lema nacional dos Estados Unidos e do Estado da Florida. Foi designado por um acto do Congresso em 1956, mas não suspendeu o outro lema.

Imagens de Washington D.C., capital dos Estados Unidos


Capital:
Washington, District of Columbia (Washington  D.C.)


Língua oficial:
O inglês é a língua oficial de facto e vários estados especificam-no como idioma oficial do Estado. Alguns Estados também especificam um segundo idioma oficial.

Estátua da Liberdade, Nova York (UNESCO)


Moeda oficial:                                                               Tipo de Governo:
Dólar americano (USD)                                              República federal presidencialista


Data de admissão como membro da ONU (Organização das Nações Unidas):
24 de Outubro de 1945


Organizações / Relações internacionais:
  • ONU - Organização das Nações Unidas;
  • AG - Grupo Austrália;
  • AIE - Agência Internacional de Energia;
  • APEC - Cooperação Económica Ásia-Pacífico;
  • CD - Comunidade das Democracias;
  • CERN - Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear (estatuto especial);
  • CLA - Cúpula do Leste Asiático;
  • COI - Comité Olímpico Internacional;
  • FMI - Fundo Monetário Internacional;
  • G7 - Grupo dos sete Países mais industrializados e desenvolvidos do mundo;
  • G7+5 - Grupo dos sete países mais industrializados do mundo mais o grupo de cinco países mais desenvolvidos;
  • G10 - Grupo de onze economias mais desenvolvidas;
  • G20 (países industriais, maiores economias);
  • GFN - Grupo de Fornecedores Nucleares;
  • IHO - Organização Hidrográfica Internacional;
  • INTERPOL - Organização Internacional de Polícia Criminal;
  • IRENA - Agência Internacional para as Energias Renováveis;
  • IRU - União Internacional de Transportes Rodoviários;
  • IUCN - União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais;
  • MIGA - Agência Multilateral de Garantia de Investimentos;
  • NAFTA - Tratado Norte-Americano de Livre Comércio;
  • NATO / OTAN - Organização do Tratado do Atlântico Norte;
  • ICO - Organização Internacional do Café;
  • OCDE - Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico;
  • OCEMN - Organização de Cooperação Económica do Mar Negro (observador);
  • OEA - Organização dos Estados Americanos;
  • OIM - Organização Internacional para as Migrações;
  • OMC - Organização Mundial do Comércio;
  • OPCW - Organização para a Proibição de Armas Químicas;
  • OSCE - Organização para a Segurança e Cooperação na Europa;
  • PCA - Tribunal Permanente de Arbitragem;
  • PSIWMD - Iniciativa de Segurança contra a Proliferação de Armas de Destruição Maciça;
  • SAARC - Associação Sul-Asiática para a Cooperação Regional;
  • TA - Tratado da Antárctida;
  • TACSA - Tratado de Amizade e Cooperação no Sudeste Asiático;
  • UIC - União Internacional dos Caminhos-de-Ferro;
  • UIHJ - União Internacional dos Oficiais de Justiça;
  • WCO - Organização Mundial das Alfândegas;
  • RAMSAR - Convenção sobre as Zonas Húmidas de Importância Internacional;
  • WIPO - Organização Mundial da Propriedade Intelectual.


Património Mundial (UNESCO):
  • Mesa Verde (1978);
  • Parque Nacional de Yellowstone (1978);
  • Independence Hall, Filadélfia (1979);
  • Sistema de Parques de Kluane / Wrangell - St Elias / Baía Glacier / Tatshenshini-Alsek (1979, 1992, 1994) (sítio partilhado com o Canadá);
  • Parque Nacional Everglades (1979);
  • Parque Nacional do Grand Canyon (1979);

Independence Hall, Filadélfia (UNESCO)

Parque Nacional do Grand Canyon (UNESCO)















  • Parque Nacional Redwood (1980);
  • Parque Nacional de Mammoth Cave (1981);
  • Parque Nacional Olímpico (1981);
  • Sítio Histórico Estadual dos Cahokia Mounds (1982);
  • Fortaleza e Sítio Histórico de San Juan em Porto Rico (1983);
  • Parque Nacional das Great Smoky Mountains (1983);
  • Parque Nacional de Yosemite (1984);

Cataratas de Yosemite, no Parque com o
mesmo nome (UNESCO)

  • Estátua da Liberdade, Nova York (1984);
  • Monticello e Universidade da Virgínia em Charlottesville (1987);
  • Parque Nacional dos Vulcões do Havai (1987);
  • Parque Nacional Histórico da Cultura Chaço (1987);
  • Pueblo de Taos (1992):
  • Parque Internacional da Paz Waterton - Glacier (1995) (sítio partilhado com o Canadá);
  • Parque Nacional das Grutas de Carlsbad (1995);
  • Monumento Nacional Marinho Papahānaumokuākea (2010) (a maior área marinha protegida do mundo).

Parque Nacional dos Vulcões do Havai (UNESCO)


Parque Internacional da Paz Waterton-Glacier (UNESCO)


Fonte:
Wikipedia, a enciclopédia livre

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