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Álbum fotográfico – Amplitude tonal

Enciclopédia Altimagem de Fotografia



(continuação)

Nota: quando os símbolos se encontram ao centro, dois ou mais dos termos seguintes possuem a mesma simbologia.







ÁLBUM FOTOGRÁFICO – (photoalbum Um álbum de fotos ou álbum fotográfico é, tradicionalmente, uma pasta com folhas cartonadas ou plastificadas, com divisões para colocar as fotografias expostas e armazenadas.
O design das folhas mudou ao longo dos tempos. Nos modelos mais antigos eram feitos com folhas de papelão ou cartolina, com suportes triangulares nos cantos das fotografias. Era costume existir uma folha de papel de seda entre as folhas das fotografias, a fim de proteger as imagens da humidade.
Actualmente, pode-se encontrar as seguintes variações:
Folhas em branco: As fotografias devem ser anexadas às folhas com autocolante. Possui a vantagem de escrever memórias e outros comentários nos espaços em branco.
Folhas adesivas: As folhas consistem em folhas de plástico adesivas que se desprendem facilmente para inserir fotos. O brilho desta apresentação dá aparência plástica estética.
Compartimentos: As fotografias são inseridos em bolsos ou compartimentos plásticos transparentes ligeiramente superior ao tamanho da foto. Também pode haver compartimentos para entrar notas ou comentários sobre o papel.
Às vezes os álbuns apresentam páginas extras para guardar as películas ou outras recordações da reunião, curso, férias, etc. Os álbuns estão disponíveis em vários tamanhos com páginas criadas para medidas específicas de fotos (imagens 1 e 2).


Imagem 1: Álbum fotográfico tradicional
(primeira metade do Século XX)

Imagem 2: Álbum fotográfico tradicional







ÁLBUM DIGITAL
– (digital album Pode referir-se a um álbum de fotografias, impresso a partir de imagens digitais fornecidas pelo cliente, sendo que essas fotografias podem ser impressas em vários formatos, com impressão digital ou fotográfica, como os álbuns digitais da Hofmann, por exemplo, ou álbuns fornecidos através de serviços online disponibilizados por empresas ou lojas de fotografia. Também pode referir-se a um serviço web de hospedagem de imagens e álbum digital, feito a gosto do cliente, para ver no computador (como o Photobucket, por exemplo). Alguns destes serviços digitais podem ser pagos, dependendo dos desejos do cliente (imagem 3). Ver HOSPEDAGEM DE IMAGENS.



Imagem 3: Exemplos de álbuns digitais da Hofmann




ÁLBUM ONLINE – Ver ÁLBUM VIRTUAL.


ÁLBUM VIRTUAL – (virtual album Também designado como Álbum Online. Existem aplicativos de desktop e serviços web que permitem organizar fotos em álbuns online. Alguns serviços web permitem que uma pessoa envie fotos digitais para uma página web e faça um álbum de fotos virtual (como Fotolog, Flickr, Facebook, Google fotos, etc). Vários serviços online oferecem opções como edição de imagem, diferentes tamanhos, vários formatos, disposições, projectos, cores, etc. Alguns serviços ainda estendem o serviço, criando um álbum de fotos que permite que uma fotografia faça parte de muitos álbuns, permite adicionar comentários e palavras-chave para essas fotografias, assim como usar estas palavras como um meio para criar novos álbuns de fotos. Alguns álbuns de fotos online fazem parte de empresas de prestação de serviços em fotografia, permitindo também outros serviços, como impressão, e opções para fazer upload de fotos em telefones móveis.



 

ALBÚMEN – (albumen Albúmen é o nome pelo qual se designa a parte transparente da célula do ovo - a chamada clara do ovo - que é formada principalmente por água e pela proteína albumina. O Albúmen foi o principal ingrediente para a criação do primeiro processo, em meados de 1800, comercialmente viável para criar imagens fotográficas em papel, com base em negativos fotográficos. Ver ALBUMEN PRINT; Ver ALBUMINA; Ver AMOSTRA DE ALBUMINA.


ALBUMEN PRINT – Impressão em papel albuminado: - Processo fotográfico monocromático (preto e branco) inventado  e publicado em Janeiro de 1847 pelo fotógrafo francês Louis Désiré Blanquart-Evrard, e foi o primeiro método comercialmente viável de se obter impressões fotográficas a partir de negativos. Usava albumina (extraída de clara de ovo) para fixar os sais de prata ao papel. Foi a forma mais popular de impressão fotográfica até o início do Século XX, tendo sido usada nas fotografias “carte-de-visite”. (Ver imagens 4 e 5). Ver BLANQUART-EVRARD, LOUIS DÉSIRÉ; Ver IMPRESSÃO EM PAPEL ALBUMINADO; Ver PHOTO-CARTE DE VISITE.

     Para ver todo o processo fotográfico em pormenor, com todos os materiais que na época eram utilizados, pode ver aqui, em  Albumen.conservation-us.org


Imagem 4: Louis Désiré Blanquart-Evrard em 1869.
Impressão de Albumen (papel albuminado), de si próprio.
Imagem 5: Foto de Lucio del Valle em 1860.
Cópia em papel de albumina, formato
"Photo-carte de visite".


























(Observação: Lucio del Valle foi um engenheiro de pontes e arquitecto espanhol, um dos mais influentes e brilhantes do Século XIX.)


ALBUMINA – (albumin Em fotografia, é uma mistura de proteínas constituintes da clara do ovo. Foi usada no século XIX e no início do Século XX como meio ligação da prata nas provas fotográficas em papel designadas de albuminas. Foi também usada com o mesmo fim em negativos de vidro. Material pouco estável, a albumina é fonte de numerosos problemas em conservação fotográfica. Tem tendência para amarelecer com a humidade, com a luz e em contacto de catiões ácidos. A albumina tem uma forte tendência para reagir com os iões de prata e com o enxofre, formando sulfureto de prata, substância amarela que provoca manchas na imagem. A albumina contrai e expande com as flutuações da humidade relativa do ar, acabando por se tornar quebradiça e abrindo pequenas rachas à superfície da imagem. Ver AMOSTRA DE ALBUMINA.


Ver mais sobre ALBUMEN em:




ÁLCALIS – (alkali Em química, um álcali é uma base, sal iónico de um metal alcalino ou de um elemento metal alcalino-terroso. Alguns autores também definem um álcali como uma base que se dissolve em água. Uma solução de uma base solúvel tem um pH maior que 7. O adjectivo alcalino é geralmente usado como um sinónimo para "base", especialmente para bases solúveis. Em fotografia aplica-se a todos os produtos químicos solúveis em água. É provável que este uso mais amplo do termo tenha surgido porque "álcali" foi uma das primeiras bases conhecidas a obedecer à definição de Svante Arrhenius de uma base. Ver ARRHENIUS, SVANTE.


ALCALINA – Ver BASE.


ALCALINIDADE –  (alkalinity Grau de álcalis numa solução, calculada pelo valor de pH (pH superior ao grau 7 é considerado alcalino). Ver ESCALA DE pH.



   
ALCANCE DA LUMINOSIDADE – (light of reach– Termo subjectivo utilizado para designar a diferença de iluminação entre as zonas mais escuras e as mais claras do motivo, em películas ou em cópias (papel ou imagem digital). Ver HDR; Ver ALCANCE DINÂMICO.


ALCANCE DINÂMICO – (dynamic range) – Em fotografia entende-se por «alcance dinâmico» ou «gama dinâmica», a faixa de luminância que uma câmara fotográfica consegue captar. Se uma câmara deixa as áreas de sombra totalmente pretas (baixas luzes) ou as áreas mais claras totalmente brancas (altas luzes), não registando os detalhes ou as subtilezas da imagem, diz-se que essa câmara possui baixo alcance dinâmico.
     O alcance dinâmico também se encontra relacionado com o «ruído» das câmaras electrónicas, em condições de baixa iluminação - imagem com ruído, granulada ou com grão - câmaras com menor sensibilidade tendem a produzir imagens mais granuladas. O alcance dinâmico das máquinas fotográficas digitais é muito menor que o do olho humano e geralmente não é tão alto quanto o do filme fotográfico. Foram criadas técnicas para ampliar o alcance dinâmico das imagens digitais, conhecidas como HDR (High Dinamyc Range). Ver ALCANCE DA LUMINOSIDADEVer CONTRASTE; Ver GAMA DINÂMICA; Ver HDR; Ver HDRR.



ALCANCE FOCAL – (focal range É o alcance em que a máquina ou objectiva pode focar um objecto (por exemplo, 0,5 m ao infinito). Ver ÂNGULO DE COBERTURA; Ver ÂNGULO DE VISÃO; Ver CAMPO DE VISÃO; Ver DISTÂNCIA FOCAL.




ÁLCOOLC2H5OH – Existem vários tipos, mas o álcool desnaturado industrial (metilado) é o mais utilizado em aplicações fotográficas. Trata-se de um líquido incolor, inflamável e que se evapora facilmente. É utilizado principalmente para limpar e secar rapidamente os filmes fotográficos. Deve guardar-se longe do calor e em recipientes hermeticamente fechados.





ALIASING – Termo que define um fenómeno desagradável nas imagens (também conhecido como anti-aliasing), que consiste na visualização de pixels quadrados nas margens de um objecto e que acontece sobretudo devido ao contraste entre pixels limítrofes, provocando a visualização do aspecto de "dentes de serra" na imagem, quando esta se encontra em diagonal. (ver imagem 6). Ver ANTI-ALIASING.

Imagem 6: Exemplos de Aliasing e Anti-aliasing



 

ALPHA – É a designação do sistema fotográfico apresentado pela Sony em 2006, após a compra do sistema fotográfico da Konica Minolta. Neste sistema inclui-se a gama de acessórios herdados desta empresa comprada pela Sony.





      

ALTAS LUZES – (high key) – (1– Área muito clara da cena, foto ou transparência: área muito densa e escura do negativo. Compreende as áreas específicas de luzes mais intensas na cena a ser fotografada, na ampliação final, no diapositivo (slide) ou na transparência. Oposto de “Baixas Luzes”. (imagem 7).
(2) – Luzes muito claras, zona mais clara da fotografia, da cena ou da transparência. Termo também utilizado para as áreas muitos densas e escuras do negativo a Preto e Branco ou a Cores. Zona muito escura do negativo ou película, também chamada zona de "alto valor".

Imagem 7: Exemplo de imagem com altas luzes. "Ganso-Patola", foto de Andreas Trepte 


ALTERAÇÃO DA SENSIBILIDADE   (changing the sensitivity Técnica que consiste em alterar, aumentando ou diminuindo a sensibilidade nominal do filme, de acordo com as condições de luz da cena, para acentuar o contraste, aumentar ou diminuir sua escala tonal. A mais comum é a técnica de filmes puxados, onde o filme é operado com sensibilidade acima da original, para compensar a falta de luz necessária, ou para congelar cenas nocturnas, desportos, etc. Os filmes com sensibilidade alterada só podem ser processados em laboratórios profissionais ou processamento manual. O mesmo que "puxar". Ver PUXAR.


ALTERAÇÕES À EMULSÃO DO PAPEL  (changes to emulsion paper A emulsão do papel fotográfico é produzida em lotes. Cada lote apresenta desvio de sensibilidade e balanceamento de cores, e são identificados por número de série ou códigos. A cada nova troca, consulte instruções em anexo, para efectuar a respectiva calibragem geral da impressora e seu respectivo processamento.


ALTERAÇÕES DO PROCESSO QUÍMICO  (changes to chemical process O processo químico, tanto manual, como em micro-processadores ou mini-labs pode ser também responsável pela variação no padrão de cores, tanto dos negativos, cópias ou slides. Por envolver muitas variáveis, seu nível de actividade está em constante mutação. Suas respectivas correcções devem estar dentro das recomendações fornecidas pelos fabricantes. Só após o ajuste químico, devemos pensar na possibilidade de correcção na exposição ou calibragem por meio de filtros.



ALUGUER DE EQUIPAMENTO FOTOGRÁFICO – (photographic equipment rental O aluguer de equipamento fotográfico, desde câmaras até aos mais variados acessórios e equipamentos para estúdio, laboratório, reportagens, eventos, etc, são serviços prestados por empresas de fotografia ou fotógrafos. Estes serviços podem, ou não, ser requisitados através da Internet.



  

ALÚMEN DE CRÓMIO – KCr(SO4)2.12H2O – Quimicamente é o Sulfato de Crómio e Potássio. Produto sólido formado por cristais de cor violeta muito solúveis em água. É um bom endurecedor da gelatina. Utiliza-se na composição de banhos de paragem e de fixadores endurecedores. Não é recomendado para fixar cópias, pois a sua coloração violeta poderá manchar o papel fotográfico. As suas soluções conservam-se mal, podendo ser guardadas em vidro.



ALÚMEN DE POTÁSSIO – KAl(SO4)2.12H2O – (potassium alum Quimicamente é o Sulfato de Alumínio e Potássio, também conhecido unicamente por Alúmen. Composto usado nos fixadores ácidos. Existem dois tipos: de Crómio e de Potássio. Para fixar as cópias usa-se sobretudo o alúmen de potássio, pois o de crómio tende a manchar a prata negra de verde. Endurecedor de gelatina e emulsões. A vida útil de qualquer agente endurecedor é geralmente mais curta do que a do banho fixador ácido.
Quimicamente é o sulfato de alumínio e potássio, também conhecido unicamente por alúmen. É um endurecedor de gelatina e emulsões. Utilizado principalmente na composição de fixadores endurecedores e banhos de viragem.


AMACIADORES DE ÁGUA (Desmineralizadores)  (water softeners Substâncias Químicas tais como Ácido Edta de Sódio, Hexametafosfato de Sódio e outros, que eliminam ou tornam inofensivos os sais de cálcio, magnésio, flúor e outros presentes na água potável corrente. Essas impurezas reagem com os cristais de prata filmes e com os reveladores, e podem causar problemas como riscos e impregnação, danificando negativos e diapositivos (slides) processados tanto manualmente, como em processadoras automáticas.



AMBRÓTIPO – (ambrotype (do grego μβροτός - imortal, e τύπος - registo, impressão) é uma imagem fotográfica positiva sobre placas de vidro, usando
Imagem 8: Ambrótipo
(cerca de 1860)
uma variação do processo de prata coloidal (no caso, para obter imagens positivas). Método antigo, surgiu em 1851, conhecido na altura por "emulsão de colódio húmida" criado como alternativa ao daguerreótipo e ao calótipo, por Frederick Scott Archer, escultor inglês. Além de ser mais barato, não possuía o efeito espelhado destes, e não oxidava, daí o nome "imortal". No entanto, as imagens produzidas tinham menos contraste, luminosidade e resolução.
Imagem 9: Ambrótipo
contemporâneo do fotógrafo
polaco Michal Sitkiewicz 
(2010) 
A imagem era revelada, e, logo depois, o verso da placa de vidro era pintado de preto. Outra alternativa possível era o uso de vidro colorido escuro. O uso da cor rubi dava às imagens o aspecto de vida. Outras cores, em especial o verde, também eram usadas. Também era usado papel ou tecido, proporcionando textura. O efeito era mais ou menos tridimensional, dando a ilusão de profundidade e vida. Também podia ser colorida à mão. A imagem fotográfica, que ficava na superfície, era protegida por um verniz, ou mesmo por um vidro cimentado à base de resinas (o que acabava escurecendo a imagem). O ambrótipo, assim como o daguerreótipo e, mais tarde, o ferrótipo, produzia imagens únicas, que não eram possíveis reproduzir.
Com o passar do tempo foi superando o daguerreótipo em popularidade (muitos não gostavam da superfície espelhada do último). Por fim, ambos foram suplantados pelo ferrótipo e outros processos, que geralmente produziam resultados inferiores, mas eram mais baratos, além de (muitos) permitirem a impressão de múltiplas imagens.
     Actualmente, muitos fotógrafos alternativos estão utilizando o método, devido aos efeitos únicos, impossíveis de se obter pelos métodos modernos. Ver ARCHER, FREDERICK SCOTT.



AMAR, PIERRE-JEAN – (n. 1947) – Fotógrafo, escritor e professor de história da fotografia francês nascido na Argélia.

Ver o site do fotógrafo em http://www.pierrejeanamar.com/



AMAZONAS IMAGES – Agência de fotografia fundada pelo fotógrafo Sebastião Salgado e Lelia Wanick Salgado em 1994. Tem sede em Paris e destina-se exclusivamente ao trabalho deste fotógrafo, que é distribuído nos Estados Unidos e em França pela Contact Press Images.

Ver o site da Amazonas Images em http://www.amazonasimages.com/.




 

AMIDOL – C6H3 (NH2) 2OH – Quimicamente conhecido como diaminofenol, pó branco ou cinzento brilhante que se dissolve em água, a fim de dar uma solução corrosiva que mancha tudo aquilo com que entra em contacto. Em fotografia é usado como agente revelador e a solução deve usar-se imediatamente após a sua preparação, pois a sua conservação é reduzida.



AMONÍACO – NH3 – Gás claro, de odor penetrante, também conhecido como amónia ou gás amónia. Trata-se de um álcali forte e solúvel em água que deve ser manipulado em local bem ventilado. Em fotografia é utilizado para  a eliminação de tiossulfato das cópias. Deve guardar-se em garrafas de polietileno hermeticamente fechadas e em pequenas quantidades.


AMOSTRA DE ALBUMINA – (albumin sample Uma amostra de albumina pode ter a seguinte constituição:
  • Cloreto de Amónia - 15gr.;
  • Ácido Acético Glacial - 2 ml: Juntar e misturar com:
  • Água - 30 ml;
  • Albumina - 1 litro.

     Esta mistura deve ser colocada numa batedeira ou misturadora, durante 3 minutos, até que toda a mistura seja convertida numa espuma. Deixe a mistura estabilizar num recipiente coberto durante 24 horas. Coe a mistura através de musselina; o líquido pode ter que ser espremido através da musselina com alguma pressão. Cubra e guarde no frigorífico durante uma semana. A solução de albumina permanecerá útil para várias semanas após o período de envelhecimento de uma semana. O cheiro da albumina, a sua cor, a sedimentação, etc., revelará que se decompôs e já não deve ser usado.
Ver ALBUMINA.



      

AMPLIAÇÃO – (magnification (1) Nome que se dá ao tamanho de um objecto como aparece na imagem. A ampliação de uma imagem em filme ou sensor é determinada pela distância focal da lente. Uma lente de foco longo (teleobjectiva) faz o objecto parecer maior que a lente de focagem curta (grande angular). Cópia em papel fotográfico, cuja imagem é maior em relação ao tamanho original do negativo. Em micro ou macro-fotografia trata-se da proporção do objecto em relação ao filme da câmara. Nos casos das objectivas intercambiáveis A ampliação da imagem em filme é determinada pela distância focal da lente. Uma objectiva de distancia focal longa (teleobjectiva) permite o objecto parecer maior que a objectiva de distancia focal curta (grande angular). Na fotografia digital pode referir-se, também, aos métodos de interpolação da imagem.

(2) – Tamanho da imagem em relação ao tamanho do motivo. Exprime a razão da distância motivo/objectiva e da distância imagem/objectiva. Quando a distância ao motivo é igual à distância à imagem, a ampliação é igual a 1.

(3) – É uma característica que descreve a capacidade de uma objectiva de reproduzir um objecto no seu tamanho natural. É usada principalmente em objectivas macro ou objectivas com capacidades macro. Descreve-se como um factor de multiplicação (Ex: 0.5x) ou como um quociente (Ex: 1:2). Estes dois exemplos mostram o mesmo nível de ampliação, pois o primeiro exemplo é calculado dividindo os dois valores do segundo exemplo (1:2 = 0.5).

(4) – Indica também a razão do tamanho da cópia com o do negativo, ou seja, a ampliação em papel.




  

AMPLIADOR  (magnifier Ampliador é um aparelho que ilumina o negativo com luz concentrada e dirigida por lentes condensadoras colocadas entre a fonte de luz e o negativo.
Essa luz projectada no papel fotossensível é que calibra a intensidade com que as cores entram na foto, sensibilizando o papel que depois é revelado, ou seja passa por um processo químico em que a imagem se torna indelével.


AMPLIADOR DE LUZ FRIA  (cold light enlarger Ampliador cuja fonte de iluminação é constituída por um tubo de luz fluorescente. Produz muito pouco calor e sua luz é muito difusa (imagem 10).

Imagem 10: Exemplo de um ampliador de luz fria


AMPLIADOR FRESNEL – (magnifier fresnel Ampliador que usa uma lente condensadora (lente de Fresnel) colocada no centro de alguns despolidos de focagem, a fim de facilitar a operação de focagem/desfocagem. (imagens 11 e 12). Ver LENTE DE FRESNEL; Ver FRESNEL, AUGUSTIN-JEAN.


Imagem 12: Corte de uma lente de Fresnel (1) e
corte de uma lente plano-convexa
de distância focal equivalente (2)
Imagem 11: Lente de Fresnel do Farol do 
Cabo Espichel (Portugal)


























AMPLIADOR POR CONDENSADOR   (magnifier condenser Ampliador que projecta o negativo com luz concentrada e dirigida por lentes condensadoras colocadas entre a fonte de luz e a objectiva do ampliador (imagem 12).


AMPLIADOR POR DIFUSOR  (magnifier diffuser– Ampliador cujo sistema de iluminação consiste numa lâmpada dicroica, difundida por um sistema de "Caixa Branca", geralmente de vidro ou poliestireno. A luz branca atravessa os sistemas de filtro, embutidos numa "Cabeça de Cores", conduzindo a imagem até à objectiva. Existem também ampliadores por difusão, sem cabeça de cores, utilizados para ampliação a Preto e Branco. Ver FILTRO DICROICO; Ver CABEÇA DE CORES; Ver DIFUSOR.



AMPLITUDE TONAL (tonal range)  Amplitude tonal (ou Gama tonal) é o nome dado em fotografia quando se refere à amplitude da escala de cinzentos, entre o branco puro e o preto, na fotografia a preto e branco. Ver BAIXA GAMA TONAL; Ver GAMA TONAL; Ver ESCALA DE CINZENTOS.

(continua)