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Castello-Lopes, Gerard – Close-up

Enciclopédia Altimagem de Fotografia


(continuação)

Nota: quando os símbolos se encontram ao centro, dois ou mais dos termos seguintes possuem a mesma simbologia.






CASTELLO-LOPES, GERARD – (1925-2011) – Fotógrafo, crítico e distribuidor de cinema português. Nasceu em Vichy, França. Ao longo da sua vida viveu em Lisboa, Cascais e Estrasburgo, onde integrou o Corpo Diplomático da Missão Permanente de Portugal junto do Conselho da Europa. Mais tarde fixaria residência em Paris. Fotógrafo a partir de 1956, desenvolveu a sua criação de forma autodidacta, seguindo os ensinamentos de Henri Cartier-Bresson, e bebendo a influência da pintura, da escultura, do cinema e da própria fotografia. Os fundamentos técnicos da fotografia, apreendeu-os através de revistas e livros estrangeiros da especialidade. Realizou dezenas de exposições individuais, antes e depois do 25 de Abril de 1974, e participou em diversas exposições colectivas, tanto em Portugal como no estrangeiro, mas foi apenas em 1982 que se relançou como fotógrafo, através de uma mostra retrospectiva. 



CCDCharged Coupled Device – Em português designa-se como "Dispositivo de carga acoplada". É um dispositivo semicondutor para a captação de imagens, formado por um circuito integrado que contém uma matriz de condensadores acoplados. Sob o controle de um circuito externo cada condensador pode transferir a sua carga eléctrica para outro condensador vizinho. Os CCD's são sensores ópticos de grande importância na tecnologia aplicada a imagens digitais, sendo muito usados em fotografia digital, câmaras de vídeo digitais, imagens de satélites, equipamentos médico-hospitalares e astronomia, convertendo a luz incidente e seus pontos em sinais eléctricos, convertendo esses sinais em imagem digitalizada. O CCD pode ser de área, com duas dimensões (X/Y) ou em forma de linha. A capacidade de resolução ou detalhe da imagem depende do tamanho ou número de células fotoeléctricas do CCD. Foi inventado em 1969 na empresa AT&T Bell Labs, sediada em New Jersey, Estados Unidos, pelos físicos Willard Boyle, canadiano, (1924-2011), e George Elwood Smith, norte-americano (n. 1930). Por esta invenção foram ambos agraciados com o Prémio Nobel da Física em 2009. Em 2015, George Smith recebeu a Medalha do Progresso e foi eleito membro honorário da Royal Photographic Society (imagem 1). Ver APS-C; Ver BOYLE, WILLARDVer CMOS; Ver CONVERSOR ANALÓGICO / DIGITALVer ROYAL PHOTOGRAPHIC SOCIETY; Ver SMITH, GEORGE ELWOOD.

Imagem 1: Uma imagem de um CCD



CELSIUS, ANDERS – (1701-1744) – Astrónomo e físico sueco, professor na Universidade de Uppsala e fundador do Observatório de Uppsala em 1741. Foi o inventor da Escala Celsius de temperatura em 1742 (imagem 2). Ver ESCALA CELSIUS. 

Imagem 2: Anders Celsius



CENTRO PORTUGUÊS DE FOTOGRAFIA – O Centro Português de Fotografia (CPF) foi criado pelo Decreto-Lei nº 160/97, publicado em Diário da República de 25 de Junho de 1997. Possui a sua sede no edifício da ex-Cadeia e Tribunal da Relação do Porto, que tinham sido desafectados em 1975.
Em 2007, e no quadro das orientações definidas pelo Programa de Reestruturação da Administração Central do Estado (PRACE), o Centro Português de Fotografia foi extinto por fusão com o Instituto dos Arquivos Nacionais/Torre do Tombo. Desta decisão resultou a criação da então Direcção-Geral de Arquivos, com sede em Lisboa, que passou a tutelar o CPF (Decreto-Lei 93/2007 de 29 de Março e Portaria 372/2007 de 30 de Março).
Nota: Mais recentemente, e no âmbito do PREMAC (Plano de Redução e Melhoria da Administração Central), foi estabelecida a orgânica da nova Direcção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (Decreto-Lei nº 103/2012), que resultou da fusão da Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas com a Direcção-Geral de Arquivos. Neste contexto, o CPF passou a fazer parte desta nova estrutura nuclear (Portaria nº 192/2012).




CESARIANO, CESARE – (1475-1543) – Arquitecto, pintor e escritor italiano, aluno de Leonardo da Vinci. A primeira publicação conhecida sobre a “Câmara Escura” é da sua autoria, feita durante o Renascimento, em 1521 (imagem 3). Ver CÂMARA ESCURA.

Imagem 3: Cesariano Cesare


CF – Iniciais de Compact Flash, nome por que também é conhecido. Compact Flash é um padrão de cartões de memória criado pela Scan Disk em 1994 a partir do padrão PC-Card / PCMCIA. Inicialmente, o Compact Flash tornou-se o mais bem sucedido dos formatos de cartão de memória, superando os MiniCard, SmartMedia e PC Card Tipo I em popularidade. Os formatos subsequentes, como o MMC / SD e vários formatos de Memory Stick e xD-Picture Card ofereceram forte concorrência. A maioria destes cartões são menores do que o Compact Flash, enquanto oferecem capacidade comparável e velocidade. Perdeu mercado com a popularização do Secure Digital (SD) que continha espaço igual a um preço reduzido (imagem 4). Ver SD.

Imagem 4: Cartão CF inserido numa câmara DSLR Nikon D200 



CHEVALIER, CHARLES – (1804-1859) – De seu nome completo Charles Louis Chevalier, é membro de uma longa linha de engenheiros ópticos que remontam ao seu pai, desde 1760, trabalhando no desenho e construção de objectivas acromáticas para microscópios. Quando surgiu o daguerreótipo, Charles Chevalier interessou-se pela fotografia, desenhando e construindo a primeira lente para a câmara de daguerreótipos, de Louis Daguerre, em 1839. Em 1841 montou uma oficina, onde deu formação a Alphonse Plumier, um dos Irmãos Plumier, pioneiros da fotografia na Bélgica. (imagens 5 e 6). Ver CÂMARA DE DAGUERREÓTIPOS; Ver DAGUERRE, LOUIS; Ver DAGUERREÓTIPO.



Imagem 5: Charles Chevalier
Imagem 6: Lente desenhada e produzida por
Charles Chevalier, em 1840.
(Museu Nicéphore Niépce, Shalom-sur-Saône, França)

























CHINONChinon Industries Inc. foi um fabricante japonês de câmaras fotográficas e câmaras de filmar Super 8, fundado em 1948, com sede na cidade de Nagano, Japão. Em 1997 a Kodak adquiriu uma participação maioritária na empresa. Em 2004 fez da Chinon uma subsidiária integral da Kodak Japão, a Kodak Digital Product Center, Japan Ltd.. Como subsidiária, continua a desenvolver modelos de câmaras digitais. A Chinon fabricou muitas câmaras, como a CG-5, que foi uma das primeiras câmaras a usar uma objectiva auto-focus (focagem automática), que tinha de ser comprada separadamente. A Chinon foi também um fabricante de unidades de CD-ROM, scanners, calculadoras electrónicas e unidades de disquete. (imagens 7 e 8).

Imagem 7: Logotipo da marca Chinon e câmara Chinon CP-9 AF,
equipada com uma objectiva 35-135 mm Autofocus.


Imagem 8: Câmara de filmar Chinon XL 555 Macro Super 8



CIANO – cyan  Ciano é uma cor subtractiva (primária) e uma cor aditiva (secundária), resultante da mistura de luzes azul e verde do sistema RGB, tendo como cor complementar o vermelho. Esta cor também é conhecida pelos nomes de "verde-água" ou "azul-piscina". É uma cor intermédia entre o azul e o verde, pertencente à classe das "cianinas", uma família sintética de corantes orgânicos que pertence ao grupo "polimetina". As cianinas são utilizadas na indústria e na biotecnologia. O ciano encontra-se na faixa dos 485 nm do espectro visível (imagem 9). Ver CMYK; Ver CORES PRIMÁRIASVer CORES PRIMÁRIAS ADITIVASVer CORES PRIMÁRIAS SUBTRACTIVAS; Ver CORES COMPLEMENTARES; Ver CORES TERCIÁRIAS; Ver RGB.

Imagem 9: Mosaico das cores da família das cianinas. Da esquerda para a direita e de cima para baixo:
Azul verde; Ciano aditivo; Azul celeste;
Ciano subtractivo;  Água-marinha; Verde ciano; 
Cerúlio; Ciano claro; Turquesa.



CICLORAMA PARABÓLICO(1) – Na fotografia, ciclorama é um termo usado em estúdio para identificar um fundo cuja curvatura provoca um efeito de espaço infinito. Se para esse fundo forem projectadas sombras ou luz colorida, de modo a criar um fundo abstracto, toma o nome de Ciclorama Parabólico (imagem 10). Ver ABÓBADA.

(2) – Nas artes da representação, o termo "Ciclorama" designa um fundo fixo e curvo, de cor azulada ou acinzentada e sem brilho, feito de madeira, cimento ou pano esticado, destinado, quando iluminado convenientemente, a criar um ambiente ar livre ou um prolongamento do espaço cénico.

Imagem 10: Ciclorama em estúdio fotográfico.


CIF – Catch in Focus  Abreviatura de “Catch in Focus” - (“Captura de Focagem”). Consiste numa técnica para permitir que uma câmara possa ser pré-focada para um local definido, sendo que a exposição só é feita quando um assunto está em foco naquele ponto. Também chamado de “Trap focus”-(“Foco armadilha”). Ver FOCO ARMADILHA.


CINZA MÉDIOmedium gray – Tom de cinza médio padrão com 18% de reflexão. Padrão de calibragem de todos os fotómetros. Ver CARTÃO CINZA; Ver ESCALA DE CINZENTOS.



CÍRCULO CROMÁTICO DE COREScolor wheel – Também conhecido pela designação “roda de cores”. É uma representação ordenada e circular das cores, de acordo com a sua matiz, percebidas pelo olho humano, e onde são representadas as cores primárias e as suas derivações. O seu uso é compatível com o modelo subtractivo de cor (artístico, pictórico), e com o modelo aditivo de cor (luminância). Os círculos cromáticos podem ser representados escalonados ou em sequência de tons contínuos (dégradé ou gradiente de cor). Os primeiros podem ter qualquer quantidade de cores mas, em geral, possuem 6, 12, 24 ou 48 cores. Este instrumento é utilizado para compor ilustrações coloridas, sendo um guia rápido com o qual podemos identificar facilmente as cores primárias, complementares, análogas, meio-complementares e outras combinações harmónicas possíveis.
As rodas de cores são antigas. O primeiro registo data de 1436, na obra “De Pictura”, do arquitecto e humanista italiano Leon Battista Alberti, o primeiro teórico artístico do Renascimento (imagens 11 e 12). Ver ALBERTI, LEON BATTISTA; Ver COR; Ver PERCEPÇÃO VISUAL DA COR.

Imagem 11: Círculos cromáticos com rodas de 7 e 12 cores, de 1708.

Imagem 12: Círculo cromático de 24 cores


CÍRCULO DE CONFUSÃOcircle of confusion – Círculo de confusão é um conceito da física óptica que deriva da maneira como um raio de luz, com origem num ponto da imagem, incide sobre o plano do filme. Desse conceito derivam, directa ou indirectamente, elementos teóricos importantes como profundidade de campo, resolução e contraste local.
A objectiva de uma câmara fotográfica foca cada ponto do objecto na imagem a distâncias precisas, dependendo da distância a que se encontra do objecto. Quando os objectos se encontram mais menos afastados, a objectiva produz círculos, em vez de pontos que, quando são maiores e se sobrepõem, resulta numa imagem com pouca nitidez. Quanto mais pequenos forem esses pontos, mais nítida se torna a imagem.  Se chegarem ao tamanho de círculos a imagem não se encontra nítida. Estes círculos também podem surgir quando a imagem a ser fotografada não se encontra perfeitamente focada.
O círculo de confusão também é usado como padrão para medir índice de resolução das objectivas por meio de microscópios digitais adequados, já que o olho humano não consegue distinguir entre um círculo de difusão muito pequeno - com diâmetro inferior a 0.25 mm, e um verdadeiro ponto.
Os fabricantes consideram que um círculo de confusão é aceitável, ou irrelevante, quando é menor que 0.2 mm, e utilizam este padrão nas configurações padrão das suas câmaras, para determinar, por exemplo, a profundidade de campo (imagem 13). Ver CÍRCULO DE DEFINIÇÃO ACEITÁVEL; Ver DEFINIÇÃO.

Imagem 13: Círculo de confusão (CdC). Variação da representação de uma imagem de dois pontos: 
A - Teórico; B - os dois pontos são pontos discerníveis e o CdC não é admissível;
C - O CdC admissível é ligeiramente ultrapassado;
D - O CdC admissível é largamente ultrapassado.


CÍRCULO DE DEFINIÇÃO ACEITÁVELcircle of acceptable definition – Define a extensão física de uma imagem que, através da objectiva, será nítida e em conformidade com alguma medida padrão de qualidade de imagem aceitável. É utilizado durante o fabrico de objectivas, a fim de se definir o conceito de "objectiva aceitável". Ver CÍRCULO DE CONFUSÃO; Ver DEFINIÇÃO.



CITRATO DE FERRO E AMÓNIO – Fe C6 H5 O7.(NH4) 2 H C6 H5 O7 2) – ammonium ferric citrate – Da família química dos sais orgânicos, também conhecido por "citrato de ferro amoniacal". Produto de composição variável, que se apresenta-se em cristais de cor castanha ou verde, moderadamente solúveis em água. Utiliza-se nos processos de viragem a azul. Por ser um produto tóxico e irritante, deve ser manuseado com protecção da pele e do rosto, incluindo os olhos e as vias respiratórias. É um produto sensível à luz, pelo que deve ser mantido em recipientes escuros e ao abrigo da luz.


CITRATO DE POTÁSSIO – C6H5K3O7 potassium citrate  Produto que se apresenta na forma de cristais brancos, solúveis em água. Em fotografia é utilizado em banhos de viragem para vermelho à base de cobre.


CLIPPING – Ocorre quando um ou mais valores de vermelho, verde ou azul da imagem de saída atingem o valor máximo ou mínimo que o sistema pode produzir.


CLONE Cloning – Ferramenta digital presente na maioria dos programas de manipulação e tratamento de imagens com o propósito de produzir cópias fiéis de determinadas regiões. Trata-se de uma das principais ferramentas para retoque e restauração de imagens, sendo representada por um carimbo.


CLORETO DE AMÓNIO – NH4Cl – ammonium chloride  Pó cristalino branco, facilmente solúvel em água. É utilizado em fixadores rápidos (fotografia a cores). Deve guardar-se seco, a fim de impedir que os cristais adiram entre si. Corrosivo pouco potente.


CLORETO DE FERRO – FeCl2 – iron chloride – Composto sob a forma de cristais amarelos que absorvem facilmente a humidade e são muito solúveis na água. É utilizado principalmente nos processos de cianotipia e como branqueador em materiais negativos. É ligeiramente corrosivo e deve ser guardado em recipientes hermeticamente fechados. Também existe sob a forma desidratado concentrado (cloreto de ferro anidro, FeCl3); esta forma é solúvel em álcool ou éter e, devido à sua concentração, torna-se mais activa.


CLORETO DE MERCÚRIO – HgCl2 – mercury chloride  Também conhecido sob a designação de “bicloreto de mercúrio” ou  “sublimado corrosivo”. Apresenta-se sob a forma de um pó branco cristalino, muito tóxico, ligeiramente solúvel em água à temperatura ambiente. Em fotografia é utilizado como intensificador. Deve ser manuseado com cuidado extremo, com utilização de luvas e máscara e em local bem ventilado. É extremamente venenoso por ingestão, inalação ou absorção cutânea. Não deve ser descarregado em esgotos, devido ao seu poder contaminante. Deve ser guardado em recipientes de vidro hermeticamente fechados.


CLORETO DE OURO – AuCl3.HCl.4H2O – gold chloride – Também conhecido como ácido cloroáurico. Cristais castanho-amarelados, muito solúveis em água e que absorvem  a humidade do ar muito facilmente. A solução aquosa decompõe-se quando exposta à luz, pelo que deve ser conservada em frascos escuros. Substância principal nos processos de viragem a ouro, utiliza-se na viragem de negativos e cópias, a fim de aumentar a permanência das suas imagens.


CLORETO DE PRATA  AgCI – Sólido cristalino branco, pouco solúvel em água. Sob iluminação ou aquecimento, o cloreto de prata transforma-se em prata e cloro. Surge na natureza sob a forma de minério de cerargirita. É utilizado na confecção do papel fotográfico, visto que reage com fotões a fim de formar a imagem. Os halogenetos de prata reagem em presença da luz, transformando-se em halogéneo elementar e prata metálica, sendo igualmente usado em películas fotográficas, embora o brometo de prata seja mais utilizado, devido ao facto de ser mais sensível à luz.
Durante a Idade Média os alquimistas já conheciam o efeito da luz sobre o cloreto de prata. As primeiras experiências datam do Século XVII, quando Robert Boyle, em 1663, descreveu que o cloreto de prata fica negro quando exposto à luz, embora tenha atribuído esse efeito por oxidação em contacto com o ar. Ver BOYLE, ROBERT; Ver BROMETO DE PRATA.


CLORETO DE SÓDIO  NaC1 – sodium chloride – Vulgarmente conhecido como o sal comum de cozinha, em fotografia é utilizado em alguns reveladores de grão fino, como aditivo nos processos de viragem, em branqueadores, redutores e como auxiliar na eliminação do tiossulfato residual durante a fase de lavagem.



 
CLOROPLATINITO DE POTÁSSIO – K2PtCl4 – potassium choloplatinate – Também conhecido como “tetracloroplatinato de potássio”. É uma substância química cristalina avermelhada e solúvel, que se utiliza para viragens e planotipia. É venenosa, pelo que deve ser manuseada com cuidado. Deve ser guardado em recipientes de vidro escuro e hermeticamente fechados, protegido da humidade e da luz. É fundamental utilizar água destilada para preparar a solução, pois este produto é sensível às mudanças de Ph.


CLOROQUINOL – C6H3(OH)2Cl – adurol – Também conhecido sob a designação de “adurol” ou “cloro-hidroquinona”, é um pó cristalino branco solúvel, utilizado em reveladores de tonalidades quentes. É um pouco corrosivo e deve ser guardado em recipiente de vidro.


CLOSE-UP(1) - Utilizado na língua inglesa, pela primeira vez, em 1913, o termo close-up é sinónimo de primeiro plano, grande plano ou plano fechado. Sua origem é o duplo significado da palavra close, que em inglês significa fechar (to close) ou próximo (close to). Foto tirada próximo ao objecto, geralmente definida como tirada a cerca de um metro de distância ou menos. Os temas mais populares de close-up são flores, insectos e objectos pequenos. Enquanto a maioria das lentes comuns pode focalizar na distância de 40-50 cm, as lentes especializadas oferecem um melhor desempenho para close-up de fotografias profissionais.
Imagem maior que a normal obtida pelo uso de uma objectiva mais próxima do objecto que o normal.

(2) - Em cinema e audiovisual é vulgarmente chamado de primeiro plano, grande plano ou plano fechado. É caracterizado pelo seu enquadramento fechado, mostrando apenas uma parte do objecto ou o rosto de uma pessoa, por exemplo. Pode ser obtido por uma grande aproximação da câmara em relação ao objecto ou personagem. ou pela utilização de uma objectiva com uma grande distância focal (imagem 14). Ver MACROFOTOGRAFIA.

Imagem 14: Imagem close-up de uma flor.

(continua)

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